Poemas Nao quero dizer Adeus
O que era menos, agora é mais
Não va agora!
Toma um café.
Me pede um cafuné?
Só não vá embora!
Te dedico uma canção,
Falamos do cotidiano,
Da vida e dos planos.
Isso afasta a solidão!
Coisa boa te ter por perto.
Falando das flores,
Colorindo o deserto.
Tua presença traz alegria e paz.
Agora que você chegou,
O que era menos agora é mais.
A Festa mais esperada !
"Não queira apenas observar a festa de casamento, seja a noiva que após de toda a cerimonia desfrutará da paixão e amor com o Noivo."
Os convidados da festa se vão para suas casas apenas fartos do banquete servido e alguns até não se sentem satisfeitos e reclamam de tudo.
A Noiva se entrega nos braços do Amado...
Quem você é, noiva ou convidado ?
O vôo do amor
Como é lindo o seu sorriso
Uma beleza que não é fácil de se ver por aí
Seu semblante um horizonte
Que revela o paraíso
O amor sobrevoa longas distâncias
Às vezes tende a ter turbulências
Não quer dizer que é uma deficiência
São só coisas da nossa ignorância
Contudo o amor quando puro
Se revelará duradouro
Mais valioso que o ouro
Mantendo o vôo seguro
"E por mais que eu tente esconder essa verdade, você sabe que a mentira não cabe em mim. Não cabe a mim ser desonesta comigo mesma. Não me cabe ser infeliz. Portanto, vire-se e me diga o que realmente sentes. Diga-me o que posso sentir por você. Se não for pra sentir saudades nem amor, então meu amor, quero voltar àquele tempo, em que nada me prendia a você. Nem mesmo meu amor."
Janaina Caetano
Não vale a pena lutar contra a vida!
Devemos estar sempre onde o nosso destino nos põe ...
Abertos! Esféricos! Ampliados!
Deus será nosso auxílio, amparo e protecção ...
São chamadas de noites incompletas as que não contam com o brilho das estrelas.
O desalento faz do amor forte, e a perseverança o faz completo.
No mar de adversidades, seria certo persistir? Estou certo que sim,
pois quando o lápis toca o papel, única inspiração que me toca é você.
(Para um amor. Ops, uma flor)
Moça, sai do telhado, não vê que é muito nova pra brincar de morrer?
Diga-me o que se passa aí dentro, o que te aborreceu dessa vez?
Desce daí e venha aqui, tenho um ombro pra lhe oferecer. Pode não ser muito, mas sei que é o que procura.
Há um Deus lá no céu que tudo vê, não se esqueça. Ele é como a mãe da gente, que nos obriga a levar um casaco pra rua porque sabe que vai chover.
Ele sabe bem o que faz, foi Ele que me trouxe aqui.
Então por favor, desça daí que a vida é uma só.
Não desperdice seu tempo com joguinhos banais, que não vão acabar com a tua dor. Isso é ilusão. Não se corte mais.
Eles tentam fazer você acreditar num mundo melhor, onde a dor não exista. Mas eu te digo aqui, “No mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo”.
Então venha, eu quero te ouvir.
Não olhe pra baixo, aí é muito alto.
Desça que vou tentar te convencer, que a vida é Deus.
Ele nem sempre nos dará o que pedimos, mas nos concederá o que precisamos.
E tudo bem ser assim. Estaremos no lucro.
Sua alma é linda demais pra brincar de morrer.
Venha viver, a vida pode ser melhor. Desça pra crer,
Moço, não sou de ferro, ninguém é de ferro. Talvez eu esteja mesmo programada pra cair.
Caminhando na calçada percebi
Que de mais nada eu sabia
O mundo lá fora não é o mesmo
Não era o mesmo mais para mim
Ou apenas não o reconhecia mais
Que mundo é esse?
Não há para limites para o impossível
Nem há dimensão para o improvável
Mas não se pode aceitar o absurdo
Nem concordar com a intolerância
Amor atencioso
Estou aqui não para falar de mim, mas tão somente para ouvi-la; pegar uma bacia com água morna e óleos naturais de camomila, massagear os teus pés com carinho enquando ouço você falar como foi cansativo o seu dia.
Ao acordar fez as pressas a sua maquiagem pois acordará atrasada, que no caminho ao trabalho pegou todos os sinais fechados; levou bronca do patrão por chegar atrasada, mesmo tendo feito um grande esforço pra chegar na hora, até uma multa por excesso de velocidade levou.
Quero ouvi-la atentamente, admirando cada movimento que faz os seus lábios, lhe demostrar sorrindo que me agrata ouvir o som da sua voz, que estar ao teu lado me faz bem.
Mas agora preciso te interromper e convita-la para relaxar em um banho de espumas, com pétalas de rosas perfumadas que preparem pra você; enquando isso, vou preparar o seu prato favorito para saborea-lo em um jantar as luzes de velas.
Ao deitarmos, espalho sobre o seu corpo aquele hidratante perfumado, o massageando delicadamente até você pegar no sono.
Boa noite meu anjo.
Eu sabia que iria mudar, mas não queria acreditar.
Palavras que eu tanto gostava de escutar, reparei que aos poucos foram sumindo.
Depois não mais as ouvia...
Gestos que me enterneciam, fugiram com as palavras.
Músicas que descreviam esse amor não foram mais tocadas
Os sonhos não foram realizados. Nem lembrados.
Nem novos sonhos sonhados...
Carinhos cheios de amor, não se tem notícia
Olhares que espelhavam o coração, ficaram embaçados
Momentos como aqueles não foram repetidos...
Não há privacidade simplesmente.
São selfies, vídeos e áudios.
E não é possível uma simples audiência.
Com o vizinho, o amigo, o parente.
Na casa, na piscina, na igreja.
Não há privacidade simplesmente.
Na saúde, na alegria e na doença.
Calçou as luvas do amor e saiu por aí distribuindo sopa.
Não era uma canja qualquer.
Era temperada com luto, e exemplo herdado daquela mãe.
Velhas indagações
Porque rivalidade?
Será que não conseguimos conviver numa amorosidade de compartilhamento?
É mesmo necessário um torcer por um time ``A´´ e outro por time ``B´´ e `C,D,E´´, etc.?
Por que?
Pra que?
Qual o fundamento da rivalidade?
Será que até Deus não gosta de marasmo?
Porque pensei isso?
Por que desde o inicio da raça conhecemos relatos onde os comandados afirmam que Deus mandara eliminar povos A ou B.
Se pegarmos toda História perceberemos a disputa em torno de tudo.
Não aceitamos a condição de segundo lugar, só somos totalmente felizes conquistando o lugar máximo, o primeiro lugar.
Por enquanto ficarei com minhas interrogações.
Mas... e os;
Por quês?
Há uma voz na esquina que não pára de cantar
Voz doce, afinada, feminina, macia
Mãos delicadas que não param de tocar
E tocam as cordas de seu violão
Corta o silêncio da noite como se fosse a única proprietária
Mas, enfeita como se fosse a mais brilhante estrela
E ensaia
É pura imaginação
Quarto de menina moça
Uma mistura de gostos para quem não tem uma idade
Esta é minha vizinha, prima que ainda cresce.
Estamos dentro das grades
Portas fechadas
Mal podemos respirar
Já não tínhamos dinheiro
Estamos na era do desemprego
Crise mundial
Vivemos combatendo novos fenômenos
Ouvimos a pingueira contínua da PEC
O disco arranhado das reformas
O bater de gavetas dos processos
São fitas K7 enroladas
Bolo de linhas embaraçado
Impressora com papel atolado
Bujão sem gás num domingo
Sapato furado na chuva
A bactéria hospitalar
Ninguém sabe ou todo mundo sabe onde está o dinheiro
Mas, ninguém sabe quem irá devolver bens
Das ruínas onde agora brilham vidros
Construções de engenheiros fuleiros
Como estalagmites
Icebergues tropicais
Estamos mesmo à mercê de bandidos
Não importam tantos riscos
É ignorar a própria sorte
Se é que ainda alguém pode se desviar do norte
E enganar todo e qualquer coiote
Queremos um pouco de ar
