Poemas sobre a Morte

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Vamos repensar?

Heidegger — “O homem é um ser para a morte.”

“A consciência da morte não deve gerar medo, mas despertar. Quem entende que o tempo é finito deixa de sobreviver automaticamente e começa a existir intencionalmente.”

Carlos Eduardo Balcarse

O tempo não tem preço. Tem fim.
A morte não é o fim da vida.
É o fim do tempo para vivê-la.

viva, e ajude se puder, mas não prejudique,
Seus atos, são às únicas bagagens na morte.
Tenha uma Boa viagem!

A melhora antes da morte nunca me foi compreendida, de fato.
Hoje eu entendo, em vários sentidos isso se encaixa,
eu fico pensando, e esse pensamento se repete e repete na minha mente, tem pessoas que realmente não nasceram para o amor, ou são apenas escolhas feitas de forma errada?


Não tenho as respostas, talvez nunca as terei, mas eu sei que dói, e como...

⁠Para os Bandidos Assumidos do Estado Paralelo existe até pena de morte, para os do Braço Armado do Estado não existe quase pena nenhuma.


Talvez o que mais perturbe não seja apenas a existência de dois pesos e duas medidas, mas a naturalização disso como se fosse parte inevitável das engrenagens sociais.


De um lado, uma Estrutura Informal que pune com brutalidade para manter o controle pelo medo; de outro, uma Estrutura Formal que, em teoria, deveria zelar pela justiça, mas frequentemente se enrosca em proteções, corporativismos e silêncios convenientes.


O paradoxo é muito cruel: o mesmo Estado que reivindica o legítimo Monopólio da Força se enfraquece quando falha em responsabilizar aqueles que agem desonestamente em seu nome.


Porque, no fim das contas, a confiança não nasce da força, mas da coerência.


E quando a coerência desaparece, abre-se espaço para que o medo — e não a justiça — organize a vida das pessoas.


Não se trata de comparar violências como se fossem equivalentes, mas de reconhecer que a Seletividade na punição corrói qualquer ideia de Justiça.


Quando a lei é dura com uns e indulgente com outros, ela deixa de ser lei e passa a ser instrumento.


E instrumentos, nas mãos erradas, não constroem — apenas reforçam desigualdades e perpetuam ciclos de abuso.


O que sustenta uma sociedade não é apenas a punição do erro, mas a credibilidade de quem pune.


Sem isso, a linha que separa Autoridade de Arbitrariedade se torna tênue demais — e perigosa demais para ser ignorada.


O Bandido Assumido consegue ser muito mais Honesto do que qualquer covarde que se esconda sob a segunda pele do Braço Armado do Estado.

Milagre, a vida!
Nós não podemos vencer o sistema.
Nós não podemos vencer a morte.
Não temos escolhas a não ser duas.
Somos todos iguais.
Até quando vai mentir e repassar a mentira?
Mentiras, todo dia.
Todo dia a mentira.
O folêgo aparente é a única verdade.
O único milagre.

- Ramile Godon

⁠Nas áreas dominadas pelo Crime Organizado existe “pena de morte”; nas dominadas pelo Crime Desorganizado não existe “pena nenhuma”.


O mais inquietante dessa medonha constatação é que ela não exagera — apenas aponta, com precisão incômoda, o espaço que o Estado abandonou.


E, quando o Estado se omite, outro poder ocupa o espaço.


Um poder que não precisa de aprovação, debate, transparência ou legitimidade; só precisa que suas ordens sejam rigorosamente obedecidas.


Ali, quem cria a regra é o mesmo que julga, executa e pune.


E quando o legislador é também juiz e carrasco, não existe o medo de falhar, porque a falha fica sob o controle de quem dita o resultado.


No outro extremo está o Crime Desorganizado — o nome mais-que-perfeito para essa máquina estatal que teme até a própria sombra.


Parlamentares que deveriam reformar leis retrógradas hesitam não por prudência, mas por autopreservação.


Eles sabem que modernizar o sistema jurídico pode acabar tocando exatamente aqueles que o administram.


Eles têm medo não de criarem uma lei ruim, mas de criarem uma lei boa demais — uma lei que funcione, que alcance todos, inclusive eles.


E assim o ciclo se repete: onde deveria haver coragem institucional, há covardia política; onde deveria haver reforma, há adiamento; onde deveria haver liderança, há cálculo.


Nesse vazio interminável de responsabilidades, o caos se instala como desculpa, o improviso vira método e a omissão se disfarça de prudência.


Talvez o maior escândalo não seja o que o crime faz — mas o que o Estado deixa de fazer.


E o crime jamais se sustentaria sem a ajuda de parte do povo, sem a força ou a conivência do Estado e seu Braço Armado.

⁠Embora a morte que deixa quase todos impactados seja só a morte física — muitas pessoas depressivas vivem à exaustão…


De tanto morrer a prestação.


Vitimando corpos que seguem em movimento enquanto o espírito já se despede em parcelas invisíveis, abatidos por uma dor que o mundo insiste em não querer contabilizar.


A depressão é, talvez, a forma mais lenta, silenciosa e medonha de luto: o indivíduo se despede de si mesmo gradualmente, sem flores, sem velório, sem alardes…


E o mais triste é que, ao contrário da morte física, essa não desperta o mínimo de compaixão — desperta julgamentos.


Às vezes, é muito mais fácil ver só fraqueza e frescura onde só há cansaço mental, e desleixo onde só há desespero, do que praticar a empatia.


Talvez um dia, quando entendermos que o sofrimento do outro também tem voz, ouçamos os que morrem devagar, antes que seja tarde demais.

"Sem angústia.
Sem culpa.
Sem dor.
Sem morte.
Sem aflição.
Comigo Senhor,
sempre andarás..."
Amém!

☆Haredita Angel

"A morte para o espírito é aquele pássaro livre a voar fora das grades da vida!"
Haredita Angel
22.08.24

Mulher real...
Sem filtro
Sem medo
Nem do tempo
Nem da morte!
Haredita Angel
19.11.24

"Se a vida é feita de batalhas a morte é a batalha perdida!"
Haredita Angel
05.05.23

⁠As cinzas transformaram
de maneira pressentida
o céu no lago parado da morte,
não sei mais a diferença
quando faz Sol ou chove.

Os meus sentidos andam
endurecidos e me pego
a cada dia gostando
menos de tudo o quê
estou testemunhando.

Perdi as contas de quantas
vezes mastiguei e engoli
a minha própria língua
por tomar noção que
muita coisa virou cinza.

Ler as notícias e insistir
em olhar para o céu
continua sendo um engano,
o Apocalipse está
dominando os pulmões.

Só sei que choro por dentro
e os pássaros cantam
de desespero antes
mesmo do Sol raiar
e não sei mais e como falar.

⁠Atraentes rosas negras,
lindas e misteriosas
com um ar de nobreza,
onde a vida e a morte se mostram, tristezas e amores
numa essência rara externada
nestas simples flores.

A Morte que fez O Amor Renascer

Por amor a nós, O Rei dos Reis foi coroado com uma coroa desagradável de espinhos. Sangue e suor foram derramados.

Por amor a nós, O Único Inocente foi condenado e seguiu por um caminho árduo de muita dor e sofrimento.

Por amor a nós, O Sacerdote Supremo se entregou sem hesitar como um cordeiro indefeso em santo sacrifício — algo que não se pode mensurar.

Por amor a nós, Cristo enfrentou o julgamento e a sentença que deveriam ser nossos: atitude complexa demais para nosso entendimento.

Por amor a nós, confirmou a sua Promessa, venceu a morte e ressuscitou; certamente, a maior bênção daquele que sempre nos amou verdadeiramente.

Por amor a nós, o vazio do seu túmulo mostrou que a Sua Presença permanece, que não estamos sozinhos neste mundo

Por amor a nós, Deus entregou o seu Filho Unigênito para que sofresse a nossa condenação, e ainda fomos agraciados por Sua esplêndida Ressurreição.

A Contrariedade que fez a Morte resultar na Vida
Nos seus últimos dias antes da sua ressurreição, Ele enfatizou que veio a este mundo para contrariar, e não para atender às expectativas. Considerando que através da morte — por muitos imensamente temida —, mostrou que a sua vida era muito mais forte.

Até lá, fez um trajeto árduo de dor e feridas que aparentavam fraqueza, mas que eram na verdade, a força do seu amor em evidência que misturava o seu sangue e o seu suor; o fulgor da sua determinação, sendo o Maior de todos sofrendo a pior humilhação.

A cruz representava sua condenação injusta sendo cumprida; entretanto, era e é o símbolo da nossa salvação que se cumpria naquele momento. Mesmo diante da nossa imperfeição, dos nossos inúmeros lamentos — o Sacrifício que não foi em vão.

Depois de sacrificar-se na crucificação, despertou nos incrédulos a ilusão de que havia partido de uma vez: mais um homem de carne e osso, frágil e impuro, sem nada de especial, apenas um moribundo que teve o seu instante final.

O vazio do sagrado sepulcro não significava, de fato, a sua ausência; todavia, o seu corpo tinha sido renovado, pois Ele havia ressuscitado de uma maneira plena para continuar o seu reinado após ter cumprido a sua promessa, provado o seu amor inconfundível e imensurável.

porquê se prender à morte?!
porquê esperar dar certeza se isso só te atrasa?! faz e não existem consequências importantes.
o jeito perfeito não existe, você tem que se ajeitar agora,o mundo é de se adaptar,e o mundo está muito mais veloz do que antes.
E o mundo não quer saber de ninguém,quem ficou ficou,vive aquilo que você é,Superior.
Faz, faz e pega de todos os lados,fração ou bruto,lucra no mesmo,respeita.
acho que eu só deveria aceitar o meu processo,o processo dos outros é mesmo do jeito que está acontecer com eles,tudo o quanto acontecer
nas minhas andanças é só para mim,a luz que deram é só pra mim.Olhos fechado no meio deles,e quando eles pedirem instrução,um dia terei tempo,um dia terei tempo,deixa fazer o meu,e somente meu,o meu mambo.Agora não,agora não é hora pra mostrar.

Entre a Vida e a Morte, O Tempo

O mundo gira em seu fluxo constante,
Vidas se apagam, histórias se vão,
A existência termina num instante,
Outras continuama pulsar como coração.

É uma verdade de peso profundo,
Desconfortável de se carregar,
Deixaremos, um dia, este mundo,
Sem aviso, sem tempo para adiar.

Que a urgência não traga o lamento,
Mas abra os olhos para o agora,
Viver cada dia, cada mês, cada momento,
Antes que a luz se despeça e vá embora.

Na pressa dos anos que o tempo consome,
O segredo mais puro e real consiste:
Ver a grandeza no que não tem nome,
Pois no mais simples, a vida reside.

Marcelo HB

"Ele morre de “não-rir” até de piada, seja qual for a piada. Que morte triste, coitado!"
Frase Minha 0602, Criada no Ano 2013


USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

"Se a morte não existe - como insistem alguns - por que fabricam caixões? Por que cemiterios? Por que cremam corpos? Por que velorio? Por que missa de sétimo dia? Por que choradeira? Por que saudade? E por que ninguém quer morrer, Hein?"
0773 | Criado por Mim | Em 2014

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thudocomh.blogspot.com