Poemas quando eu me Amei de Verdade
Nós falamos de amor quando o coração tem amor pra falar. Mas quando tudo o que se tem é fúria, angústia, amargura e decepção, a gente não fala de amor. Fala o que tem pra falar.
Quando a mente estiver em ebulição meditas, basta ficar em silêncio, mas repare se cessaram ou diminuíram as vozes do interior,
“As vezes lutar não vale mais apena quando você percebe que a morte é a chave para os seus problemas!”
Quando você for visto apenas como um tanto faz, pare de insistir, e por mais que doa, deixe simplesmente ir . Deixe ir...
E quando a gente fica se encarando de um jeito tímido, e quando nossos olhares se encontram desviamos o olhar e rimos. Apenas rimos.
"Esse horário de verão me motiva! Me motiva a dormir mais quando deveria estar levantando para ir trabalhar."
saber quando o amor começa é importante, saber e aceitar quando ele termina é mais importante ainda.
E quando as ondas se esquecerem do mar, quando a lua se esquecer da noite, quando as estrelas se esquecerem do brilho, quando o oceano esquecer das suas profundezas, quando o leão se esquecer de rugir, quando as aves se esquecer de voar, quando as flores se esquecer de florir, quando o som se esquecer de ecoar, mesmo assim não esquecerei você.
Quando falamos ou escrevemos respeitando a tênue linha do coração aos dedos que teclam, ou a língua que soletra, ha tanta verdade nas palavras que torna-se impossível que elas não penetrem o corpo que as recebe, formando uma ponte de coração para coração deixando fluir apenas o melhor de todo querer!
É quando a chuva cai e Deus vai chorando por ter inventado o amor e por senti-lo intimamente e com toda sua força.
- Quanto tempo é preciso para se conhecer alguém ?
- Acho que é um processo continuo. Acho que as pessoas mudam a medida que amadurecem. Mais, se você superou uma dificuldade com alguém, ai você tem idéia de como é essa pessoa e, isso é, importante.
É preciso não ter medo de falar de si mesmo, principalmente quando não se tem medo de falar dos outros.
Quando estiver velho e me perguntarem. Se a vida valeu à pena?
Direi que sim, pois tive o privilégio de ver o seu sorriso e agraciado quando seus olhos cruzaram os meus.
Amor é quando um passarinho e uma passarinha fazem amor no bolso do vento de madrugada e a passarinha geme do lado de dentro do coração.
Quando até as pessoas que diziam que te amavam te deixam, as que ficam são as que nunca precisaram dizer.
Quando vier falar comigo traga o que você tem de melhor o que ti é mais preciso e aos meus olhos valioso traga me o teu sorriso
Quando o sujeito chega ao final de análise, depara-se com o ponto de inconsistência do Outro, lá onde o Outro não responde, deixando o sujeito sem recurso, pois sabe que do Outro não virá qualquer salvação. O Outro não responde porque não existe, e o sujeito se vê diante da solidão originária, do desamparo. Nesse ponto de inconsistência do Outro, em que o sentido se perde e o apelo se esgota, o sintoma perde também o seu endereçamento ao Outro e aí se reduz a um toco de real.
