Poemas palavras se vão ao vento
Palavras perdem ao vento
distorcem emoções,
Porque nenhuma palavra
mesmo no silêncio
pode dizer eu a amo.
Ela era poesia... Ele, não sabia ler
Ela era verso livre, dança de palavras ao vento, um livro aberto cheio de entrelinhas.
Tinha alma de outono, folhas caindo em promessas douradas, e um olhar que escrevia histórias sem precisar de tinta.
Falava com os olhos, sussurrava com os gestos, recitava amor em silêncio.
Mas ele... Ele não sabia ler.
Não enxergava as metáforas bordadas no riso dela, nem as estrofes ocultas nos suspiros entre uma conversa e outra.
Passava os dedos sobre sua pele sem decifrar as rimas que ali moravam, sem perceber que cada toque era um poema esperando ser sentido.
Ela declamava sentimentos na sutileza do olhar.
Ele ouvia, mas não escutava.
Ela escrevia epopeias com a alma.
Ele as tratava como rabiscos sem sentido.
E assim, ela seguiu sendo poesia.
E ele, analfabeto de amor.
Meu poema
Espalhei palavras no vento:
As quais só sabe declamá-las meu coração.
As letras L, O, R, E, N, A
da pra escrever um poema.
E completá-las com as letras A, M, O, R.
Pois, ela é minha benção, dada pelo meu grande Salvador.
Ela não é loira
e nem morena...
Ela é a Lorena,
minha professora.
Quando o ego está ferido, a mente fica a deriva a mercê do vento. Qualquer sopro de palavras transforma-se num tornado de emoções. Aí a personalidade se concretiza.
211115
O PODER DAS PALAVRAS.
A poeira disse a pedra logo mudarei de lugar deixar só o vento passar,a pedra de tão humilde respondeu,eu continuarei sendo pedra quando o inverno chegar.
Entre Palavras e Atitudes
No balé sutil das palavras, Promessas doces ao vento. Mas são as atitudes, a âncora, Que revelam o verdadeiro intento.
Palavras sussurram desejos, Seduzem com sua canção. Porém, é no agir sereno, Que se encontra a verdadeira razão.
No gesto simples e diário, Desenha-se a essência oculta. Quem observa com olhar sábio, Vê a verdade que não se indulta.
Assim, navegamos a vida, Entre discursos e ações. Descobrindo a beleza pura, Nas mais sinceras intenções.
A arte é o canto do vento,
A dança da luz no escuro,
É a alma que fala sem palavras,
É o mundo em seu jeito puro.
Nos detalhes, a beleza se esconde,
Nos toques, a vida se revela,
Para quem sente, a arte responde,
Com a suavidade que a vida vela.
Quem não vê, não sabe o que perde,
A arte é um mundo escondido,
E quem não valoriza, em sua sede,
Fica vazio, perdido.
Mas para quem tem o coração aberto,
A arte é farol a brilhar,
É a chama do espírito desperto,
Que nos ensina a sonhar.
Não tenho medo de palavras
palavras o vento leva, porém
atitudes são muito mais real
são muito mais forte... E isso me ganha!
Dizer-me que não sentes ciúmes de minhas atitudes ou de minhas palavras jogadas ao vento, mas não se apascenta quando não me tens;
Como és bela, oh meu amor! Como me encantas com certa irritação enciumando o meu ser que tanto lhe quer;
Portanto oh mulher habitante do meu coração, entendo que nasci para te fazer feliz com todas as minhas forças;
Civilização...
Se falamos juntos
Há fúria e confusão
Lembre-se!
Palavras voam ao vento...
- Se eu falo, você ouve com o coração,
- Você fala e sou eu quem presta atenção...
MARCAS DOS TEMPO
Palavras jogadas ao vento,
Sonhos dispersos no tempo.
O que mudou de ontem pra hoje?
Um corpo cansado, uma mente em silêncio.
A noite fria foi apenas um passo,
Não era o desafio maior a vencer.
Pois o dia que surge à minha frente
Traz um temor difícil de conter.
Não é o frio que faz meu corpo tremer,
Mas um medo sem nome, sem razão,
A poeira que dança no chão seco
Carrega o sussurro da escuridão.
Olho à direita, olho à esquerda,
Vejo uma sombra que hesita e para.
Perdida, sem rumo, sem pressa de andar,
Reflete um coração que já não dispara.
Mas então, ao terceiro baque no peito,
Sinto o antigo pulsar renascer,
Como se o medo me trouxesse à vida,
E afastasse de vez o temor de morrer.
derramo as palavras no caderno
o dia é poesia
no instante que sinto o vento
viajando do sul ao norte
o sol brilhando a alegria
e o sorriso no rosto
nas tardes de verão
percebo então, que tudo cabe no poema
até o meu amor por você!
O medo de errar
Gritar palavras ao vento
Sentir dor no peito
Não ter para onde correr
Em cada detalhe um sinal
O tempo viajando
Estacionar a força na zona de conforto
Deixar a chuva alagar os pensamentos
Nuvens densas
Ver o que não se deve
O medo de cair é prisão
Para não sentir o sabor da vida.
Minha doce e indomável Lucia Iara,
Mesmo sem as palavras perfeitas, sussurro ao vento o clamor silencioso do meu coração apaixonado.
Você irrompeu na minha vida como uma tempestade de luz celestial.
tornando-se a essência mais sublime e divina do meu ser,
A musa eterna que inspira cada batida ardente do meu peito.
Mulher de coragem infinita, guerreira dos sonhos mais puros, que com paixão incansável persegue seus ideais sagrados.
Eu, ao seu lado, luto com fervor e devoção pelo destino que nossos corações entrelaçaram no tempo.
Desde o instante mágico em que nossos olhares se cruzaram,
Você transformou minha alma num jardim eterno de flores perfumadas.
Onde brotam esperanças, promessas e amores imortais.
Entrego-me a essa aposta divina,
Anseio por um futuro onde nossos corações batam em uníssono, em perfeita harmonia.
E te peço, com toda a sinceridade e ardor do meu ser,
Vamos celebrar o início da aliança sagrada do compromisso.
Almejo alcançar o sublime objetivo de noivar e, futuramente, casar para sempre.
Aceite ser minha namorada, minha eterna companheira, minha razão de viver.
Ensinar ao surdo é como soprar no vento,
Palavras se perdem em um espaço vazio.
Na mente que não escuta, não há entendimento,
E o esforço se desintegra em um silêncio frio.
"Sim" ao insensato é um eco sem retorno,
Onde a ignorância se ergue, altiva e sem paz.
O saber se perde no cansaço eterno,
E o fardo se torna um peso que o tempo não desfaz.
O diálogo se torna um grito no abismo,
A paciência se esgota onde não há um sim.
A luz se apaga no obstinado desatino,
E o saber se dissolve na luta sem fim.
Palavras não são como folhas ao vento,
Dizem até que o vento as leva,
Mui diferentemente das folhas,
Elas - as palavras - sempre chegam ao
destino, - não duvide disso.
Lá do alto do Monastério,
Com os braços em direção ao céu
De tom opala e repleto de mistério,
Em busca de retirar todo o véu,
Ele que abriga o mel que te aflige,
Assim bem doce tu redige.
Palavras não voam com o vento,
Elas só trafegam,
Mui diferentemente do que pensam,
Elas ocupam o teu coração,
E tomam conta do teu pensamento.
Vejo no firmamento
do teu corpo,
Tatuadas as setes artes
liberais,
Inscritas deliciosamente,
Capazes de me endoidecer,
E de me invadirem ardentemente,
Rendendo-me severamente.
A tua retórica hipnotiza
a minha dialética,
A tua música a minha gramática
não traduz,
O teu beijo é expressão
- e o teu corpo seduz.
A tua aritmética domina
a minha geometria,
Somos uma constelação
- e uma só astrologia...
Quem dera a saudade fosse apenas uma brisa de vento passageira, mas ela é uma andorinha que sempre cumpre o ciclo de idas e vindas como uma gripe a nos abraçar de tempos em tempos a nos tirar as forças e apesar da dor, serve para nos mostrar os bons momentos já vividos.
Na brisa de cada amanhecer podemos sentir a vida! O vento que sopra sobre cada um de nós nos lembrar qual o real sentido da palavra forte como o "vento" que apesar de ser notado quando estar forte chegar a ser esquecido e quase não sentido quando fraco estar.
