Poemas sobre Dias
Todos os dias saio a procura da sua metade pra completar a minha que se cansou da sua ausência
No desejo partido por castigo dividido
Só me resta procurar desesperadamente
Sentindo-me que me falta uma parte
Falta você minha outra metade
A tantas partes completas e tantas assim como eu
Partido ao meio nem uma me serve que me complete somente você tem as medidas precisas
Que se encaixa perfeitamente em mim
Só você é a parte que me falta a minha metade que foi dividida separada de mim
Vou procurar até que te encontre minha amada
Pra que nosso amor seja perfeito completo
Pra que jutos como um
Um só corpo eu e você
Um amor completamente perfeito
E esse nosso castigo, será o amor...
Todos os dias são de primavera com flores
Todos os dias são outono e as folhas cai
Todos os dias são inverno com vento e chuva
Todos os dias são de verão com sol a brilhar
Dos os dias são de todas as estações
Com flores coloridas e folhas caindo
De sol com chuva
Todos os dias as estações são para te amar...
Estações do amor
Eu
por aí em qualquer um desses lugares de dias longos de sol quente xique-xique Palmas numa dessas casas de Tapera chão de terra assolada de poucas águas de açudes quase seco onde a reza é um rezado confiante de uma fé que insiste nos dedos da conta do terço nos olhos cansados da romeira fiel
foi ali que nasci nesse lugar de chão seco rachado onde na praça central tem a igreja local onde o sino badala no chamado para missa onde tem o comércio local o mercado a feira os barzinhos tudo muito bem simples nos finais de semana tem sempre um forró uma cantiga com rimas e versos trotes chanchado e as moças se enfeita de renda de fita nos cabelos para dançar com os moços e a noite festiva se estica numa festa onde só a alegria é convidada para entrar foi ali que nasci.
entre os espinhos da caatinga do Gibão da cavalgada ligeira de um corajoso nordestino personagem dos versos de cordel da culinária carregada de sabores afrodisíaca ali nasci no pedacinho do céu onde quem nasce é nordestino tem no nordeste seu destino seu berço seu lar seu Paraíso
Bem ali no sertão nordestino...
Havia um senhor de idade meia avançada experimentado na vida
Todos os dias este senhor de idade levantava bem cedo antes do galo cantar
Pegava sua carrocinha e saia empurrando pela estrada de terra batida logo o sol começava a despontar no céu sem nuvens por onde o senhor de idade passava todos o conhecia e o cumprimentava
bom dia bom senhor
Tudo que via jogado pelas ruas por onde passava o velho recolhia e colocava na sua carrocinha
Roupas usadas deixadas por alguém que não mais precisava
Panelas usadas sapatos velhos entre tantas coisas e utensílios de tudo um pouco
No fim da tarde voltava pelo mesmo caminho
Chegando em casa cuidadosamente esperava cada coisa que havia recolhido por onde passou
E começava o processo de restauração arrumava e restauração tudo ariava as panelas que reduzia o brilho
Todos os dias ele repetia sua rotina
E sempre que via alguém precisando de algo ou alguém que chegava desprovido de roupas e utensílios ele os entregava sem pedir nada absolutamente nada em troca seu coração se encha de alegria por estar ajudando de alguma forma e está era a vida deste senhor de idade recolhendo coisas que não tinha mais uso para uns e restaurando para quem precisava sem pedir nada em troca...
Se nos dias atuais com tantas desordes barulhos infernais distorção de valores e imoralidades
Você for capaz de se manter uma pessoa normal
Então você é uma exceção...
Para hoje e para todos os dias:
Uma dose de vida bem vivida.
Viva bem, vida plena! Viva você!
#bysissym
Tudo passa…
passam os dias
os meses, a vida
E recomeça…
como o vai vem
das ondas
Escolha sua direção!
bysissym
Eu tento viver o amor
E fujo de todo o mal
Ao saber que nesses dias
A medida é desigual
Por isso Deus me convida
A ser que nem luz e sal!
Expressões idiomáticas
João era casado com Maria, e tinham três filhos. Todos os dias, Maria deixava sua casa um brinco, mas quando ela saia, parecia a casa da mãe Joana, pois eles pintavam o sete.
Quando ela chegava, era João que pagava o Pato, e então saia para afogar as mágoas com José, o amigo da onça, que foi expulso de casa por pular a cerca.
Nesse dia encontraram Antônio, o Santo do pau oco, que adorava rodar a baiana quando era provocado, e foi salvo pelo gongo, pois chegaram na hora aga, para evitar a briga com seu irmão , que era a ovelha negra da família, que veio de lá onde vento faz a curva, encontrar um bode expiatório para curar sua dor de cotovelo.
De repente apareceu Maria, Cuspindo marimbondo, e alguns vizinhos dizendo: hoje ela está com a macaca.
Maria fez um maior barraco, seus filhos dizinham, mãe você tá pagando mico, mas ela fazendo ouvido de mercador, chutou o pau da barraca.
João, que era gato escaldado colocou o galho dentro, com medo de ir para cidade de pés juntos.
O caldo entornou para José também, mas Antônio sabia que sua batata estava assando, fugiu de fininho antes da casa cair pro seu lado.
A mãe de Maria soube da história e ficou com coração na mão. Pois sabia que a filha era pavio curto.
O padre tentou acalmar, mas deu com os burros na água.
A multidão queria ver o circo pegar fogo, mas tudo acabou em pizza, quebrando a cara de todos que apostaram na briga.
Eu que sou cobra criada, sei que cão que late não morde. Além do que, cada macaco no seu galho.
Na verdade, não ponho a mão no fogo por nenhum deles, pois onde a fumaça há fogo, mas roupa suja, se lava em casa.
Dias ensolarados mesmo em manhãs cinzentas
Quando pensamos mais no que temos, a gratidão fecha as portas para a tristeza e a alegria chega acompanhada, com sorrisos espontâneos e às vezes boas lágrimas.
Então, percebemos a presença da felicidade. Somos ricos, mesmo sem dinheiro, temos família, amigos, vizinhos, colegas e familiares.
Na memória, boas experiências, a cada encontro abraços , conversas animadas são momentos por fotos eternizados.
Nunca foi sobre ter, conquistar sem partilhar não é vitória, é fracasso.
Para quem está de bem com a vida, qualquer manhã cinzenta vira dia ensolarado.
Eu, Marcos Kamorra,
Dediquei 7 anos e 10 meses, 24h/dia, 7 dias/semana, initerruptos, da minha vida, exclusivamente para o Exército Brasileiro em defesa da pátria.
Eu CONHECI e VIVI a instituição.
Porém, você que conhece o Exército por meio de televisão, rádio e internet, sabe mais que eu né?
Sinto os afagos todos os dias de Deus.
Até as pequenas porções oriundas Dele me suprem o viver, por isso, rendo-lhe os meus sinceros agradecimentos por poder, ainda, sentir o gosto da vida, o prazer de caminhar, de ver, de apalpar e de reconhecer um coração aflito, mas fervoroso e pronto para a entrega.
Vou tecendo as linhas que merecem o encontro e reconheço aquelas que irão para a incidência para marcar derradeiramente a fatalidade do olhar e que poderá findar um ciclo... mas dará vida a outro caminho que se inicia.
#Lembranças #de #dias #frios
Na noite que se anuncia...
Em hora que não é mais dia...
Frio intenso, garoa em lenta agonia...
O vento sopra...
Faz a árvore balançar...
Folhas velhas, já quase mortas...
Em meu caminho com poças d'água...
Para eu passar...
Pessoas correm abrindo guarda-chuvas...
O céu escuro vai ficando...
Na voz do pássaro...
Que frio!
Caminho...
Observo a calçada molhada...
Um brilho em toda paisagem...
Um passo atrás do outro...
Tudo isso é belo...
Em festa meu coração...
Espírito cheio de vontade...
Sentimentos sempre me aquecem...
Até a vil traição...
Depois de lágrimas quentes...
Sempre surge em mim o perdão...
Eu me preparo e espero a chuva que há de vir...
Já sinto o vento e o frio que a anuncia...
Sinto mais uma vez o sopro da vida...
No dia que já vai...
Meus passos seguem sozinhos...
Deixo a minha alma encontrar...
Com meu destino ninguém mais se importa...
Tudo vai e vem, tudo vem e vai...
Lembranças doces que escorrem...
Dias que não voltam mais...
#POR #TAL
E das paredes nascem as poesias...
Nascem durante os dias...
Nascem em noites frias...
Também nascem junto à taça que brilha...
E também diria...
Nascem na vida que escoa...
Na morte que se avizinha...
No beijo roubado...
Naquele que não foi dado...
No olhar que brilha...
Da amada...
Do amado...
Nascem em espíritos calados...
Corações magoados...
No caminhar calmo...
Ou nos passos apertados...
Surge nos sussurros do vento...
Quando fala o silêncio...
Nascem em jardins floridos...
Mas também nascem nos desolados...
A poesia nasce e se cria...
Renova-se, é um fato...
Quando menos se espera...
Surge o inesperado...
Nasce nas venturas...
Nasce nas amarguras...
Cresce e brota vestindo-se em fantasias...
Esconde ou mostra nossas tristezas...
Realça nossas alegrias...
É deveras um fado...
Quando brincando põe-se a sonhar...
É sonhando que podemos voar...
Ser poeta , sem merecer...
Apenas escrever...
E sendo muito grato por tal...
Ao Criador ...
Sempre agradecer...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#AGUARDO
Na solidão em que sonho contigo...
Saudades dos belos dias...
Sigo agora o meu peito a doer...
Só pelos seus olhos...
Eu posso viver...
Ao menos resta ao sonhador o consolo...
De suas mãos dentro das minhas...
Suspiros, arroubos de nossa paixão...
É doce amar como os anjos...
Se aqui fomos amantes...
Seremos uma única alma no céu...
Se um dia tiveres saudades...
Sabes que desde já estou aqui...
Aguardo noite a noite a lua triste...
Aguardo você em mim...
No amor basta uma noite para fazer de um homem um deus...
Sandrinho Chic Chic
facebook.com/conservatoria.poemas
.
Na angústia sensacionalista de todos os dias sentidos...
Toda despedida é dor...
E dói entregar nas mãos de Deus aquilo que você não pode mais ter...
Falo de mim porque bem sei que a vida é assim...
Meu coração não aprendeu nada...
Recolho assim minhas palavras em versos...
Feitas de lágrimas e silêncios...
Do que quero renego...
Me pesa na vontade...
Recebo o que me é dado...
E o que me é dado quero...
Mesmo com medo...
E de alma partida...
Só posso clamar aos céus...
Pela vida tal qual entendo...
Sandro Paschoal Nogueira
Todo o passado se dilui...
Também não se acumulam os dias...
Agora as verdades do que outrora foram mentiras...
Aos solavancos do destino...
Cresci e me criei...
Onde andam agora as vossas vozes?
Que horizontes colhem vossos olhares?
De que lhe valestes tanto mal a mim ter feito?
Tantos pesares...
Ouço vozes ao longe...
Que os ventos recolheram...
Olhos de ausência...
Caminho indeciso...
De onde vem?
Fito essa gente...
Que me rodeia e sempre rodeou...
Hoje só me comovem...
Tudo já passou...
Por silêncio e por renúncia...
Me vesti de vaidades...
Das dores que trago dentro do meu peito...
Das tormentas e tempestades...
Mas o que não me cansa...
É o que a brisa me traz...
É estar bem comigo mesmo...
Vivendo em paz...
Sandro Paschoal Nogueira
Entram noites...
Entram dias...
O pó e a rotina...
As coisas repetidas...
O café requentado...
O pão amassado...
O dia que começa...
O galo cacareja...
Varrer o quintal...
Tirar as folhas mortas...
A justiça no fio da espada...
Pátria mal-amada...
Com a corrupção amasiada...
Ah essas ruas...
De pedras mudas...
Cães velhos e doentes...
As mesmas pessoas...
Dia a pós dia...
Um desejo de não sei o quê...
Quando a lua toca-me o rosto...
Na noite escura e fria...
Lembrando de um dia ter sido amado...
Tão distante o passado...
Os amores foram poucos...
Morreram sem cuidados...
O tempo apagando...
A marca dos meus passos...
Os dias embraquecendo meus cabelos...
Agora já tão escassos...
Não passa o tempo da saudade...
Passa um nada meio acontecido...
Vivemos e morremos feridos de silêncio duro e violento...
Insistindo em dizer...
Que tudo é belo...
O ano passa, e breves são os anos...
Poucos a vida dura...
Dar sem ter...
E ter sem tirar...
Fazer por merecer já que a ruína compreende tudo...
E eu conheço bem pouco desse mundo...
Demoro demais...
Ao óbvio perceber...
Vês aqui alguma figura? Ninguém vê...
Minhas tardes envenenadas...
De um vazio por dentro...
Único a me encher o tédio...
O meu cão...
Abanando o rabo...
Construí um labirinto...
E nele me perdi...
E também nem sei...
Se dele quero sair...
Ontem eu era o mesmo...
Amanhã também serei...
Não mudo...
E nada mudarei...
Meto-me para dentro...
Fecho a janela...
Apago as luzes...
Ascendo uma vela...
Rezo pedindo uma graça...
Que amanhã seja melhor e diferente...
Mas se não for...
Saúde já me basta...
E sem pensar em mais nada...
Como e vou dormir...
Minha alma...
De tudo está cansada...
Entram noites...
Entram dias...
O pó e a rotina...
As coisas repetidas...
Sandro Paschoal Nogueira
Sem lembranças...
Perdida todas esperanças...
Passando muitos dias...
Desconhecendo se vê...
E, contudo, com sua fé...
Com tudo que mudou...
Com que passa e já passou...
Sem muito cuidados...
Alheio ao desejo...
De não ver-se magoado...
E vaga ainda...
No interior da carne...
Vida sem gosto...
Corpo sem dono...
Amor sem fruto...
Devaneio...
E no abrir dos olhos...
Sentindo o toque...
Cansado da caridade...
Sem rodeios...
Esquece o freios...
Levando a vida como um sorteio...
Rasga...
Toca...
Hesita...
Se refestela na sarjeta...
Perdido...
Nas noites malditas..
Distantemente uma alegria foi...
Entre os quais...
Se deita...
Com qualquer um...
Que de si se aproveita...
Na perda tal..
Não sente o mal...
Que se sujeita...
Não se condena...
Na desventura que lhe assola..
Só diz que o amor lhe guia...
Como convém...
Triste...
Sem ninguém contradizer...
Já que todos...
Tão próximos...
Disfarçando o sofrer...
Mentem para sobreviver...
Vivendo tão igual..
Apenas rindo, disfarçando, suportando...
O próprio mal...
Sandro Paschoal Nogueira
- Relacionados
- 37 poemas sobre o tempo para pensar na passagem dos dias
- Poemas curtos que encantam em poucos versos
- Poemas sobre Relógio
- Poemas que falam quem eu sou
- Frases da vida para transformar os seus dias ✨
- Frases de esperança para iluminar os seus dias escuros
- Confiança: frases para nutrir a sua coragem todos os dias
