Poemas sobre Alma
Para mim é dada a hora de fechar os olhos e adormecer
Descansar meu corpo, e a minha alma.
Pois o tempo de vigília está passando e o dia alvorecendo.
No mais profundo sono me reencontro com meus sonhos.
Belo Monstro
Me apaixonei por um homem
Mas o que eu encontro
É um ser sem alma e coração
Que me deseja para o trabalho
O amor que tu me diz
É monstruoso pois é a sua definição de amor
Após minha libertação
Sinto que voltas a pedir perdão
Pois quer novamente a escrava
Mas só tenho algo a lhe dizer...
Ao dizer sim no nosso casamento, estava te aceitando desta forma, e está partida lhe diz que sou mais do que qualquer mulher e por causa disso eu volto, não porque tive pena mas porque o amo, o amo a ponto de aceitar você novamente meu amor
E ainda, as crianças q escapam dessas e outras violencias ainda q na alma, crescem e hj sao adultos q se culpam e se culpam e muitas vezes repetem, mesmo q sem querer consigo mesmo, com outras pessoas e as vezes com seus filhos essa mesma crueldade.. o q é pior.
Preciso é se render a graça salvadora e redentora de Cristo Jesus e ao seu amor q tem poder p nos ajudar e curar profundamente.
Se os olhos são o espelho da alma....
Então a consciência é a sua forma de expressão....
O pensamento a forma de a julgar ou deixar crescer.
Existem momentos que o olhar
é o porta-voz da alma...Dispensa qualquer palavra e mesmo no mais profundo silêncio transmite coisas que
só o coração entende!
Destino
Eu quero você
Você é paz para minha alma
Eu quero te beijar,
Quero dizer que te amo
Dizer que não preciso conhecer mais ninguém
E que tudo faz sentido com você
Não consigo nem esconder isso mais
Mesmo tentado não te olhar
Pra evitar sorrir imediatamente
É incontrolável
E isso está me matando
Você deve ser uma grande ilusão
Por que eu te vejo tão perfeito?
Por que você é um anjo?
Por que tão compreensivo?
E por que tínhamos que ser tão amigos?
Tão íntimos?
Não sei se já percebeu, querido
Mas você nasceu todinho pra mim
É o meu presente
Só me pergunto
Quanto tempo vou ficar
Sem te ter aqui comigo
Nada...
de nada me adianta recordar
recordar me traz a ausência
lembranças que me consomem a alma
o nada me traz alegria
alegria de não pensar.
u veijo-te com a alma
E sinto-te com o coração
E vivendo com calma
Experimento essa paixão
No meu sonho te prendi,
Para da minha vida nunca sair,
Pois de ti nunca desisti
pensando nos teus braços um dia cair.
Talvez seja loucura,
Devaneio ou até mesmo ilusão,
Mas de uma coisa tenho certeza,
Tu és a única cura para o meu coração!
Dia ruim.
Pregado no sótão de minha alma.
Sozinho em pregos de aço.
Flutuo em uma alvorada cinza.
Tenho pesadas lagrimas em minha alma.
Uma tristeza que me mantém angustiado.
Preso em uma corrente invisível.
Soterrado em desgraça.
Num foco preenchido com lodo.
Mantenho o pulso firme.
Apodrecendo, roendo unhas.
Vivendo uma utopia decrescente.
Uma mentira perfeita.
Cercado por concreto armado.
Em um quarto sem janelas.
Com uma imagem turva, numa água suja.
Assim é minha cabeça.
Complexa e distorcida.
Cansada.
Mas cheia de vontade e fé.
Sinto-me bem,
Mas demonstro-me mal,
O corpo já não concorda,
Com uma alma sã,
Revigoro-me a cada dia,
Mas o corpo ainda é puro afã,
Numa manhã tão bonita,
Procuro me alegrar,
Desanuviar essa vida,
Que a tanto vinha a me desalentar,
Preciso que o corpo siga,
O que a alma a ele propõe,
Mas é como dizer a um tolo:
-Não coloque! E ele o põe,
É ter vida de amargura,
Convivendo com histriões,
Então ficou assim,
Desta forma viverei,
Da tristeza de meu corpo,
Uma alegria soboreei,
Uma alma tão feliz,
Como a que jamais terei.
A alma de Londres
Londres, cidade contraste
Ora milenar, ora moderna
Sua beleza única
Que tantos olhares atraem
Seus vários estilos arquitetônicos
Te faz ponto turístico
O Rio Tamisa que te corta ao meio
A solene troca de soldados
Do Palácio de Buckingham
O Big Ben que perpetua a pontualidade britânica
O London Eye que nada vê
E de onde muito se vê
Aos domingos tomar um brunch na Portobello Road
O jeito londrino de ser
Com as ruas de sentidos invertidos
E cabines telefônicas vermelhas
O táxi preto, formalidades
Ir às compras na Camden Town
E por fim,
Encontrar os amigos no Covent Garden.
Quero que alguém me acompanhe, alguém com cabelos, com olhos, com alma
Quero alguém sem voz, sem tom, alguém com coração, sem regressão
Pessoas terrestres que acreditem em sonhos, pesadelos, medos
Eu preciso sair daqui, me mudar pra lá
Descansar apenas para depois me cansar
Alguém quer me acompanhar ?
Hoje, a mão da saudade levantou o veu do passado.
A paisagem interior de minha alma, sempre tão vazia e cinzenta, surgiu cheia de sol, radiante de beleza.
Ñ era a paisagem do moment, ñ era as horas de agora tão cheias de tédio, de monotonia e de amargura...
eram as horas vividas nun passado distante. Eram as horas de alegria, quando o meu amor por ti florecia, potente e belo. Quando eu tinha o sol radioso das manhãs festivas da existência. Quando eu trazia dentro da alma a alegria da noite de luar e da beleza das estrelas romântica...
Tudo isso eu ocultava numa tristeza profunda a trás do véu do passado.Tudo isso estava extraviado, imerso num universo fantástico de mistérios e sonhos.
Só a beleza de um sonho pode reviver a felicidade passada. só mesmo a saudade pode, com seu toque macio, encontrar o passado imerso pela ação do tempo...
Nesta paisagem distante, do tempo que ñ volta mais, onde tudo está longe, com lembranças dolentes, pálidas, obscura e sombrio.Só a visão bonita e formosa de quem eu ainda amo continua destacada e bela.
Você vem para mim nesta hora de recordação pura e bela. E meus lábios, trêmulos, buscam o contato dos seus...
mas a figura se esvai lentamente,como a nablina se esvai das montanhas ao amanhecer porque não passa de uma fantasia criada pela minha imorredoura saudade...
TE AMO
E JAMAIS TE
ESQUECEREI!!!
Quem traiu mais uma vez os meu segredos
Quem me ajoelhou foi quem me fez chorar
Fez da minha alma o seu novo brinquedo
Atirando do milésimo andar.
Solidão de uma alma infeliz
Alma triste
Vagas sem rumo
Sem esperança, sem amor
Sentindo apenas dor
A dor de ser uma sombra
Escura, vazia
De que todos têm temor
Ó perambulante da escuridão
Ser da solidão
Vazia e amarga fora sua vida
Sem amor, sem paixão
Mas eu te amava
E você me ignorava
Agora ignoro seu corpo
Pálido, caído ao chão
Sangrando as magoas
Que me fizeste sofrer
Ó pobre alma
Fique em seu lugar
Olhando seu cadáver
Caído, morto
Fique no cemitério
Não pare de chorar
Sofra, o que me fizestes sofrer
Não pare de chorar
Morra na vida
Como morreste
No ódio de minha paixão
Não correspondida
Morte
Bala que acertara
Corpo que caia
Gente que enterrara
Alma que sofria
Corpo que sangrara
Numa morte fria
VESTES DA PAIXÃO
Com audácia e sem contestação
a alma que um dia fez-se fria
em noites insones e sombrias
desperta agora com voraz exatidão
Nada promete além da fantasia
e é assim que quer meu coração
nunca mais ter o engano na emoção
destruindo a calmaria dos meus dias
Das promessas, lanças vis de ilusão
prefiro a doçura das palavras;
marca inconteste, das vestes da paixão
Apenas divaga imaginário, aquece e lavra
enriquece o que restava desta imensidão
tece a vida colorida que a fabula narrava
Bom dia,
Aos simples, aos que amam
Aos que fadigam, aos que gozam
Aos belos
De corpo e de alma
Aos que lutam, aos que esperam.
Bom dia aos que nascem
Bom dia aos que partem.
Bom dia à beleza
Bom dia à gentileza
Bom dia com educação,
Com respeito à paixão
Bom dia ao que é vivo,
Bom dia ao positivo
Ao que não tem vergonha
E tem juízo
Bom dia ao amor
Bom dia ao bom humor,
Bom dia de beijo, de amasso
Abraço apertado
De amigo de irmão
Bom dia ao coração
Bom dia à respiração
Leve e solta
Bom dia aos beijos da sua boca!
