Poemas sobre quem Realmente eu sou
Cansei de jogar os dados.
Eu quero quebrar o tabuleiro na sua cabeça.
Chega de joguinhos.
Eu quero você. E você quer isso.
Fim de jogo
DESTINO OU FATALIDADE
E quantas vezes eu só quis soltar o grito aprisonado na garganta?
Chorar as lágrima de quem canta,
e por aí, libertar meu pranto, que em um canto qualquer se aprisiona, se acalanta.
Muitas vezes, eu quis gritar ao mundo a minha dor,
que se esconde por tras de sorrisos disfarçados.
Entretanto, ainda sigo com um sorriso esboçado.
Pois a dor que trago no peito, só pertence a mim.
Esta dor, companheira que arrasto por toda a eternindade.
Será destino, ou fatalidade?
Ou apenas o grito desesperado de quem ainda não se encontrou?
Será utopia, ou realidade,
esta dor de quem tanto sofreu, amou e chorou?
Destino, ou fatalidade?
Sonhos, ou realidade?
São simplesmente o caminho perdido de toda uma eternidade.
Jô Bessa
Eu conheci uma mulher com coração de Cascavel!
Acredita se quiser.
Que medo pode ter o Coraçao dessa mulher?
HOJE EU VI UM FILME E LEMBREI DE VC
- AWWNN QUE FOFO , QUAL ?
- MONSTROS S.A
KKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKKK
A CRIANÇA QUE PERDI:
Esta noite eu não dormi, com meu siso,
Decidi... Viajei no passado (...).
E presente me encontrei com a criança
Que havia deixado a chorar na estrada sem tino
Do alto do consciente, a vi... E entendi.
Pra rever meus sonhos, planos, e desejos...
Eram todos fúteis!
Nasciam da fértil e quimérica imaginação
Daquela homérica criança.
Neste instante, inexoravelmente anseio
Seu resgate
Porém não me é dado êxito
Ah! Meu mundo surreal
Ofusca a aura clara
Do régio ser que um dia fui.
E dormi apenas eu...
CANSADO DE SER VIL!...
Eu estou trêmulo de agonia
Cheio de cansaço... Todo o cansaço
Que o mundo me pode ofegar,
Cansaço do labor,
Cansado de fragrâncias... E seus fregueses,
Cansaço da leitura que não se ler,
Dos mestres a mestrear a metafisica,
Cansado de pecar
Pelos crentes que não pecam à vida,
Por um deus de igualdade.
Que deus não sei...
Eu...
Pechoso? Incógnito? Divinal?
Eu...
Assim como a noite ofusca-me o brilho do olhar
Cansado sinto-me da vileza de todo eu...
Na incógnita do existir e ser.
Cansado de tudo que nada somos
Cansado de me ser vil, reles, imperfeito,
Ao que me parece, não há gente no universo!
Todos perfeitos, nobres, magníficos.
Eu sou eu,
Permaneço eu.
Eu espero com calma,
o meu verdadeiro amor de alma.
Apesar da demora,
eu sei que ele me procura lá fora.
Essa busca esta terminando,
eu sinto no coração ele chegando.
Um amor de verdade,
que irá durar por uma eternidade.
Já espero sorrindo,
porque a felicidade finalmente vem vindo.
Fecho os olhos e te ouço dizendo,
eu cheguei e te quero inteiro
Eu te abraço,
e coloco o fim no cansaço
Você me beijando
e para sempre juntos se amando!
Sergio Fornasari
Eu sempre fui muito carente, mas nunca demonstrava sabe?
Até porque eu não via charme nenhum em gente assim
Comecei então a criar este personagem sorridente, blindado e cheio de marras
Decorei piadas e sorrisos pra me afastar da solidão de ser diferente daquelas meninas e agora, as vezes ou quase sempre eu nem sei quem sou.
Eu ainda me lembro as vezes quando passo por aquela praça, e olho para aquele banco, debaixo daquela arvore.
Quase sinto o cheiro da bala de melancia na minha boca e então me lembro do sorriso dela, e da explicita vontade de beijar-me ali mesmo
Mas não...não. Alguém pode nos ver! e então nos contentamos apenas na troca de olhares fatais que significava mais do que milhões de palavras cansadas.
E eu ainda me lembro de nossos corpos naquela cama, dava pra ver a chuva escorrendo forte pela vidraça da janela.
E dava pra sentir o amor forte, avassalador e devorador latejando quente em nosso peito ao se amar tão desesperadamente.
Parece egoismo querer dominar tanto alguém assim... mas eu amava tudo aquilo.
Endurecer meu coração? ficar amarga porque alguma idiota não valorizou é ser mais idiota ainda!
Eu quero mais é viver, arriscar e ser feliz
Não mereceu? Próooxima...
Eu preciso das minhas certezas, das minhas seguranças... São tão poucas mas essas poucas são substancialmente indispensáveis para qualquer relação.
Afinal meu elemento é o vento. De distraio facilmente ao que não desperta o meu desejo.
Se não me prende sem querer eu voo
Se me prende demais eu murcho...
É eu sei... difícil mesmo... tem dias que nem eu me aguento.
Então é isso. Eu cansei desse teu jeito estranho de demonstrar esse ciumes, cansei dessa tua ignorância sem motivo algum, de discultir e cansei de correr atrás da porcaria da tua atenção. Ou seja, estou aqui, se quiser me ver, vem você.
Porém, dez minutos depois, lá estava eu, batendo na tua porta, perguntando: — Tem um lugarzinho aí pra mim? O teu bico de emburrada.
Eu me dizendo: — Sempre. “Sou tão fraco”,
pensei.
O problema é que talvez
Só talvez
Eu tenha me encantado
Pelo seu olhar
Pelo seu jeito de falar
E tenha deixado meu tolo coração
Por você se Apaixonar!!
Não sei se eu saio,
Não sei se desmaio,
Falta me folego,
Fico sem ar,
Em um só beijo seu,
Já não tenho pra onde correr,
Decidi ficar,
Cair em teus braços,
Envoltos de carinhos,
Olhar fixo ao meu,
Descontrole do coração,
Gostosa tentação.
Já estava escrito antes de te conhecer, que você nasceu pra mim e eu nasci pra você.
E não foi por acaso que a gente se encontrou
Estava escrito nas estrelas nossa história de amor.
A Despedida
Eu só queria gritar, de tal forma destruir as barreiras.
Ver que as luzes ao desta caminhada ainda são verdadeiras.
Alcançar os sonhos, e ter o infinito sempre almejado.
Beber de vossos lábios a química que acalentava meu coração, que ao mesmo tempo com imensa voracidade trazia-nos o fogo insano consumido ao nos tocarmos, eramos nós.
Eu queria, eu quis, gritaria e bebi... Não obstante, o verbo que sempre é algoz mortal
Das mencionadas palavras umas vez mais fez-me sua predileta vítima.
Quis então, assim calar a voz da razão,
Fenecer o sentimento cifrado nas notas do que fora uma canção.
Fez-se então dos sonhos pesadelos, da destemida vontade fez-se o medo, do corpo amável que aquecia dentre noites quentes ou frias... Fez-se o toque do amargo da solidão.
Tornou o presente num passado, e consigo, emudeceu as batidas dos corações que pulsavam juntos.
Enterrando os sonidos, seccionando em partes tão ínfimas as gargalhadas que muitas vezes foram arrancada de teu ventre para ver nascer teu sorriso.
Ah, teu sorriso. Esse eu faço questão de sempre levá-lo comigo, mesmo que seja rumo desconhecido, assim iluminarei meu caminho.
Eis então, que o último suspiro selou-me os olhos!
ELA TEM RAZÃO
Eu me casei com tanto amor
Mais o trabalho me distanciou
Da quela que tanto me amou
Ela ficava em casa
E eu na madrugada
bebendo eu estava
Ela ficava sozinho só tinha a companhia
De um filho pequeno
E quando eu chegava embriagado
Ainda bagunçada
Quebrava tudo dentro de casa
Ela se revoltou e hoje me deixou
Ela tem razão ela tem razão
Eu fiz tudo errado e não mereço perdão,(bis)
Nesse exato momento
Eu tou chorando e ela cantando
Nem ai pra mim
O coração roendo sinto que estou perdendo
A minha amada
Na correria fiz tudo errado a mulher que amo
Ta me deixando
Ela tem razão ela tem razão
Eu fiz tudo errado e não mereço perdão ,(bis)
Poeta Antonio Luís
6:13 AM 12 de julho de 2015
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