Poemas que Falam quem eu sou Evangelico

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Eu não aceito que ninguém seja protagonista da minha vida. Ninguém nem nada. Eu sou o principal aspecto da minha vida. Eu sou a fonte da minha felicidade. Eu sou a fonte das minhas preocupações e tristezas.
Ninguém merece o primeiro lugar dentro da minha vida...
Ninguém.

Inserida por meiremoreira

⁠Eu sou o tempo, e tudo em mim se manifesta.
Sou tudo que você precisa, sou cada instante que te rodeia
Sou tudo que muitos queriam ter, e também sou a sobra desperdiçada.

Sou a criança que acabou de nascer.
O adolescente que se apaixonou pela primeira vez.
O adulto que seus sonhos realizou.
E o ancião que no leito de sua morte, olhou cada minuto do ponteiro do relógio.

Eu sou a certeza que tudo é passageiro.
Sou precioso para quilo que não é eterno, e eterno para aquilo que é preciso.

Inserida por gustmachado

⁠Certa vez alguém me perguntou por que não sou calvinista. Minha resposta foi: Eu leio as Escrituras Sagradas diariamente e também leio os pais da Igreja até o 3º século, antes da Constatinização da igreja e sua posterior paganização.

Como disse Roger Olson certa vez: “ninguém se torna calvinista lendo a Bíblia”.

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Eu não estou esperando por um mover de Deus, eu sou o mover de Deus.

William Booth
Pregador Metodista
Fundador do Exército de Salvação

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Quando alguém me pergunta qual meu posicionamento escatológico, eu respondo que sou preterista-histórico-futurista! É só ler Apocalipse 1.19: Escreve, pois, as coisas que viste (passado-preterista), e as que são (presente-história), e as que hão de acontecer depois destas (futuro-futurista).
Jesus não ensinou nenhum posicionamento escatológico! Sua orientação foi para que estivéssemos prontos, preparados e vigilantes, como ensinado em Mateus 24 a 25; Marcos 13; Lucas 12.35-47; Lucas 21.5-36; 1ª Tessalonicenses 5.1-9; 2ª Pedro 3.7-14 e 1ª João 2.28-29!
Se você não estiver pronto, vigilante e preparado você fica!

Inserida por VerbosdoVerbo

⁠Podemos ser muitas numa só.
Eu por exemplo não me encaixo em formas. Sou fogo e água; sou meiga e dona de uma frieza implacável; sou livre e me prendo facilmente; sou versátil, mas tão persistente. Amo com todas as minhas forças e desamo com a mesma intensidade. Muitos têm de mim o amor, a admiração e cuidado gratuitos, outros, sequer meu desprezo.
Sabe por que? Porque eu não me encaixo em caixinhas compartimentadas.

Inserida por Les21

Sempre achei que eu fosse especial.
Mas não sou!
É você que faz com que eu me sinta assim.

Inserida por romatos

⁠" Eu sinto que eu vim de um passado bem distante daqui, não sou deste tempo..."

( Ves )

Inserida por Vandermilson1986

⁠Não me prendo a nada que me defina. Serei o que você quiser, mas só quando eu quiser. Sou eu, de uma forma bem resumida, livre para chegar e livre para sair...

Ves🪽

Inserida por Vandermilson1986

Contatos imediatos
Fragmentado, eu canto
E sorrio, eu sou um verso
Em cada esquina das minhas emoções,
Sangria madrugada a fio,
Teus dentes me trituram
Num sorriso irônico,
Anseio a insanidade
Para te ver varrendo a lua,
Sonhar e desejar contatos imediatos
Num beco da tua rua,
Mas, o que me resta é o atlântico,
Sou pirata de barcos de papel ,
Em batalhas memoráveis
Contra um capitão gancho,
Naufrago derrotado sem nem poder dizer- te amo
Mas as esmeraldas, as pérolas esse tesouro
Teus olhos e teu sorriso
Prometem batalhas inesquecíveis
Numa aventura eterna
Por mares nunca dantes navegados...

Inserida por tadeumemoria

ILUSTRES SEM LUSTRES
Sou neto do bisneto do Coelho Neto
Eu também sou ilustre
Sem lustres no meu teto
A lamparina é minha inspiração
Conheci a neta da empregada
Da bisneta da Princesa Isabel
Conheci D pedro ll,
Segundo rufino Balacobaco
Que plantava fumo e fabricava tabaco
Sou primo do agripino
Criado cheio de mimo
Que falava fino e e tinha má rputação
Duques e Barões de Coimbra
Vendiam laranjas e abacaxis
Nas esquinas da Chatuba
E falavam da invasão inglesa em portugal
Descendentes da burguesia lisboeta
Viviam de quitandas e padarias
Nas periferias da baixada fluminense
Oferecendo laranjas e tangerinas
Ou pães e sonhos
Aos que um dia foram colonizados...

Inserida por tadeumemoria

Escrever agora é um hábito
É como tomar café com pão pela manhã...
eu sou metódico, sistemático...
talvez umpouco enigmático...
mas o que fazer com tanta sensibilidade
o que fazer com tantas possibilidades
o que fazer com a cidade
na palma de minha mão
o que fazer com o deserto
no olhar da mulher
eu bebo o meu café
e como o meu pão...

Inserida por tadeumemoria

Consome a ilusão que eu sou,
o infinito a limitar-me assim
eu tenho esse desinteresse em síntese
a tese do me deixa vagar que eu vou devagar...

Inserida por tadeumemoria

Deixa eu te mostrar meu verso
Porque sou poeta
e toda lágrima ou sorriso eu escrevo
Deixa eu mostrar meu universo
Feitos de manhãs e madrugadas

As namoradas que eu pensei que tinha
Só me trouxeram desertos
As namoradas que eu jamais terei
De longe eu as amo
As namoradas sem amores são todas minhas
Quando perco uma destas namoradas
Pra alguém eu me alegro
Porque elas perderam um amor ausente
Mas terão paixão por perto

Inserida por tadeumemoria

O CARA
Eu sou o cara que está longe
Quando estou perto
Eu sou o cara errado
Quando estou certo
Eu sou um cara louco num deserto
Seu olhar vai além do horizonte
Nunca acerta meu nome
Nunca sabe o que eu curto
Desconversa, desvia o olhar
Menciona: “que lindo crepúsculo”
É a senha pra dizer que já é tarde
Arde no meu peito, dói nos meus músculos...
Sou o cara mais perto do que está bem distante,
Sou o cara mais certo das suas incertezas,
Chocolates é sua fraqueza,
Poesia é até covardia;
O negócio é que gosto do seu jogo,
Quero imaginar que seria difícil,
Todo edifício saberia;
Espionam por frestas e janelas;
Sairia no face, no globo repórter depois da novela...
Ela sobe serena e segura, um riso no canto da boca,
Sabe que está no meu peito,
Permite que eu olhe da escadaria...
Eu sonho, não sou de ferro, quem não sonharia?

Inserida por tadeumemoria

INVISÍVEL
Essa cidade não sabe que eu sou de outro planeta
Que viajei na reluzente calda de um cometa
Sob uma chuva perene de meteoros incandescentes
Essa gente não sabe do que tenho
E não tenho e do que sou capaz...
Quando a solidão do inabitável
Castigava a terra com restos de estrelas.
A luz se impunha as trevas,
Então o Filho pregou o amor
E a justiça sobre as montanhas,
Esse soneto divino que é o existir
Não permitira ainda o orvalhar romântico
Sobre os jardins de Amsterdam,
Antes Moisés conduzira o êxodo
Sob o causticante sol do deserto
Eu estava longe de tudo e perto do nada,
E quanto mais perto de tudo,
Mais você se torna invisível,
As pessoas só veem o que lhes interessam...
Essa cidade não ouve nem lê
O que eu escrevo ou declamo
Não sabe dessa ternura mórbida
Que sacrifica os santos...

Eu tenho moléculas de hidrogênio e oxigênio,
Eu tenho a luz dos astros
E a melancolia impressa no olhar
Eu tenho a devoção dos mártires...
Essa cidade nada sabe de mim
Enquanto a lua dança num eclipse
E o arco Iris listra o firmamento
O apocalipse se revela...
Silenciosamente eu canto,
Eu toco um violino e a harpa...
Uma harpa angelical me acompanha...

Inserida por tadeumemoria

FRONTEIRAS
Então eu olho no espelho do ontem e do hoje
Sem ter certeza de qual dos dois sou eu
A minha identidade usa fraldas ou próteses
Há um reflexo, um vulto, outras possibilidades
Um rio, uma terceira margem
A gente vai se multiplicando
Com o tempo sentimento e idade
E essa multidão passeia nas praças
Povoa as esquinas enche o coração
O coração da multidão
É movido pelos mesmos prazeres carências e fantasias
Com as mesmas incertezas
Rios margens e fronteiras
Elas conversam nas praças
Se pintam nos shoppings,
Se deliciam nas sorveterias
Imaginando o que suas almas escondem,
E o meu desejo diz que elas
Estão todas prenhes desse prazer
Mas tudo se dissolve num jogo de espelho,
Em margem de rios e fronteiras do tempo
Ontem, hoje, amanhã, todas prenhes deste meu desejo...
Prazeres órfãos porque o tempo dilui
Com a constante inconstância do que se abstrai na emoção...

Inserida por tadeumemoria

Eu sou a poesia...
O sol? O que é o sol; o sol está tão distante...
A lua, as estrelas, a chuva, o vento, a tempestade..
Quatro paredes e um teto e você sai incólume
Mas a poesia... quem te protegerá da poesia...
quem te protegerá de ideologias patrióticas e tiranos
A bomba explodiu, uma das torres da mesquita ruiu
Velhos, mulheres e crianças entre as vítimas
Bagdah era um caos, mas ainda havia esperança...
O ar contaminado, o vento empoeirado
o horizonte fumaçado e translúcido...
um soldado metralhando o seu próprio medo
recebe um proj´etil na cabeça
esse é o meu verso, um poema macabro
Eu sou a poesia...
mas bem aventurado os que têm sede de justiça...
bem aventurado os mansos...
eu sou a poesia era um poema da namorada
no bolsinho da algibeira,
uma lembrança cabreira de um recruta tímido
sem a ideologia de morrer pela pátria
eu sou a poesia: um fuzil na destra, uma granada na esquerda,
o inimigo: qualquer movimento suspeito
e o que afrontasse a nossa ideologia
Bagdah era um inferno;
mulheres e velhos prostrados clamando por Allah...
o odor insuportável de cadáveres putrefatos,
gente ferida, gente agonizando...
e até ao final dos meus dezessete anos
caminhando entre as rosas e as samambaias
do jardim da minha casa
eu pensava que era poeta,
mas a namorada já dizia que eu era a poesia...

Inserida por tadeumemoria

ela se deita e diz que a vida é bela
e que a beleza de tudo é
por ser bela
se eu sou poeta ela é a poesia
poesia é a criação,
poeta é o criador, ou não?
ou pra ser venerada
a poesia criou o poeta
e o poeta apaixonado inventou o amor?

Inserida por tadeumemoria

O ANO PASSADO
Depois do meu milésimo ano...não, eu não sou nenhum vampiro, muito menos Matusalem, só conjecturo sobre vidas passadas que provavelmente possa ter vivido. só queria uma lembrança mais marcante do ano passado; é exatamente isso, o ano passado; não ao pé da letra, não literalmente. Sabe aquela foto desfocada que amarelou e você tenta decifrar os detalhes, mas o perfume daquele tempo ainda invade as tuas narinas... ah, o ano passado! assim a Aldeota deixou aquela fragrância em mim; suas torres perfuravam meu coração, seus condomínios que encarceravam meus fantásmas, seus prédios que usurpavam minhas paisagens; baby sitters que me seduziam ou só abusavam do meu encanto. O ano passado, quando na foto você percebe que aquela roupa era ridícula que o penteado era brega, mas uma magia fascinava tudo romanticamente, pois ainda havia a esperança, a ilusão de que tudo teria melhores perspectivas, não é o caso desse nosso presente... então percebemos que o ano passado foi melhor e que o ano anterior ao ano passado foi melhor ainda. Acumulamos decepções, desilusões; os sorrisos parecem mais deboches, os gestos, uns escrachos e a realidade caminha capenga e escarpada como uma ameaça ao que tínhamos de esperança.
Ainda me levanto pela manhã crendo que um anjo refrigera a brisa que bate-me no rosto e seus raios de sol doura nos a pele como um consolo ao que de imbecil espora nos as costelas e presenças nocivas que me fazem querer de volta o ano passado

Inserida por tadeumemoria