Poemas Góticos de Amor
O que eu quero
mesmo é um
AMOR, pra ser
A MORada da minha
paz, ver A MORte da solidão AMORtecer
a dor do peito e livrar
A MORdaça que inibe o grito: Quero Amar!!
É, o AMOR cabe em qualquer lugar!
tempos
de momentos vivemos
de tristeza morremos
de amor ressuscitaremos
de pressa passaremos
de saudades entenderemos
que tudo é passageiro
e nada dura por muito tempo
amor que machuca
maltrata
aperta o peito e sem sentido
te tortura, que loucura
viver essa vida
lisa, crua, nua
dores de momentos
vivemos
e morreremos
por dores
cores
e amores
cansei dos licores
mas insisto em voltar
para as noites
pular da ponte
acabar com tudo
que começou
com
amores
flores
maldito coração
que me fez acreditar em amor
maldito diário que não me lembrou do que existia
maldito amor que me fez sentir
oque não existia
maldito destino que me fez viver oque não queria
dita loira, que me fez ver amor, aonde existia confusão e desilusão
o ultimo romântico que morreu de amor
e não deixou a receita de como...
como enganar o coração
por favor! não quero morrer de amor
viver isso é para quem tem coragem
de viver
de se arriscar
de não ter medo de se perder
de morrer
de viver
aqueles que se arriscam
riscam o sentido de viver
sem sentido
se iludindo com o sentimento
mudo se você nem sabe se realmente é mutuo
eu quero mudar o sentido de viver
de ser
de ter
o amor não existe
e na real eu só queria
te ter
te ver
te conhecer
mas e hoje
topa se desconhecer
de saudade morro
de vontade eu me torturo
você tá só ocupada
e eu só me iludo
que momento burro
que dividendo oculto
que sentido turvo
eu continuo
continuo a escrever porque o peito
ainda dói
a vontade ainda bate
a saudade aperta
e não adiantou eu pular da ponte
nada mudou, e eu continuo louco
simulacro & simulação
o amor também está
em desenhar coelhos e patas
com a sombra das mãos
na madrugada mais fria do ano
o teto aceso por um vagalume
e os edredons intactos
enquanto os dedos dançam
sob a pele
Pessoas que fracassam
Viram idosos sem cor
Pessoas tristes
Com ausência de amor
Mas não devia existir
Coisas ruins e boas
Não devem coexistir
Tem que aprender a diferenciar
E outra, referência boa
É amar, amar...
A gente pensa
O que viemos fazer?
Pra melhorar a vida
De quem devemos ver
Não podemos receber
Um agente protetor
Nunca vamos perceber
Que nos falta amor, só amor
As criancinhas
São tão lindinhas
Com seus laços coloridos
Uma bela inocência
E uma falta de carência
Temos que ser como elas
Algo bom e ruim
Eles olham e dizem
O que não dizer sim
As despedidas mais tristes não são marcadas por raiva ou indiferença - elas são marcadas pelo amor que ainda permanece, por uma conexão que você preza profundamente, mas sabe que não pode mais sustentar.
É a dor de querer segurar-se, ficar naquele espaço familiar, mesmo quando cada parte de si sabe que é hora de deixar ir.
Deixar ir nem sempre significa que o amor ou o cuidado desaparecem. Às vezes, é um ato de coragem e compaixão, um reconhecimento de que se segurar demasiado forte pode causar mais mal do que bem - para ti, para eles ou para a vida que ambos estão destinados a levar.
Não se trata de apagar as memórias ou negar o vínculo. É sobre entender que alguns capítulos, por mais bonitos que sejam, não podem durar para sempre.
Estas despedidas são agridoces porque guardam verdades duplas: a alegria do que foi e a dor do que já não pode ser. Mas nessa dor reside um convite para crescer.
É um lembrete de que o amor não é apenas sobre proximidade ou permanência - é sobre presença, sobre a forma como alguém moldou a tua vida, mesmo que o seu papel mude ou o seu caminho diverja do teu.
Deixar ir não significa esquecer. Significa honrar os momentos, as lições e o crescimento que veio da conexão. Significa levar essas memórias para a frente como parte de quem você é enquanto liberta a si mesmo e à outra pessoa para evoluir da forma que a vida exige.
Não faz mal sofrer. Não faz mal sentir o peso desse adeus no seu coração.
Mas lembre-se: cada final, por mais doloroso que seja, abre espaço para novos começos.
O que você liberta com amor nunca o abandonará verdadeiramente - vai transformar-se, se instalar na sua alma como força, sabedoria e uma capacidade mais profunda de conexão.
- desconhecido
Promessa ao Futuro Amor.
À sombra do ontem, sob a luz do agora,
Escrevo-te, enquanto o coração ancora.
Por amores que vieram, paixões que partiram,
Peço que não temas as marcas que exibo.
Cada queda, cada voo, traçou meu caminho,
Forjou-me inteiro para estar em teu ninho.
Se ecos do passado em mim ainda ecoam,
Foram eles que aos teus braços me trouxeram à toa.
Perdoa-me, amor, se em sombras me vês,
Mas foi nelas que aprendi a te amar de vez.
Pois o que sou é feito de erros e acertos,
E é só por isso que em ti me completo.
Não me olhes como mapa de perdas e dores,
Mas como jardim, florido de amores.
Se hoje te guardo, se hoje te espero,
É porque só em ti, enfim, me entrego.
Meu futuro amor, sem as rotas passadas,
Talvez não soubesse as trilhas exatas.
Mas se o destino nos faz convergir,
Cada passo foi feito para em ti existir.
"Em meio às sombras do passado,
Eu vejo o erro que cometi,
A dor que causei, o amor que perdi,
E sinto um remorso que não passa.
Meu coração, antes cheio de orgulho,
Agora está cheio de arrependimento,
Pela falta de cuidado, de atenção,
Pelo silêncio que deixou você sofrer.
Eu sei que não posso desfazer o tempo,
Mas quero que saiba que estou aqui,
Para ouvir, para aprender, para crescer,
E para amar, como nunca amei.
Perdoe-me, meu amor, por minha falta,
Por não ter sido o homem que você merecia,
Eu prometo que, se tiver uma segunda chance,
Vou fazer tudo para não perder você novamente.
Você é e sempre será a minha rainha,
A mulher que eu amo e respeito,
E, mesmo que não estejamos juntos,
Você sempre terá um lugar especial no meu coração."
Espero que isso ajude! Lembre-se de que desculpas sinceras são apenas o primeiro passo.
" ESCONDIDO "
Do amor, vaga nas sombras, escondido,
seguindo em seu disfarce improvisado
temendo pôr alguém, junto, ao seu lado,
talvez por ter, seu coração, ferido!...
Repulsa tem de, um dia, ver-se achado
nos braços de um desejo seu querido
e se encontrar, pela paixão, rendido
por novamente, louco, ter amado.
Prefere, então, manter-se em seu segredo
fugindo o tempo todo nesse medo
de que o amor, de novo, o reconheça…
Assim, vaga nas sombras, lá, sozinho,
fugindo de outro alguém no seu caminho
e crendo que não mais, amar, mereça!
Na sombra da noite, um suspiro silente,
Um amor não dito, um adeus iminente.
O coração que pulsa, em ritmo incerto,
Guarda um segredo, um amor desperto.
Palavras que fogem, em meio à agonia,
Um amor que se cala, em melancolia.
O tempo escorre, como areia entre os dedos,
E o amor não declarado, em lamento se perde.
Nos olhos cansados, um brilho fugaz,
A esperança que morre, a dor que se faz.
O silêncio que grita, em meio à solidão,
Um amor não vivido, uma triste canção.
A vida se esvai, em um último suspiro,
E o amor não declarado, em lamento se inspira.
As palavras que ecoam, em um vazio profundo,
Um amor que se perdeu, em um adeus moribundo.
Sombra de minha alma, pedaço perdido de mim. Parte separada do meu coração, inocente amor, te sinto a cada instante.
Flávia Abib
_______________
Cidade do amor fraterno?
Muito triste presenciar um estado de desordem numa cidade que amamos, cuja paz social foi um processo de construção em tempos de outrora; construir um estado harmonioso num território é um processo paulatino; edificar é um somatório de ações, de lutas constantes; de compromisso comunitário, onde seus atores de unem em prol de uma causa justa, de um objetivo comum; um território violento é sintomas de altas taxas de criminalidade; violência é um somatório de negação de direitos sociais; quando se nega saúde e educação de qualidade, quando não se revitalizam espaços públicos; quando a fome ainda agride o fundamento da dignidade humana. A isso chamamos de violência; esse estado omissivo e absenteísta do Poder público conduz aos altos índices de criminalidade, um conjunto de infrações penais, levando a criação da relação entre Direito Penal e Economia; ninguém deseja fazer investimentos em territórios violentos; as pessoas não querem ficar nem morar em territórios violentos. Cuidar do Território exige amor e compromisso ético.
Em meio às sombras que dançam ao redor, o amor e o ódio travam uma batalha épica, como dois titãs colidindo em um campo de guerra. O amor, com sua aura radiante e gentil, tenta erguer-se acima das trevas, enquanto o ódio, com suas garras afiadas e olhos flamejantes, busca consumir tudo em seu caminho.
É uma luta que ecoa pelos recantos mais profundos da alma humana, onde as linhas entre o bem e o mal se tornam borradas e distorcidas. O amor clama por compaixão, perdão e redenção, enquanto o ódio sussurra palavras de vingança, crueldade e destruição.
Em cada coração humano, essas forças opostas se entrelaçam em uma dança perigosa, onde a linha que separa a paixão do desespero é tênue e frágil. Às vezes, o amor prevalece, iluminando o caminho com sua luz radiante e calor reconfortante. Mas outras vezes, é o ódio que triunfa, deixando para trás um rastro de ruína e desespero.
É uma batalha que se desenrola em silêncio, nas profundezas da mente e do coração, mas cujas consequências são profundamente sentidas em cada fibra do ser. Pois, onde há amor, também há ódio, e onde há ódio, também há amor, entrelaçados em uma dança eterna de dualidade e contraste.
E assim, a humanidade continua sua jornada através dos séculos, em busca do equilíbrio delicado entre o amor e o ódio, entre a luz e as trevas, sabendo que, no final, é a escolha entre essas forças que moldará o destino de todos.
O Crepúsculo do Desejo
Nas sombras do meu coração, onde murmúrios ecoam,
Habita um amor sepultado, sob véus de luto e segredo.
Uma paixão fantasma, que nas trevas me assedia,
Um amor não correspondido, que como sombra, comigo vadia.
Nas tumbas de sentimentos, onde repousam os mortos,
Meu amor solitário vagueia, entre os esquecidos.
No jardim das almas perdidas, ele sussurra para a noite,
Promessas não cumpridas, num lamento sem açoite.
Como um vampiro, ele suga a essência de meu ser,
Deixando apenas a casca, um vazio a padecer.
Nas veias desse amor, corre não sangue, mas veneno,
Um elixir doloroso, doce e pleno de pequeno.
O céu de minha mente, outrora claro e vasto,
Agora coberto por nuvens negras, um tormento nefasto.
Cada estrela apagada, um sonho de reciprocidade,
Cada trovão distante, o eco de minha saudade.
Em noites de lua nova, quando a escuridão é completa,
A tua ausência é um espectro, na penumbra discreta.
Rondando os corredores de minha alma enclausurada,
Um amor zombeteiro, na escuridão encarnada.
Oh, como desejo libertar-me deste cárcere sentimental,
Quebrar as correntes desse amor brutal.
Mas como arrancar o próprio coração, motor de meu tormento,
Sem o qual a vida cessa, e com ele, só sofrimento?
Assim, na catedral do desespero, ao altar me prosto,
Ofereço meu coração, um sacrifício ao gosto
De um amor cruel, deus de minha devoção,
Que rege minha vida com mãos de perdição.
Esse é o crepúsculo do desejo, o ocaso do meu querer,
Onde amar é um inferno, um eterno padecer.
Entre sombras que dançam, e o frio que tudo consome,
Meu amor não correspondido, em trevas, encontra seu nome.
Porque eu te amo, escolhi me afastar. Não é falta de amor, é cuidado. Não quero que a minha tristeza toque o que há de mais bonito em ti, não quero que a dor que carrego obscureça o brilho do teu sorriso. Às vezes, amar é proteger, mesmo que isso signifique partir.
Meu amor por ti é tão imenso que prefiro suportar a saudade a permitir que a minha escuridão te alcance. Ficar longe de ti é a escolha mais dolorosa que já fiz, mas também a mais sincera. Porque amar, de verdade, é querer o bem do outro, mesmo quando isso nos fere.
Sei que nunca deixarei de te amar, mas escolho a distância como forma de preservar o que há de mais puro em nós. Não quero ser a tempestade no teu céu. Quero que sejas feliz, mesmo que a felicidade precise existir longe de mim.
CONJECTURAS
Ouse imaginar, o quão triste seria viver sem amor!
Como ave encarcerada que não ousa cantar.
Dia sem cor, sem sol, sem calor,
Noite sem brilho, sem estrelas, sem luar,
Praia sem areia, sem ondas, sem mar,
Jardim sem grama, sem aroma, sem flor,
Valsa sem ritmo, sem giro, sem par,
Filho sem pai, sem mãe, sem lar,
Vida sem razão, sem paixão, sem valor.
Como pássaro sem asas que não pode voar,
Ouse imaginar, o quão triste seria morrer com essa dor!
Claudio Broliani
A MORTE DA FLOR
Rio, 09/06/2010.
Branca é a flor,
Pálida de dor,
Sofre de amor...
A flor tão só
Curvou-se até ao pó.
Quem dela tem dó?
A branca flor,
Carente de amor,
Tem pálida cor
E agoniza em dor...
Na garganta um nó
Dá o amor a flor só,
Que soluça de dar dó
Agonizando até ao pó...
Sednan Moura
"Isso é o Amor: Uma Grade Piada da Nossa Amiga Morte"
No palco da vida, onde o amor dança,
Entre risos e lágrimas, uma doce esperança.
Caminhamos na trilha da paixão,
Mas, oh, a ironia da nossa condição.
Isso é o amor, um jogo encantador,
Um riso suave, uma lágrima de ardor.
No abraço caloroso da noite escura,
Descobrimos que a morte é a musa mais pura.
Oh, doce paradoxo, essa dança sutil,
Entre o efêmero amor e o destino hostil.
A comédia do coração, a tragédia da sorte,
Vivemos na sombra da amiga Morte.
Ela ri silenciosa, observando a cena,
Enquanto o amor floresce, a morte é serena.
Um eterno dueto, entrelaçados os destinos,
Cumprem-se os atos, encerram-se os hinos.
Em cada beijo, um suspiro profundo,
Na melodia do adeus, um eco no fundo.
Isso é o amor, essa piada divina,
Um riso eterno, na dança da vida.
Então, abraçamos a morte, como velhos amigos,
No crepúsculo da existência, onde tudo é abrigo.
Rindo juntos, na eternidade que se esconde,
Isso é o amor, e a morte, nossa eterna conde.
É melhor viver no pouco, regada de amor,do que no "muito" debaixo de
tristezas...
Isso te diz algo?
A morte não finda meu amor por ti.
O amor é imortal e é emoção.
Nem mesmo a morte põe fim ao meu sentimento eterno por você,
Mas que ela seja infinito enquanto eu sinta genuinamente.
Lhe entreguei, por fim, todo o meu amor que houve nesta geração.
Não deixe o sol morrer.
Não deixe a luz escurecer.
Não deixe o farol apagar.
Não deixe a chama acabar.
Não deixe de viver.
Ainda é tempo e há um amor para recomeçar.
Depois de você, eu admito que eu pude me apaixonar por outro alguém e viver novamente.
Quando eu penso em ti, eu sinto amor.
Você é para toda minha vida.
Eu descobri o segredo da tua fonte escondida.
Incrível ou não, fostes meu grande amor.
Que coisa mais linda de ouvir, eu te amo, eu te adoro, meu amor.
É possível ressignificar o sentimento de amor mesmo eu não mais compartilhando da minha rotina contigo.
Só o amor que nos eterniza o significado de vida e de felicidade.
Esse sentimento de amor está tatuado no pragma do meu coração e cravejado na minha alma.
O meu amor se transforma e nos ilumina.
Sentimento transcende qualquer tempo e qualquer barreira.
Quando um fica e o outro parte, posso te visitar viajando no trem da lembrança para uma estação chamada saudade, vice-versa.
Não se esqueçam do amor, do amor verdadeiro.
Com cor, com sabor, com perfume, com exatidão, com esperança.
És tu, amado, minha eterna fascinação.
