Poemas sobre quem Realmente eu sou
Intriga de personalidade
Eu sou assim, um poço sem fim.
Eu quero ser eu.
Sincera e falar.
Eu quero ser intima.
Falar o que eu quiser.
Dar risada do que eu quiser.
Me vestir como eu quiser.
Comprar o que eu quiser.
Fazer o que eu quiser.
Ser eu.
Responsável
"Meu ponto fraco sou eu! Não posso colocar a culpa nos outros pelas coisas de ruins que acontecem em minha vida. As coisas boas e ruins da minha vida só acontecem devido a minha permissão. Então, eu tenho que abrir os olhos e pensar bem em quem eu deixo entrar ou sair da minha vida."
Oi. eu sou gay, nunca contei isso a ninguém, muito menos falei isso minimamente alto, sempre tive medo que alguém ouvisse, mas ao mesmo tempo quis que alguém me ouvisse , entendo que seja deveras estranho ou confuso, bem...Bem vindo a minha vida, comecei a lidar com o estranho e o confuso muito jovem, aos dez já não me sentia normal, sentia que de alguma forma todos me olhavam e me julgavam (mas mortaloi, você não era jovem demais pra isso, eis outra informação sobre mim, nunca correspondia as expectativas criadas sobre a minha idade, não, não era um gênio aos dez, mas já pensava coisas que não eram normais eu pensar) e sempre me perguntei se era estranho ou se tinha algo de errado comigo, não me lembro de perguntar a minha família sobre, mas provavelmente se perguntei a resposta não era clara, eles não iriam me falar de bandeja "filho você é gay".
o tempo passou e quando eu vi já tinha treze, nessa idade não me importava em "esconder" ou me limitar aos meus impulsos, e dos meus dez anos pra cá eu vivi como antes, me perguntando "oque eu tenho de errado", e esbanjando viadagem como: eu escutava Beyoncé, Lady Gaga e outras... Alem claro da minha paixonite pelo Justin Bieber (não me julguem eu tinha treze anos) e essa paixonite foi a primeira observação que meus pais falaram comigo...Certo dia eles me chamaram e falaram "mortaloi ! olha aqui ta dando noticia daquele menino que você gosta" ai que eu vi, eles notaram, eles me viram, aqui foi como se descobrissem que eu tivesse matado alguém, o estranho é que falaram com a maior naturalidade...
Oi volto a contar depois...
Nem tudo em mim são "Flores"
EU também sou composta de espinhos.
E neles eu sempre rasgo-me
De saudades, tristezas e dores dentro da minh'alma
Jardineira!
Sou daqui.
Eu sou cria desse ninho
não penso em outro lugar
já passei por cada espinho
sem medo de me arranhar
tenho amor, tenho carinho
e só deixo o meu cantinho
se Jesus Cristo mandar.
Este sou Eu;
Omitido em tantas atmosferas Marcianas,
numa busca de confirmar a existência de mim ...
encontro-me
em lado nenhum.
Tomo a atitude;
mato-me lentamente com pincéis e tintas
na ânsia de satisfazer uma "não separação"
entre o Homem e o Artista.
Neste comportamento inusitado
presencio o começo.
Atinjo o fim.
CANÇÃO DO DESCABIDO AMOR
Você dá o tom, eu desafino amor
Você é o sol, eu sou dó
Nossa melodia, fez raiar o dia
Que tão logo se pôs
O meu coração é o teu jardim
Ele floresceu e secou
E de tanta melancolia, nasceu uma estrela guia
Que a noite se iluminou
Peguei o meu violão
Voltei para a boêmia
Cantei minha agonia, minha decepção
E agora eu vou seguir
A estrela que eu vi
Nascer só para mim, meu coração
E juro não voltar, a te desafinar
Você me deu o tom e eu te dou esta canção
Mas “se você disser que eu desafino amor”...
O universo gira
ao meu favor ,ou,
eu giro a favor do
universo.
nenhum.
eu sou irrelevante.
seu eu é irrelevante.
irrelevantes
em relação ao
universo
no vasto e infinito
oceano de infinidade
sem fim.
sem relevância
relevante fim.
Eu sou muito mais do que as pessoas vêem!
Sou muito mais do que as pessoas pensam!
Sou muito mais do que as pessoas dizem!
Eu sou aquilo que as pessoas não vêem,
Nao pensam nem dizem!
Sou aquilo que as pessoas não entendem,
Não querem nem sentem!
Eu sou temporariamente físico
Mas eternamente espiritual
Por isso, eu sou a minh'Alma
E não o meu corpo!
Eu sem você
Eu sem você, sou um quadro na parede que ninguém quer ver.
Eu sem você, sou teorema sem nenhuma prova de ser.
Porque sem você, o café esfria, não tem graça a TV.
E eu quero mesmo passar todos os meus dias ao teu lado e perceber, que a vida fica bem melhor quando deito no teu colo e me faz um cafuné.
Eu sem você, sou poeta apaixonado que ninguém quer ler.
Eu sem você, paro na estação de trem só pra te ver.
Porque sem você, a dança dessa noite não vai acontecer.
Das coisas simples que fazemos juntos dia a dia vamos ver que o amor é bem maior que todo ideal que a gente pode ter.
A vida é assim, ser feliz é sentir, é saber dizer sim pro amor que ouvir.
EGO.
Eu sou feito de paciência
Mas imponho ponho pontuação.
Ao atingir o ponto máximo da dor
Perdeste meu coração.
Eu não sou poeta...
Eu não sou poeta...
E por mais que eu rime,
minha mente vagueia quieta
buscando perdão pelos meus crimes
Eu não sou poeta...
Não sou arrogante a tal ponto
Acredito ser muito careta
Mas com teu beijo, me desmonto
Eu não sou poeta...
Sei que me falta bagagem
Talvez só tenha esta faceta
Me falta malandragem
Eu não sou poeta...
Eu tiro da dor, a inspiração
As estrofes se fazem silhueta
Mas com minha rima não se faz canção.
Espere aí, não, você não se curvou, curvou,
Eu não sou a garota que fica andando atrás de você pela cidade.
Só porque você está fazendo, fazendo, whoop, lá embaixo,
Não quer dizer que eu vou aceitar ficar por baixo, meu bem.
Não se engane, eu te tenho na minha mão,
Nos braços de um animal.
Te faço pensar que eu sou toda inocente,
Mas espere até te eu te levar pra casa.
(Se você não sabe, querido, você deveria saber,
Sou eu quem está no controle).
"Pode ser que eu me engane com o que digo,
sou um homem de letras, de palavras,
isso me faz crer no que exponho,
embora o que manifesto não seja nada de especial,
mas tenho certeza que sou um criador de sonhos."
Réquiem 3
Logo eu que sou tão ambicioso
Fui pego por um mundo de vicio
Mágica do sacrifício
De movimento sinuoso
Pejo em ignorância
Isso só pode ser vingança
De primeira instância
Essa é minha herança
Por ser tolo e arrogante
Vivendo como um
Eterno ignorante
Querendo a vida comum
Ou ate inconstante
Sem ter por mim nenhum
Amor se quer delirante
Maldita Sorte
Eu que sou midas ao avesso
De poderes a contra gosto
Sendo rei imposto
Melancólico e obsesso
Em tudo que expresso
Tocando ou quero
Se comigo não sou sincero
Por ser Louco, confesso
Estar desesperado
E preso em solidão eterna
Ser ter o que me espera
Nem algo almejado
Estando sempre acordado
Com nenhuma felicidade a vera
Vivo em meu mundo e ele é paralelo.
Me encaixo em parâmetros que eu mesma crio.
Horas sou forte outras nem tanto.
Pouco sufoco em lágrimas e muito em alegrias.
Por vezes não alcanço minhas vontades.
Mas sempre realizo meus sonhos.
Aprimorei meus amores e extravasei minhas paixões.
Galgando ainda...
Na eterna busca dessa tal felicidade.
O que falam de mim, é mentira.
O que os outros veem, pode até ser ilusão de ótica.
Eu sou a única que sei de tudo sobre mim e o que vivo.
Tenho a consciência limpa.
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