Poemas sobre quem Realmente eu sou

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Não sou louca nem santa é a sua maneira de me ver que define a sua opinião. Se você me olhar com amor serei santa e se me enxergar só com os meus defeitos serei louca.

Sou fruto daquilo que foi feito de mim ao longo dos anos, as mudanças que a vida causou em mim através do sofrimento e oportunidades me fizeram quem sou hoje. Vivo nessa busca incessante e inconstante de saber quem sou eu isso me enlouquece, porque o que sou pode ser diferente daquilo que pareço ser, é as aparências enganam, enganam e como tem enganado, na maioria das vezes me surpreendo com minhas descobertas sobre mim mesma, posso parecer fraca mais por maior que seja minha fraqueza luto até o fim por meus objetivos e mostro minha fortaleza que vem de dentro, por fora posso ser leve como uma pluma, mais por dentro sou como um vulcão em erupção.
A vida me impulsiona a ir a diante de tudo que acho certo e mesmo que não ache certas coisas que faço certo continuo buscando e satisfazendo meus desejos mais insanos, pois a vida é uma louca aventura da qual sei que não sairei viva, por isso vivo o hoje, ontem já foi e não pode mais retornar como era antes e amanhã talvez nem exista.

Sou um ser humano forte nas tentativas de acerto, mas frágil na aceitação dos meus erros. Porém, continuo lutando para ser cada dia melhor.

Descobri que para me tornar cada dia mais humana, devo reconhecer que não sou perfeita, aceitar que cometo erros e ainda assim continuar me amando!

O que sou hoje não é o que fui ontem e, provavelmente, não é o que serei amanhã.
Estou em constante transformação e meus dias são de mudança, descoberta e renovação.

Sou uma coleção de água, cálcio e outras e outras moléculas orgânicas que se chama Carl Sagan. Você é uma coleção de moléculas quase idênticas com rótulo coletivo diferente. Mas isso é tudo? Não existe ai nada além de moléculas? Há quem ache essa ideias um tanto depreciativa para dignidade humana. Quanto a mim, acho enaltecedor o fato de o univero permitir a evolução de máquinas moleculares tão intricadas e sutis como nós.

Sou todo incoerências. Vivo desolado, abatido, parado de energia, e admiro a vida, entanto como nunca ninguém a admirou!

Sou uma dessas pessoas sem graça. Que se irrita fácil com barulhos, se sente tímido em multidão, se deixa levar pelo coração.

Saber a hora de parar é saber o quanto maduro sou, melhor ainda é saber a hora de parar antes de começar, pq não adianta vc criar expectativas e levar no peito uma coisa que não tem Futuro, desgastar meus sentimentos e ficar frio por conta de uma pessoa que só quer saber que tem a mim quando precisa, sinceramente isso não é pra mim, tem muitas pessoas que colocariam a minha felicidade encima da delas e eu to aqui dando murro em ponta de faca, acho que chegou a hora de eu saber recomeçar.

Sou grato por sua enorme capacidade de me olhar devagar, já que nessa vida, muita gente só me olha depressa.

"Não sou um gênio do romantismo, muito menos o dono da ciência amorosa mas tenho em meu coração a sensibilidade de um homem apaixonado."

É um jeito assim...chique de dar um fora: Meu bem, não sou cereja para o teu drink não!!

A questão é que não sou do tipo que ama todo mundo, mesmo assim, dou meu melhor. Procuro ser justo com meu coração, perdoo, dou outra chance, chance de permanecer em minha vida, e, não espere que tudo volte como era, a confiança é uma bola de cristal fininho, trincou, quebrou, jamais voltará a ter a mesma beleza.

Sou obrigada a continuar, porque, embora isso não se aplique a todas as pessoas da Terra, é verdade para a vasta maioria: a morte não espera por ninguém - e quando espera, em geral não é por muito tempo.

Sou o que sou. Serei o que serei. Sou um verbo! Sou viva, dinâmica, sempre ativa e em movimento. Sou um ser-verbo.

Você me condenou a te amar eternamente, sou um zumbi de sua paixão, um fantasma da ilusão, um vampiro em busca do sangue da sua paixão

Se me comparar ao chocolate te digo que sou melhor que chocolate, pois o chocolate não me leva até você, mas eu posso te levar o chocolate!

Nunca gostei de pessoas. Nunca gostei de conversar com elas. Mas não porque sou arrogante, e sim por medo. Tenho medo de me apegar a elas, me tornar dependente delas e depois vê-las ir embora e me deixando sofrer sozinha.

Não sou de correr atrás de ninguém, tenho o orgulho entalado na garganta. Minha paciência se esgota com facilidade. Pra mim é “oito ou oitenta”, não existe meio termo. Cheguei no limite em que não necessito de tantas coisas. Joguei fora todo acumulo, seja lá de sentimentos ou de cartas velhas espalhadas pela casa. Cansei de ver gente colecionando corações e levando junto o meu. Não, isso não é uma indireta, até por que não tenho medo de falar nada. Sabe o que me aconteceu? Peguei uma caneta e giz de cera, comprei uma cartolina, coloquei na parede de frente pra minha cama e escrevi: Toma vergonha na cara menina, levanta essa cabeça e vai viver!

“Sou irônica quando estou com raiva. Fria quando estou com ciúmes. Quieta quando não estou bem.”