Poemas Serei So tua
Teu Corpo, Meu Verso
Teu corpo é como um verso,
onde deslizo meus dedos,
percorrendo tua pele macia,
sentindo teu coração acelerar
a cada toque,
cheio de calor e desejo.
Teu sorriso é um poema,
tua voz, uma melodia,
teus olhos brilham como o sol.
Estar perto de você
é como um dia ensolarado,
onde os pássaros cantam,
o vento sopra,
as árvores se sintonizam,
e todo o resto desaparece.
Intensas como a chuva forte,
emoções à flor da pele,
sentimentos recíprocos,
Medo e anseios
Parecidos,
sinto
Um enorme
Ansejo.
EE
teu espaço
Usam-te como corpo,
descartam-te como osso.
Tocam-lhe a pele, mas sujam tua alma.
Perguntas a Deus de onde vem a tristeza,
mas não enxergas a solidão da vida vazia que levas.
Podem brincar contigo porque permites?
Quão pouco é o teu valor para não valer nada?
Quão vão é o teu próprio amor para que tua pele não queime,
e que somente o ardor sintas por quem te usa?
Apenas dentro de mim
Nem tua indiferença, nem tua beleza fria,
Me farão recuar do amor que arde em mim.
Refletida no espelho, tua beleza é uma chama,
Que me consome, me devora, me faz viver.
Não adianta dizer não, não posso, não quero,
Vou insistir até conseguir um sim, até que tu me vejas.
Não desisto, não me rendo,
até que o amor que sinto seja correspondido, até que tu me ames.
Decidi que te quero, com cada fibra do meu ser,
Mesmo não me querendo, te desejo, com cada batida do meu coração. Não é obsessão, não é loucura,
É apenas um sonho, um sonho que me consome.
Tu sentirás por mim, o que sinto por ti, e nosso amor será uma tempestade, que nos levantará.
Até lá, eu espero, eu sonho, eu desejo,
E meu amor por ti, é uma chama, que arde sem fim.
JOVEM! NÃO FAÇA MAL A NINGUÉM!
Quando você era feto no ventre da tua mãe, não tinha força para fazer mal a alguém!
Eventualmente, quando você for velho com cento e vinte anos de idade, não terá força para fazer mal a alguém!
Então, não será irracional a tua preferência de lhe fazer mal?
Contudo, ele prefere não te retribuir por mal nem fazer mal a ninguém, apesar de ser também jovem com vigor físico!
Lamento
Depois de tanto tempo
Eis me aqui em tua presença
Nos caminhos do pecado fui levado e andei sozinho
E me esqueci daquele dia em que eu te conheci
No encanto e nas ilusões desse mundo me perdi
Me lembro de como tu me guardava
E o que o teu Santo Espirito me ensinava
Não soube dar valor ao verdadeiro amor
E agora abatido aqui estou
Peço ouça meu clamor
Eu me arrependi daquele dia em que te abandonei
Ai como eu sofri, Jesus vem me perdoa
Eu vacilei
NÃO sigas em frente, se tens medo de amar;
NÃO atravesses a linha da razão, se tua emoção é instável.
O AMOR é para quem é destemido... da razão.
Flávia Abib
Vai... segue teu caminho, dê meia volta e volta onde está tua felicidade.
Para de tentar disfarçar o que não tem máscara.
Teu caminho em meio a tantas voltas e disfarces será sempre o mar, e pouco importa se o meu foi te amar.
Flávia Abib
Afasta-te lentamente, observa o comportamento daqueles que pairam à tua volta. É bem provável que no final do exercício tenhas de reposicionar as tuas expetativas e redefinir o teu percurso.
6-4-2024
Após tua partida, vislumbro a vastidão do cosmos,
Um universo em constante movimento, sem repouso.
Assim como os astros que seguem seus caminhos no céu,
Meu coração busca novos rumos, um novo papel.
Quando contemplo tua lembrança, sinto-me como um planeta em órbita,
Em torno de um sol que já se pôs, mas cujo calor ainda habita.
Teu amor é como uma estrela distante, que mesmo ausente, brilha,
E em sua luz, encontro a esperança que acalma e tranquiliza.
Adoro a tua presença como quem admira a beleza de uma constelação,
Um encontro cósmico, uma sincronia perfeita em cada ocasião.
Nossas conversas são como cometas que atravessam o espaço,
Deixando um rastro luminoso de sabedoria e embaraço.
Teu brilhantismo e inteligência são como galáxias a se expandir,
Revelando os mistérios do universo, nos fazendo refletir.
Tu me fazes bem como a gravidade que nos mantém unidos,
Numa órbita perfeita, onde os mundos se encontram e os destinos se fundem.
Ao te ver, minha pupila dilata como uma supernova em explosão,
Um espetáculo cósmico de amor e emoção.
É bom demais querer alguém nesta vastidão sideral,
E contigo, desejo viajar até os confins do universo, num amor celestial.
Imperatriz
Tua pele linda, há sempre de me encantar,
como a música e a cantora com o seu cantar,
com você, pretendo conhecer todo o estrangeiro,
e voltar ao Brasil em janeiro.
E que tal nós dois à toa,
nadando tranquilamente numa lagoa,
e neste lago límpido,
beijar-te como um atrevido.
Mas se um dia você se for, meu amor,
aos prantos estarei, seja para onde eu for,
mas se você não for, um amor hei de te dar,
e ter a honra de te oscular.
Os seus lindos cabelos,
hão de fazer vários e vários felizes momentos,
e os seus olhos cor de mel que fazem eu sonhar,
que acordado,sonho com o nosso dançar.
Para você que é minha imperatriz,
que do meu coração é a embaixatriz,
talvez essas anotações se percam,
mas está anotação não quero que todos leiam...
Se eu pudesse contar algo
pra tua alma meu amor...
Eu susurraria: Vai meu amor,
se divirta como nunca,
mas volte,
Vai meu amor, conheça o mundo!
Mas não se apaixone,
Por favor, isso não
Por que um dia,
Eu sonho,
Em cuidar, do teu coração!
Minha alma e a tua completam-se, resplandecem-se na mesma luz.
Diante dessa luz consolidam-se num mesmo coração, num único amor.
Flávia Abib
Gonçalo Salgueiro
por Ricardo Maria Louro-
Quando tu nasceste
no céu da tua noite
cintilaram as estrelas mais doces
ouviram-se as melodias mais ternas.
Fixaram-te os horizontes fugidios
dançaram os poentes sobre o mar
e até a Lua, envergonhada,
se ocultou do firmamento!
O vento, ora vento brando, ora vento Norte
cantou ao menino d'oiro ...
És tu o vento! Um sopro de saudade...
E há quimeras, há silêncio - pausa e silêncio,
obtusas lágrimas por chorar, carentes em galgar-te a face!
Porque as seguras?! Porque as susténs?!
Porque as não derramas se quando caem
transformam-te o canto, moldam-te os versos,
abrem-te a Alma ...
Deixa que docemente te humedeçam a face
e te possuam o timbre da voz.
Por ti! Por mim! Por todos nós!
E depois ... depois sorri ... sorri chorando
nas margens de um rio junto ao tronco
de um Salgueiro, aí, onde morrem e renascem
as lendas dos amores ...
... eternas, sagradas, intemporais.
Tu estás vivo, tu és vida!
"Deixa que os mortos sepultem os seus mortos ..." e segue, veste a roupagem das andorinhas
e canta, canta, porque dás mais vida à vida
com teu canto e tudo renasce,
tudo é novo, de novo!
Não os oiças! "Eles" não sabem o que dizem!
Avança no trilho do coração ...
E um dia ... um dia tudo será como antigamente
porque voltarás aos braços quentes da tua Mãe ... para sempre!
*Para o cantor, fadista e autor Gonçalo Salgueiro.
Não sei o que aconteceu
Parte de mim morreu
A minha boca emudeceu
Tua palavra que em mim doeu
A minha memória já esqueceu
O meu sentimento desapareceu
A minha mente escureceu
O meu coração apodreceu
Será que dá para acreditar?
Será que dá para aceitar?
Queria ressuscitar
Queria poder gritar
Queria não te amar
Mas por te amar tanto
É que me desfaço em prantos
Porque despareceste?
Porque me entristeceste?
Porque é que adormeceste?
Porque me perdeste?
Escrevo palavras mortas
Que me abrem as comportas
Escrevo-te tantas cartas
Mas nenhumas delas são abertas
Sei que me perdi
Sei que morri
Sei que me entreti
Sei que te desiludi
Então desculpa se não sou perfeita
Desculpa mesmo, mas olha, aceita
Que nem eu “ando” direita
Que aprendi a ser imperfeita
Não me sinto, de facto, bem
Queria ter ido mais além
Até as minhas lágrimas caem
Deixo-me estar até ao ponto que deixo que elas me afoguem
"Na Sombra do Silêncio"
Perdido no labirinto da memória,
Na sombra da tua ausência, sem glória,
Os tempos avançam, eu, um eco só,
O vazio, um abismo, na alma um nó.
O tempo enubla o que fomos um dia,
Histórias que se desvanecem com o vento,
Desperto à noite com os uivos da agonia,
Um trovão retumba, dilacerando o tempo.
Impotência e orgulho, parceiros nesta dança,
Desilusão ecoa, no campo da lembrança,
Lutei só e perdi a esperança,
O Graal já não se alcança.
Sangro em silêncio, cada gota uma memória,
Por um amor sem vitória,
Notas etéreas ao frio, ao relento,
Nossos nomes, um grito de desalento.
Enterrados estão os nossos segredos,
Não acredito que foi tudo em vão,
Acorrentado aos sonhos e medos,
Na minha nostalgia, na escuridão.
O horizonte ermo e noturno,
E eu aqui, desorientado, sem razão,
No eco do silêncio, um coração soturno,
Estou perdido, num tempo já perdido, na solidão.
No tecido do silêncio, tua lembrança sussurra,
E no delicado ato de pronunciar teu nome,
Desenho caminhos para falar de amor,
Tocar o invisível que une céu e terra em paixão.
"Só penso em você," confesso ao vento,
Que leva minhas palavras à tua ausência.
Na solidão que ecoa, meu coração clama,
Solitário navegador em busca de seu farol.
Cada passo na estrada, um anseio por encontrar-te,
A simples visão tua transforma o cinza em celebração.
Tua presença é a peça que completa meu quebra-cabeça,
Será que sabes? És tudo o que me faltava.
Guardo teu nome como um tesouro, Beija-Flor,
Um codinome nascido do amor mais puro.
Demorei para chegar, trilhando caminhos tortuosos,
Mas o tempo ainda nos sorri, generoso e aberto.
É tempo de ser feliz, de entrelaçar nossas alegrias,
De construir um castelo onde cada pedra é um sorriso.
És tu, amor, quem expande o universo dentro de mim,
Tornas cada respiração um mergulho em novos mundos.
"Tarde demais" é um fantasma de ontem,
Hoje é o dia de renovar o voto de nossas almas,
De amar, de doar-se, de entrelaçar destinos.
Hoje ainda é tempo de amar, de florescer em jardins prometidos.
Desejemos ser amados, sim, mas também amar sem medida,
Nada é em vão quando o coração se entrega ao verdadeiro sentimento.
Porque amar é o mais sublime ato de coragem,
E em cada batida do coração, renasce a esperança de que ainda há tempo.
Eu ainda lembro daquela "Natureza-morta" na tua sala, pintada à mão em cores térreas e verdes.
Sinto o cheiro da tinta , da brisa, do dia, do tom: batom vermelho, aroma de frutas de mesma cor.
Chovia em mim e eu rio lembrando de cada detalhe da tua sala-de-estar que, na maioria das tardes, somente contia nós em laços pelo chão, em qualquer lugar.
Eu ouvia os teus olhos e olhava a tua boca atentamente. Meu bem, nossa natureza vivia naquela casa-coração.
- Tudo se foi e cá estou eu te fazendo presente
Ó Deus de amor e compaixão,
Em Tua misericórdia nos acolhes.
Teu perdão nos alcança sem fim,
És fonte de graça que nunca se esgota.
Nos momentos de dor e aflição,
Teu amor nos sustenta e consola.
Em Tua infinita bondade,
Encontramos refúgio e paz.
Nosso coração se inclina a Ti,
Em busca de tua clemência divina.
Tuas mãos estendidas nos oferecem,
O perdão que nos liberta e redime.
Louvamos a Ti, ó Deus de bondade,
Por tua graça que nos sustenta.
Que possamos viver em tua luz,
E refletir tua misericórdia ao mundo!
Teu cheiro em cada flor
Cantos
Rosas em jardins teu riso
Flor
Teu canto
Tua voz de encanto
Em cada flor
Rosas e flor
Nos versos
Nos sorrisos
No falar
Em cantos
Flor
28/04/2024
Nos vastos céus, tua luz reluz,
O universo treme diante de tua luz.
Tu és a essência da verdade,
Em teu poder, a humanidade anseia.
Oh, Divindade, em ti repousa o sublime,
Teus mistérios, em cada estrela, se exprimem.
No coração do homem, tua imagem reside,
Em cada alma, teu amor transborda e guia.
Oh, Criador, em teus feitos, nos maravilhamos,
Tuas obras, em cada detalhe, nos encantam.
Que nossas vidas sejam um louvor constante,
Em adoração a ti, ó Ser Radiante.
