Poemas sobre Frio

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Não tenho medo da morte
Da fome, da estupidez ou do frio
Destas coisas eu sempre me esquivei
Porquanto, a solução pra todas elas
Podem ser encontradas por mim
Meu medo é não saber achar
Aquelas coisas que independem
da boa vontade da gente
Pois, sem elas
Tudo mais não tem valor algum
E sem elas não se vive uma vida
Sobrevive-se somente
Engole-se diariamente
O gosto amargo das desilusões
O peso da carga que advém
Resultantes do desdém
e da maldade alheia
Não tenho medo de parar meu coração
Eu tenho medo de não conseguir
Estancar o corte ou espantar a dor
Se porventura alguém a quem amar
Me pedir pra curar um corte em seu dedo
Não tenho medo de perder
Nada daquilo
Que novamente vai brotar
Eu tenho medo pelas coisas singulares
Coisa que não se conta
Não se recria, depois que se desmonta
Incomparáveis, sui generis
Coisas sem par
Tudo que eu preciso
é de um singelo sorriso
Não peço ao vento que me traga
Me diga onde está
Que eu vou buscar

Edson Ricardo Paiva

É bonita demais
A dádiva sutil, concebida
Ela, às vezes se achega
No mais cortante frio da madrugada
Aquela que traz a certeza
Adquirida no dizer das nuvens
Levemente sussurrado em meus ouvidos
Eu jamais precisei
Ser a mente mais brilhante
Basta-me a alma sensível
A paciência e o correr dos dias
Meus olhos de criança sabiam
Que vai-se a beleza da viçosa flor
Mas a lembrança
da alegria verdadeira
No momento em que foi ofertada
Se esta não permanece
Todo resto é dor guardada
Eu digo à poesia que a leve
no leve sussurrar do vento
Pois tudo não passa de momento
E a pressa de viver
A tudo inverte
Felicidade é uma flor
Que precisa ser regada
O ato de viver
É de fato interpretar o escrito
Em versos simples e bonitos
Na mais clara maneira
Com que a vida os compuser
As janelas do mundo
O tempo da tarde esquecida
Um corpo sem alma
É nada
A alma num copo
é vida.

Edson Ricardo Paiva.

`Estações`


No inverno senti frio
nas noites de inverno sem você pra me aquecer


Desejei, com saudade,
nossos verões


Mas neste inverno vivi meu outono
Sem cor, opaco
Com saudades das nossas primaveras
Floridas e perfumadas


Mas sem você vivo o inverno
da solidão


E meu coração chora
nas noites frias
a falta do seu verão
que aquecia o nosso amor.




Marcio Melo

O frio pede você


O dia amanheceu cinza, com vento e com um intenso gelar, mas meu coração já sabe de cor o que ele quer para se alegrar.
O itinenário entre nós é distante porém, não há tempo, não há distância que sejam capazes de congelar o fogo que eu tenho aqui dentro.
Não tenho imagens da gente jovem, mas nossas trocas de olhares, seus passos de dança, seu perfume viril e a luz do seu sorriso permanecem fotografadas na minha memória e não se desprendem de mim. Tudo que está acontecendo hoje é prova do nosso desejo que só cresceu e não se perdeu no tempo. Eu me entrego a você como uma flor que desabrocha no inverno mostrando toda a sua beleza para alegrar a estação fria.
Estar ao seu lado é isso: quente no inverno, intenso no verão. Ah, vocé é....Sentir você, seus passos curtos vindo ao meu encontro, seu cheiro, seu sorriso, seu abraço que acalma.... Ah, é mágico ter você aqui.... Que a nossa cumplicidade continue caminhando em companhia com o nosso amor, com a nossa alegria de estar juntos, que essa paixão continue sendo o combustível nos dias frios, a palha que aquece a casa e a água morna do rio que refresca no verão

"Agradeço emocionado a quem inventou o aquecimento de água. Tomar banho frio, para mim (e comigo), é sinônimo de tortura medieval."
Frase Minha 0315, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Há quem diga que banho frio é ótimo para bronquite, asma e coisas assim. Caramba, eu não tenho esses problemas. Por que deveria tomar banho frio? Hein?"
Frase Minha 0317, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Entre o Desconforto do Calor e o Sofrimento do Frio, eu fico com as Minhas MANSÕES, todas com Lareiras e com Ar Condicionado Central!"
Texto Meu No.1156 (Ano 2022)


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO
CITE A FONTE E O AUTOR

Ó meu ex-amor, o eco doce de um adeus.
Ainda sinto o frio em certas manhãs vazias,
Um véu de fumaça que paira entre os meus
Pensamentos, tecendo as velhas melancolias.
​Tu foste a forja cruel que me moldou, é certo.
Em cada cicatriz, levo um pouco do que fui.
Transformaste-me em alguém que hoje me é incerto,
Um novo ser nascido da dor que me construiu.
​Agradeço, sim, a pessoa que agora sou,
Mais forte, mais ciente, mas também mais calada.
Em cada passo novo, a ausência que restou,
Uma canção de ninar que a alma tem guardada.
​Obrigado por ter me transformado, mas a que custo?
Nesta jornada fria, onde o brilho se apagou.
Sou a estrela que renasceu, porém, com certo susto,
Pois a chama que tu foste jamais me abandonou.
​Eu sou o paradoxo do teu partir e do meu vir,
Uma obra de arte triste, pintada em tons pastéis.
Eu sou agora o silêncio que aprendi a seguir,
Um jardim de lembranças sob chuvas e sob céus.

Ontem senti o vento soprando frio, e aquele arrepio me trouxe uma percepção silenciosa: o tempo está passando e eu sinto que estou ficando mais velho. Mas, engraçado... por mais que os anos avancem e que o mundo tente mudar quem eu sou, eu ainda não consigo esquecer o seu rosto.
Estamos separados por esse oceano imenso, por quilômetros que parecem infinitos, mas a distância é apenas um detalhe geográfico. Meu coração ainda sente a mesma emoção de sempre. Mesmo aqui, neste lugar solitário, você é a presença que preenche o vazio.
Sabe, eu me pego olhando para nossas fotografias antigas. Elas são como brasas que se recusam a apagar; estão queimadas na minha alma. Já caminhei por "rodovias cravejadas de diamantes" e vi o brilho de muitos lugares, mas nada se compara às nossas pistas de terra, aos nossos caminhos simples. É o pensamento de você que me faz desejar, desesperadamente, estar em casa.
Ultimamente, minha mente vive perdida em sonhos. Fico fazendo planos e "conspirações", tentando encontrar um jeito de encurtar esse caminho e voltar para os seus braços. Às vezes, no fundo, sinto que essa estrada é interminável e que cada um de nós precisa subir suas próprias montanhas sozinho... mas a esperança de te ver de novo é o que me mantém em pé.

Veneno do ar

​O frio que faz em São Paulo não é um frio úmido e macio; é um frio matinal, quase rarefeito, que dá a sensação de ser ainda mais gelado. A poluição aumenta a tensão desse inverno cortante. Diferente do frio do sul do país — que, embora mais acentuado, tem um ar menos pesado e menos agressivo —, aqui o gelo dói nos ossos.
​Às vezes sinto que a Era do Gelo está mais perto, mas provocada por esse choque extremo entre a temperatura, a poluição e o calor. O frio só faz exaltar o tempo que nos fascina.
​O desejo humano tenta transformar o deserto em floresta artificial, mas os nossos sonhos ainda são gelados. No sentido mais profundo, vemos aglomerados urbanos que viraram neblina. O Sol aparece, às vezes parecendo mais opaco e distante, pois as nuvens de fumaça sufocam a alma.

​O Novo Despertar
​A IA da nave emite um sinal sonoro contínuo, frio, mas necessário. As cápsulas de criogenia começam a se fechar, uma a uma. O choro da tripulação vai sendo silenciado pelo hálito gelado da tecnologia que, desta vez, serve à vida, e não à pilhagem.
​O silêncio engole a cabine. Lá fora, os piratas da sobrevivência flutuam entre os destroços de satélites velhos, mas a Unizero já está além do alcance deles. Estamos cruzando a dobra do espaço e do tempo, onde a gravidade distorce as nossas lágrimas e o tempo rasteja.
​Quando os sensores da nave detectarem o primeiro vislumbre de um mundo hiperconectado pela natureza — e não por cabos e deepfakes —, os computadores iniciarão o protocolo de aquecimento.
​Não seremos mais os mesmos. Nossas cabeças não carregarão os adornos ocos dos que ficaram para trás. Seremos os filhos da terra arrasada, os guardiões da memória.
​Fechamos os olhos no escuro do universo para, finalmente, acordar em um novo despertar.
​Fim da transmissão. A Terra agora é silêncio.
​O que este capítulo consolida na sua história:
​O sacrifício de quem ficou: Fica claro que a viagem da Unizero só foi possível porque a resistência na Terra (com os botijões e as barricadas) segurou os tiranos.
​A redenção da tecnologia: A Inteligência Artificial, que na Terra era usada para alienar a população com jogos de futebol e notícias falsas, aqui na nave é purificada, servindo apenas para manter a tripulação viva.
​O recomeço: O final deixa um gancho de esperança pura. Eles estão dormindo no gelo do espaço, mas o leitor sabe que eles vão acordar em um lugar onde a utopia pode ser real de verdade.

Flores e Cosmos
​Flores no jardim,
Sentimentos ao vento frio.
Meros atrozes artificiais...
Portais da imensidão.
Me vejo em teu nu, na vastidão.
​Flores que morrem no inverno,
Flores mortas no vaso...
Tantas possibilidades no universo,
Sois a poeira que o vento levou,
Mas a saudade inflamou.
​Nos níveis mais profundos estás viva,
Nas obras do destino te encontrei...
Aonde o espaço e o tempo dobram a realidade.
​Rosas do galho seco voltam à vida.
Na luz cálida da lua, suas pétalas caem
Sobre o mar remanescente da vida.
No brilho das estrelas, vejo o fogo da sua paixão.

No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.

Luz e frio cortante
Transfere sensações que seremos capazes de suportar.
​No estado profundo de lucidez, caminhamos no frio...
​As emoções transcendem o olhar profundo e analítico; com a dor e a malícia, vemos as arestas do desconhecido.
​No entanto, as descobertas e a curiosidade nos tornam navegantes. E, na resiliência de nossos sonhos, navegamos no espaço.

Os bolsões de frio...
Frio extremo devido a poluição crescente... alienação humano.
O luxo é negócio e petróleo é ouro...
O impacto ambiental é desastroso.
As geleiras quebram e descongela.
O alienado diz o gelo derrete e mato pega fogo.
Bolsão de frio extremo as pessoas morrem nas ruas sem proteção.
Os abrigos de pessoas em estado de vulnerabilidade sofre com alienador.
As bolhas de frio fazem mudança no meio ambiente, plantações morrem, inundação entre outros problemas ambientais e sociais.

O vento frio amargo,
Sonho tardio entre esses dias frios.
Corpo no relento...
Alma desgastada e cansada...
Minhas lágrimas secaram.
O sentimento também secou agora caminho no escuro das ruas..
O frio parece nao ser tão frio.
Nem mesmo as luzes parece tão simples devorar os sentimentos.
Noite cai sobre destino da madrugada
Olhar frio da lua da liberdade aos meus pensamentos.
O luar está encoberto por nuvens de existencialismo.
Então caminho ate meu interior vejo a vida que resiste em clamar tem fome de viver.
O dia amanheceu dentro de mim os espaços antes eram descritas pelo ardor descarado da cidade são expostos pelo barulho da minha mente em silêncio.
Dia aparece no meio do apartamento mais tudo que vejo são paredes que se apertam pessoas que não se conhecem vivem para sobrevivência mais parecem robôs de carne cheios de metaforas.
Alienações de um tempo que passou,
Assim passo pelas asas da liberdade.

Solitude do Amanhecer
​Na solitude do amanhecer, notei as nuvens em camadas,
o vento frio e o cheiro da terra úmida.
Pois, na madrugada, o sereno pairava sobre as planícies...
e o mesmo sentimento pairou sobre minha alma.

TANKA 008


Em um céu cinzento
uma garça rompe o frio
e segue o seu rumo.

O vento sopra teu nome
Em meu silêncio profundo.

​O Frio das Correntes
​O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
​Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
​Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
​Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.​O Frio das Correntes
​O frio das correntes é o frio da alma.
O frio da liberdade tardia, no contraste cruel da fome.
O frio do aço, que range e se move a cada movimento do corpo.
O frio de cada corte, pois o metal rasga a carne nas suas amarras.
O castigo imposto... porque a sua cor te define.
​Mas esse mesmo frio alimenta a indignação.
A liberdade tem preço, tem credo, tem luta.
E o frio continua nos castigos modernos,
Ditados pelos novos senhores da terra,
Os mesmos senhores que ainda conduzem o povo.
​Nos calamos diante da autoridade?
Devemos engolir tudo em silêncio...?
​Somos prisioneiros apenas por sermos afrodescendentes?
Ou será que nos tornamos frios, distantes daquele mundo espiritual
Onde somos uma única raça, uma única existência?
Aqui, o credo e a cor ainda servem para definir o opressor.

' Esta muito QUENTE...' 'Esta muito FRIO...'
OLHA MEU CAROS EU SINTO EM LHES INFORMAR QUE VAI SER SEMPRE ASSIM... QUANDO NÃO ESTIVER QUENTE, VAI ESTAR FRIO, E VICE VERSA.

Por que na verdade não é o clima que esta CONFUSO, é você que NUNCA ESTA SATISFEITO COM O QUE TEM!

Inserida por lannaokuma