Poemas inteligentes
O mundo não tem ordem visível e eu só tenho a ordem da respiração. Deixo-me acontecer.
Renuncio a ter um significado, e então o doce e doloroso quebranto me toma. Formas redondas e redondas se entrecruzam no ar.
Tem sido sábado, mas já não me perguntam mais. Então eu não digo nada, aparentemente submissa. Mas já peguei as minhas coisas e fui para domingo de manhã. Domingo de manhã também é a rosa da semana. Não é propriamente rosa que eu quero dizer.
Dei gritos de dor, e de cólera, pois a dor parece uma ofensa à nossa integridade física. Mas não fui tola. Aproveitei a dor e dei gritos pelo passado e pelo presente. Até pelo futuro gritei, meu Deus.
Mas as palavras que uma pessoa pronunciava quando estava embriagada era como se estivesse prenhe – palavras apenas na boca, que pouco tinham a ver com o centro secreto que era como uma gravidez.
Eu, que fabrico o futuro como uma aranha diligente. E o melhor de mim é quando nada sei e fabrico não sei o quê.
O bule de chá tão esguio, elegante e cheio de graça. Sim, mas tudo isso num instante passa, e o que fica é um bule velho e um pouquinho lascado, objeto ordinário.
O historiador é um homem que põe os factos nos seus devidos lugares. Não é como foi; é assim mesmo.
Deus lhe deu inúmeros pequenos dons que ele não usou nem desenvolveu por receio de ser um homem completo e sem pudor.
Até hoje eu por assim dizer não sabia que se pode não escrever. Gradualmente, gradualmente até que de repente a descoberta tímida: quem sabe, também eu já poderia não escrever. Como é infinitamente mais ambicioso. É quase inalcançável.
Assusta-me quando num relance vejo as entranhas do espírito dos outros. Ou quando caio sem querer bem fundo dentro de mim e vejo o abismo interminável da eternidade, abismo através do qual me comunico fantasmagórica com Deus.
Ofélia para Laertes: “Encerrarei no peito, como guardas, essas sábias lições. Mas, caro irmão, não faças como alguns desses pastores que aconselham aos outros o caminho do céu, cheio de abrolhos, enquanto eles seguem ledos a estrada dos prazeres, sem dos próprios conselhos se lembrarem”.
(Hamlet)
Vou me embora pra Passágada, lá sou amigo do rei.Terei a mulher que eu quero, na cama que escolherei!
A educação para o sofrimento evitaria senti-lo com relação a casos que não o merecem.
Insano
Marco como Hoje minha Historia de Vida Feita um Jogo,"Isso Na Minha Mente Sou Insano Por Insano e Oque Mim Define, Insanidade do Meus Templo", Feita Como Hoje Aguardo A Minha Morte, Porque Meus Pensamentos Fruir em Minhas Arte De Agora, Sou O Fruito Cerebral do celebra pra acabar o Amor e Gera a Paz em Busca Da Verdade embora , Sou Isso Insano No Tempo Da Verdade no Futuro Do Tempo da Lei Da Arte, essa E Minha Insanidade ,da luz do tempo do agora sou a verdade da paz, do futuro esse e meu verbo futuro
