Poemas Reflexivos
Haverá um tempo que a Igreja Apostólica no Brasil encontrará uma grande mãe indígena de bondade, para ser beata. Não em algum processo de canonização pois a cultura indígena tem espiritualidade mas distante de qualquer santidade humana. Sendo assim será reconhecida pelo amor e a vida de bondade a todos os filhos da vida, indiscriminadamente, pois a separação e a diferença sempre partiu da religiosa cultura européia na cultura indígena brasileira, todos são iguais.
O mercado de arte universal tem o péssimo habito de super valorizar, divagar sobre a grande importância e valor das criações geniais do artista morto.
A pequena imperfeição revela a destreza da perfeição humana. O que é exatamente perfeito sem nenhuma falha, não é humano, é feito por uma maquina.
O homem e a mulher amáveis predestinados a paternidade e a maternidade tem por obrigação natural manter saudáveis, livres, acolhidos e diferentes todos os filhotes, todas as sementes e todas as crianças do universo. Mesmo que não tenham a oportunidade genética de te los.
A depressão muitas vezes pode vir de um ponto camuflado do vazio, que esconde se no tudo, desvia se de todos e permanece desordenado e angustiado, sem objetivo e direção.
Diz para amante, eu lhe dou diamante. Quando volta pra casa de mansinho, diz para a mulher, amor, eu lhe trouxe uma nova colher.
No contemporâneo o conceito de liberdade derivou de forma marginal errônea para irresponsabilidade.
Não se constrói pontes por que por elas vamos passar da mesma forma que não plantamos sementes frutíferas por que de seus frutos vamos comer.
Todo mundo é livre para fazer o que bem quer mas assumindo integralmente as pessoais conseqüências.
Em toda catástrofe por vida diminui as diferenças do povo vitimas em uma só direção mas ao mesmo tempo evidencia os oportunistas, que se vestem de humanos, desprendidos de bom coração.
Todos os seres humanos são iguais, tem um único sangue vermelho mas a alma de cada um é tingida pela vida pelas cores de seus sentimentos.
Ante a uma grande ventania, o que um pé de bambuzinho verde pode fazer. Se quebrar, desaparecer do local onde está, sacrificar se até a ultima folha. Não, deixa se dobrar perante ao vento poderoso e aguardar por dias melhores de brisa fina, que hão de vir e onde aos poucos pode se tornar vida, outra vez.
A sanidade da auto preservação da vida e da espécie, nos acalma todas as manhãs, perante aos possíveis tenebrosos e insensatos desastres humanos, provocados sem sentido, pelos imbecis no poder.
Eu não vim para ouvir as diversas interpretações, explicações e julgamentos humanos, vim para seguir a Lei da Vida e de Deus. Por amor e generosidade me guio.
Ainda vivo diante do tempo que não para, retornar, reinventar, re-evoluir, reconstruir, recomeçar com as saudades, as lagrimas, os gritos e os amores que mesmo que amontoados, transbordam. Viver tudo outra vez.
Eu luto por que acredito que a sociedade civil cidadã deve ser co-participe da governança paralelamente com o poder publico em todas as esferas.
Uma data feliz, vinte e um de agosto. Uma data muito feliz muito mais que eu sempre quis. Obrigado Vida.
