Poemas sobre Alma
o crepúsculo da solitude uma ponte ate tua alma,
em suplicas de amor abandonam virtude na clareza do teu ser...
profanando o sentimento através da tua dor,
sutileza é profunda,
como ar do teu coração,
espelhado num mar azul.
teu amor é eterno no meu coração para sempre.
por celso roberto nadilo
E AI ELE DIZ:
Felicidade é estar, mesmo sem estar perto.
Mas dentro do outro.
Na Alma de quem se ama.
Ser lembrança boa e viva, presente.
É saber que o outro te pertence, não por estar preso a você.
Mas por querer viver a seu lado...
Assim como queremos.
Eu e Você.
03/10/2013
a chuva cai la fora como as lagrimas de um anjo,
que reluz na alma dos desesperados,
como as lagrima de anjos caem la fora,
entre as gotas de chuva,
seduzem as lagrimas de um anjo,
as lagrimas que caem na minha alma,
são as gotas que caem la fora,
em glamour deu raio a solitude se calou,
embora silencio se cale a alma ainda chora.
por celso roberto nadilo
Cegueira de amor
Ando sem rumo pelas veias da tua alma,
buscando seu amor,
algo que te faça ser meu
algo que te toque bem no fundo
e o prenda no meu coração...
Ando sem rumo pela sua estrada,
batendo de frente com você,
mas,
continua a não me enxergar,
me ignorar talvez...
Ando buscando você,
com precisão,
com pretensão
com emoção....
Mas tudo o que consigo,
são raros olhares,
que continua não me enxergando...
Vou batendo de frente com a solidão,
e num mudar de rumo,
encontro-me,
sozinha,
perdida,
sem amor,
sem você...
Desisto,
acalmo-me,
volto e me surpreendo,
novamente sem rumo...
buscando-te...
Saberemos reconhecer nossa alma gemia?
Espero que sim, não quero sofrer
por quem não irá sofrer por mim.
No fundo da sua alma,
bem lá no fundo,
nos porões habitados por fantasmas do ontem,
rebelião, revolução, sublevação, sedição...
ou
paz, harmonia e calma?
No fundo de sua alma,
lembranças mais agudas aninhadas, acomodadas, ajustadas..
No recôndito do seu coração,
é guerra... é paz...
é devaneios... é imaginação...
Ou você ainda vive em mais pura indefinição?
A FORÇA DA ALMA
Forçai as entradas, trancadas
Levantai a vossa razão.
O povo é raça, o povo é força,
Pode mudar uma Nação.
o calor da alma é flor triste,
diante de uma semente partida,
igual uma planta que floresce no teu coração,
pela eternidade a semente brota em todos corações.
a beleza que floresce no teu coração...
são semente que brotam na minha alma...
tão longe do vento que deixaste esse sentimento...
a flora domina todo meu ser ...
numa corrente continua de esperança...
como cachoeira de lembranças sinto te coração,
belo numa fonte de desejo e esperança.
por celso roberto nadilo
Este Trás-os-Montes,
Onde deixei a minha alma,
Reino encantado de cores,
De aromas, de amores,
Entre as fragas, dos ecos das vozes,
Perdi as letras, os poemas
O tempo, o velho, o novo ,
A paz, o sono, o costume....
Deixei de sonhar,
Mas não de amar,
Neste Trás-os-Montes.
Onde deixei e perdi a minha alma.!
Espitual Sepultura
Quando estou perto ou longe
O mar da minha alma é continuação
Dono de beleza desconfiada
Pode te por em profunda escuridão.
E quando paro de fronte
A toda água a me chamar
Um devaneio sem dimensões
Iemanjá a morte quer que eu vá abraçar.
E eu não faço nenhuma escolha
Apenas fico parado e minha loucura
Nada mais é que uma forma
De me transportar à espiritual sepultura.
vampiro que sou...
tua alma me condena
a eternidade na solitude
teu silencio é morte ... em vida,
tento me lembra como era tua voz,
mas só encontro solidão,no entretanto,
na devastação do sentir... embora morto,
esteja na minha alma o sentimento que não acabou,
a dor que esta tão profunda não se apaga com copo de bebida,
está vida é um contraste do sentimento no alento eterno.
por celso roberto nadilo
Primavera!
Obra prima do criador
Que revela o seu amor;
Na manhã primaveril.
Minha alma se deslumbra
Com tanta beleza.
Respiro profundamente
sintonizo uma presença angelical.
Logo constato
É a mãe natureza que revela por inteira;
Sua magia triunfal.
Olhos marejados tomados pela emoção e
Minha alma embalada pela linda sinfonia dos pássaros;
Exaltei com gratidão a beleza divinal.
Zélia de Araújo Lima
Nessa louca condição
Minha alma desespera
Procurando a solução , pra cura que não se revela .
Me sinto como um anjo , que com o tempo se esgotou .
Me encanto com o sonho que um dia me encantou .
Me revelo alma vazia , fria e tão vulgar .
Mas qual o problema de um anjo , amaldiçoar ?
Sujo , temido . Sim ! Esse sou eu , sou eu tambem aquele anjo que um dia já viveu.
Tão inocente tua alma .
Tão branca tua pele .
Tão frágil o que eu vi .
Ele era sim , o que eu sempre esperei ,
Ele foi pra mim , o que eu nunca pedi.
A vida o levou e me deixou aqui .
Mas quanta covardia , tirar ele de mim .
Eu grito teu nome
E o eco grita junto a mim .
Sempre temi esse momento
que agora teme a mim .
Tirando o que era muito e equilibrando a alma policiando meus atos e minhas vontades, meus olhos quer olhar e sentir de uma forma mais leve o que estava pesando.
Fazendo uma reciclagem colocando a “casa" em ordem.
Tenho medo de perder ao mesmo tempo de errar e acabo fazendo de forma urgente e acabo com toda a minha lucidez. Fazendo a reflexão da lucidez o que fiz de errado na minha loucura...
Farei desse tinteiro negro, uma caixa de pandora em que mergulharei a alma para que transborde palavras como big bang em tempo de criação.
Serei sim, a pena fagueira e insistente que marca o papel em branco, borrões do nosso amor, como se estivéssemos aqui, agora, maculando a alvura dos lençóis com nossas sagradas luxúrias.
[fragmento de "Presente" memórias de um Lápis sem Ponta]
É necessário
O delírio me fascina
O delírio me condena
Alma de artista...
Ah!Forte pureza impura!
Delírio de maluca
Delírio do absurdo
Delírio do obscuro
Delírio da solidão
A delicadeza de cada delírio
É o que torna cada momento único
Maluco
Impulsividade à flor da pele
Loucura
Ternura
Lembrança
Malhação
Malhar a ação
Sentir na carne os esfeitos
Delírio às vezes chega tarde
A vida fica sem gosto
Sem açúcar, nem sal
Impulsividade total
o espírito frio encontra se faminto,
tua alma é o alimento, o sangue escorre,
ate que morte o toque, o ar se comprime,
o uivo do dilacerador, o corpo perpetuo,
o refém da noite dispõem do mar da dor,
seu destino termina no fio da linha...
das harpias famintas pelo gosto da tua alma.
por celso roberto nadilo
