Poemas Góticos de Amor
"... Uma tragédia não precisa de sangue e morte.
Basta que esteja repleta da majestosa tristeza
que é o prazer da tragédia....!"
para aonde esteve
solidão amarga
decepções...
doce morte,
angustia.
mundo de tristeza.
unicamente,
desaparecemos...
no destino,
desistindo...
no silencio...
frustante,
agonizante.
A tristeza e a morte.....
Tomam conta de tudo....
Não eram os lírios brancos....
Caídos na areia da praia......
Eram rosas brancas....
Na areia prateada da noite...
Não eram lírios...nem rosas.....
Era a tua sombra...o teu aroma...
que perfumava a areia da praia...
Vagueava pelas sombras à procura de paz
Almas perdidas......corpos caídos....
Corações dilacerados.!!
Sinto-me insegura
Sinto-me insegura, melancólica e triste
As tuas palavras giram na minha cabeça
Apetece escrever o que saem dos dedos
Ficar assim, no silencio, sem sentir-me.
Ó vem matar esta paixão que anda comigo
Vem arrancar esta amargura do meu peito
Dá-me o luar da tua imensa compaixão
Oh Senhor meu Deus ilumina o meu coração
Nunca encontrei humildade ou arrependimento.
Cadáver sepultado sem mágoa do que não foi.
Erosão vulcânica de mim dentro de mim própria.
Renasce um silêncio vazio rasgado de uma morte.
Envelhecem as palavras do tempo a repeti-las
Nego cada lágrima caída do meu rosto nas mãos
São minhas as palavras escritas que saem dos dedos
Oh Senhor meu Deus ilumina o meu pobre coração.!
Eu era infelis...
Eu era Triste...
Eu era melancolia...
Eu era solidão...
Eu vi a estrla surgir
Eu vi a estela crescer
Eu vi a estrela brilhar
Eu vi a estrela cair...
Eu te vi
Eu te admirei
Eu te gostei
Eu te amei...
Eu tive felicidade
Eu tive alegria
Eu tive Amor
Eu tive tudo...
Eu vi você diferente
Eu vi você mudar
Eu vi você se arrumar
Eu vi você partir...
Eu me vi magoado
Eu me vi arrazado
Eu me vi perdido
Eu me vi acabado...
Eu senti meu coração triste
Eu senti meu coração doer
Eu senti meu coração vibrar
Eu senti meu coração parar...
Eu fiquei infeliz
Eu fiquei triste
Eu fiquei melancólico
Eu fiquei solitario...
Eu não tive futuro
Eu vivi o presente
Eu voltei ao passado...
E eu retornei a ser
Eu mesmo novamene...
É triste envelhecer,,,
Não tenho medo da morte, claro que fujo dela,
tenho medo ficar sozinha numa cama
de um hospital, de um lar....
à espera de um carinho, de uma pessoa estranha,
dos olhares de dor, solidão....
já olharam para dentro dos olhos,
de um idoso? Então olhem porque tem dor, dor, dor.
solidão, escuridão, quando passar por um velhinho ..
mesmo que não o conheça, dê-lhe um abraço...
ele pensará que és maluco, mas véras os olhos dele a brilhar..
a dor terá desaparecido, é duro ver os outros a sofrer...
é o que eu encontro e sinto no meu trabalho ...
estas pessoas que um dia já foram amadas e felizes
hoje vivem na escuridão, no abandono ...
por os familiares e parentes,,,
ficam à espera de carinho e compreensão
de uma palavra amiga, de alguém que as oiçam....
hoje só resta um carinho de todos os que trabalham..
com estas pessoas, doentes da idade,
alegres e felizes com falta de amor que...
só sentem o abandono de quem amaram
e já os esqueceram não sabem se estão vivos. ou mortos..
abandonados à sua sorte nesta imensa solidão
de ser velho seja na cidade, vila ou aldeia, é triste ser-se velho.
Porque eu ando pelo vale da sombra da morte
E não temo nenhum mal, pois sou cego
Eu ando ao lado das águas calmas e elas curam minha alma
Mas eu sei que quando eu morrer... Minha alma estará condenada
(Through The Valley)
Para evitarmos que a morte visite o nosso interior, precisamos limitar a tristeza ao seu processo de aprendizado, desapego, evolução, compreensão, aceitação e superação. Limite esse, que está na nossa força, coragem e Fé!
(Edileine Priscila Hypoliti)
(Página: Edí escritora)
...no mundo das sombras,
existe um muro construído com todas as decepções,
tristezas, sofrimentos, e ódio,
um muro bem sólido,
no qual muitos mesmo com toda a vontade
não poderiam fazer nele um so arranhão...
Na tristeza e na alegria
Na saúde e na doença
Dia após dia
Seja esta a minha crença
Que a morte não me cale
Que a poesia seja intensa
Ainda que não haja rima
Nem sentido que convença
Pois, a vida é um poema
Um dilema que compensa.
Tydo é triste na vida de um gótico!
O peso das caveiras nos cordões, a triste cruz, o vinho, as redenções!
São mil pecados, mil amores...
quarto escuro, mil farsas, mil dores.
Tudo é estranho, tudo é mistério... esqueleto, vinho, igreja cemitério!
A compreensão o não saber, o ser perfeito e o não ser.
os dias são tristes e as noites são trevas, na vida de um gótico tudo e guerra... meu sobretudo, o mundo um peso,
mais quem vai dar atenção aos meus segredos?
Haveria ressurreição se não houvesse a morte?
Haveria alegria se não houvesse a tristeza?
Haveria a certeza se não houvesse a dúvida?
E quanto a ordem, será essa?
Quem nasceu primeiro, a dor ou a alegria?
Eu caminho através do vale da sombra da morte
E não temo mal algum, pois sou cego para ver tudo isso
Minha mente e minha arma me consolam
Porque eu sei, matarei meus inimigos quando eles vierem
Certamente que a bondade e a misericórdia irão me acompanhar todos os dias da minha vida
E eu habitarei essa terra eternamente
Eu caminho juntos às águas calmas e elas restauram a minha alma
Mas eu não posso andar no caminho dos certos, pois sou errado
(Through The Valley)
Chamo por solução, não me ouvem, é surdo, ora vazio, ora escuro.
A morte será assim ?
Triste, calma, oca ?
DOMINGOS MELANCÓLICOS
Aos domingos sinto uma tristeza tão profunda que não consigo nem nada ou até em pensar em nada além da solidão.
Nem mesmo as músicas que eu gosto bastante de ouvir, conseguem suprir toda essa solidão, no qual eu estou vivendo.
O vazio é tão grande que nada compensa, nada me tira dessa bolha no qual eu estou vivendo todos os dias por 22 anos.
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Todos esses sentimentos que ficam sem guerra dentro do meu peito, eu não tenho favoritismo para ganhar essa guerra. Dor, tristeza, angústia, vazio, paixão e amor são fortes concorrentes.
Domingo é cansado, traiçoeiro e manipulador, desperta tudo isso aos pobres meros mortais solitários, assim como eu.
Melancolia, tristeza, decepção e raiva me inspiram.
Me enchem de combustível para voar rumo a causa desses sentimentos como se eu fosse um míssil nuclear.
Mas transformo toda essa carga em algo menos letal para os outros, porém fatal para mim.
Vou guardando.
Guardando e aguardando, até que não haja mais espaço em minha mente e explodo em palavras e versos que só fazem sentido pra mim.
Que só importam para mim.
É tão injusto não devolver as desgraças que me jogam na cara.
E se eu devolver?
Ficariam eles chateados ou entenderiam minha licença poética?
Um sorriso radiante, com tristeza "convidada"
Uma vida repleta, varias mortes simbólicas
Um sonho encantador, um pesadelo "exclusivo"
Trabalho árduo, desprezo "merecido"
Conquista brilhante, inveja "inevitável"
Casamento idílico, ingratidão "nupcial"
Família unida, separação "estratégica"
Ação decidida, erros "premeditados"
Meu nascimento talvez alegre, um peso pro resto da vida "assustador"! Prazer Eu sou o Sr. Esquecido, o protagonista do seu próprio drama.
Perenidade
D'esse limiar 'tre vida e morte, contemplo com profunda melancolia a efervescência tumultuosa d'arte atual. O cenário emergente s'assemelha a um campo de batalha caótico, onde a união estética e o respeito pela beleza atemporal desaparecem em meio ao tumulto iconoclasta.
Em contrapartida, a produção artística clássica, erigida qual colosso majestoso, subsiste como guia de grandiosidade e ordem. As obras imperecíveis dos mestres clássicos, com sua minuciosa atenção aos detalhes e temas universais, obscurecem a transitoriedade da contemporaneidade. Cada escultura, cada pincelada, assemelha-se a um murmúrio distante que ressoa através dos séculos, enquanto a produção artística recente, frequentemente, parece predestinada a perecer no abismo do olvido.
A grandiosidade das obras clássicas, sustentada pela tradição e beleza perpétuas, contrapõe-se à transitoriedade passageira da produção artística moderna, que com frequência se afunda na superficialidade da novidade. Em meu observatório para além dos dias, respiro com reverência a suave fragrância da produção artística clássica, cuja grandeza perdura como constante inalterável, um refúgio de beleza que transcende as breves tendências do momento.
