Poemas Góticos de Amor
Ser Chauffeur… triste a sina.
Ser Chauffeur! Sorte dura, mau labôr,
Que traz a vida à morte acorrentada.
E quanta vez , já alta madrugada.
Vê levantar do sól todo ’splendôr.
E segue, estrada fora, sem temor
Ao p’rigo de qualquer uma cilada.
Da sua vida; alegre e acidentada.
É o chauffeur o próprio jogador.
Quem sabe se ele um dia virá a ser,
No meio dos perigos porque passa,
O assassino de um filho a quem adora.
É dos que, trabalhando sem temer
Para ganhar o pão, tem a desgraça
De ter consigo morte a toda a hora
Nicola David Júnior - 1905
Um dia longe de ti
Um dia longe de ti é como
Um dia à beira da morte
É um dia triste sem luz
Para meu coração
Que está só
Acompanhado apenas da gostosa
Saudade que dentro de mim
Dói como uma ferida aberta,
Tudo por causa da maldita
Distância que nos deixa
Uma longe da outra,
Tudo que sinto é por que
Amo-te, te amo e não
Quero te esquecer, pois
Esquecer-te para mim
É eu morrer sem ti.
Amo-te.
"A --------- mor(te)"
Saibas,
que também coleciono tristezas.
Coleciono frustrações,
dores e, até mesmo, raiva.
Saibas,
que o tom avermelhado do meu olhar
foi feito com tinta lágrima...
(colecionando a mais pura saudade!).
Como cortesia,
também coleciono dois riscos
que dividem os meus pulsos
a
o
m
e
i
o
(esses foram feitos
delicadamente
pensando em ti).
São agora
tatuagens macabras
do meu querer.
Saiba:
eu não deixei de te amar...
(mas por um minuto
quis matar o meu amor).
E foi na morte que descobri
o quanto ainda vives em mim.
Morte?
O que será a morte?
Tristeza ela é sim, É uma dor sem fim,
Para aqueles que ficam,Pensando no anjo querubim.
Ela nos tira a paz,E amargura nos traz
Anos e anos de solidão
Para a vida de um pobre coração.
A morte existe sim,
Mas que ela passe bem longe de mim,
Quero vida e felicidade,
Para poder viver a minha realidade.
Quem quer saber da morte?
Se Deus é vida e glória.
Mesmo com dificuldades,
Ainda sim, fique longe de mim morte.
Eu fico triste...eu choro, e sinto saudades.
Eu mudo.
Uma sombra se instala no meu olhar, que é dificil disfarçar...
Século XXI
A minha maior tristeza foi à morte da moralidade,
Neste século adiantado de democracia e vaidade.
Houve desmoronamento de toda nossa integridade,
A população está em pavor, sofre a grande sociedade.
Sentimento comum de valor básico e profundidade,
Combate com muito fervor essa tal modernidade.
Esses grupos se unem para destruir com profundidade,
O povo que luta contra eles, numa linda fraternidade.
Acusam os seus contrários com a rude elasticidade,
Diz ser o povo insignificante e cheio de incapacidade.
Vivem digladiando com muita firmeza e mutabilidade.
Eles não têm princípios, nem tão pouco a legitimidade.
Não pensam no bem do povo, só vive de popularidade,
Hipnotiza a grande massa com mentiras e liberalidade.
Mas vai tomar o tiro de misericórdia esta bestialidade,
Que acredita nada perder nesta cruel e fria oportunidade.
Bom dia!
Hoje procuro descartar a tristeza, a angústia e a melancolia colocando luz (Deus) nas sombras obscuras dos meus problemas diários. Já testei em minha mente e vida diversos antídotos, contudo, só em Deus encontrei a cura.
triste aurora
tristeza e morte,
continuidade de uma vida,
bastaria respirar e até chorar,
por pouco, assim mesmo muitos sentimentos,
pensar escrever, passar o tempo
diante uma maquina ainda amar?
coisa forte independente parece ter vida própria,
depois exclama tudo que já foi visto ou será,
as vezes acho tem alma,
na solidão dos pensamentos me intrigo
como o homem pode fazer tal façanha ainda sim ser usada para bem e mau,
de varias faces jeitos e cores o mundo ficou
pequeno diante a internet,
sejamos velhos ou novos o mundo nunca foi mesmo depois de você.
meu coração papita as vezes com alegria e tristeza pois mundo toma muitos caminhos
vistos por uma tela tão pequena. somos ricos ao mesmo tempo pobres pois o mundo cabe na palma de nossas mãos.
EXASPERAÇÃO
Pela noite... Lá vai a lua
e a morte espreita a debruçar,
sobre vultos das sombras nas ruas.
Tem choro de menino
estampido de um terrível assassino
e os sinos do medo, estão rindo.
Lagrimas nos rostos desesperados
indica o presente, com o passado.
Antonio Montes
Triste fim da morte
A morte entrou na vida trazendo as suas mazelas
Em cada esquina que passava pegava um despercebido
Ela tinha um amigo que se chamava pecado
Um envolvia o despercebido
Enquanto o outro o levava para o buraco
Chegando lá o escravizavam num inferno perdido
Sem esperanças ele chorava por ser mais um despercebido
A morte triunfou e teve os seus dias de glória
O que ela não sabia
É que haviam contado os seus dias de vitória.
Quando a morte viu um homem desconhecido, ela falou!
Lá vai mais um despercebido
Achando que o pecado o havia envolvido
Planejou a morte do desconhecido
E no princípio até pensou ter conseguido
Mas aquele homem não era um despercebido
E pecado não havia cometido.
A morte não pode retê-lo em seu presídio
Ele ressuscitou e tragou a morte em sua vitória
Então morte, onde está agora o teu aguilhão?
Onde está agora, oh inferno a tua vitória?
Graças a Deus que nos dá a vitória
Por nosso Senhor Jesus Cristo
Que venceu a morte e foi para glória.
Viva a vida
Vida é a alegria que contagia
E tristeza cheia de melancolia
Inocência protegida
E maldade nem sempre punida
Vida é tempo compensado
E tempo desperdiçado
Problemas a resolver
E muita preocupação só pra aborrecer
Vida é sucesso de realizações
E grandes frustrações
É trabalho e trabalho é honra
E a honra traz a paz
Vida é saúde para ser vivida
E nem sempre é entendida
É milagre, um dom de Deus
Concedido a cada um de nós
Viva com intensidade
E se possível com muita felicidade
Não importa se reta ou torta
O que interessa é a vida
Viva eu viva tu viva ele viva a vida
Sai sem rumo...
Um dia senti um vazio,cheio de tristeza e melancolia, e sai a procurar, o que não sabia, saberia ao encontrar.
Parti a toda velocidade sem rumo, a angustia viajando a meu lado, buscava desesperado o segredo da felicidade.
Naveguei pelos mares da saudade, da amargura e da agonia, ancorando aqui e ali, nas ilhas da euforia, mas não encontrei a felicidade.
desci o vale dos vicios, perguntei com insistência, onde esta a felicidade?
Escalei, subi o planalto da ciência, questionei aos mais sabios, com eles não estava guardado o segredo da felicidade.
Desembarquei na bahia das paixões vivi mil amores, devastei corações, e me disse a maior das beldades:- Não sei o tal segredo, não conheço a felicidade.
Galguei a serra do sucesso, desci a colina do fracasso em todo lugar procurei, a todos que perguntei disseram:- Não sei onde esta a felicidade.
por fim exausto com sede,fui ter ao lago da contemplação, lá emfim, que emoção...descobri! O segredo da felicidade estava dentro de mim, eu amo a minha vida e amo aos meus semelhantes. Tentem fazer o mesmo.
Há momentos em nossas vidas em que a tristeza e a melancolia parecem querer invadir nosso ser.
A solidão parece querer reinar absoluta.
Que por mais que estejamos cercados por centenas de pessoas, o nosso coração chama apenas por uma única pessoa. Aquela ao qual faz nossos olhos brilharem, nossos lábios sorrirem, nosso coração aquecer e pular de alegria,
E vem a tristeza
A solidão
A melancolia acompanha meus passos
meus pensamentos...
vem como arame farpado, que envolve meus tornozelos
e me sangram me causam feridas quase que incuráveis
cicatrizes pela eternidade... onde andarei deixando esses rastros de sangue... essa tristeza e toda minha melancolia...
Bonecos sem vida
Sem humor, melancolia
Tristeza, raiva, alegria
Sentimento não combina
Coração, casca vazia
A nicotina que alivia
A droga chega e vicia
Mata aquela que vivia
Condena sua família
Tudo só por rebeldia?
Acha que tudo é historinha
Nem sabendo o que fazia
Com a vida não se brinca
A saúde não se arrisca
Foi tentar experimentar?
Toma, agora tá perdida
GIRATA
Rosto triste nas areias
um barco a distanciar
as melancólicas sereias
lagrimas de lua cheia
choro a beira do mar.
Lá vai o vento no rosto
lembrança sem entender
saudade dança desgosto
ausência no contra gosto
o corpo esta sem querer.
Rosto triste nas areias
horizonte desprovido
sonhos que encandeia
peias pelas mãos cheias
maribondos com zumbidos.
Antonio Montes
"Desata-me"
Em meio à melancolia...
Transição entre alegria e tristeza.
Sensação de equilíbrio instável...
Pareço bem, estou, não sou, sensação inevitável.
Sou dois corpos, ora receptivo, ora fechado.
Meu coração oscila, vulcão ativo ou magma esgotado.
Sou traição e fidelidade, ora mentira, ora verdade.
Sou dois inimigos que se espantam, mas não se confrontam.
Meu nó é cego, eu carrego, a paz e a inquietação.
Desata-me, não nego, viver ser capaz ou ser mera ilusão
o mesmo ser gótico
na escuridão da alma
a perdição torna se plena...
a tristeza emergente
no ínfimo do sentimento
abrange a vertente que tanto ama.
RIOS DE LÁGRIMAS
Às vezes me deparo
numa grande melancolia,
lembrando de um passado
de tristeza e de alegria.
Quanta saudade
do meu tempo de criança,
os rios tinham muita água,
ainda guardo na lembrança.
Tomava banho no rio,
pescava na barraginha,
tinha tanta lavadeira
quarando roupa limpinha!
Ninguém imaginava
ver os rios maltratados,
transformados em esgotos,
sendo todos assassinados.
Em rios de lágrimas
eles foram transformados,
por conta do lixo e esgoto
que neles são lançados.
Cachoeira e Raiz
foram a razão da cidade;
deram o nome Duas Barras
e só receberam atrocidade.
Revitalizar nossos rios
é um processo lento,
mas a principal medida
é a estação de tratamento.
