Poemas que Falam quem eu sou Evangelico
Sou Caminho
Sou feito de passos, de sonhos e de espera,
De pedras no chão e de esperança sincera.
Carrego nas mãos as marcas do que vivi,
E nos olhos, o brilho do que ainda está por vir.
O tempo me ensina, sem nunca ter pressa,
Que a vida é mais leve quando a alma se aquieta.
Que não há dor que não vire aprendizado,
Nem queda que não tenha um recomeço guardado.
Às vezes sou vento, às vezes sou chão,
Às vezes silêncio, às vezes canção.
Mas sigo em frente, inteiro, apesar da dor,
Feito ponte, feito estrada, feito amor.
E se o mundo pesar, que eu não perca a fé,
Que eu floresça, mesmo sendo só um grão de pé.
Porque viver é lutar, é cair, é sonhar,
É ser raiz, mas também se permitir voar.
Palhaçada
É como o tempo passa,
Outrora,
Emo,
Que sou (confesso),
Usando MSN e Orkut,
Ouvindo Fresno (ainda escuto),
Sofrendo em lágrimas e dores,
De amores que nunca existiram,
Banal?
Não,
Mas, é incrível lembrar de como era a tal!
Não de "me achar",
Nunca fui isso,
Mas, de arcar com as responsabilidades da vida,
Até um pouco egoísta na época,
Achando que trabalho enriquece,
Mas, quem adoeceu com o tempo foi a alma,
Com calma,
A maturidade tomou conta,
E a conta?
Sim,
Chegou, veio com força,
Recuperando o que é bom,
Sanando o que não,
Firme com a firmeza de prego que se move na areia,
Num mundo líquido onde as certezas da vida se tornam incertezas,
Amores, desamores,
E rumores em verdade inconcreta.
Dia 65,
Despertei,
Sim, agora sou melhor pessoa pra você,
Porque aprendi a ser melhor pessoa pra mim,
Te quero porque te amo,
Não porquê nôs precisamos,
O amor é a arte da escolha de ser e fazer feliz todos os dias, Ainda que de longe, nosso caso;
Cuidar de si é cuidar de quem se ama,
Estou orgulhosa de ti,
De mim,
Da nossa caminhada de auto-conhecimento ,
Amar não está vinculado à posse,
E sim deixar o espaço,
A velha história do passarinho,
Tão lindo,
Pra que botá-lo numa gaiola,
Então, voa passarinho,
Sou ninho e não gaiola,
Me libertei das barras soldadas que me prendiam,
Estou pronta para amar,
Troquei,
O álcool por água de bolinha,
A ansiedade por atividade física,
As saídas noturnas por pedaladas diurnas,
Treino,
Bom alimento,
De corpo,
Alma e Espírito,
Sabendo que sempre serei neurodivergente,
Os remédios de cada dia nos daí hoje,
Mas, o equilíbrio persevera,
A Terapia coopera,
E meu amor por ti persevera.
MISTERIOSO
Sou tal pássaro misterioso...
Que vive de asas abertas
Temendo ataque raivoso
Surgido em horas incertas...
Não fico no tempo parado...
Viajo de minuto em minuto
Buscando o verso travado
Tornando-o mais resoluto...
Misterioso como todo ser...
Cercado de luminescência
E que nem todo mundo vê
O que há em minha vivência...
Cada poema é um enredo...
Que delineia a minha vida
E nele, resguardo segredo
A mantê-la mais protegida...
(MISTERIOSO - Edilon Moreira, Dezembro/2022)
NÃO SOU DE MEIAS PALAVRAS
Não sou de meias palavras...
Tampouco adepto do sofrer
Nem trago na língua travas
Que impeçam de as dizer...
Metade desta vida eu passei...
Buscando alguém desamado
Em muitas vezes me frustrei
Sendo eu também enganado...
Naturalmente uma coisa quis...
Que desse à vida real sentido
E que a cada luta, fui aprendiz
Reconstruindo-me ao discutido...
Cultiva-se o disse me disse...
A valorização do superficial
O lado essencial não viu-se
No ostensivo ante o frugal...
E o tempo vai se passando...
Nessa perpétua expectativa
E eu ainda mais acreditando
Numa possibilidade intuitiva...
Porque a vida... Ela é sagrada...
Qualquer segundo é precioso
E o que torna maior a jornada
É a felicidade do ambicioso...
(NÃO SOU DE MEIAS PALAVRAS - Edilon Moreira, Março/2023)
Entre o Riso e o Silêncio
Dizem que sou feito de risos soltos,de palavras que dançam sem medo,de uma leveza que não se aprende, de uma luz ímpar.
"Você tem um brilho no olhar", repetem, sem notar, o quanto arde, às vezes, esse brilho.
Eu me identifico com o Chapeleiro maluco, louco aos olhos do mundo, mas lúcido demais por dentro.
Veem loucura no meu sorriso,mas não enxergam a tristeza nos meus olhos.
E talvez nem queiram ver.
Carrego o riso como escudo,a piada como armadura, o exagero como alívio.
Porque mostrar a dor assusta, e calar é mais fácil do que explicar esse nó que a alma não desata.
Dentro de mim mora um vendaval, mas por fora... só o vento suave.
Sou tempestade em corpo de primavera torta.
E mesmo assim sigo,entre gargalhadas e silêncios, dançando com minhas sombras, abraçando minhas fendas, sendo loucura e lucidez, tudo ao mesmo tempo.
Despedida de um Romântico
Sou um antigo romântico...
Mas o romantismo, esse, morreu em mim.
Deixar as emoções tomarem conta já não faz bem.
O romantismo é uma linguagem que poucos ainda entendem
e demonstrar demais, hoje, só afasta.
Por isso, guardo esse lado em gavetas trancadas.
Seja como o gelo: frio, distante.
Ou, às vezes, como o fogo:
acende por instantes, aquece por minutos... e depois se apaga.
O antigo romântico se retira de cena.
O romantismo se foi.
Talvez quem sabe, um dia volte.
Gabriel da Silva Salvador
Pensamentos da Madrugada
Fico observando tudo ao meu redor. Não sou um analista, nem tenho sapiência para isso. Na minha concepção, o que vejo é uma falta de compreensão geral. Não entendo como as pessoas, ou até mesmo a sociedade como um todo, conseguem conviver dentro dessa bolha de felicidade momentânea — a hipocrisia social.
Não tenho cognição suficiente, nem maturidade emocional, para sentir essa essência ilusória que tanto os satisfaz. Por ser observador demais, acabei me afastando do social. Não consigo me enquadrar nessa utopia fabricada.
Talvez, justamente por ter esse olhar mais analítico — ainda que sem querer — eu não consiga experimentar essa felicidade falsa. Queria viver nesse paralelo social, mas minha mente simplesmente não permite.
Arquirrival da Tristeza
(Dilemas de um Bipolar – Henry Santos, 2025)
Sou arquirrival da tristeza,
Mas, na mesma mesa, dividimos as mesmas angústias.
Bebemos do mesmo vinho,
Comemos da mesma solidão servida em silêncio.
E, como quem entende a dor,
A tristeza também sorri...
Mas seu sorriso não é alegre, nem contagiante.
É apenas o reflexo nu de uma emoção que não sabe mentir.
Ela não partilha...
Ela permanece.
Fica.
Se aloja nas frestas das horas,
E, quando parece partir,
Basta o apito distante de um trem...
E ela retorna.
Sua presença é plena, quase obrigatória,
Ainda que alguns finjam não vê-la,
Ou recusem senti-la.
Talvez eu seja seu melhor amigo,
Pois, mesmo sendo tristeza,
Ela é pontual como um relógio quebrado:
Sempre aparece na mesma hora...
Sem ligar,
Sem avisar,
Sem pedir permissão...
Ela apenas chega.
Sou como a água de um rio…
Calada, disfarço minha fúria,
Você olha, acha que é calma,
Mas no fundo… sou abismo.
Tente mudar meu caminho, ouse me parar,
Levante barreiras, cave desvios…
Só não esqueça:
Minha força não se mede na superfície.
Debaixo do que parece paz,
Escondo correntezas traiçoeiras,
Buracos que te puxam,
Te arrastam… te afogam.
Pode tentar me secar,
Gole a gole,
Como quem suga por um canudo…
E quando achar que me venceu,
Surjo, escorrendo onde você menos espera.
Eu sei esperar…
Silenciosa, espero o tempo das chuvas.
E quando elas caem,
Eu transbordo.
Eu invado.
Eu quebro.
Eu retomo tudo aquilo que é meu.
E nesse instante, meu caro,
Só resta dobrar os joelhos,
Pedir perdão ao Deus que te resta…
Porque eu te puxo,
Te abraço nas minhas sombras,
E te mostro que com a força de um rio…
Ninguém jamais deveria brinca
Sou Filho do Ceará
Minha terra, meu Ceará,
Aqui nasci, aqui é meu lar,
Cinco letras de amor no coração,
Paixão que arde como o sol no sertão.
Fortaleza, terra de luz e calor,
Onde o povo luta com fé e valor,
Gente aguerrida, que não esmorece,
Que cai, se levanta e sempre vence.
Terra de cabra macho, de força e raiz,
Onde a esperança floresce e o sonho diz:
"Vai em frente, Ceará, com garra e coragem,
Teu povo é gigante, tua história é viagem!"
Minhas praias, meu mar, minha brisa, meu chão,
Beleza que enche de orgulho o meu coração,
Terra abençoada, de fé e devoção,
Onde a luta é constante, mas também há canção.
Mais amor, mais calor, mais vida a pulsar,
Sou filho do Ceará, e daqui não vou largar!
Com sangue, com raça, com alma guerreira,
Minha terra é poema, é força brasileira!
(Fortaleza, 24 de Junho de 2025)
Furtado, Brunno
Sou Filho do Ceará
Minha terra, meu Ceará,
Berço onde a vida me viu despertar,
Aqui nasci, aqui cresci,
É minha sina, meu chão, meu lar.
Fortaleza, terra de luz e de sol,
Onde o céu se pinta em azul sem fim,
O povo aguerrido, de fibra e suor,
Luta na raça, sorrindo, até o fim.
Terra de cabra macho, de coração valente,
De gente que cai, mas levanta de frente,
Que enfrenta a vida, sem nunca esmurecer,
Com fé no peito, buscando vencer.
Minha terra tem mais beleza, tem mais calor,
O abraço é forte, tem mais amor,
Tem praias douradas, tem mar a brilhar,
Tem o vento que canta, tem o céu a beijar.
Terra abençoada por Deus, de fé verdadeira,
De um povo guerreiro, alma brasileira,
Que vence no sangue, na luta, na raça,
Sou filho do Ceará, dessa terra que nunca passa.
E por mais que o mundo me faça andar,
É aqui que meu coração vai sempre morar,
Porque amo esse lugar, de sol e esperança,
Meu Ceará... minha eterna lembrança.
(Fortaleza, 24 de junho de 2025)
Furtado, Brunno
Sou profundamente apaixonado pelo Brasil. Apesar dos pesares, meu coração pulsa em verde e amarelo
- e isso me enche de orgulho. Tenho orgulho de ser
Brasileiro.
.
Nossas mazelas sempre existiram e, infelizmente, sempre existirão. Mas é o amor pela nossa pátria que nos dará forças para vencer as batalhas que virão.
Eu sonho com o dia em que nossa Nação será admirada e vista como exemplo no mundo inteiro.
Não sou utópico - sou um Brasileiro que não desiste nunca. E não vou desistir de sonhar, nem de construir um país melhor.
.
Se cada um de nós fizer a sua parte, com certeza esta Nação será um dos maiores exemplos para o mundo.
.
O Brasil continua e continuará vencendo cada batalha que vier. Não temeremos enfrentar a morte por lutar pela liberdade. Sou um nacionalista e patriota nato, ferrenho, independente e livre de conchavos partidários.
.
"Terra adorada, Entre outras mil, Es tu, Brasil, Ó Pátria amada!
Dos filhos deste solo és mãe gentil, Pátria amada, Brasil!"
Desculpa se sou demais,
é que o seu jeito de me fazer subir pelas paredes
Durante uma simples conversa a sós
Me fez viciar em você.
“Sou dessa terra, daqui ninguém me tira.
Tenho raízes profundas, fortes e longas.
Colocam fogo, passam o facão e a motosserra.
Mas eu resisto e renasço sempre, sempre e sempre”
Sou Poesia
Posso ser o poeta
Ou então, o Poema em si.
A diferença está apenas nos meios,
O que importa, é o fim.
Sou alma presente,
Chamada Poesia.
Sou do poeta, o dente
E do poema, melancolia.
Com a palavra,
Alice Coragem.
É muito difícil ser como sou
E entender como é
Compreender o que quero ser
Ou me deixar ser o que a vida quer
Muito complexo entender
Aceitar como deve ser
Ou procurar tantas vezes
Que mesmo achando
Já não faz mais por que entender
Muito menos ser
É, poisé!
Por onde anda minha fé?
É difícil pensar sobre si mesmo
E decidir o que é
Às vezes fazer o que não quer
Outras vezes fazer o que quer
E no final do jogo descobrir que é
E ter que voltar todo o caminho de ré
Alguns dizem "vai, segue teu coração"
Outros dizer "Cuidado, a vida é só uma, uma passo errado e você quem saiba nem aprenda a lição"
É, fazer o que?
Seria uma supressão pra mim mesmo conseguir um dia me vê
Quem sabe esse seja um futuro distorcido
Onde não virei astro, profissional, músico, quem sabe mágico
Mas eu me nego a acreditar que estou destinado ao fracasso
Ainda preciso entender
O que realmente posso ser
Se realmente vou poder ser
E se é essa a forma certa de viver
MINHA VIDA
Sou feliz por ter formado
Quatro seres do bem
Pedaços do meu coração
Na alma sempre agarrado.
Nas minhas orações
Peço a sempre ao Nosso Senhor
Pela proteção divina da família que formaram.
Agradeço e não me canso
Onde cada um estiver
Meu pensamento vai estar.
Esse amor que tenho
Para sempre sentirei
A idade está chegando
Amanhã pra vocês
Só restará saudades.
E quando eu não tiver mais forças
Nem meu sorriso conseguir dar
Não deixarei nunca de amá-los.
Cada filho e seus filhos estarão comigo
Enquanto a última batida do meu coração pulsar.
E na hora que eu partir
Com certeza estarei num lugar lindo
E de lá estarei abençoando com todo o meu amor
Podem ter certeza, continuarei sorrindo na eternidade.
Autora- Irá Rodrigues
Sou do tempo das cartas e do telex, tão singulares, fax e radioamadorismo, nas ondas a navegar. Comunicação em código Morse, feito a dançar. Meios antigos, agora nostalgia a recordar.
Livro: O Respiro da Inspiração
Perdão
Sou o teu perdão
A tua voz na imensidão
Sou a brisa leve
E o que atreve
A te agradar
Pra você que tem medo chuva
Esqueça que o pingo molha
Se atreva a vida, ao agora
Não se importe com o se molhar
A vida tem dessas é breve
Perde tempo
O que não se atreve
se perde só no que se deve
E vive tentando pagar
Por algo que dá vida é troco
Subindo e descendo o morro
Encantado com o desafogo
Só pra dor da vida enganar
Ilusão que te tira do agora
O amor que te cobra te adora
Põe teu pé no chão e firma a hora
Da a chance pra tu acordar
Sou o teu interperio
Ponho concreto
No teu pensar
Constrói a paz
O que te faz
espairecer
Sou o teu perdão
A tua paz
Na imensidão
Sou brisa leve
O que te atreve
A se animar
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