Poemas Góticos de Amor

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⁠Com humildade, busco a Deus em silêncio, pois acredito que Ele escuta o clamor de minha alma.
E, ao me achegar a ti, encontro a paz que ultrapassa qualquer compreensão, a certeza de que estou amparado(a) e a esperança de que jamais caminharei sozinho(a). Em tua presença, encontro descanso e coragem para enfrentar cada nova jornada com confiança e determinação...

- Edna Andrade

Inserida por EdnadeAndrade

⁠Mensagem do universo:


"O Silêncio será quebrado e todas as verdades chegaram até mim"

Tem quem pense que pode prejudicar o outro com energias, magias ou qualquer outro tipo de maldade sem que isso seja revelado, mas não podemos jamais esquecer que a justiça existe e isto vem a tona de uma forma ou de outra.

Quando somos seres iluminados e buscamos pela espiritualidade em sua versão do bem, temos o privilegio do dom da intuição aguçada, da proteção, do discernimento e principalmente do perdão, pois ela nos ensina a devolver todo o mal com o bem e está é a principal diferença.

Deseje a todos aqueles que tentam te enviar energias negativas apenas a bondade, pois quem vive na escuridão nada tem e precisa de somente luz, muita luz.

Namaste....

Inserida por plenabertuccio

⁠O Saber Transitório

No grito, o homem cava seu próprio silêncio; na escuta, constrói sua grandeza.

Inserida por RobinS25

⁠Café da Manhã — Ele

8. — Enlace
olhos
enredam-se
silêncio
profundo
sem
retorno

Inserida por RobinS25

⁠Em silêncio ouvia às estrelas.
– Porque pararam de falar do céu?
Ele, que assiste todas as histórias,
sorri, e chora sem ir embora.

Inserida por eujanesants

⁠“Fé é Caminho”
Fé não é ver com os olhos da face,
É enxergar com a alma em silêncio.
É crer quando o mundo desaba
E confiar, mesmo em meio ao indenso.
Fé é andar quando os pés já cansaram,
É sorrir sem saber o porquê.
É seguir mesmo quando os ventos
Insistem em te fazer ceder.
É semente em terra vazia,
É luz que não se pode apagar.
É muralha contra a agonia,
É abrigo quando tudo faltar.
Não se compra, não se mede em peso,
Não se explica em palavras vazias.
Fé é abraço que vem do invisível
Nos dias de noites frias.
Ela é ponte sobre o abismo,
É milagre em forma de paz.
É certeza no improviso,
É o que fica quando nada mais faz.
Quando faltar chão sob os pés,
E o medo quiser te calar,
Fecha os olhos, respira profundo —
Deus já está a te amparar.

Inserida por ZANUTE

⁠Suave como uma pluma, forte como um trovão
Sou brisa que toca a face,
silêncio que acalma o chão,
mas carrego em mim o eco
de um antigo trovão.
Caminho leve nos campos,
como quem dança no ar,
mas meus passos têm raízes
que sabem onde pisar.
Falo com voz de esperança,
sussurro feito oração,
mas guardo no peito o grito
de toda libertação.
Não sou só flor nem espada,
nem só ternura ou razão —
sou amor que não recua,
sou fé, sou transformação.
Sou luz que rompe a névoa,
sou sombra em contemplação:
suave como uma pluma,
forte como um trovão.

Inserida por ZANUTE

⁠Suave como uma pluma, forte como um trovão
por Alex Zanute Dias
Sou feito de silêncio e tempestade,
de calmaria e contramão.
Carrego no peito a leveza do amor
e nos olhos, o peso da superação.
Já fui vento que acaricia
e também vendaval que desaba.
Já fui lágrima escondida no lençol da noite,
mas também riso que renasce na alvorada.
Minha voz pode ser sussurro
que embala a alma em oração,
mas também é clamor que rasga os céus
quando a dor transborda o coração.
Sou feito da ternura que acolhe,
mas também da força que não se curva.
A vida me ensinou a ser pluma no ar,
mas também aço na luta mais dura.
Não sou frágil, nem pedra bruta.
Sou flor que brota em chão rachado.
Sou fé que se ergue após o abismo,
sou grito de quem foi calado.
Suave como uma pluma que dança,
mas quando é preciso,
forte como um trovão
que acorda o universo adormecido.

Inserida por ZANUTE

⁠Já me quebrei em silêncio,
onde ninguém pôde ver.
Carreguei sorrisos no rosto
enquanto a alma só queria chover.
Fui leve — quando o mundo pesava.
Fui calma — quando dentro tudo gritava.
Fui pluma no vento da vida,
mas cada sopro me ensinou a não me perder.
Me disseram pra ser forte,
mas descobri que força é sentir.
É cair e, mesmo em pedaços,
ainda assim, decidir prosseguir.
Não sou feito de aço,
mas de carne que já cicatrizou.
De lágrimas que ninguém viu,
e orações que só Deus escutou.
Carrego dores caladas,
mas também milagres que ninguém notou.
Porque onde o mundo via fraqueza,
Deus via o ouro que o fogo forjou.
Sou feito de fé que não grita,
mas resiste.
De esperança que não se explica,
mas insiste.
Sou suave como a pluma que dança no céu,
mas quando a vida exige…
eu sou trovão.
E faço tremer tudo aquilo que quis me calar
— sem perder o coração.

Inserida por ZANUTE

⁠Pluma e Trovão
por Alex Zanute Dias
Eu vim do silêncio que ninguém ouve.
Do lugar onde a dor cala fundo,
mas a alma — mesmo ferida — insiste em ficar de pé.
Fui queda, fui sombra, fui medo.
Mas hoje, sou luz acesa na escuridão.
Sou fé que não negocia.
Sou alma que não se vende.
Sou cicatriz que virou armadura.
Você me vê suave, mas não se engane:
— meu coração é aço forjado na dor.
— minha esperança é lança.
— minha voz é martelo.
Sou pluma, sim — leve, livre.
Mas cada sopro me ensinou
a voar sem pedir permissão.
E quando o mundo ruge…
eu rugo mais alto.
Quando a vida me testa,
eu viro trovão.
Trovão que rasga o céu da dúvida.
Que acorda gigantes adormecidos.
Que diz:
“Eu ainda estou aqui.
Eu não desisti.
Eu não vou recuar!”
Porque quem já andou no vale
não teme a montanha.
Quem já chorou no deserto
traz a chuva na alma.
Suave como uma pluma — sim.
Mas quando preciso lutar…
sou trovão que quebra o silêncio.
Sou grito de guerra.
Sou chamado à vida.
Sou renascimento!

Inserida por ZANUTE

⁠“Flecha de Luz”
Entra em silêncio, sem pedir licença,
uma flecha de luz no peito pousa,
não fere — cura, não pesa — dança,
acende a alma, que em paz repousa.
É leve o toque, mas firme o sentido,
desperta a flor que dormia no chão,
sopra memórias que estavam contidas,
e faz renascer o melhor do coração.
Traz o calor de um abraço esquecido,
a fé que se cala, mas nunca se vai,
um eco suave de um amor infinito,
que mesmo invisível, sempre nos trai.
É verso que abraça, olhar que perdoa,
é brisa que chega sem avisar…
E quando essa flecha, de alma tão boa,
nos toca — é impossível não amar.

Inserida por ZANUTE

⁠CANTO DA VITÓRIA MAIS DIFÍCIL
No silêncio da alma ferida,
Quando o mundo virou suas costas,
Lutei com as armas da fé escondida,
Na trincheira das horas mais tortas.
Não foi glória com luzes e palmas,
Foi suor, foi joelho no chão,
Gritei com a dor presa na calma
E ouvi meu próprio coração.
Cada passo, um abismo vencido,
Cada noite, um choro contido,
Cada “não” que o mundo gritou
Foi semente que em mim floresceu.
Me chamaram de fraco e caído,
Mas não viram o que renasceu:
Um gigante forjado em segredo,
Que caiu… e depois se ergueu.
Essa vitória não tem medalha,
Não tem faixa, nem multidão,
Mas carrego no peito a muralha
Que ergui com cicatriz e oração.
Por isso, se ouvir meu canto,
Saiba: é de guerra e de amor,
É da dor que virou acalanto,
É da cruz que virou esplendor.
Hoje canto a vitória mais rara,
Não a fácil, comprada ou banal —
Mas aquela que nasce na cara
Do fundo… e termina imortal.

Inserida por ZANUTE

⁠Entre Neve e Silêncio
No ventre da noite, no frio da missão,
Ergue-se um homem, de aço e razão.
O mundo lá fora é grito e conflito,
Mas dentro do peito, um fogo restrito.
Guerreiro da neve, guardião do além,
Enfrenta o vazio que mais ninguém tem.
O peso do aço, o silêncio do chão,
O vento gelado tocando a tensão.
Não luta por glória, medalha ou poder,
Luta por todos que não sabem o que é perder.
Seu rosto é muralha, seus olhos são farol,
Que brilham no escuro, que buscam o sol.
Entre o vermelho do sangue e o azul do céu,
Caminha sereno, de armadura e fé.
Pois mesmo na guerra, há traços de paz
No coração de quem firme jamais se desfaz.

Inserida por ZANUTE

⁠ Silêncio que Vê
Veja tudo. Não diga nada.
Há poder na alma calada.
Nem todo eco precisa soar,
Nem todo olhar quer julgar.
Observe o mundo com doçura,
Com olhos cheios de ternura.
Há milagres em cada esquina,
Mas só enxerga quem se inclina.
O sábio vê sem apontar,
Escuta sem se apressar.
Há força em quem silencia
E fala só com empatia.
Veja a dor, sem espalhar.
Veja o erro, sem condenar.
Veja a luta, sem zombaria.
Veja a fé, mesmo em agonia.
O silêncio não é omissão,
É lapidar do coração.
É preparar o gesto exato,
O abraço firme, o bom ato.
Veja tudo. Guarde o olhar.
O mundo precisa de quem sabe escutar.
Pois quem muito vê e pouco diz
Planta paz onde ninguém é feliz.

Inserida por ZANUTE

⁠Veja Tudo, Construa em Silêncio
Veja tudo.
Não diga nada — ainda.
Respire.
Nem tudo que se observa exige voz.
Algumas verdades pedem chão firme,
outras, coração que já curou a própria dor.
Veja as falhas — com compaixão.
Veja os erros — como lição.
Veja o mundo — e transforme-se.
Pois quem quer mudar o outro,
começa por si.
Veja, sim, o caos lá fora.
Mas olhe também o céu dentro de você.
O silêncio não é fraqueza,
é a semente do discernimento.
Não diga nada…
até que suas palavras edifiquem,
levantem muros de paz
e janelas de esperança.
Fale quando for para construir,
agir quando for para elevar,
calar quando o ruído não for ponte,
mas muro entre corações.
Veja tudo.
Sinta tudo.
E quando falar,
que seja luz.

Inserida por ZANUTE

⁠“Luz Que Habita em Mim”
No silêncio azul da madrugada,
onde o tempo se esquece de passar,
uma alma acende sua jornada,
sem se mover… começa a voar.
Sentada em paz sobre a matéria,
envolta em névoa sideral,
o corpo dorme — a essência impera,
brilhando num fulgor vital.
Estrela viva entre cortinas,
janela aberta para o além,
cada átomo em mim se alinha
com o universo que me tem.
Sou sombra e luz em harmonia,
sou sopro antigo, sem prisão.
Medito — e em minha calmaria
o céu pulsa no coração.

Inserida por ZANUTE

⁠Entre a Lua e o Silêncio

Te vejo de longe,
como um brilho escondido na noite.
Tento te alcançar em palavras,
mas elas nunca chegam até você.

Escrevo cartas que nunca envio,
falo de amor para o vento,
e a Lua, que sempre me escuta,
sabe que o silêncio é minha resposta.

Você vive nos meus pensamentos,
nos dias que passam devagar,
nas mensagens que apago,
no que poderia ter sido e não foi.

Entre a Lua e o silêncio,
te guardo como um segredo,
meu desejo se perde no tempo,
e você nunca percebe.

E assim eu sigo,
girando ao seu redor,
como um cometa solitário,
que brilha, mas nunca toca o Sol.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠Entre o Silêncio e o Sentir

Há algo em você que me toca sem palavras,
Um toque sutil que ecoa em meu ser.
Não é o olhar que diz, mas seu sorriso revela,
Um enigma que me faz querer entender.

Você, entre sol e chuva, caminha,
Com graça, com coragem, com um jeito único e encantador.
E eu, sempre distante, só posso observar,
O movimento silencioso do teu mundo.
Através da lua, como testemunha ocular.

Sei que o tempo não me pertence,
E que o momento talvez nunca chegue.
O amanhã só a Deus pertence, mas eu creio.
Em cada gesto teu, há uma eternidade,
Que, no silêncio, faz meu coração bater.

Não preciso de respostas, nem de palavras ditas,
Apenas do eco suave da sua presença, e seu cheiro.
Pois o amor que sinto, que é meu,
É a beleza de um desejo que jamais se apaga.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠A palavra amadurece no silêncio.

Como a alma, que se desnuda, quando tocada.

Inserida por carlosdanieldojja

⁠“As vezes vejo-te emudecida.

Desterro-me em teu silêncio,

Como quem aguarda e habita,

A raiz renascida em tua voz”

Inserida por carlosdanieldojja