Poemas sobre quem Realmente eu sou
Sou uma constelação de pequenos sóis
um cipreste unindo terra e céu
luzes refletindo a alegria
um casal em lua de mel
caos e calma em perfeita harmonia
sou a liberdade dos devaneios de Van Gogh!
Sou o que sou!
Meus feitos
muitos deles desfeitos...
Minhas medalhas
e minhas sucatas
corpo,alma, mente
amontoados, triturados, amalgamados
no graal do momento presente…
Sou D. Quixote
sem Sancho Pança e sem armaduras,
enfrento minha luta contra os moinhos de vento...
É uma luta inútil.
Por isso mesmo, é uma luta que vale toda a pena do mundo.
Pelo tempo que vivi sou idosa.
Mas o tempo não tem o poder de nos envelhecer.
Velhice é o estado da alma.
É como usar guarda-chuvas escuros e não sombrinhas coloridas.
Ou não se encantar com a vida, faça sol ou chuva.
Peregrino
Sou um passageiro do tempo.
Sou um viajante em momentos,
Passo em seus pensamentos
E ando em seus sentimentos.
Sou um peregrino esperto.
Viajo em minhas emoções,
Mas não me deixo ser carregado
Pelas minhas próprias ilusões.
Sou um passageiro apaixonado,
Por isso não me afogo na solidão.
Mas também para não me arrepender de novo,
Não sigo totalmente o meu coração.
Sou quem deveria ser neste exato momento.
Sou passageiro, peregrino, sou viajante!
Pego carona nos momentos do tempo,
Corro sempre para o que há além do horizonte.
Não tenho o hábito de julgar ou avaliar os limites de alguém.
Não sou matador de sonhos e não pretendo fazer com que alguém mude de idéia.
Conheça seus limites e suas condições para realizá-lo.
Você é do tamanho do seu sonho.
Não sou o melhor em tudo.
Não sou especialista em todos os aspectos.
Saiba que há pessoas com idéias melhores que as minhas em determinados assuntos.
Decidi não mais me preocupar com o que os outros pensam a meu respeito...
Sou assim, autêntico, ... sou eu mesmo.
Posso me adaptar, dependendo das circunstâncias ... mas jamais deixarei de ser EU.
Sou intro
Sou extro
Sou gente
8 ou 80
Apego fácil
Desapego fácil
Não vivo para agradar
E desagrado também
Não sei esconder quem sou
Não vivo de máscaras
Sou eu
100% das vezes e do tempo
Assim somente, não guardarei arrependimentos até a próxima vida.
I'm a Clown
Sou artista de alma,
Escritor de coração.
Versejo com toda a calma
de um palhaço em sua função.
Não digo palavra errada.
E se, por engano, as digo,
As corrijo com a mesma precisão.
Não quero ser mal interpretado
Pelas coisas que digo, não!
E em mesmo as dizendo certas,
Ainda causam confusão.
Portanto, doravante só direi o que é mister.
É confuso se dizer tudo,
Se a plateia não o quer.
Mas o poeta que não pode se calar,
Criou uma maneira nova pra se comunicar.
Não diz mais palavra falada.
Agora só fala com o olhar.
by Elmo Writter Oliver I
Sou uma folha de papel em branco e você pode escrever nela o que quiser.
Por favor, só não se esqueça de assinar embaixo dela.
by Elmo Writter Oliver I
APENAS...
Ora sou calma, ora tempestuosa selada a minha manumissão…
Sou coerência, às vezes contradição e também o sim e o não…
tenho momentos de dor e também algumas cicatrizes de amor
faço-me menina mulher, às vezes angelical e outras vezes insana…
Enquanto isso fico incrustada na obscuridade dessa forma humana…
MORADA DA MENINA...
Sou tua menina de cabelos cacheados da cor da noite, meus
olhos são expressivos como duas estrelinhas brilhantes e meu semblante ficou desenhado no firmamento e infante estarei sempre a te olhar, saiba que morte é apenas a transição para outra dimensão onde a alma toma a forma de coração, minha morada agora é a lua minguante que sorri pra ti nesse instante...
SAINDO DO CASULO...
Agora, sou apenas um casulo de mim mesma onde borboletas se debatem querendo voar, e quem sabe nesse desencontro entre atalhos e reversos eu possa me encontrar.
Pois sou humano
Não me fales de angústias
nem de medos, pois sou humano
não me fales de equívocos
e desengano, pois sou humano…
Não me fales de dores, de cabeça
ou de consciência, de insônias
ou de sonhos abortados,
pois sou humano.
Não me fales de desejos secretos
ou de esperanças vãs, pois, como tu,
nasci chorando, assustado
com a face tenebrosa da incerteza.
Não me fales da miséria cultural
que nós herdamos, pois
dela me alimento todos os dias
e repito os enganos dos meus pais.
Não me fales do futuro que me espreita,
como uma hiena pronta a estrangular
os sonhos das crianças, pois já fui criança,
reconheço muito bem o meu passado.
Não me fales da estupidez dos homens
que mesmo amando às vezes matam
ou da meiguice virtuosa das mulheres
que por amor fingem tanto e nos maltratam.
Não me fales da poesia da aurora
pois sou humano, quando devia ser poeta.
Não me fales dos enigmas que não queremos decifrar,
do medo da guerra que esquecemos,
se à noite é o dinheiro que nos impede de sonhar.
Não, não me fales destas coisas sem importância,
pois na vida, cedo ou tarde tudo perde a importância,
a convivência com a humanidade me fez indiferente,
insensível às dores do meu semelhante, todavia,
não me julgues, não me queiras mal,
pois afinal, eu sou humano.
Sou, como todo homem,
prisioneiro, prisioneiro
de uma esperança
de uma ilusão persistente
de um querer permanente
de um sonhar consciente
de que no amanhã
logo amanhã
virá a liberdade
Prisioneiros da esperança
Sou, como todo homem,
prisioneiro, prisioneiro
de uma esperança
de uma ilusão persistente
de um querer permanente
de um sonhar consciente
de que no amanhã
logo ali, depois que noite se for
.... virá a liberdade
Quem acredita em liberdade?
quem se abraça com esperança?
são sempre os mesmos
os desesperados
os prisioneiros
os injustiçados
os cegos
os mudos
os surdos
os aleijados
...as mulheres,
as crianças
e os poetas.
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