Poemas Perdi Melhor Amiga
Eu não te perdi, nem você me perdeu, mas para sermos felizes temos que deixar voar o que não é nosso! Te amo!
Não perdi o foco... apenas mudei de direção... é preciso saber a hora certa de tomar certas atitudes!
Quantas oportunidades eu perdi, sem saber que era, ou sem ter conhecimento para enxerga-las como tal.
Já parou para pensar que pensar demais estraga tudo? Quantas oportunidades eu perdi, quantos riscos calculados deixei de correr por medo de lidar, de não funcionar, do “e se…” não me deixar agir, por essas e outras que eu a vi partir.
Em um rancho do Mississípi, eu me perdi. A estrada era longa e o número das placas se embaçavam na neblina do outono. E, mesmo que se continuasse a doer eu percorreria milhas e milhas até naufragar num pedacinho de terra abandonado. Eram vários modelos de couro legitimo nas botas, os cinturões refletiam as luzes dos lampiões e “Bette Davis Eyes” tocava. Um banjo me envolvia numa dança nada rítmica, mas mesmo assim tudo me divertia. Era maravilhoso começar a passar por mudanças, já estava na hora da minha vida dar um salto, e não digo um salto daqui-ali, digo um salto dos grandes. Sentia cheiro de lavanda e ao fundo uma garotinha perseguia alguns vaga-lumes. O coração sempre dá um jeito de recomeçar e encontrar uma razão nada racional para tentar de novo. A vida é como uma ampulheta, as coisas acontecem, num determinado tempo, e tudo que vai…volta. Valia a pena morar naquele lugar, e valia a pena lutar mesmo que eu tivesse que percorrer mais um milhão de milhas até encontrar você.
Quando entro em uma batalha, meu medo não é de perder. Já perdi muitas vezes, sei como lidar com isso, meu medo é de vencer e perceber que era, na verdade, tão nefasto quanto meu oponente.
To vivendo um fim de um namoro, homoafetivo. Amo mt ele, foi por causa dos meus erros q o perdi. Pq ser feliz é tao dificil, me ajudem eu amo mt ele. Sol volta pra mim. Lua
Meu coração eu perdi quando entreguei a uma pessoa que amei por demais,mas ela o despedasou , e no lugar dele hj tem uma pedra,mas aceito o seu coração si quiser mim dar!
Me perdi no tempo e no espaço, não sei mais quem sou e nem para onde irei, estou sozinha e não há nenhum Deus comigo.
Tornei-me um cético pois perdi a fé na humanidade, meu consolo é que acredito no Criador, senão tava perdido.
E eu te perdi? Mesmo estando longe, você não deixou de estar comigo, aqui, dentro desse coração, dessa pequena garota sonhadora, porém sem liberdade.
Perdi minha fé no amanhã, na humanidade, num futuro promissor, mas voltei a acreditar e apostar em mim mesmo, em minha inspiração… Mesmo sem fé.
Eu só queria ser como os outros, só queria viver profundamente, só que eu me perdi no viver profundamente, em ser igual a outra, eu estou perdida em um mundo imbecil.
(...) Um dia eu perdi meu chão, meu norte, meu prumo... Minha bússola interna apontava para o nada. Chorei todas às lágrimas, até ficar entorpecida, inerte, a alma cristalizada na dor.
Eu perdi aquela necessidade de demonstrar toda hora? A gente costuma ter essa necessidade de querer mostrar e provar tudo o que a gente sente, tudo o que a gente acredita, mas ás vezes chega em um certo ponto em que a gente se cansa, se esgota. A gente se cansa de ficar insistindo em alguém que não corresponde a gente, a gente se cansa de ficar persistindo em algo que não dá retorno alguém para nós. É mais ou menos do jeito quando a gente era criança: a gente gostava muito de um brinquedo, e ficávamos tentando dar corda, continuar com ele mesmo quebrado, mesmo depois de ter tentado consertar, mesmo depois de sabermos que não tem conserto, mas insistíamos, mas uma hora a gente se cansava do brinquedo porque ele não fazia mais nada por nós. E mesmo deixando de ser crianças, não mudamos muito: mesmo a gente sentindo que não está dando mais certo, mesmo a gente que já tenha tentado consertar, mesmo que a gente sabe que certas coisas não são para sempre, a gente continua insistindo, continua teimando até a gente cansar de quebrar a cara e quebrar o coração. Eu perdi essa necessidade que querer demonstrar toda hora sabe? Essa necessidade de querer teimar, de querer insistir que tudo dê certo sempre. Mas tudo bem, é normal, todo mundo se cansa depois de uma decepção, depois de uma ilusão, depois de ter quebrado a cara e machucado o coração.
"Perdi pessoas que eu achava que não viveria sem, e ganhei pessoas que eu nunca imaginei que entrariam em minha vida. Ri até chorar, e chorei como se não fosse mais rir. Sonhei alto, cai muito, machuquei e me levantei. Senti saudade, morri de saudade, mas também deixei saudade. Disse coisas que não deveriam ser ditas. Calei-me quando mais deveria ter falado. Chorei. Como eu chorei! Mas também fiz pessoas chorarem. Briguei, brinquei e me arrependi. Guardei coisas bobas e deixei coisas importantes passarem. Algumas vezes fui feliz, outras vezes triste. Arrependi-me de coisas que disse, e disse coisas da qual não me arrependo. Xinguei, gritei e perdoei. Errei querendo acertar, e acertei quando achei que tinha errado. Acreditei no “Para sempre”, “Eu te amo” e “Conte comigo”, e também fiz pessoas acreditarem. Prometi coisas que não cumpri, e cumpri coisas que nem ao menos prometi. Perdi e ganhei. Sorri e chorei. Ergui-me e desabei. Mas nunca deixei de acreditar no amor."
.já não consigo mais ler teus pensamentos, perdi todo o encanto que eramos, não entendo mais teu sorriso e nem mesmo sei pra onde olham teus olhos, meu mundo algumas vezes transparente hoje fica apenas escuro, doce e velha solidão, ah tempos não conquisto teu sorriso, a seculos não roubo um beijo teu, que ironico é o destino, separados por horas, talvez dias, me perdi no amanhã querendo entender o que havera acontecido hoje, meus passos cada vez mais distantes, ofusca minha visão quando por vez a vejo, te perco a cada conversa e a cada saida, me desconheço a cada abraço e descontento a cada frase, minha alma transparente hoje escura, meu coração vivo, hoje apenas se encontra preso
Eu perdi-me amar quando ultrapassei a fase de entender que amar é amar, portanto. Mas amar não é desejar, apegar e muito menos odiar. Contudo não pode haver amor se não houver desejo, apego ou ódio. Agora, amor a quê? Apego a quê? Amamos o que temos de amar? Depende do que desejamos ou do que odiamos. O amor e o apego aproximam-se sempre, e normalmente cruzam-se mas jamais os deveremos deixar cruzar-se e para isso usemos o ódio e o desejo. Porque o desejo não está enquanto o ódio sim, ao mesmo tempo o amor e o apego competem para sempre entre si. Se cairmos no amor o apego afasta-se porque amar é ser livre e viver com felicidade, mas apego é ser prisioneiro e viver com uma falsa felicidade disfarçada que funciona como máscara ao sofrimento. Ou seja, é quando nos perdemos por acharmos que amamos quando nos apegamos, simplesmente. Só desejamos o que não temos e é aí que entra o desejo para evitar o apego, enquanto que o ódio jamais permitirá o apego. Devemos compreender estas palavras. Hoje encontro-me e jamais me perderei porque amo, desejo e odeio. Apego-me também... Apego-me ao ódio e ao desejo para que jamais me permitam apegar-me ao amor. O humano deve, fundamentalmente, funcionar com estas 4 funções.
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