Poemas sobre quem Realmente eu sou
MINHA VIDA
Sou feliz por ter formado
Quatro seres do bem
Pedaços do meu coração
Na alma sempre agarrado.
Nas minhas orações
Peço a sempre ao Nosso Senhor
Pela proteção divina da família que formaram.
Agradeço e não me canso
Onde cada um estiver
Meu pensamento vai estar.
Esse amor que tenho
Para sempre sentirei
A idade está chegando
Amanhã pra vocês
Só restará saudades.
E quando eu não tiver mais forças
Nem meu sorriso conseguir dar
Não deixarei nunca de amá-los.
Cada filho e seus filhos estarão comigo
Enquanto a última batida do meu coração pulsar.
E na hora que eu partir
Com certeza estarei num lugar lindo
E de lá estarei abençoando com todo o meu amor
Podem ter certeza, continuarei sorrindo na eternidade.
Autora- Irá Rodrigues
Sou do tempo das cartas e do telex, tão singulares, fax e radioamadorismo, nas ondas a navegar. Comunicação em código Morse, feito a dançar. Meios antigos, agora nostalgia a recordar.
Livro: O Respiro da Inspiração
Perdão
Sou o teu perdão
A tua voz na imensidão
Sou a brisa leve
E o que atreve
A te agradar
Pra você que tem medo chuva
Esqueça que o pingo molha
Se atreva a vida, ao agora
Não se importe com o se molhar
A vida tem dessas é breve
Perde tempo
O que não se atreve
se perde só no que se deve
E vive tentando pagar
Por algo que dá vida é troco
Subindo e descendo o morro
Encantado com o desafogo
Só pra dor da vida enganar
Ilusão que te tira do agora
O amor que te cobra te adora
Põe teu pé no chão e firma a hora
Da a chance pra tu acordar
Sou o teu interperio
Ponho concreto
No teu pensar
Constrói a paz
O que te faz
espairecer
Sou o teu perdão
A tua paz
Na imensidão
Sou brisa leve
O que te atreve
A se animar
Estive sozinho comigo mesmo a tanto tempo
que surge a incerteza se sou a minha
melhor companhia.
(Christopher- As lágrimas secam)
O homem e seu inferno.
Sou de ódio, labirinto de desgraças.
Sou de camaradas, lambadas.
Me sujei de barro, sou Ogum.
Me lambi de mim, sou de tu.
Chupei o caraço de mangá que o cão chupou,
fiz meu gol, me perdoe nasce assim.
Não fiz sentido pra ninguém, nem tão pouco pra mim,
encoste teus enormes cabelos no peito do seu satã.
Implore pra Leviatã, coma suas feridas e me deixe só querida, se engula de si a dor é sua, sinta-se feliz.
Desperdício das palavras nessa poesia suja, que imundice!
Extirpar da minha cabeça meu sangue, fere o crânio, mas não tira dele o conhecimento.
SÓ- zinho- Só- LAMENTO, na pura cultura o que é dor vira discernimento.
Sou um erro, meio errado, mas, quando erro, erro errado; se não errasse não teria erro para ser lembrado, e no final não teria acertado.
Os erros do passado são os acertos do futuro por cima do muro das melhoras desajeitadas... não há hora e nem demora para chegar aos erros e os acertos do agora .
Limpo e sujo minha poesia, minha lírica, meu romance. Limpo e sujo sempre!
Sou perverso!
Per/verso.
Pé
Verso
E quanto mais pé tem no meu verso, mais caminho na poesia.
Não me chame de poeta.
Não sou uma dedicatória da história, sou a cria dos próprios pensamentos, os papéis lambem e degustam dos meus pensamentos!
Todos nós somos poetas, em afirmação sim senhor!
Poetas, e quando digo isso tenho certeza absoluta, na alegria ou na tristeza se põe as mãos em uma caneta sai dali a poesia. Dane-se que não tenha rimas, se você entende o que quis dizer no seu momento, interpreta e se liberta, é sim poesia.
Fim.
Joguei meus sapatos fora, sou melhor sem par.
Mesmo que digam, mesmo que falem que na vida só se acompanha quem vale a pena.
Vou me acompanhando até que não sobre mais.
O tempo levou na mochila razões.
O tempo deixou na minha boca (um gosto de ti.) 2x
O tempo me leva sorrindo pra perto da saudade.
Será?
Que devo voltar a pensar em quem fui.
E vou pensando em quem já fui.
Buscando me entender.
Buscando me encontrar.
Pego papel,a caneta e rabisco (a lua em que vivi) 2x
Não sei mais vou cair 2x
O tempo levou na mochila razões.
O tempo deixou na minha boca um gosto de ti.
O tempo me leva sorrindo pra perto da saudade.
Será?
Que devo voltar ou pensar em ser quem fui.
Pra nunca mais errar. 3x
Sentada na areia.
Pensando em você, não sou mar, sou sereia.
Lar de morar, teus braços minha teia.
Te mato ou devoro?
Não sei vou dizer.
Te engulo ou lambuzo?
Dúvidas a nascer!
Morena recheia essa boca e me beija.
Quero sentir tua pele na minha.
Quero sentir teu gostinho no meu.
Não prometo te amar, pois o amor em mim já está.
Estou mais pra lá do que pra cá, balançado por você.
Atordoado a pensar, se eu te pedir um beijinho cê me dá?
Um Celinho pra provar?
Um abraço pra morar?
Morena recheia essa boca e me beija.
Morena recheia essa boca e cendeia esse peito que teu.
Morena, menina, quem te fez poesia.
Morena essas linhas no teu corpo escritas, eu já li e vou dizer que coisa gostosa de ler.
sou conexão, sou união
entre almas que se encontram
em versos de pura emoção
sou a melodia que embala
os corações apaixonados
sou a harmonia que guia
os passos dos enamorados
sou a filosofia do amor
que transcende a realidade
sou a empatia que cura
todas as dores da saudade
sou a música que embriaga
e nos leva a sonhar
sou o acordeão que ressoa
em cada suspiro a vibrar
sou poesia, sou melodia
sou a eterna canção
que ecoa no universo
como uma doce ilusão.
que tocou os corações de todos que o leram.
Com suas palavras magistrais,
ele nos levou a lugares distantes,
nos fez sentir emoções intensas
e despertou nossa alma adormecida.
Sua poesia é como um rio que flui suavemente,
levando consigo nossos medos e angústias,
e nos mostrando que a beleza está em todos os cantos.
Marcos, o escritor da literatura,
nos presenteia com sua arte única,
que nos faz refletir, sonhar e sorrir.
Que sua obra perdure por séculos,
inspirando gerações e encantando os corações,
pois Marcos, o escritor da literatura,
é um verdadeiro mestre da criação.
Nova poesia de Marcos escritor
Metáfora
Sou feito do medo
da coragem e da razão ,
Sou forte sou fraco
em um mundo confuso
em que todos lamentam ,
elogiam, e resmungam .
Sou um pássaro que voa
Buscando a liberdade
Rasgando o céu
por sobre a cidade ,
Sou forte, sou fraco,
uma esfera a girar ,
no eixo da vida que
não pode parar,
Sou feito do medo
da coragem e da razão ,
Sou forte sou fraco
em um mundo confuso ,
em que todos lamentam ,
elogiam, e resmungam
Seu céu, seu mar...
Sou feito de sonhos, de amor e paixão,
Sou a paz que te livra da solidão,
Sou a própria esperança de quem vai buscar,
Seus sonhos perdidos, seu céu e seu mar
As vezes eu fico a imaginar, que os
Sonhos de outrora irão se realizar,
E cada capitulo vivido por ti, são novas
Esperanças que vem a seguir
Falei pra mim mesmo eu ei de vencer,
A vida foi feita pra se viver, quem
Vive não perde a esperança, nem tão
Pouco a vontade de um dia vencer.
Aventureiro
Subo degraus
Com medo.
Sou o vento,
Perdido
Num ambiente fechado.
Carrego peso
Do passado lasso,
Em minhas mãos.
SOU PROFESSOR - Profª Lourdes Duarte
Sou professor com orgulho, a minha missão é despertar conhecimentos, é abrir portas para que os alunos entrem por si mesmo e é aprender a aprender para que possa transferir o melhor dos meus conhecimentos para que os meus alunos aprendam e sejam felizes.
FELIZ DIA DO PROFESSOR !
NAS TRILHAS DO DESTINO
Profª Lourdes Duarte
Não sou forte não sou fraco
Sou destemido e lutador
No lugar do medo vem a força
Que me faz vencer a dor.
Caminhando contra o tempo
Nas trilhas do destino prossigo
Sufocando medos interiores
Encanto-me ao ver o que contemplo.
Enquanto em grande atropelo
Arco com erros e acertos
Aproprio-me dos ensinamentos
Para não sofrer desencantos.
Vislumbro um novo alvorecer
Prossigo nas trilhas do destino
Sensível ao novo horizonte que surge
Encho-me de júbilo e fascino.
Espero por um novo dia, cada dia.
Contra minha ansiedade prossigo
Construindo a minha história
Nas trilhas do destino caminho.
ANDARILHO NA ESTRADA DA VIDA
Autora: Profª Lourdes Duarte
Sou andarilho na estrada da vida
aprendendo com os erros ou acertos
Com amor ou desamor, ora sofrido
Às vezes, exausto, paro cansado,
Dou asas ao destino, mesmo sofrido.
Com mais luz e menos escuridão
Retiro as pedras e corto os espinhos
Numa luta insana, alegre ou feliz
Cuido das flores e rego as dores
Mesmo de coração, feliz ou ferido.
Retomo o fôlego mesmo cansado
Depois, levanto e prossigo
Seduzido pelos encantos da vida,
Sigo em frente!
Em busca dos sonhos perdidos.
Cheio de fé, sigo a caminhada
Um passo e mais outro adiante
Quando parar, não sei! O que sei,
Que o Criador é quem nos guia,
E assim Prossigo.
Mudar o rumo quando for preciso
No meu ritmo, do meu jeito,
Um passo de cada vez,
Sempre a diante
Seguindo a voz do coração ,
Feliz ou ferido.
Não é fácil, prosseguir a jornada
Como andarilho sigo a caminhada
Olhando o caminho percorrido e seguindo
Vislumbrado com novas estradas
Em busca da felicidade
UM VENDAVAL DE AMOR
Autora: Profª Lourdes Duarte
As vezes sou brisa leve
Sou calmaria
Sou nostalgia
As vezes sou tempestade
Sou amável
Sou sensível
Sou confusa
Sou mar revolto
da vida sou agitada
Agora é tarde...
Só, não sou nada
Juntos somos furacão
ou maremoto
Somos vulcão em erupção.
Juntos somo um só
Um só, com dois corações
Vivendo um turbilhão
E um vendaval de amor!
Paraíso contente
Desejo o que
Ser alguém que sou
Não ser ninguém
Existe na verdade excesso
Na tentativa de ser autêntico
Atrás de uma parede de pixels
Um indivíduo
Se contorce por palavras
Palavras mentirosas
Escondendo ao hipócrita
Não sei o que quero
Mas deduzo
São todos iguais
Querem com facilidade
A partícula do átomo
O simples vazio
Deixando sem respostas
Desculpas sem sentindo
Só diga a verdade
Com dever da sinceridade
Distúrbio da positividade
A grande expectativa da esperança
Corrói até debater na angústia do vácuo
Aguentando o cansaço
Íntimo do fracasso
A solução é o nada
Vou seguindo ao oposto
Navegando no caminho
Construindo a negatividade
▪Dizem que sou engrɑçɑdɑ, mesmo quɑndo estou triste
▪Dizem que sou debochɑdɑ, mesmo quɑndo digo ɑ verdɑde
▪Dizem que sou mɑrɑvilhosɑ, só pɑrɑ nα̃o entender ɑ cɑrgɑ.
▪ɑs pessoɑs dizem tɑntɑs coisɑs, que jɑ nα̃o sei mɑis no que ɑcreditɑr, ɑs vezes, sinto como se ɑ verdɑde fosse o contrάrio dɑquilo que sinto em mim, e nɑ mɑioriɑ dɑs vezes, sim, eu sou o culpɑdɑ.
▪Vivo nɑs sombrɑs, nα̃o sei oque pensɑr e como umɑ άrvore mortɑ, sem vidɑ, sem formɑ, ɑpenɑs umɑ ɑrvore mortɑ, neste frio que me entortɑr ɑs costɑs, nessɑ fɑse que me fɑz perder peso, nesse vɑzio ɑtordoɑnte que cɑrrego, ben ɑqui dentro do meu peito.
▪Nα̃o ɑdiɑntɑ sumir, quɑndo o que cɑrrego em mim, nα̃o pode desɑpɑrecer tα̃o simplesmente, mɑs por que tudo desmoronou?
▪ɑs tempestɑdes que se formɑm em meus olhos nα̃o tem horɑ pɑrɑ ɑcɑbɑr e tɑnto quɑnto lɑ forɑ ɑ chuvɑ ɑqui dentro começɑ ɑ molhɑr, minhɑ blusɑ, trɑvesseiro e roupɑ de cɑmɑ.
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