Poemas para Desejar um Feliz Aniversario

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é abraço e beijo, é beijo xingado, um tapa se cala, feito calo em sapato, você é assim e assim sou eu sem você, é esquisito amor, é algo com dor que se torna indolor quando cheiro sua ilusão.

Ao amor, pipoca doce de parque, à nossa paixão essa doce ilusão que ninguém quer, e a você, meu amor, eu te dou meu coração, faça de mim o que quiser.

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LUZ PARDACENTA

o sono agigantou-se em um clarim sombreado pelas formas abstratas do ser e do sentir que transborda a nossa essência flácida e de glórias como o raio profundo da grandeza celeste sob o luar das estrelas e do consistório resplandecente da grande varonil, silenciosa e serena das margens de um rio calmo que vai escorrendo e vai escorrendo sem destino e sem a sombra do amor que vai-se e esvai-se ao acaso.

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a felicidade é um horizonte de falsa percepção. ora se ventila para o verão, ora se alcança a orquestração, eis o pulsar da gravidade simbólica da oração.

por andré

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Este amor que sinto e que pulsa e exige de mim por um beijo, um abraço, um cuidado qualquer e uma paz inquieta de falar bem baixinho ao seu ouvido, cara, EU TE AMO!

Este amor sem culpa, que culpa de nada, é pecado amar? que aos poucos me deixa e do nada vem ao meu abraço tímido e indiferente em busca de um tudo que ao mesmo tempo é nada, nas noites vazias pelo seu nome chamo justificando na frase, EU TE AMO!

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E há em cada espanto um encanto que contagia pois em cada canto eu louvo a poesia.

Há uma trilha sonora cantada em poucas notas saudando o dia, e o meu gemido em plena noite, velando o açoite dessa fantasia.

A poesia é o som e a magia, uma saída nas cartas de Tarot adivinhando o doce amor da canção e a rima que bate forte o coração.

E o sereno da madrugada sem me dizer mais nada apenas canta a oração em prol da magia, pois as valsas do coração é a trilha sonora da ilusão, onde clama a poesia...

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A noite lacrimeja de alegria o horizonte serenando a face da terra sob a fímbria de luz de um luar esplendoroso.

O acaso soprava favônios perfumados e o alvorecer prenunciava o amanhecer com seus raios dourados.

Os sonhos são estilhaços de luzes jogadas no firmamento feito estrelas nevoeiradas.

O silêncio da madrugada é a poesia suave de sua voz adormecida e os nossos mistérios trancafiados nas noites já esquecidas.

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O saber é o resultado
de um cálculo mediado
entre professor e aluno

o contrato assinado
o professor realizado
e o aluno educado.

o caminho da instrução
é a mente em missão
em uma nova evolução.

por uma uma nova matemática
inovada, bem calculada
uma didática em evolução.

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À procura de riqueza o poeta destinou o seu destino, ao sonhar com um caminho que parecia ser divino, sob a luz do luar enfrentou a sua sina, encontrou uma botija que sonhava desde menino.

Em uma madrugada de solidão, há anos estava guardado, escondido e acuado sua grande realização, o poeta reencontrou e por ali mesmo se debandou sem ter imaginado que teria encontrado o seu próprio coração.

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O fim é o sereno de uma noite calada e abandonada; É o ontem que se torna o presente em um imaginário saudosista;

O fim são enamorados que perde o seu amor e que guarda na profundeza de seus corações.

O fim é também o amanhecer, onde as flores desabrocham e exalam um velho perfume conhecido;

São aves douradas que ganham o céu ensolarado sem saber onde chegar mas que voam, voam e voam.

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E agora Campina que eu me dobre,
para pedir com meu verso pobre,
um pouco de clemência e de paixão.

Não destruas a minha mocidade,
matando meu ideal de liberdade,
e ceifando esta grande ilusão.

Sou candidato e é um grande sonho,
matá-lo é triste teto que medonho,
e um pesar mais triste e mais profundo,

Derrotado sairia em desatino,
criatura vagando sem destino,
uma alma perdida pelo mundo.

Dá-me Campina esta oportunidade,
de te servir com minha mocidade,
e de lutar com a minha rebeldia.

Eu te peço do amor sentindo açoite,
mais um pouco de luz para minha noite,
mais um pouco de sol para meu dia.

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Um ano a mais de sonhos e sonhos de paz... Um ano a mais que alumia o absorto... E o sol desaponta no horizonte o nascer de um mundo novo...


Um iluminado 2020!

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⁠E eu canto a poesia das invenções,
que encenou as suas melhores versões,
de um amor que meu amor viveu.

Ao desencanto de encantos perfilham,
As vagabundas desalmadas,
alardeando pelas ruas abandonadas:
- as estrelas brilham, ainda brilham,
ainda brilham essas ruas desoladas.

Aos céus elevo o meu canto
ao encanto dos anjos, oferenda a Zeus,
Um amor que meu amor viveu.

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⁠As estrelas estilhaçam o céu,
A lua quase cheia amanhece a escuridão,
E desce sobre a terra um denso véu,
O prazer ente o acaso e a razão.

E o céu encobre o universo,
espargindo luzes faceiras,
reluzindo os amores controversos,
por debaixo de um denso véu de estrelas.

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⁠Ofereço-te uma xícara!


As tardes espreitam a noite e a noite me relembra a madrugada e um céu sem estrelas e sem lua, ruas vazias e mais nada.

A brisa suave do horizonte traz-me a felicidade dos deuses do prazer, a sensação vadia de que perdi você.

O amor tem um sabor de existência e esse gosto vem do doce de um beijo ou do encanto de um sorriso e até mesmo do silêncio do entreolhar.

A gente se entreolha, isso é um máximo, os olhares não dizem nada pois escondem por trás da timidez a voracidade de corpos sedentos e de almas com aparência inocente pois o amor é inocente, ensina as trilhas do prazer desnudo.

Ofereço-te uma xícara, esbanje suas lágrimas para que seja o meu café das tardes miseráveis onde desejava o teu corpo e o teu beijo, a essência de mil loucuras e de minhas ternuras obsessivas, o aroma de meus dias ansiosos e o café de minhas tardes solitárias onde eu bordava novas paisagens de amor enquanto você galanteava confidências no leito quase perfeito da glória.

E nessa rotina entre o tudo e o nada, sem saber o que é o amor, nada mais importa - um sorriso a toa, a saudade sem passado e um desprezo, desprezo?

- Que beba água de pote, só entendo de amor e é de amor o que me adorna.

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⁠Há um olhar envergonhado que se fecha
e palavras caladas que não sabem nada dizer
escuta a tua canção, um amor que não se deixa
mas se abandona sem nada mais pra fazer.

E ao léu há poesias e nostalgias
mas você está no outra lado da melodia
e nada posso fazer a não ser o estoque de rebeldias,
e vou me esquecendo extasiado em pleno dia.

Já que não posso falar pela dor,
Vou escrever e reiventar um grande amor.

um grande amor.

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⁠E o sabor de café da manhã é um estupefaciente de coisas indormidas e mal nascidas.

Meus cadernos envelheceram nos meus arquivos que param o tempo ao acaso, com informações estúpidas nascidas de minha caligrafia torta.

E os dias se abreviam em opióides para aliviar dores não lembradas mas conhecidas, comprados na farmácia de velho comerciante que me vende medicamentos sem receitas coloridas enquanto o resto são cinzas.

E tudo fica normal ou é normal - o sol nasce, as estrelas brilham - e a noite, a noite chega à revelia de meu relógio descomunal.

E mais uma vez o sol me ilumina todo dia e o dia todo, silenciosamente, e tudo se embranquece e todos são vistos como não são e a igreja toca mais uma vez o repicar de sinos anunciando mais uma morte de um senhor gentil que preferiu para de respirar e esquecer os próprios pulmões congestionado.

Pobres pulmões, o ajudou a respirar profundamente a cada passo rumo ao não sei pra onde.

E tudo isso é normal, e enfurece o que inconscientemente nos conserva por igual em um conjunto de normais que não mais choram.

Nada muda, é tudo parado, mas, estamos andando, correndo, atrás do ônibus que se vai e de amores que não existe e que se desfaz.

Ainda dá pra sentir saudades, de meu avô, de meu pai, de Dona Vera, onde estão? onde estão? e dos dias já idos, adormecidos.

Sinto saudade de minha mãe mesmo estando ao meu lado, saudade do nunca mais querendo ser futuro e do por vir serenando o presente em um sábado a tarde.

Existimos e ainda estamos vivos, sonhamos e ainda desistimos, e chegamos em casa e dormimos, e se houver outro dia? se houver outro dia? Não sei, talvez pra nunca mais.

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⁠Tudo se vai.
Eis, pois, um óbvio poetizado.
As pessoas inesgotáveis,
são finitas.

Os momentos eternos,
se acabam,
seja com o ocaso do sol
ou um novo dia que se insinua,

mas tudo de vai.

As mais belas palavras desaparecem
e quem está de seu lado?
O nosso lado são ilusões,
que se torna um passado e mais nada.

A nostalgia é um lapso de tempo,
é o reflexo do desconhecido de nós mesmos,
e a coisa boa que nos escraviza
se termina com um adeus, terminável.

E a nossa teimosia de ser eternos,
o beijo, intenções e mais intenções,
tudo se vai, tudo.

Mas se um dia o distante se estreitar,
brindarei elegantemente.

Mas nada será como se foi!
Você será um estranho e uma triste lembrança
Lembrança que já passou!

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Ser estranho

as horas profanam
as minha dores reclamam
as alegrias em coma
faz-me um ser estranho

do agradável ao inatingível
um ponto fraco em mim procuram
mas minha força tão ilegível
é a força que em mim encontram

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Sonhos

eu tive um sonho, tão remoto
me trazia a alegria da inoscência
minha cabeça igual a um terremoto
defama toda consciência

se meu sonho tivesse asas e voasse
me arrebataria pro mundo encantado
e assim não haveria quem não amasse

fico tão triste quando vem o pesadelo
e o meu sonho se transforma e causa medo
todas as cores fica cinza esangrenta
e eu desisto do meu sonho dilacerado

se dos meus sonhos cuidasse mais direito
jamais seria um pesadelo
dou a alegria, todo meu pranto
pelos maiores, sonhos verdadeiros

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Geraldo Neto lança mais um livro!

A editora Sal da Terra localizada na capital paraibana anuncia o lançamento do livro do escritor uiraunense Geraldo Rocha Dantas Neto popularmente conhecido por Geraldo Neto titulado como:“Textos que Rimam”, seu conteúdo traz poemas e poesias em suas diversificações, o livro terá como co-autor o professor e escritor cajazeirense Lucilândio Pereira Mareco autor do livro” Passeando pelas praças de cajazeiras PB”.
Em 2007 o escritor lançou o livro titulado por “Asas Poéticas” pela editora Real, seus trabalhos são espalhados por várias revistas, endereços virtuais onde se revela o Blog do Geraldo Neto um espaço de cultura e encontro com a poesia. Ele enfatiza que “escrever é um dos vícios da minha existência” e garante lançamentos de várias obras além de poesias e poemas na área sociológica, antropológica e jurídica que são marcas do seu próximo trabalho.
O livro “Textos que Rimam” está sendo comercializado pelo preço de 20,00 (VINTE REAIS) e quem quiser adquirir entrar em contato com o escritor Geraldo Neto pelo número 83-91452957

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