Poemas sobre Água

Cerca de 5981 poemas sobre Água

Respostas

Sim
Sim
Sim
Carimbado.

Marca d’água
tingida de vermelho,
ratificando o advérbio de afirmação.

Contudo,
com a mudança de direção,
com ou sem verruga,
a resposta navega por outros mares.

Não,
jamais,
nunca.

Eita!!!!!
Chegam as piruetas.
Quem sabe?
Talvez!

Agora é Lei!
Placas se divertem
em frente ao cruzamento …

Valnia Véras

Ele é o Pão da Vida – satisfaz a fome que ninguém vê. (João 6:35)
Ele é a Água Viva – sacia a sede mais profunda do coração. (João 4:14)
Ele é o Bom Pastor – guia, guarda e não abandona.
(João 10:11)
Ele é a Porta – abre caminhos onde o homem diz que não há saída. (João 10:9)
Ele é a Luz – ilumina até o vale mais escuro. (João 8:12)


JESUS é suficiente!

Quer água? Cava poço.
Não espere a chuva eterna cair sem preparo.
Há promessas que só se manifestam para quem cava no secreto,
com oração, perseverança e fé. miriamleal

Ah o amor
As petalas em flor
A agua do mar
O brilho do luar
Ah o amor
O pomar dos jardins
O pulsar do coração
O sublime perdão
Ah o amor
O cantar dos passaros
O barulho da chuva
O por do sol
Ah o amor
O abraço apertado
O andar de mãos dadas
O andar entre as flores
Ah o amor
O beijo com sabor
O amar sem medo
Amor em segredo

A Água Morta


O barco rompe a corda desgastada,
Deixando o cais de espelho raso e frio,
Onde a maré mascara o seu vazio,
E a superfície brilha, imaculada.


Que importa a onda plácida e dourada,
Se não há poço, abismo ou desafio?
O mastro forte exige o mar bravio,
E foge à poça rasa e disfarçada.


É triste, sim, romper a corda gasta,
E ver o cais sumir no nevoeiro,
Sentindo o golpe seco que recorta;


Mas muito mais cruel, e que devasta,
É definhar no fútil estaleiro,
Ancoradouro raso de água morta.

MORRER É NORMAL
Uns morrem por armas, em chacinas;
outros em acidentes. uns morrem na água; outros, no fogo. Há quem morra por assumir um determinado cargo, e há quem morra por amor. Há quem poderá morrer por ter muita saúde e outros pela paz. Mas morrer é normal.

Chora o sertão


No sertão, a chuva forte despenca,
Cortinas de água dançam, se entrelaçam em pencas...
O céu azul, em contraste, se estende,
Nuvens pesadas silenciosas, como segredos que sussurram entre si e se entendem.
A terra sedenta, em êxtase, agradece,
cochichando promessas de vida e renovo...
As folhas vibram com cada gota que desce,
Um milagre sutil, um amor renasce completamente novo.
Os pássaros cantam, festejando a clemência...
Nos riachos fios de água dançantes refletem o brotar de nova alegria...
O chão, antes árido, agora em essência,
recebe a bênção que transforma a secura em terra fértil em florescência.
Da dor à esperança, o ciclo se completa...
Coração do sertão, pulsando em harmonia,
Na dança da chuva, a vida se propaga,
E em cada gota, a natureza se transformando na mais pura poesia.

"Sonhei com uma maquete que o fundo inteiro era azul, como se representasse a água! Em cima dela havia 4 símbolos, 1 símbolo que era um gênio, em seguida após ele, um símbolo que era a IA, na parte de baixo um par de chinelos, eles eram azuis, dentro era colorido como arco-íris, depois desse par de chinelos havia um monte, no sonho ele era o monte Roraima, porém ele era todo branco, como se tivesse gelo nele."




Agosto de 2024

13 de agosto de 2023!


Sonhei que estava tomando banho no mar e a água se tornou preta, igual petróleo, eu mergulhava e quanto mais eu dava mergulhos mais medo eu sentia de coisas do fundo do mar.
Eu olhava o horizonte e estava distante para voltar para a margem, eu vi um garoto quando olhei para trás, entrando em uma bifurcação no mar e tentei ir atrás dele, depois surgiu um outro cenário em que eu estava em cima de um trem, tentando fugir para algum lugar e pedi ao meu marido para se abaixar, porque estávamos perto de um túnel, ele abaixou e começamos a passar por dentro do túnel que também era muito escuro, então acordei...

10 de julho de 2024


"Essa noite, sonhei que estava em um colchão dentro da água, em um local que parecia um pântano, água barrenta e parada, meio selvagem, estava em cima do colchão tentando dormir com meu marido, mas eu não conseguia, ficava amedrontada com o aspecto do lugar que nos rodeava, e acabei me levantando e dando um salto até a margem, avistei um pássaro, como uma galinha d'água e ele pegava um micro peixe, e deixou esse peixinho pequeno cair na água, eu fiquei observando e com pena dele, mas na verdade ele jogou o peixe para fisgar um outro maior e ele entrou na água em seguida e trouxe um peixe bem grande no bico, então ele não comeu o peixe, somente o estraçalhou e o deixou lá, não vi para qual direção foi, somente acordei "

A Água que Escolhi Dividir

Um dia me empurraram para o fundo de um poço.
Escuro. Frio. Silencioso.
Ali eu conheci a dor pelo nome,
a solidão pelo abraço,
e as lágrimas pelo sabor.

Quem me feriu foi embora,
acreditando que ali seria o meu fim.

Mas Deus desceu onde ninguém desceria.
Sentou-se ao meu lado no silêncio,
secou minhas lágrimas,
fortaleceu meus braços
e me ensinou a subir.

Cada pedra virou um degrau.
Cada cicatriz virou força.
Até que um dia eu alcancei a luz.

Lá de cima descobri algo precioso:
quem já conheceu a sede
aprende a encontrar água.

Passei a tirar água do poço
para matar a sede de quem chegava cansado,
ferido, sem esperança.

Então a vida me surpreendeu.

No caminho encontrei justamente quem havia me lançado naquele abismo.

Desta vez, porém, era ela quem estava fraca.
Era ela quem tinha sede.
Era ela quem estendia as mãos.

Eu poderia ter lembrado de tudo.
Poderia ter dito:
“Agora é a sua vez.”

Muitos esperavam isso de mim.

Mas havia algo maior dentro do meu coração.

Porque Deus nunca me deu água
para que eu escolhesse quem merece beber.

Ele me deu água
para que eu nunca esquecesse de onde Ele me tirou.

Então estendi minhas mãos.

Dividi a água que eu tinha.

Ajudei quem um dia me abandonou.

Não porque a dor não existiu.
Não porque esqueci as feridas.
Mas porque o amor de Deus foi maior do que elas.

O perdão não muda o passado.
Mas muda completamente quem escolhe perdoar.

No fim, compreendi que o maior milagre não foi sair do poço.

Foi não deixar que o poço permanecesse dentro de mim.

Não há colheita sem água.
Não há crescimento sem tempestade.
Aprendi assim:
é nas tempestades da vida que a gente floresce.

Desilusão


Ó realidade,
que me toca
e fere minha carne.


Através dos reflexos da água,
vejo histórias se formarem:
contos do passado
que, outrora preciosos,
tornaram-se fardos
para o presente.


Águas turvas.
Silêncio mórbido.


Quisera eu
adormecer no abraço da ignorância,
para que a realidade
não me revelasse
que a joia mais bela
transformou-se
numa sórdida bijuteria.


E o que antes eu chamava de tesouro
era apenas o brilho breve
de um metal sem valor,
capaz de enganar os olhos,
mas jamais o tempo.


Hoje, ao tocar essa falsa riqueza,
meus dedos não encontram ouro,
apenas o frio
de uma ilusão desfeita.

⁠Calmaria

Depois do temporal a calmaria.
Surge um céu brindando um novo dia.
Chuva raivosa foi aguar em outro lugar...
Deixou espaço para o Sol brilhante no horizonte raiar.
Brisa suave a manhã vem suavizar.
Pássaros cantam um novo dia a chegar.
Borboletas coloridas... sobre flores perfumadas... no jardim estão a bailar.
Novo dia. Dia novo.
Sol... calor de manhã de verão.
Sopra um vento meigo de novo.
Folhas das árvores a cobrir o chão.

Do rio


A mesma água não volta... nada se repete... o rio abre passagem, rodeia, circula, obstáculos são deixados para trás, supera limites, reflete as nuvens e tudo o que em suas águas vem se espelhar... contorna, adapta-se aos novos contornos... funde, funde-se, confunde-se... joga-se em cascata, cachoeira... e volta a deslizar suavemente em seu leito nupcial.

Não quero água, luz e gás de graça. Eu quero escola, capacitação, trabalho e bom salário.


Benê Morais

Na COP30, a coxinha custas 45 reais, a água 20 e ainda querem querem salvar o planeta vendendo luxo em papel reciclado.


Benê Morais

Na COP30, a coxinha custa R$ 45,00, água R$ 25,00 e ainda querem salvar o planeta, matando os turistas climáticos de fome.


Benê Morais

A rendição




De joelhos a rendição foi covarde,


Na podridão da futilidade a água suja era servida, mas as suas taças quebraram ofuscadas pelo brilho perpétuo do pecado,


Um grito muito forte umedeceu a sala fria e despertou a inquietude de um corpo teimoso, preso na melodia da recusa,


Na promessa quebrada a confissão veio como canção melancólica e de sabor agridoce,


Quem não soube dividir o mundo comigo, jamais poderia ter levado o meu coração junto a si.

Papéis invertidos




Te carreguei nas minhas sombras,


Te dei pão e água quando precisou,


Te apresentei um mundo que você não conhecia,


Sou grato hoje pôr os papéis terem se invertido,


São tantos ensinamentos, são tantas experiências,


O acaso abraçou o que causou impacto e agora vive da razão.