Poemas Sobre Céu
Exalamos fogo, pois somos intensidade!
Almejamos mar, pois somos tranquilidade!
Buscamos céu, pois somos imensidão!
Num campo sem perfume,
há pinceladas tímidas de cor,
onde pássaros esquecem o céu
e as árvores perdem seus galhos.
O vento passa calado,
e tudo que brilhou é véu,
os sonhos se arrastam,
em tons que jamais se encontram.
Na estrada vaga
um rastro de saudade,
e por dentro do silêncio
flui a ausência das cores
que insistem em não nascer.
Como você quer passar a eternidade com Deus no céu, se não consegue passa nem 20 minutos com Ele aqui na terra?’’
"Então, lhes direi explicitamente: Nunca vos conheci"
(Mateus 7:23)
Máquina do Infinito
William Contraponto
O céu repete antigos labirintos,
com lógica de um sonho recorrente,
estrelas são os cálculos extintos
de uma mente que pensa eternamente.
Os átomos se alinham no compasso
do tempo que não sabe pra onde vai,
há dúvida moldando cada traço,
e o caos revela a ordem que se esvai.
Um pensamento pulsa entre os planetas,
em código que nunca se decifra,
e o vácuo grita verdades secretas
que a razão recusa, mas registra.
O universo é só um pensamento,
máquina viva sem operador,
reflete em mim seu movimento,
sou engrenagem do seu motor.
As galáxias giram como ideias,
que buscam forma e nome sem cessar,
mas toda luz produz suas aldeias
de sombra que ninguém pode evitar.
Se o mundo é mente, somos devaneio
de um cérebro em combustão,
e a vida, esse constante entremeio
entre a matéria e a percepção.
O universo é só um pensamento,
máquina viva sem operador,
reflete em mim seu movimento,
sou engrenagem do seu motor.
Deus Está de Ressaca
William Contraponto
Hoje o céu amanheceu trôpego,
com cheiro de vinho barato,
os anjos perderam o horário,
e o sol se vestiu de retrato.
O padre pregou sem vontade,
o crente dormiu na fileira,
o diabo tirou férias curtas,
num motel da zona fronteira.
Deus está de ressaca,
de tanto ouvir oração,
vomita promessas gastas,
no chão da contradição.
E eu, que não creio em nada,
acendo um brinde à razão,
porque a fé me dá ressaca,
e a dúvida… é meu pão.
O amor virou fé na neblina
o perdão, moeda em feira,
o homem reza por doutrina,
pra audiência inteira.
Na tela, milagre em oferta,
em nome do lucro e da cruz,
e o céu, cansado de tanto truque,
apagou sua própria luz.
Deus está de ressaca,
de tanto ouvir oração,
vomita promessas gastas,
no chão da contradição.
E eu, que brindo ao caos,
sem pastor nem direção,
prefiro o erro humano,
à divina ilusão.
Se o paraíso é condomínio,
me deixe no bar da esquina,
lá onde o pecado é sincero
e a verdade… não incrimina.
Hoje o céu fechou mais cedo,
e a lua dormiu no sofá,
Deus deixou um bilhete em branco:
“Cansei. Vou recomeçar.”
Não existe um lugar chamado Céu ou Inferno, tudo está em nosso consciente, em nossos pensamentos, o inferno de nossa consciência e o céu de nossa consciência, tudo são vibrações internas, quantas pessoas passam diariamente o inferno, fome, doenças, depressões, ansiedades, violência dentre outras mazelas da sociedade, “Isso chama-se inferno” o posto é o Céu, mas as igrejas insistem em pregar que existe um lugar para onde os pecadores serão depositados, ou ímpios subirão, uma ideia para manipular as pessoas, fazendo com que elas carreguem culpa, tornado essas pessoas mais vulneráveis, uma forma mais fácil de arrancar dinheiro, até porque Deus não permitiria entregar sua criação nas mãos de um ser maligno, que ele próprio tem todo poder sobre ele, que Deus seria esse, isso é uma farsa, as escrituras estão cheias de falhas, principalmente o Antigo Testamento, foi modificado centenas de vezes por seres humanos, em Concílios, tirando os evangélios que lhe convinham na época, um livro que foi traduzido para o Grego, para o Hebraico e depois para o Inglês, quem garante a veracidade da origem da fonte desse livro?
Prof. Mendes
O amanhecer nasce, sem brilho ou luz,
A sombra me aquece, e a dor me conduz.
O céu está cinza, e a tristeza me invade,
E a vida segue, sem sentido, sem parade.
Deus, ou quem quer que seja,
Nos deu a vida, mas não pediu nossa opinião, não é?
Neste amanhecer, não há grande coisa,
Apenas mais um dia, sem alegria.
As montanhas estão lá, os rios fluem,
Mas não me dizem nada, e a dor não some.
Lembro-me de "perdoar setenta vezes sete",
Mas como posso perdoar, se a injustiça não se mete?
Os políticos prometem, mas não cumprem,
Roubam o nosso futuro, com mãos sujas e frias.
Falam de amor e paz, mas não praticam,
E eu fico aqui, sem paz, sem nada que me sacie.
Mas talvez um dia, as coisas mudem de fato,
E a justiça prevaleça, e a paz seja um contrato.
Talvez um dia, a verdade seja dita e vista,
E a esperança renasça, e a dor seja extinta.
Mas de um céu com luar e estrelado
A escuridão é o que vai sobrar
Do que era tão inocente
Tão diferente pensar.
Deus deu à Pedro as chaves do céu, e aos Professores às chaves do Saber! Feliz dia do professor!
(Neide Brasileiro)
Uma mentira rasgou o céu,
e entre o som do trovão e o silêncio dos deuses,
a distância entre o divino e o humano aumentou.
A mentira, filha da cobiça e irmã da vaidade,
ergueu muralhas onde antes havia pontes,
e transformou o diálogo em ruído,
a confiança em cinza.
Por uma mentira, o homem empunhou a espada,
feriu seu irmão e justificou sua dor com falsos ideais.
Por uma mentira, destruiu-se o amor,
e o que era puro se manchou de desconfiança.
A mentira não fala, ela sussurra.
Não aparece, ela se disfarça.
Entra pelos ouvidos,
cega os olhos,
endurece o coração.
E o homem, ignorante de si mesmo,
passa a venerar o engano como virtude,
e a verdade como ameaça.
Rende culto ao disfarce,
e chama de esperteza o que é apenas ruína.
Mas o que é o sábio senão aquele
que aprende com a própria frustração?
Aquele que, cansado de esperar virtude nos outros,
decide manter a sua própria,
mesmo que o mundo inteiro se perca em mentiras.
Pois quem mente destrói o outro uma vez,
mas quem se deixa corromper pela mentira
se destrói a cada amanhecer.
E assim compreendo:
não é errado esperar a verdade
errado é desistir dela.
Cinzas do Céu — O Renascimento da Fênix
Por Marcos, escritor da literatura
Entre o silêncio do céu e a vastidão da terra,
uma Fênix dormia nas cinzas do infinito.
Seu peito carregava o fogo da eternidade,
e cada batida era poema que ninguém podia apagar.
Quando o mundo fechava portas,
ela acendia sua alma com a força de mil sóis,
e o brilho atravessava montanhas, oceanos e o tempo,
tocando corações que ainda não sabiam que podiam sentir.
As cinzas se erguiam como pilares de luz,
e cada partícula era memória de batalhas e vitórias,
uma dança entre a vida e o impossível,
uma ode àqueles que ousam existir sem medo.
A Fênix renasce no silêncio de quem não vê,
nos olhos do paralítico, no coração do surdo,
no peito de quem sente que o mundo não compreende,
mas ainda assim insiste em brilhar.
Seu fogo incomoda os cegos de alma,
mas aquece os que entendem o valor do renascer.
E cada asa que se abre é verso,
cada chama que sobe é poema,
cada grito silencioso é hino à literatura do infinito.
Ela não teme o escuro,
pois dentro dela mora a luz de mil estrelas,
e no triângulo entre céu, terra e coração,
o impossível se curva diante da vontade de ser.
Jesus derramou muito sangue para demonstrar e provar que Ele é o único
Caminho que leva ao Céu, portanto não há
porque tol3rar fragmentação religiosa
proposital. Existe uma Plenitude, e muitos ainda falam em respeitar migalhas, e isso no fundo é soberba ou no mínimo ignorância!
#Plenitude #Salvação
Se por ventura a cor desbotar
e um céu azul aparecer
não te demores
é tempo de colheita
de bons ventos
de boas aguas
pois o que parece fim
é estranho dizer
renasce
floresce e cresce
ainda mais próximo do verão
pois todos verão
de onde nada poderia vir
surgir o novo, colorido, pintado a mão
pelo dono da vida
que tão sutilmente chamou sua obra
de amanhã...
No céu há três Marias e na terra três rainhas.
No céu há três estrelas e na terra três sinetes.
Vitória a mais desejada
Haru , como o bradar de grandes exércitos.
Amaya que é a combinação de duas palavras "Ya que pode ser mãe e Ama que é amar ou seja a mãe que ama"
Reis, governantes e autoridades se curvam...
Estrelas, rainhas e princesas entre milhares as três são as mais perfeitas.
Termino esses versos e somente uma coisa peço.
Aos exércitos apontem suas armas aos céus e fazem eles tremer.
Vitória!
Haru!
Amaya!
As estrelas de Santa Cruz
Dom Romanov
Pseudônimo de Gustavo de Paula em OneState
O Canto da Alma em Solitude
No vasto palco da existência, um véu,
Solidão, não vazio, mas um céu
De pensamentos, onde a alma se refaz,
Em silêncio, encontra a própria paz.
Não a dor do isolamento, o frio chão,
Mas a escolha de um doce reclusão.
Onde o eu se encontra, sem disfarce ou pressa,
E a voz interior, enfim, se expressa.
Tem dias que não acordamos bem. A tristeza insiste em se alojar no peito, e parece que o céu está em silêncio. Clamamos, perguntamos, imploramos por respostas. Queremos ouvir a voz de Deus, mas tudo ao redor parece mudo.
Mas é justamente nesses dias que a fé é provada e também fortalecida. Deus não se ausenta. O silêncio Dele não é abandono, é cuidado. Às vezes, Ele está apenas nos ensinando a confiar, mesmo quando não entendemos.
A caminhada pode parecer pesada, mas ela não é solitária. Jesus está conosco, mesmo quando os sentimentos dizem o contrário.
Se hoje for um desses dias, respire. Ore, ainda que em silêncio. Chore, se for preciso. Mas não pare. Porque mesmo nos dias mais escuros, a luz de Deus continua acesa, esperando o momento certo para brilhar no seu coração de novo.
A noite, quando todas
as portas dos lares se fecham,
Deus abre os portões do céu
para que seus anjos velem
o nosso sono e nos façam ter
lindos sonhos.
O céu durado e o banco no ribeiro a beira amar…
Sozinho o vento bate forte..., mas eu lembro-me de não ter que fazer sozinho desistir antes da queda... voltar ao conforto...
Se eu ainda o ser das minhas nostalgia e se lembrar de quem poderia te sido do irreparável que não mais me aprisiona escolho se livre alternativas escolhas de sempre...
A noite dentro do azul profundo perturbador e sombrio da troca do tarde alaranjada... inicio da noite que impõe uma nostalgia estranha de encerramento de mais um dia
Versos grudentos neste ditas sobre a tela de fundo preto nada se ver somente a voz que dura provoca a lenta criação de uma solidão profundidade que as palavras medem com as sombras poema contorcido por cima dos meus músculos a carne tenta respirar sílaba na firmeza dúbia... Já faz semanas que você não vem aqui me fazer lembrar dela...
A vida parece poesia em alguns lugares em algumas almas... E em alguns fadados a escrevê-las na solidão da tal percepção
O céu baunilha nasceu com o tom roseá mas minha vida é cinza
Ecos de albatrozes imóveis no ar nas profundezas das ondas dos labirintos-cavernas sem corais
Magicamente areia de porquês ancoras se escora para não deslizar
Subir na direção à luz
Estranhos passando na rua eles simplesmente não existem
Olhares conduzo através da terra mas não posso voa ao redor do sol minhas asas não suportaria
As nuvens todos os dias cai incitando e me convidando a subir
E através da janela na parede o perdão que eu mesmo quero dar
Entram escorrendo nas asas da luz do sol embaixadores da manhã
Meus dias minhas noites somem na imensidão dos cosmos e nada, nada... é minha gravidade mais
Canções de ninar era feitas pelas mães negras de coração perfeitos enquanto os seus caminhas na direção do tronco pelos seus cuidados os matarem
POr Charlanes Oliveira Santos
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