Poemas Nao quero dizer Adeus
Qualquer sermão que não nasce da oração não é uma mensagem de Deus. Não importa como aprendeu o pregador.
Arminianismo Brasil
Deus já me colocou em uma dívida tão grande que, se eu vivesse um milhão de milênios, não poderia paga a Ele pelo que Ele fez por mim.
Arminianismo Brasil
Não é só um cão na rua,
É a dor que ninguém vê.
É a fome disfarçada
Na espera por um porquê.
Não é só um latido solto,
É um pedido contido no ar.
É o grito de quem um dia teve dono
E hoje só tem o caminhar.
Não é sobre raça, nem porte,
É sobre omissão e descaso.
É sobre quem fecha os olhos
Enquanto outro limpa o estrago.
Se alimenta, cuida. Se cuida, assume.
Não é bondade largar depois.
A rua não ensina carinho,
Só ensina a fugir dos “heróis”.
Ter um animal é promessa
De presença, cuidado e ação.
Se não for pra ser abrigo,
Não alimente a ilusão.
Cuidar é compromisso, não conveniência
Ter um animal vai além de alimentar e dar carinho.
É compromisso, é presença, é responsabilidade diária.
Não podemos tratar a guarda de um animal como algo descartável.
Eles não entendem desculpas.
Sentem ausência, abandono e fome.
E quando estão soltos na rua, é a omissão humana que grita — não a deles.
O silêncio também abandona
Toda vez que vemos um animal abandonado e fingimos que não vimos,
mais uma camada de frieza cobre o mundo.
Silenciar diante da negligência não é neutralidade —
é deixar que o problema cresça.
Às vezes, não podemos fazer tudo,
mas sempre podemos fazer alguma coisa.
Não é sobre raça, é sobre respeito
A rua não escolhe raça, tamanho nem cor.
O abandono atinge todos — e o preconceito também.
Enquanto alguns apontam o dedo para raças como o Pitbull,
outros ignoram o cão magro, sem raça definida, com olhos pedindo socorro.
Nenhum deles pediu para estar ali.
Respeitar os animais é respeitar a vida, em todas as suas formas.
Amor sem responsabilidade também machuca
Oferecer ração e água é bonito —
mas se não há compromisso, o gesto perde força.
Cuidar de um animal exige constância, limites e segurança.
Deixar solto, mesmo com boa intenção, pode causar dor.
Às vezes, o que falta não é afeto, é consciência.
Se cada um fizesse um pouco
O mundo não muda quando cobramos dos outros.
Muda quando fazemos a nossa parte — mesmo que pequena.
Ajudar um animal, alertar um vizinho, separar tampinhas,
ou até divulgar um pedido de adoção…
São gestos simples, mas que salvam vidas.
Se cada um fizer um pouco, o abandono diminui.
E a compaixão cresce.
Faço minha parte com boa vontade.
Se me encontrar por aí.
Não me agradeça.
Porque, no topo do seu sucesso, estarei na primeira fileira.
A palavra "me cura" me tira a solidão.
Fico lisonjeado com a sua emoção.
Aqui eu fico e você prossiga.
Frequentemente, no convívio conjugal, vão surgindo pequenas fissuras que, se não cuidadas, tornam-se abismos. Muitos casais se percebem enredados em rotinas que silenciam afetos e ampliam ressentimentos. É comum que, ao chegar em casa, um dos parceiros busque refúgio nas telas e distrações que anestesiam o cansaço, enquanto o outro se ressente da ausência de diálogo e atenção.
De um lado, há quem se sinta relegado ao segundo plano, como se a presença fosse apenas tolerada, e não desejada. Gestos simples de aproximação — perguntar sobre o dia, trocar carinhos, compartilhar planos — vão se rarefazendo, deixando no ar a sensação de solidão mesmo em companhia. As saídas a dois se tornam exceção, e os momentos de convivência espontânea acabam cedendo espaço à indiferença.
De outro lado, há quem perceba o lar como um espaço tomado por cobranças e comparações. Após um dia de trabalho, alguns sentem que encontram apenas um inventário de críticas e expectativas que não conseguem cumprir. As comparações com outros casais ou modelos de perfeição alimentam sentimentos de inadequação e distanciamento.
Muitas vezes, os mesmos comportamentos criticados se repetem de maneira recíproca, criando um ciclo em que ambos se veem, em diferentes momentos, como vítimas e responsáveis. Não há inocentes absolutos, apenas duas pessoas que carregam frustrações, desejos de serem escutadas e compreendidas, e o receio constante de não encontrar acolhimento.
Para interromper esse movimento, é essencial que cada um possa expor suas percepções com respeito e clareza, sem acusações. Um diálogo paciente, sustentado pelo interesse genuíno de compreender o outro, pode devolver sentido ao vínculo que se fragiliza. Quando a conversa se mostra insuficiente, a busca por apoio profissional, como a terapia de casal, pode oferecer o espaço seguro onde a história comum seja recontada de maneira mais generosa.
Me entregando?
Eu não gosto de pensar,
Mas eu penso o tempo inteiro
em você.
Eu odeio esperar,
Mas eu espero o tempo que
for preciso por você.
Oh Deus...
Estou tão apaixonada,
Tão apaixonada.
Talvez pela primeira vez,
Eu esteja me entregando a
alguém.
Oh, garoto, você tem
poder sobre mim.
Impossível isso ser normal.
Há milhares de coisas que
eu gostaria de falar sobre você,
Mas seria como citar todas
as estrelas que existem.
Saindo dessa escuridão pela
primeira vez.
Seja minha luz.
A gente sabe e sente quando é pra ficar
Quando o toque marca, não dá pra negar
E a memória roda, roda, roda em loop
Não para até continuar a história
Não sei se você notou
Que eu tô
Tô afim de você
Pois você acende
O verde e o vermelho
Não mostra intenção
Amor,
Não sei como é teu rosto há tanto a tempo
Não provei mais o gosto do teu beijo
Não sei mais como é amar
Amor
Eu ando por aí à procurar
Alguém que me tire o ár
Que não me faça lembrar
Que não importa mais o que eu faça
Não dá pra fugir
Sempre penso em ti
Não importa mais o que eu faça
Não dá pra fugir
Que não importa mais o que eu faça
Sempre penso em ti
