Poemas Góticos
meus demônios caminham em sonhos
que deixei em minha morte,
dese magicamente meus sentimentos
estão perdidos numa cova de sangue,
aonde uma noiva cobre suas facetas,
na desordem do caos,
para o qual respiro diversas vezes nas profundezas
esquecidas na minha alma,
espíritos revoltos marcam minha historia,
com seus desejos obscuros...
que invadem cada momento que deixo,
esse espíritos cavarem no passado seu amor.
leve gravidade de um sonho
ao pesadelo de fora ao longe
espreito a morte num desejo,
esbravejo palavras sem sentido,
apenas um sentimento pesado
para tais que foram o amor...
eu te amo,
em meus sonhos são puros pesadelos,
a beijo com vontade da morte,
todos vão morrer!
minhas lamentações...
que vagam num corpo inerte,
vontades...
são cortes que sangram...
no profundo do coração...
meu amor paira pela escuridão,
arrastando por sentimentos assassinados,
pela voz do tempo que corrompe...
em tantos momentos que rasquei suas roupas,
gemidos foram ao longe o desespero
do amor que esvare nas cavas profundas...
de sentimentos roubados na sombras da alma.
o terror da expressões na de seus olhos
a vida deixa marcas que nunca esquecemos,
para a noite amamos e depois o espaço,
ganha novas musica para sempre te amo.
tudo um jogo depois bebo um café expresso, todos espaços são iguais até a morte.
entre o momento vejo sua face no céus,
lamento mais seu coração parou, por falta de pagamento. desculpas mais cancelamos sua festa pois as bebidas estavam com veneno.
A morte segue um caminho...
com lagrimas expressões frias
denoto o coração imposto pela eternidade,
demonstro as falhas de se viver.
Me dei um beijo e abandone tudo,
sinta o gosto do sangue,
sendo purificação de nossas vidas passadas,
sem proposito apenas a vontade de caminha
dando sentido as pertubações,
exclamo todas as dores por mais profundas
que sejam devoram todo sentido da vida.
desejo a morte dia pós dia
dentro do exílio de minha solidão...
que se ampara num mar de desespero,
clamo por um momento sombrio,
tais força do destino,
impuro ardi-o, nas sombras do tempo...
simples como a água que verte
entre as sombras da vida.
mistério do tu olhar soa como a morte de meu sentimentos.
abruptamente tudo desaparece, num desespero sem fim,
tentei voltar a viver a angustia de ainda te ver...
tanto momentos que se passaram,
em minhas memorias sua face...
me lembra a morte me beijando,
envolta em sangue deixei tudo para te amar,
sois a vida que levei um templo
do qual ouvi notas tão baixas,
que senti seu coração...
cantar meu nome...
por décadas chamei todos....
para contemplar seu amor,
em chamas que abranda a solidão
de eras que me apaixonei...
Solidão que atreva me deixar
Numa noite em são parte da morte.
Que foi num sentimento...
Em trevas absolutas da perdição...
O mundo que tanto sonhou.
centelha da morte
que abranja doce sumo
que obtenha vitoria,
no destino que se abrangeu
durante o espaço,
difuso em dimensões
que meu espirito
te amou sem medo
sem preconceito,
apenas um espaço,
em outras auroras
lhe dou meu amor,
o mesmo transparece
num momento que me olhou.
face fria pura ostentação
seria mais um prima
de meu coração,
preludio, que se obtêm
o gosto puro meu amor.
desejo infernal morte repentina
sentimento morto por algo mais belo,
desatino, fora do auge puro terror,
quando se diz amou nunca fui amado,
meramente a sordidez... (vamos ser amigos)
vamos rir ou chorar... diante tal tentou...
a morte para poucos corações dignos
no vespertino da realidade somos almas perdidas.
o horror é maquina dentro da mente...
no mundo de fogo e vaidades...
dançamos com morte.
sempre se sinta especial
neste mundo é unicamente um gota
para quem lhe da interesse
sorrisos falsos num mundo morto...
palhaços são caricaturas de um humor
tão desfeito pelas verdades que guardamos
dentro de nossas mentes.
Já andei entre os vivos,
odiei cada vez que a morte
tocou meu coração,
acordem sinta o momento
venha ao meu encontro,
levantem de um sonho imortal,
bebam e vivam...
pois cantarei para teu coração imortal
dentro do sagrado sangue te amei
agora na minha solidão
pergunta me se ainda a amo,
nas profundezas do teu coração
deixei marcas profundas
nem morte tem o poder...
acorde e veja meu coração bater
em sentimentos que nunca morreram...
dentro do sangue a mais vida que podemos
imaginar, entre as eras vou te amar.
dançar com a morte,
egoísmo irreal
por um estante,
oriundo da dispersão
em sentimentos vertentes,
puramente ao último momento,
desespero unicamente
a vida deixou um marcante,
desejo imponente,
raramente o amor.
Opera de nossas almas.
Seres pujantes,
Dominantes de uma expressão,
Tão semi igual que morte a deixou,
Plenamente pelo fardo do destino,
Reviravoltas num caos de minha mente...
Debulho meus sonhos em busca de amor
O que encontro são farpas de solidão...
Sem paz no momento que sempre desatino
Se da de repente por mais um dia...
seus lábios minha morte
teu desejo meu amor,
perdição por acaso
sois o amor,
entre o tempo...
lagrimas que morre
em teu corpo,
ermos a solitude
de sabores atenuantes,
ao julgo por assim minha paixão,
desconheço teu veneno,
embora minha morte seja um sonho,
profundo em teu amor.
Entre antigos deuses
sois minha deusa,
minha ama entre a vida a morte,
meus sonhos sois os pesadelos
daqueles que esperam seu beijo
apenas tem sua morte
intercalada entre sua face...
regorgeia seu ser entre dia a noite,
que por sua se encanta pela lua
que vive ate o amanhecer
cala me por mais te queria
seja voz meu coração que parou
para que sempre te amou.
sou o desejo e sua morte,
sempre fui sua vida até morrer,
além do viver sois tudo e o nada...
perdido em meio, meu coração,
entre os espaços o além
de julgo te amo meramente por viver,
nas frases do tempo sois meu templo,
do meu profundo sentimento meus sonhos
minha vida que respiro em meio ao mundo,
de tristeza ao longe que viva até seja o fim dos tempos.
sobrevivo ao medo de te perder,
sobreviver a tal solidão
marcada por jogos que deixam a morte atraente,
mais tudo torna se livre num jogo que o amor...
perdeu o sentido em tantas afirmações
o mundo parece não ter sentido...
quando te vejo sendo singular,
neste desejo que sobrevivo...
por olhares do tempo estou livre...
porque ainda posso sonhar,
neste desejo interminável que é a eternidade,
para qual desisti... no profundo de um abismo...
deixei tudo para sentir o gosto de ter um pouco de carinho.
na devastação de tudo que achei ter como o amor...
então um anjo falou em meu coração...
Doce pura morte...
Pelo porque?minha doce amada...
Esquecida entre meus devaneios...
Julgo meu amor com devoção,
No apse da nostalgia sinto sua presença,
Num altar de sonhos busco entre o tempo...
A devastação torna se purpura,
Diante o que foi minha vida.
Deste amor infinito seria tudo... Mas,
Que valor tem se o amor?
Floresce em cada flor que toca,
Sob a perdição da alma te amo...
Em cada entardecer e amanhecer,
Mesmo neste apogeu que declaro meu coração,
Meu único amor para sempre.
