Poemas sobre quem Realmente eu sou
Menina de Alma
Dentro de mim existe uma menina disfarçada num corpo de mulher.
Sou menina sonhadora que acredita em contos de fadas e em finais felizes.
Menina de alma apaixonada que espera o amor de sua vida encontrar.
Sou tecedora de poesias. Rabisco coisas do coração. Emoções e fantasias.
Menina de coração ingênuo. Mulher vestida de sedução.
Sou assim ... Frágil, porém determinada.
Delicadamente simples, sempre justa!
SimoneCruvinel
Flor que não mendiga Sol
Nem sempre sou escolha, sou só presença quieta,
esperando ser lembrança e virando espera.
Te dou tanto, e recebo tão pouco,
como quem grita num quarto sem eco.
Mas eu me volto pra mim, me recolho inteira,
faço do meu afeto um jardim sem porteira.
Não mendigo espaço, não imploro lugar,
sou amor que transborda, e não vai se apagar.
Se não me quiser, tudo bem… vou partir,
pra onde me queiram ficar e florir.
SimoneCruvinel
Caminhoneiro.
Sou filho de caminhoneiro, com muito orgulho. Sei o quanto essa é uma classe sofrida, muitas vezes invisível, mas que move o Brasil todos os dias.
Esses heróis das estradas enfrentam madrugadas geladas, dias de calor escaldante, longas distâncias, perigos e saudade, tudo para garantir o pão de cada dia em casa.
Muitos pensam que caminhoneiros ganham rios de dinheiro, mas não enxergam as despesas que consomem tudo: parcelas do caminhão, seguros, pneus, pedágios, alimentação, manutenção, fretes mal pagos, a falta de segurança nas estradas e o combustível que só aumenta.
O que mais admiro é a coragem inabalável de quem, mesmo cansado e longe de casa, nunca desiste de lutar por quem ama.
Sempre amei caminhões, cheguei a sonhar em seguir os passos dele. Mas confesso que não tive a coragem que ele tem de ficar dias, semanas ou até meses longe de casa.
Pai, tenho orgulho imenso de você.
Orgulho da coragem e da força de todos os caminhoneiros, que carregam não só cargas, mas sonhos e esperanças por cada quilômetro rodado.
Parabéns a você, Pai, e a todos os caminhoneiros pela união e dedicação. Estamos com vocês, e sempre estaremos!
Lil Nan - Vida Injusta
Tô tentando me encontrar aqui nesse lugar
sou uma pessoa que não consegue se encaixar
sempre perguntam se eu tô bem e eu não sei o que falar
passo a madrugada no meu quarto querendo chorar
as memórias me matam fazem eu desabafar
não tenho ninguém para que eu possa desabafar
sinceramente não quero mais aqui estar
flores e amores decepções e dores
muitas coisas rodeando o meu coração
só me pergunto vida... qual é a razão?
não aguento mais sentir esse vazio
meu tempo está acabado e a minha vida por um fio
sempre me julgam não conseguem me entender
sinceramente não sei mais o que escrever
meu passado foi sombrio é isso eu admito
meu coração dói só lembrar de você
minha amiga eu perdi e foi pra valer
queria tanto poder te dizer
o arrependimento bateu e agora eu preciso de você
minha heroína salvou minha vida
e agora nunca mais eu vou te ver
por que a vida é tão injusta? não sei o que dizer
a vida é injusta demais nesse mundão
as memórias me matam fazem eu desabafar
não tenho ninguém para que eu possa desabafar
sinceramente não quero mais aqui estar
flores e amores decepções e dores
muitas coisas rodeando o meu coração
só me pergunto vida... qual é a razão?
não aguento mais sentir esse vazio
meu tempo está acabado e a minha vida por um fio
sempre me julgam não conseguem me entender
sinceramente não sei mais o que escrever
meu passado foi sombrio é isso eu admito
meu coração dói só lembrar de você
minha amiga eu perdi e foi pra valer
queria tanto poder te dizer
o arrependimento bateu e agora eu preciso de você
minha heroína salvou minha vida
e agora nunca mais eu vou te ver
por que a vida é tão injusta? não sei o que dizer
a vida é injusta demais nesse mundão.
Serei alguém perfeito?
Em versos crus, a verdade se revela,
Não sou o doce que teu sonho modela.
Meu gosto amargo, um choque ao paladar,
Desfaz a imagem que ousaste idealizar.
Esperavas mel, encontrou fel em mim,
A decepção, um abismo sem fim.
Não me aprovas, e a dor me assola,
Pois te mostrei a face que te amedronta e controla.
Mas sou caleidoscópio de sabores,
E te apresentei o pior dos horrores.
Se suportares a amargura em meu ser,
Te darei flores, um doce amanhecer.
E, vez ou outra, um frio na espinha,
Para provar que a vida não é só mesquinha.
Não sou inédito, nem tenho tal poder,
Tudo o que faço, já fizeram, é um desprazer.
Mas prefiro a derrota inicial,
Para te surpreender no contexto final.
Do que a vitória precoce, ilusão fugaz,
E te perder na desilusão que me satisfaz.
Sou tua, quero ser para sempre, pois tu permite que minha alma viaje por lindos sonhos, pois faz com que o meu coração bata manso e devagar, como se estivesse tocando uma linda e melodiosa balada romântica.
Não sei mais o que te dizer, meu querido,apenas quero que tu tenhas a certeza de que eu te amo!
Eu te amo demais! Um beijo apaixonado, meu amor!
SABER FATAL
Não quero morrer
Não quero viver
Quero somente estar consciente
Sou transição e perdição
Um saber fatal
A grandeza do homem
é que ele é ponte e não um fim
Transição é o homem
Perdição é o homem
Um saber fatal
Amém!
PÁGINAS LIDAS E NÃO LIDAS (B.A.S)
Sou a minha catedral, meu templo
Dos meus deuses e meu Deus
Moldados ou não à revelia, à rebeldia...
São minhas dores, torturas...
Que busca a cura, a paz, a salvação...
Sou minha casa, minha rua, minha cidade...
Em todas moradas e lugares...
Memórias gravadas, computadas
Sou o relógio, a medida do meu tempo
São minhas horas contadas
São dias de labutas e de esperas
São meus dias de ócio e preguiça...
Sou mais do que tudo
O livro de minha vida
Dos meus encontros e desencontros
Minhas chegadas e partidas
Sonhos vividos e negados
Meu riso e meu choro
Páginas lidas e não lidas...
SOU MEU PSICANALISTA (B.A.S)
No lixo da angústia
Vou transmutando
E assim vou aprendendo
A essência da vida, da poesia
Que loucura, sou meu psicanalista
E tropeço nas palavras
E escorrego nos meus sentimentos
Quem sabe em outras humanidades
A folha do papel vazio
Encontro-me e desencontro-me
A metáfora é o caminho
Para reencontrar meu nirvana
Papel não tem cordas vocais
E na alquimia do poema
Transformo o lixo do mistério
No ouro da sabedoria
by:Licença Poética, Editora Biblioteca 24 horas
Bartolomeu Assis Souza, 2011
POEMA DE PURIFICAÇÃO (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Sou romeiro nessa estrada
Com os meus irmãos subo a ladeira
Cheia de pedras, cheia de espinhos
Caminho que leva a Deus
A cada passo as culpas ficam no caminho
Os sinos tocam: dim-dlom, dim-dlom
Clamam os romeiros, os carentes
Vindo lavar os vossos pecados
Trazemos flores, prendas e rezas
Já vem chegando à procissão com súplicas
Um cristão empunha o estandarte
Os homens, as mulheres cantam, fazem louvores
Faz tanto calor, é uma loucura, frenesi...
Os santos e beatas choram sangue
É dia de festa, velas e pedidos
Pessoas, imagens, fenômenos, delírios
Meu Bom e Santo Jesus que tudo podeis
Humildemente te peço uma graça
Sarai-me, curai-me totalmente
O corpo, a mente, o coração e a alma
Quero purificar-me por inteiro
Dai-me coragem para seguir em frente
Depois de tantos combates, jaculatórias
Quero fazer uma contrição, uma lamentação...
Aceita "este singelo"" poema de purificação"
Os romeiros pedem com olhos e corações
Pedem com a boca, e com suas vidas
Jesus cansado de tantos pedidos da humanidade
Quero a alma pura, benta, branca, alva
Bem lavada, enxaguada, alvejada...
DESSA VIDA NÃO SE LEVA NADA
Aceita este "poema de purificação"
Amém!
ISBN: 978-85-7893-909-0
ARGILA (BARTOLOMEU ASSIS SOUZA)
Faço, d"argila de que sou feito
Boneco tão parecido comigo
O ar quente que exalo
Endurece o que antes era maleável
Se o barro faz alguém
Sou essa argila da terra moldada
Produto criado, cozido e temperado
E esse boneco sou eu, ou argila?
ISBN: 978-85-7893-519-1
ABSTRAÇÃO
(Bartolomeu Assis Souza)
Sou resultado de minhas anomalias,
dúvidas, sentimentos, graças e pecado
Fico então a pensar?
Até que lugar vai a capacidade humana?
Os níveis mentais, os voos da consciência?
Só sei, remotamente sei...
Não foi dado aos homens a extensão e nem a compreensão de sua ignorância.
Amém!
(Metamorfose, ISBN: 978-85-7893-519-1)
Sou um vilão,
um ator,
poeta, palhaço,
bêbado,
louco...
E por tudo é que peço
realmente não venha.
mais difícil que deixar ir,
é ver partir!!!
Movediço
Sou possuidor de valiosas crenças, das quais não abro mão e defendo violentamente; edificantes, todavia o descarrilamento, faz-se tragicômico. Portanto e justamente por isso, até o final do dia, muito provavelmente, por este ou aquele motivo, eu já as tenha descartado.
Levitando
Atravessando aquele pátio,
Vi uma santa sem andor,
Não sou um rapaz simpático,
Não sou conquistador.
Tenho mais de mil pecados,
Mas só um eu confessei,
Um desejo abominável,
De adorar quem eu deixei.
Livre, leve, leviano sem você.
Livre, leve, levitando com você.
Ia me perder
No precipício do prazer,
Mas ia saber
Que tinha algo por fazer.
Afoguei meus vícios em lástimas,
O erro era meu.
Troco simplesmente tudo,
Por mais um suspiro seu,
Por mais um carinho seu,
Por mais um sorriso seu.
Livre, leve, leviano sem você,
Livre, leve, levitando com você.
Atravessando aquele pátio,
Vi uma santa sem andor,
Não sou um rapaz simpático,
Não sou conquistador.
Habilidades Profissionais
Não cobiço carreira,
Não cobiço estabilidade,
Sou a ameaça sociopata,
O risco perigosamente presente;
Uma mina terrestre esquecida
Num campo florido;
Sou explosivo !
Uma bomba relógio
Dentro de um petroleiro,
Com prazo vencido
E contagem agressiva esgotada.
Sou um incomodado,
Perito em contradição,
Especialista em constrangimento.
Sim, eu sou o Não !
No fundo ainda sou aquele garoto,
Que sonhava em ser herói,
Salvar a ninfa, abater o nefasto,
Um garoto com um hobby que não dói.
O Mito que o Mundo não Conheceu
No fundo ainda sou aquele garoto,
Que sonhava em ser herói,
Salvar a ninfa, abater o nefasto,
Um garoto com um hobby que não dói.
Entretanto, a ninfa não me quis,
Mas ainda nos trombamos,
Nossos olhos se fitam, ela diz:
Como vão os seus planos ?
Respondo: vão bem e vós ?
Completa: eu também.
A isso se resume o veloz
Contato apaixonante que a gente tem.
Sou o sapo que não foi beijado,
Um sapo desencantado.
Já o nefasto, subestimei-o;
Se promoveu e saiu.
Quando foi transferido
Do departamento, gargalhou e riu.
Encerrou-se aí o grande confronto.
O heroísmo me levou a um cortiço,
Afastado, mal localizado, onde me entoco.
Pago aluguel do buraco,
Prestes a ser interditado,
Saio ou serei despejado.
Recebo um salário mirrado,
Similar a infiltração na parede de onde esquivo.
Deleito-me nos passeios de coletivo.
O contrário de deslumbrante,
Até que seria um título instigante:
“O mito que o mundo não conheceu”
Ele não viveu feliz para sempre, mas viveu.
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