Poemas sobre a Idade
Hoje é dia da idade da loba... Não para sair com a matilha
Mas para se orgulhar por tudo que aprendeu, dentre outras coisas;
Então vamos festejar... Porque mulher que depois dos 40, se torna rainha
Com um grande intuito só de mandar;
Mas primeiramente, eu desejo vida longa a nossa majestade, paz, saúde, muitas bençãos e bastante prosperidade!
Esse foi o meu jeito de lhe homenagear, desejo-lhe um dia encantador e alegria para amar!
Absortos em seus pensamentos
Os poetas não acumulam idade
Fazem poemas de vida LONGA
Colhem primaveras pela eternidade
Na verdade...
Saúde!
Longevidade!
Muitas Felicidades!
Tatuam poesias na ponta dos dedos
E cantam parabéns !
Num evento, num enredo
Nas orlas das estrelas.
... o que sabemos não está no decorrer do tempo
e sim no viver da vida.
Idade não quer dizer nada para quem
não trilha junto aos próprios pensamentos.
A idade certa
Cheguei àquela idade em que os aforismos ganham vida própria, como pequenos faróis a iluminar o caminho que, enfim, escolhi para mim. Não descobri tudo — longe disso —, mas descobri que não preciso mais carregar o peso das expectativas alheias. A vida, como dizem, é breve demais para ser pequena. E eu, agora, entendo o que isso significa.
Cheguei à idade em que o "não" sai com a leveza de quem sabe que dizer "sim" a si mesma é o maior dos luxos. Já não me importo em ser incompreendida, porque entendi que a única compreensão que importa é a que tenho de mim mesma. "Conhece-te a ti mesma", dizem. E que descoberta libertadora!
Cheguei à idade em que o tempo não é mais um tirano, mas um aliado. Já não conto os dias, mas os saboreio. Cada momento é como um aforismo: breve, mas denso de significado. "A vida é o que acontece enquanto você faz planos", dizem. Pois bem, agora eu vivo os planos, e não apenas os faço.
Cheguei à idade em que os erros não são fracassos, mas lições. E as lições, por sua vez, tornam-se sabedoria. "Queda após queda, a mulher aprende a caminhar." E eu, que já caí tantas vezes, agora caminho com passos firmes, porque sei que cada tropeço me trouxe até aqui.
Cheguei à idade em que faço o que realmente gosto, não porque seja fácil, mas porque é autêntico. E a autenticidade, como dizem, é o único caminho para a paz interior. "Sê fiel a ti mesma", ecoa o velho conselho. E eu, finalmente, sou.
Cheguei à idade em que os aforismos não são apenas palavras, mas a própria essência da minha existência. E, como dizem, "a vida é uma obra de arte que cada um pinta com suas próprias cores". As minhas, agora, são vibrantes, porque escolhi pintar com o que realmente amo. E isso, meus amigos, faz toda a diferença.
Quintina nunca chamou Benvinda de tia.
A diferença de idade entre elas era de apenas cinco anos, mas isso não as impedia de ter uma conexão especial. Benvinda era a caçula de seis filhos, e Valência, sua irmã mais velha, era mãe de Quintina. Quintina adorava ouvir as histórias que a tia contava, sempre repletas de aventuras e ensinamentos.
A cada visita, elas se divertiam juntas, criando memórias que ficariam para sempre em seus corações.
Quintina admirava Benvinda pelos ditos populares, sabedoria e paciência. Sentia-se confortável em compartilhar seus segredos e sonhos com a tia, que sempre a ouvia atentamente, sem julgamentos. À medida que o tempo passava, Benvinda se tornava não apenas uma mentora para Quintina, mas também sua confidente e amiga. Elas compartilhavam risadas, conselhos e momentos especiais que fortaleciam ainda mais o vínculo que as unia. Contavam uma com a outra em todas as situações.
E assim, Benvinda e Quintina seguiram cada qual com sua jornada, aproveitando cada momento precioso e construindo laços inquebráveis que perdurariam para sempre. Em certo momento, Quintina casou-se e teve como dama de honra sua prima Betina, filha de Benvinda.
E o tempo passou...
Chegou a hora de descer do trem, o trem da vida... Assim como Benvinda outrora desceu do trem, Quintina também chegou em sua última estação...
"...Da primeira vez que te vislumbrei,
lembro-me de uma idade sem tempo,
foi quando deixaste teus olhos,
semeados na raiz de um beijo...
Carlos Daniel Dojja
Fragmento Poema das Idades
"... Da primeira vez que te vislumbrei,
Lembro-me de uma idade sem tempo,
Foi no dia em que deixaste teus olhos
Semeados na raiz de um beijo..."
Idade Mídia
Vivemos a era da conexão plena e da desconexão absoluta. Nunca estivemos tão juntos em redes e tão apartados em ideias. Nunca se falou tanto e se pensou tão pouco. A esse fenômeno contemporâneo, poderíamos chamar de “Idade Mídia” — um tempo em que a opinião ganhou status de argumento, e a ignorância, muitas curtidas.
A figura do homo idiota — não no sentido ofensivo, mas etimológico, grego, do sujeito que se abstinha da vida pública e refugiava-se no particular — retorna com força. No período helenístico, esse era o cidadão que ignorava o debate político e voltava-se apenas à sua esfera privada. Mas havia, ao menos, o silêncio. Hoje, o homo idiota não apenas opina: ele grita, compartilha, cancela, vocifera. Tem o direito à fala, mesmo sem o menor interesse pela escuta.
Não se trata de um ataque à democracia — longe disso. A liberdade de expressão é o alicerce de uma sociedade plural. O problema não está na liberdade, mas no esvaziamento do conteúdo. Falamos muito, mas dizemos pouco. Informados por manchetes, formamos certezas antes mesmo de compreender as perguntas.
Seguimos, então, a passos de moonwalker — deslizando de costas, imitando movimento para frente, mas indo para trás. Temos tecnologia avançada, filtros estéticos, inteligência artificial, mas carecemos de diálogo honesto, empatia e pensamento crítico. Avançamos nas ferramentas e regredimos nos fundamentos.
A Idade Mídia é o tempo em que se troca sabedoria por performance, reflexão por lacração, silêncio por barulho. E, assim, com a ilusão de progresso, dançamos rumo à mais elegante das involuções.
Pérola Branca
Adeus Pérola Branca da manhã da saudade!
Que ao além, partiste em tua cedo idade!
Eras linda no teu belo e saudoso cantar!
Todos choram por ti, princesa do jovem amar!
Nosso coração não se quer de modo nenhum calar.
Recusa ser consolado e prefere antes muito chorar.
As lágrimas de nossos olhos não param de correr!
Por ti menina do pai que não se cala, no seu sofrer!
Da mãe, que não quer de modo nenhum ainda acreditar,
que a sua menina, já mais a ouvirá no seu lindo cantar!
Adeus minha irmã pequenina, por nós dois tanto amada!
No coração de todos nós ficarás sempre bem gravada,
Menina, cantora de cânticos eternos das Beiras,
Adeus minha Pérola de nome SARA CARREIRA!
Minha idade, não mais me permite sofrer a falta de amor.
Se me vires a sofrer, é certo ser a falta de dinheiro!
Haredita -20.08.14
'Decidi ser feliz pra cacete.
Afinal, na minha idade não preciso
mais me fingir de morta pra Ninguém!"
Haredita Angel
39.04.21
Em se aproximando o Dia dos Namorados, pergunto?
- Existe idade certa para o amor?
- Respondo: Não!
O q vale é ser feliz nesse vale de lágrimas...
☆Haredita Angel
11.06.21
"A idade me ensinou que a vida é uma coisa a ser vivida ao vivo e em cores!" Haredita Angel
30.12.18
"Fui a um baile da terceira idade,
e vi cadáveres dançando.
Voltei correndo prá minha casa,
e vi minha vozinha fazendo tricô.
-Acordei!"
Haredita Angel
01.06.18
-Quem inventou esse treco de melhor idade esqueceu de dizer pra quê!
Pra morrer?
Pra indústria farmacêutica?
Mulher, eu sei que não foi!
Por certo que foi algum doido em algum hospício; pois a melhor idade é mesmo a infância!
-Mas, sigamos com fé diante desta juventude acumulada!
Haredita Angel
14.02.20
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