Poemas que falam de Sentimentos
Vejo a maldade no olhar,
e, com profunda dor,
sei que derramar amor
não vai adiantar.
O ódio toma conta,
corações se perdem
no caos do viver,
sem esperança
de um novo amanhecer.
Existe aquele que toma
sopinhas de letras
achando que vai ficar sábio,
mas, só cultiva o ódio
e acaba na senzala da ignorância!
***
Os principais elementos de uma guerra são:
Posse, ódio e arma. O resultado é sempre: dor, sofrimento e morte. A paz que procuramos fica soterrada, o amor esquecido e a vida, sem esperança de ver dias briosos.
F. Meirinho
Nas relações não observáveis: há uma dor isenta de ódio, dor que não é lógica, dor que sentimos e na tua beleza há desejamos; até quando a dor será dor? Mesmo quando há saudade, será mesmo dor? Quanto tempo até perceber que há beleza na dor do amor? A dor que é amor, sente saudade e deseja a beleza que há na dor, mas parece, que você menti pra você, e quis esquecer, o que não se esquece; até tentou se curar dessa dor, mas não há dor, há o amor que chamou de dor;
Além de não saber como fazer para a lógica compreender e sem perceber que o amor não leva lógica; vou dizer que a dor sem ódio, não requer cura, mas aceitação e gratidão; se quiser, chore pela saudade, descreva teu amor, mas não trate tua dor, como se fosse ódio; pare o observável; perceba o não observável: deixe florescer a dor que é amor, sinta a saudade; se permita sentir, mesmo que chore, deixe sorrir: é a dor mais bela que você pode sentir; uma dor sendo o amor mais especial dê seu viver.
Eu vivi isso, senti as relações não observáveis e me fiz poeta pelo sentir; eu descrevi meu mais profundo conhecer e vi minha vulnerabilidade em relações não observáveis; onde o amor se mistura na saudade e parece dor, mas não é dor; eu não vi, como tantos tentam ver, eu pude sentir e pude na minha vulnerabilidade: apenas aceitar uma dor que me fez poeta do amor sem dor e me tem saudade que não é ódio: mas apenas amor, por quem não volta mais para mim: e me fez abraçar a gratidão de minha eterna saudade.
Labirinto de Espelhos
Traga-me amor e eu te mostrarei a ausência; traga-me ódio e eu te entregarei o desprezo. Mostre-me quem você acredita ser e eu te revelarei a infinidade de versões que posso assumir para te confundir. Enquanto você se ancora em definições estáticas, eu habito a variável. Eu me transmuto conforme a conveniência do nome pelo qual desejo ser invocado, um camaleão de intenções ocultas sob a superfície do óbvio.
Sou o ruído branco que preenche os vácuos da conversa. Você ouve o necessário, aquilo que sua mente consegue digerir, mas jamais decifra o que foi silenciado entre as sílabas. Minhas palavras são iscas, nunca o banquete.
Como um oceano que desconhece a paz, não ofereço margens seguras. Sou a inquietude das águas profundas, onde as ondas não obedecem ao vento, mas brotam e fornecem ao comando do meu próprio caos interno. Não há um lado certo para o impacto; a maré sobe onde eu decido que o solo deve ser submerso.
Sou o espelho que não reflete a imagem, mas a distorce até que você não reconheça o que projetou. Minha essência é o movimento perpétuo de quem aprendeu que ser qualquer coisa é a única forma de não ser ninguém. No final, você encontrará apenas o rastro da espuma na areia — o sinal de que estive lá, sem nunca ter se deixado capturar.
Silvio Jr.
Há momentos que muitos de nós,
por medo, desprezo e a pressão do ódio,
desejamos deitar e não levantar mais.
E ao acordar no outro dia, vivos,
percebemos que não precisamos desejar morrer,
porque o mundo nos massacra.
Que só precisamos eliminar
do medo e do ódio,
o preconceito, a exclusão e a intolerância,
e todo o mal que nos faz querer morrer,
quando viver é um dom.
Pessoas raras existem...
O mundo não foi capaz de transformar meu coração em ódio.
Na linha certa cresci, na contra mão por um período vive, desenganado por um momento vaguei e por um instante morri.
Nas escadarias perdido, frio e fome passei, descrente e inato a verdade fiquei, por duas madrugadas fui mas voltei.
No erro o vazio era um amigo, no pensar o comandante era o abismo.
Antes vivendo sem regras, fui resgatado do ontem na primeira oportunidade para acordar no hoje livre de ressentimentos e sequelas.
Os motivos são detalhes, os apertos de mãos foram a salvação.
Os apagões são constantes, os esquecimentos serão concretos com o tempo, no carrossel da vida andei, em linha plana no monitor quase fiquei, mas a importância do recomeço me torna mais forte do que a lembrança aos olhares inúteis pelos quais os olhos ainda veem.
As nuvens passam e o sol se põe em movimentos naturais, o passado e o presente quando não se completam podem ser separados e cada um pode existir quando deixados no seu devido lugar.
Pessoas raras existem e elas estão entre nós dando suas demonstrações de como sair do caos através de suas palavras e gestos, além de seguirem iluminadas sendo exemplos de conduta e compaixão.
Alguns conselhos podem se tornar livros abertos com histórias diferentes nas mentes de quem antes eram fracos, porém reagiram ao seu próprio destino e hoje resistem sendo leais aos seus verdadeiros princípios, valores e exemplos.
Ódio
Volte-o para si: você será a cidade queimada, o império em ruínas.
Dirija-o para fora: você se tornará o fogo que consome tudo o que toca e, inevitavelmente, a mão que o segura.
Ódio é o combustível definitivo.
E a escolha mais importante da sua vida pode ser se você o usará para se incendiar ou para incendiar o mundo ao seu redor.
Não luta com ódio, mas com o coração,
Erguendo a espada da verdade e do bem,
Wolf no instinto, anjo na missão,
Caminha com passos que a luz sustém.
------- Eliana Angel Wolf
Ódio
É uma coisa engraçada
E também complicada
Perder a calma sem perceber o lugar
Mas falam que é só se acalmar
Lembrar e sentir tudo de voltar
Tentar esquecer e só piorar
Isso é um erro que se permanecer
Que infelizmente eu não consigo esquecer
O bom caminhar
Nessa vida
Requer
Uma alma preparada.
Distante do ódio
Que sempre nos espreita
a jornada.
POÉTICA:
Deixe o ódio de lado!
O rancor te faz palor.
Respira o cheiro
Da clorofila!
Tudo é hipótese
Tese.
Síntese e antítese.
Não há locura ou razão
Nem razão que se defina
Não haverá destino
Nem sina.
Se houver
Não se destina
É sonho quimérico
Métrica que alucina.
Política virou religião.
E religião virou escudo pra ódio.
Mas Deus não tá em partido.
Tá no prato de comida.
No remédio. Na paz.
Van Escher
Quando a política se alimenta do ódio, o que ela devolve à sociedade é ainda mais ódio.
Benê Morais
O ódio que você semeia
irá germinar como erva daninha ao longo do seu caminho
lhe trazendo farta colheita ao final do seu destino
"" Não acrediteis no ódio
pois eis que ele é tão somente
a tentativa do inverso,
fracassando sempre
contenta-se em dizer não
sem no entanto
convencer
antes e por tanto
multiplicai o amor
ele é fardo leve
se atreve apenas
a nascer.
Quando o ódio e o fanatismo contaminam políticos, militantes e eleitores, a democracia sangra em silêncio.
Benê Morais
Às vezes o ódio fala mais alto dentro fazendo-nos tomar decisões e atitudes dos quais só nós levaram pra destruição.
Por isso pense bem antes de falar ou fazer qualquer coisa antes que seja tarde demais
...
ÓDIO?
Ela disse ódio como quem diz vento,tão natural que o mundo, dentro de mim,se partiu ao meio. Meu semblante foi de umchoque imediato...
E o coração, pulsando na palma da mão,se fez carne contra o desabamentodas palavras sem roteiro, sem perdão.Eu a amo. Como caberia o ódionesse rastro que ainda respira?
Às vezes penso: se esse veneno me achasse,
que lagarto eu seria?Mas não.O ódio não tem porta em mim.Nunca teve.Não terá.Sou apenas um estranho de convicções remotas
e quebra-cabeças sem imagem...
Um retrato perdido tentando nadarem mares que ainda não aprendi a navegar.Sou breve, confesso. Vícios desmedidos, gestos aparentes.Sou gente.Tateando razão no escuro...
--- Risomar Sírley da Silva ---
Levante-se o muro entre o passado e o amanhã;
Emoção e a razão;
Amor e o ódio;
Vingança e o perdão;
Saudade e o desapego;
Guerra e o sossego;
Medo e o certo...
Difícil é saber que a necessidade de isso acontecer é inevitável, imutável e irremediável
Os muros se levantam pra mostrar que ainda há algo a viver, mesmo se temer
o medo não pode reinar.
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