Poemas Noites Fria
No frio da noite sinto ressoar o som das sombras e na neblina da escuridão venho me deitar
Uma voz trêmula ouço chamar: -vem! beija me, abrace - me estou com frio essas sombras me dão arrepio
Ao me aproximar senti as trevas que a envolvia
e seu olhar negro me consumia
senti um desejo de deleitar nesta trevas vazias
O cheiro de morte era tão forte
Que ludibriava minha mente
Ouvi uma voz estridente
Vem me abrace e se lamente
A dor que ecoa do peito num lamento de dor aceitou, mas com a condição de ganhar o seu beijo
Beijos vazios cheios de dor e frieza envolto nas trevas que me rodeia
Morte venha abraçar -me com um último suspiro seguido de um som de lamento
O mundo das trevas me espera
A dama me chama com seu vestido vermelho
Seu batom negro sujou a minha roupa
Comecei a suar sangue de agonia porém eu amava essa senhorita que as vezes eu amo e as vezes me irrita
Seu beijo doce e amargo ao mesmo tempo neles eu me deleito sem paz, sem jeito de fuga, neles aprisiono minha alma .
Tão longa é a noite da solidão,
Dilacera e prende em prisão.
O vento frio pernoita na mente,
Choro embargado gera sem semente.
Vago é o coração sem amor,
Tristes os dias, eleva o clamor.
O tempo em paz, tão rápido se foi,
Agora é tarde, e isso me corrói.
Quem me ajudará a ser melhor?
Quando serei solto, ó meu Senhor?
Tudo me faz crer num Deus vivo,
Estou de pé, pois em Cristo sigo.
Na noite de verão, em que eu estiver na minha cama
E o clima se misturar com o vento frio feito pelo ventilador
Que os buracos no meu peito feitos pela faca
Se fechem com o sangue se secando
Que não escorra nada além de lágrimas do meu rosto
Que não seja deixado sujeira alguma
A não ser o rastro vermelho de quando meu corpo for carregado
E se o divino permitir
Que haja meu amor ao meu lado na mesma situação
Ai do meu bem se recusar a ir comigo
Pois será o único que me terá na consciência
E outros, não saberão nem dos meus pecados.
À Beira da Cova
No frio da noite, a chuva cai,
Silêncio e sombra, o vento trai.
No peito um peso, um grito mudo,
Lembranças mortas no chão escuro.
O ferro canta no couro negro,
Correntes frias, passado azedo.
Uma garrafa, um último brinde,
Ao que se foi, ao que ainda finge.
LOWLIFE gravado na carne e na alma,
Caminho sem volta, sem rumo, sem calma.
Um túmulo aberto, convite ao fim,
Mas sigo em frente, a morte é pra mim?
Na lápide o nome, espelho cruel,
O destino escrito num tom de fel.
E ali parado, entre a lama e o breu,
Vejo no fundo... apenas eu.
Morfeu uchiha
Da vida
E é a vida a se tecer.
Fios que se entrelaçam.
Noites e dias que se sucedem.
Faz frio.
O vento sopra forte.
As folhas das árvores caem.
As flores florescem deslumbrantes por aí.
A estrada que se faz.
A vida se tece entre sinapses...
Um pensamento aqui.
Um pensamento lá... bem distante do aqui e agora.
A vida que se fez.
E a alma permanece perdida nos labirintos do ser...
ou do não ser.
Tanto faz. Tudo realmente tanto faz.
A vida se tece. Simplesmente acontece.
Quando a Noite Cai
Quando a noite cai
e o frio desce devagar,
vem com ele a angústia —
silenciosa,
sutil,
letal.
Quando o frio me visita,
sinto falta do teu calor,
aquele que apagava
toda dor,
todo medo,
toda solidão.
Quando percebo tua ausência
no eco da casa vazia,
bebo tuas palavras guardadas,
e nelas,
me cura a poesia.
Quando olho ao redor
e não te encontro,
as lembranças surgem —
nítidas, quentes,
com o gosto do nosso
último beijo.
E quando tudo silencia,
até o tempo se recolhe…
Fecho os olhos —
e, inevitavelmente,
é em ti
que meu pensamento dorme.
Terça-feira, nessa madrugada silente,
despertei com a alma firme e persistente.
O frio da noite não apagou minha chama,
os planos de ontem hoje viram trama.
Objetivos traçados com fé e clareza,
desbravo o escuro com minha fortaleza.
Enquanto o mundo dorme, a mente avança,
nasce a conquista, regada de esperança.
Mais uma noite, um café frio com o passado.
O silêncio da madrugada me observa.
O café esfria, assim como tudo entre nós.
Sinto o peso de lembranças que não me deixam dormir.
Não sei se é saudade ou apenas o vazio me visitando outra vez.
@profunda__mente__
Profunda Mente
Noite I -
Não há nada! Ninguém!
Só o pó do dia que passou.
As pedras congeladas, ao frio,
num imenso Céu aberto.
Nem o vento se ouve ...
Não há nada! Não há gentes!
Só solidão! Saudade!
Folhas caídas no chão.
Casas sem idade.
Mas onde? No Além?!
Lá também não há ninguém!
PRIMAVERA ENCANTADA
Na época de primavera, em uma noite de frio
Pude conhecer alguém que os olhos brilham mais que a lua cheia ao esplendor
Sua energia és fenomenal e irradiante
Embora seu sorriso ensolarado repousa em meu coração e aquecendo-me
Seu semblante ficou em sua sede, mas não me apagou a chama que me aquece, do amor do meu coração
Eternamente estará guardado em meu interior todo aquilo de uma primavera encantada e frio me proporcionou e presenteou.
Aqui como sempre
Está frio e gelado.
Toda noite eu procuro olhar pro céu
E lembrar de você.
Minhas noites nunca mais foram as mesmas
Minha lembraça é da gente deitado no chão e olhando pro céu.
Eu nunca estive tão feliz igual aquele dia.
Ele é um dos meus favoritos.
Queria ter te dito o quão..
“ As estrelas estava bonito aquele dia “
você sabe o significado dessa frase ?
O frio da noite é como meu segredo guardado,
No Natal, meu amigo, és o presente mais amado.
Mas no silêncio, na solidão, meu amor persiste,
Sem poder dizer-te, na noite, o quanto tu existes.
Na véspera de Natal, meu desejo é só um,
Que saibas, meu amigo, o quanto és importante, sem rum.
Amando-te em silêncio, meu coração eternamente clama,
E nas noites de Natal, sou um poema que não se declama.
Nas ruas da cidade nua
Sob o frio orvalho da noite,
sombreiam-se os meus cabelos brancos,
cansados da vida severina,
pingada nas ruas da cidade nua...
Vagueiam infinitos fantasmas,
repousam castelos assombrados,
escondem-se os gritos de medo por entre
as ruínas dos sonhos que não brotaram...
Quando o sol chega no horizonte.
É hora de levantar...
Recolher o papelão,
esconder o lençol da miséria
e Zumbitear pela vida.
Tem dias que a noite parece mais iluminada, que o calor do coração aquece todo o frio que se acumula pelo nosso corpo.
Tem momentos que o importante é não se importar mais, pois o que antes era necessário hoje não mais o é e a partir deste dia o que vem pode se permitir entrar.
Hoje sim existe espaço para um algo novo e com suas mãos e abraços hoje se permite tocar aquilo que antes de fazia ausente.
Não necessita mais agir no impulso, por que nesse momento vem a paz , a certeza que pode transformar o medo em coragem e tera a convicção de que tudo que vira de suas escolhas trará a liberdade de seus pensamentos.
O que se traz medo , o que faz você sentir dor, que lhe torna opção e vem por alguma razão te fazendo sofrer,não mais existira, pois a algo a mais além do que se pode entender que te trará a resposta que necessita.
Poema da Noite:
Elementos.
O rio em seu caminho leva consigo o frio e o desequilíbrio causado por homens que ao seu ver diz ser racionais e os animais normais para perecem para eles apenas irracionais.
A água em si traz vida,vida que esperança,esperança que a terra produza o alimento que queremos.
Fogo que nos esquenta ou que ao meu tempo ilumina a escuridão que dantes assolava e hoje ela se acaba,
O ar ou vento dançam em sintonia com o tempo,envolto com cada elemento o equilíbrio volta o tempo.
Autor: Jefferson Allmeida :D
O céu
A noite solar, o dia lunar
Água de prata ao mar
O vento que voa frio
O raio que nuvem partiu
O crepúsculo aos olhos
Resplandece as rochas negras
E os que desciam mórbidos
Ascendem às doces sedas
A suprema obra majestosa
Que tudo alcança, tudo vê
E a ti, nu, faz à mercê
De uma vasta nuvem gloriosa
As harpas da deusa estrelada
Cantam às flores azuis
E a bela deusa dourada
Fulgura em seu leito de luz.
Sinto falta das vezes que você me aquecia no frio da noite
Meus pensamentos são seus
Não penso em mais nada senão em ti.
Te amo!!!
Te amo....
Estou vivendo um amor platônico.
Necessito desse amor!
Volte!!!
Volte!
Vamos viver este amor...
Pena que, você não pode estar aqui.
