Poemas sobre Ódio
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"Durante bom tempo observando as críticas e o odio (de Mulheres, nas Redes Sociais) contra a Primeira Dama, ficou nítida a razão: porque a odiada, além de Primeira Dama, ela também tem marido. Isso mesmo. Ficou muito claro!"
0279 "Batalhas entre pessoas não precisam ser vencidas com odio e armas. Tempo e paciência podem ser mais eficientes!"
0293 "Percebe ou já é alvo de odio, de ciúme e de inveja (juntos ou separados)? Use o melhor antídoto: a Indiferença. A Solene Indiferença!”
Osho dizia que o único sentimento puro, cristalino e intocado em nós é o ódio. Porque ninguém nos ensina o que ele é, nem como lidar com ele. Não existem formas de ódio. Não existem classificações para ele. Ódio maternal, fraternal, ou por amigos. Existe apenas o ódio. E Osho exemplifica isso muito bem quando conclui que, se alguém diz que nos ama, precisa provar. Já se diz que odeia, não é necessário. Somos preparados e ensinados a aceitar o ódio, não o amor.
Valores se corrompem, o ódio é legitimado, o amor ridicularizado, a fé caricaturada, a família desmantelada e no altar da tecnologia, cultuamos a desconexão humana.
Talvez o patriotismo gestado no berço do ódio ao outro e à opinião contrária — e retroalimentado pela admiração externa — não seja, de fato, o mais genuíno.
Que a paz alicerçada no ódio dos que espalham o caos jamais alcance os espíritos de bom caráter! Amém!
Plante ódio e ódio você colherá. Plante amor e amor você receberá. Plante flores e um jardim você terá.
Quem não usufrui de amor e respeito, tende a desenvolver uma reação de ódio ou uma desconfiança em relação ao mundo à sua volta.
Na vida temos o livre-arbítrio de nossas escolhas, que, baseadas no bem, no amor, no ódio, ou, no medo, nos fazem plenamente responsáveis pelas consequências.
A falta do ódio é o meu maior manifesto de superioridade emocional: eu sou feito do que eu cultivo, não do que me feriu.
O ódio é um vínculo, e eu escolhi ser livre. Se a sombra da sua maldade não conseguiu apagar a minha luz, é porque a minha essência é governada pelo que carrego no peito, e não pelo que recebo de suas mãos.
“Eu não carrego ódio, eu carrego memória — e memória é o tipo de fogo que não se apaga com desculpas.”
