Poemas Góticos de Amor
Coração não é playground.
Não brinque com o dos outros agora, pra não brincarem com o seu depois.
A lei do retorno bate forte.
Os sentimentos dos outros não é seu playground.
Não brinque com o dos outros agora, pra não brincarem com os seus depois.
A lei do retorno bate forte!
ANSIEDADE É UM DOS PIORES MALES DO SÉCULO
Quanta gente sofrendo com tantas consequências causadas pela maldita ansiedade!
Mas isso não é recente assim!
Uma das pessoas que mais sofreu com isso nos deixou a dica de um remédio "natural" e que é de graça.Ele viu Jesus , andava com Jesus, mas descobriu que precisava de um pouco mais.
Ele foi o único que se atreveu a pisar nas águas com o Mestre, mesmo assim, muitos o criticam por ter começado a afundar quando sentiu o vento no seu rosto.
Se você sabe se preocupar, já sabe meditar, é só mudar o foco dos seus pensamentos.
Então, é só ter pensamento positivo? Não!
No momento do desespero, Pedro olhou para Cristo e gritou "Socorre-me, Senhor, estou perecendo!"
Precisamos reconhecer humildemente que sem Ele nada somos e nada podemos fazer. Pedro andou sobre as águas porque creu na voz de Yeshua, mas por um instante teve medo.
Precisamos, como Pedro, andar com Cristo, ouvir e obedecer a voz do Senhor, mas sempre reconhecer a Sua Soberania e a nossa dependência.
Precisamos renovar a nossa mente alimentando-a com pensamentos de fé, orando, repetindo, gravando no coração e praticando a Palavra de Deus, mantendo nossos olhos firmes no Único que pode nos Salvar, crendo que Ele ouve a nossa oração e nunca nos deixará sucumbir quando clamamos.
Então, escolha hoje os seus pensamentos... Troque a ansiedade pela meditação!
Lançando sobre Yeshua Hamashiach toda a sua ansiedade, porque ele tem cuidado de você. I Pe 5:7
(Leia as cartas de Pedro e medite)
Não virei
Não correrei
Não te larguei
Eu te amei
Eu sei
Eu tentei
Me entreguei
Sou culpado
Ou não
Essa é a questão
Esse é o fim
Que menos esperei
Sorriso falsificado
Falta do seu abraço apertado
Ocupando a mente
Tentando viver pacificamente
Fugindo ou buscando
Sair do poço sem fundo
Arrependido e amargurado
Cansei de tentar ser amado
As palavras que ouvi
Que me amava
Eram todas em vão
Lhe estendi a mão
Te dei a chave do meu coração
Não uma
Nem duas
Quem ama realmente
Por mais que esteja magoado
Ainda insisti
Persiste
Me senti feliz
Quando vi em seus olhos
Um brilho
Você é única
Eu sou único
Pensei que eramos dois em um só
Palavras ditas
Se foram como um pó
Amar não é brincar
Não é o que pensam
Feliz para sempre e acabou
É uma chama que te incendeia
E depois se esfria
Me sinto vazio
Vou buscar ser sozinho
Viver quieto apenas observando
É este meu objetivo
Já sofri de mais
Já tive raiva de mais
Agora irei só ignorar tudo e todos...
"As dores, mágoas, decepções, traumas nos mantém ligados energeticamente à algo ou alguém, mesmo quando já não fazem mais parte de nossas vidas.
O perdão nos ajuda a desfazer e liberar os vínculos energéticos estabelecidos com pessoas, lugares, situações e experiências que drenam a nossa energia e o nosso poder no momento presente, e acabam retardando nosso crescimento espiritual e a manifestação do nosso propósito de vida em sua inteireza."
- Flávia Filgueiras
MEMÓRIAS DE MORADAS
Quanta alegria da minha infância,
Benditas memórias que me acompanham.
As tristezas são apenas maldições,
Na criança que em mim carrego todo dia.
Crio minha sinfonia de vida,
Harmonizando risos e lembranças.
Se o fardo for pesado demais,
Encontro toques surpreendentes no caminho.
Em cada compasso, a infância ressoa,
Inocência e alegria me inspiram.
Transformo maldições em forças,
E desvendo segredos de minha jornada.
Assim, na partitura da vida,
Equilibro notas de alegria e superação.
Canto a sinfonia da felicidade,
Com memórias e criança em meu coração.
Bom dia
Mas um dia acordando com o demonio falando em meus ouvidos.
Tais palavras que me machucaram amargamente, tais palavras que me deixam inquieto e pensativo. O meu deus estais ai para me consolar se acaso eu lhe procurar ?? Espero que sim... pois a vida nesta terra so me deixa com a sensação de fraco e insuficiente, tal sensação que me corrompe e me destrói por dentro, Todos os dias de minha vida.
Gostava que entendessem o que estou a sentir…sinto que vou desabar a qualquer momento.
Gostava de conseguir desabafar, chorar, deitar tudo cá para fora, mas porque é tão difícil?Sinto que vou chamar demasiada atenção e eu não quero isso, sempre resolvi os meus problemas sozinha.
Só queria que os sentimentos de angústia, desilusão, tristeza desaparecessem.
Só escassez,
sólida, solidão; solidez,
embriagou-se,
[...] então, caiu à pancada,
cruzou os braços.
Atentou-se e chamou a atenção,
das milhas, migalhas e, rimas.
Uma poesia, uma arte sozinha,
um empurrão,
ninguém o deu,
DÓI, mas é uma dor que se encerra,
sobre o campo;
é uma flor que o espera.
AS CEM CADEIRAS
Á mesa do bar que é sábado
Cem cadeiras dispostas ocupam o vazio salão
E uma só sendo usada
Sou eu que bebo sozinho
Mais uma cerveja sem álcool
Que triste sina essa minha
Boémio de noite, perdido no dia
E hoje o que só me restou
São cem cadeiras dispostas em todo o salão
Inertes guardando fantasmas
Lá fora o sol brilha
Cá dentro o negro atordoa
Noventa e nove me olham
E uma só ocupada
Rodrigo Gael - Portugal
Arq. Biblioteca Nacional de Lisboa
Sob o céu cinzento, a chuva cai incessante,
Um enredo sombrio se desenrola adiante.
O destino cruel tece sua trama trágica,
Onde armas e lágrimas marcam essa epopeia triste e dramática.
Dois amantes, outrora unidos pelo amor,
Agora envoltos em ódio e dor.
Gotas de chuva caem como lágrimas do céu,
Testemunhas silenciosas desse desfecho cruel.
Palavras afiadas como lâminas, cortam o ar,
O amor outrora intenso agora é dilacerado, sem reparar.
Em um turbilhão de emoções violentas,
As armas são erguidas, lançando sombras macilentas.
No momento fatídico, o tempo se congela,
A chuva, testemunha muda, não revela.
O som do disparo rasga a atmosfera úmida,
A tragédia culmina, a vida é subtraída.
As armas caem, impotentes e inertes,
Enquanto a chuva persiste, testemunha destruída e inerte.
Dois corações que uma vez bateram em uníssono,
Agora silenciam, abraçados pelo destino desumano.
E assim, o enredo trágico se conclui,
A chuva continua a cair, como uma melodia de adeus.
Nas páginas deste poema sombrio e triste,
Uma história de amor e dor que jamais será esquecida.
Que essa tragédia nos lembre da fragilidade da vida,
E das consequências de escolhas impensadas e perdidas.
Que a chuva lave nossas almas, trazendo redenção,
Para que jamais repitamos essa triste canção.
Vejo verdade em vidas sofridas
A sinceridade de dizer que é infeliz
Vejo beleza em toda a angústia
Em dizer que não rima
Não sente
Não combina
Se hoje passei pela tarde
foi porque ela estava lá
Se depois de amanhã não morrer
foi porque eu não estava lá
A Carta de Dora
Josué,
Faz muito tempo que eu não mando uma carta pra alguém. agora eu to mandando essa carta pra você.
Você tem razão. seu pai ainda vai aparecer e, com certeza, ele é tudo aquilo que você diz que ele é.
Eu lembro do meu pai me levando na locomotiva que ele dirigia. ele deixou eu, uma menininha, dar o apito do trem a viagem inteira.
Quando você estiver cruzando as estradas no seu caminhão enorme, espero que você lembre que fui eu a primeira pessoa a te fazer botar a mão no volante.
Também vai ser melhor pra você ficar aí com seus irmãos. você merece muito muito mais do que eu tenho pra te dar.
No dia que você quiser lembrar de mim, dá uma olhada no retratinho que a gente tirou junto.
Eu digo isso porque tenho medo que um dia você também me esqueça.
Tenho saudade do meu pai, tenho saudade de tudo.
Dora
É comum, com a idade, procurarmos nosso óculos por toda a casa, sem nos darmos conta que ele está sobre nosso nariz.
Seria triste, se não fosse engraçado. 🙂
É comum as pessoas fazerem o mesmo na busca pela felicidade.
Seria engraçado, se não fosse triste. 😔
VIDA DE POETA
Não cabe ao poeta narrar uma vida feliz
Ele só põe em versos aquilo que a vida lhe diz
E mesmo quando escreve com tristeza
As passagens de sua infelicidade
Deve escrever com beleza
Sem deixar de dizer a verdade
- Tempos de Cão
Sinto vazio, faz mais de horas e aqui dentro não faz sentido
O problemas viraram dilemas e o que me apaziguava me traz inquietude
Não me sinto verdadeiro, me pergunto o que aconteceu quando o sol se pôs
O que é real pode não ser permanente, percebendo a questão apenas guardo uma carta em minha mente:
"Você está vazio, volte á ser verdadeiro, não seja indiferente e traga-se conselho"
Puro sentimento raso, me trouxe atraso e estive calado
Aliado da solidão, só vive em pranto e tempos de cão
Arrisco subir em montes e achar meu clarão
Para me regar da impiedosa chuva, e me concertar em gratidão.
