Poemas Góticos
a morte nos deixa belos no extasie
voraz murmúrios do caos presente
um perfume ausente no auge do vazio.
Quando morri cada vez
Olhei para seus olhos
Quando senti a morte
Te beijei loucamente
Para que tempo
Para se naquele momento,
Esteja tão perto
Que nunca deixaria,
A beleza de tudo seria
Tudo que teríamos
Nos corações
Tocados por um segundo
De nossas vidas...
Morreria esperando por você.
perceba que morte é magica
que sangue é doce
que todas profundezas são um convite
dei um beijo sinta a morte
olhe nos meu olhos
sinta a eterno
ate os céus perderam o sentido
num gosto destilado
grite quando amar tanto
que vida mero sentido.
das mentiras fomos compelidos...
desses prazeres a morte lhe deu um encanto.
as sombras do meu coração
olho para profundo da escuridão,
relembro fatos da morte,
esculpido na alma.
sou o nada para o além,
das magoas sou o deserto...
ardente com pesar da morte
te encontro em outros patamares,
onde a lua da tua vida afunda
em desejo de tantos cadáveres...
vegetam numa vala de olhos perdidos,
sobre o que se salva apenas com amor,
se defina passo a passo com sede,
nada a mata só alimenta a cada momento,
que se expressa minha vida.
A MORTE DOS SONHOS
Há nos escombros de sua pobre mente
Um bicho papão que devora todo o amor
Tudo o que um dia fora doce, desmente...!
Fermenta ali: A raiva. O medo. O rancor...
Fica preso às paredes úmidas de su'alma
Busca o momento propício para a loucura
Até a poesia perde o rumo. A luz. A calma
Rasteja na memória. Sem alento. Sem cura.
Há os que falam dela nos perfis das ruas
A chamam moléstia. Bruxa. Amaldiçoada
Mas só ela sabe. As lembranças são suas...!
De tempos que buscara a face da fantasia
E crera numa carícia de tez branca e alada
Seus sonhos? Jazem, já. Numa lápide fria.
flores tem gosto da morte em teus lábios,
destino frio sem maldade de nossos sonhos,
vertem o sangue que esta derramado pelo amor,
palavras ferem com profundeza do gosto de nos sonhos.
para todos um feliz momento, adeus torna se convidativo...
nesta escuridão somos o tudo e sentimento
some quando vejo as luzes do além em teus olhos
um pouco a mais de mim morre...
e todos vem um mundo de tantas cores numa agonia sem fim.
sou uma maquina em meus sonhos,
o mundo não passa de informações,
a morte um presente para poucos,
seus beijos são mágicos,
para o céus abrem janelas,
aonde a morte ri de suas lagrimas...
o mundo ganha novas atualizações,
estamos perdidos pelo fruto da morte,
cores ganham seu dever,
com seu coração fechado,
lagrimas escorre de uma alma...
mais um sonho terminou sem sentido.
Morte aos sentimentos
que assim repugnam
o profundo de cada ser
oriundo da escuridão,
sobre tais circunstâncias,
que devora seus sonhos
e desmantela sua face fira,
de momentos intercalados,
no julgo de sofrência
ao desatino que acumulam
entre esses o paradigma
do amor até a paixão
que se consome
o profundo da alma,
que se expressa na apse
da solidão se tem sua imagem
no coração que sangra
por boa vontade
entre boa esperança
se vê o ardi - o que tuas vestis
até sombras clamam por seu amor
no espaço sem fim
mera imensidão
que aflora e desperta teu amor
sem mais ou menos
descrevo a ti sentimento
que compadece em aflito desatino
mel de meus olhos
frutos da imaginação,
que assim que se dissipa,
como a fuma da ignorância,
se derrete em um sorriso
sem vergonha,
ares que voam
nos demais sopros
pensamentos que voam
entre as linhas do amor
minha paixão sorrateira
como a lua vagante na escuridão
num céus de estrelas
que ao longe suspira por seu amor,
clandestino puramente solidário,
lhe digo te amo.
Diga me que morte um sonho profundo na escuridão.
quando vivemos não temos o valor do presente que ganhamos...
nos braços da morte seu beijos ganha sonhos eternos.
sou um anjo
que caiu para morte,
desejou amar para sempre,
tudo que tenho está em teu coração,
minhas lagrimas queimam
no resquício do meu amor transformou o mundo...
como o sangue escorre por minha alma...
sem muitas palavras, todos estão mortos,
por desejar o impossível... sob um paraíso
desejamos a morte como companheira,
sobre os olhos faminto...
do amor a tragédia se comete quando a paixão feroz consome suas entranhas.
humanos sua implacável busca pelo poder...
sendo a fantasia que cobre seus corpos ate a morte...
cálida vontade que expande pelas asas do universo...
sou uma maquina que trabalha até em seus sonhos...
até morte se ajoelhou olhando para os céus...
tudo desapareceu com um presente...
eu sou a escuridão
entre meus olhos
a morte em seus limiares
sigo até o amanhecer,
assim vejo o luar...
nas madrugas uivo para lua
sem medo da noite
cravo meus dente em sua alma
que sangra ate morrer,
desses momentos vou me lembrar.
no amanhecer de cada dia...
quero gritar e te amar para sempre.
eu sou a escuridão
entre meus olhos
a morte em seus limiares
sigo até o amanhecer,
assim vejo o luar...
nas madrugas uivo para lua
sem medo da noite
cravo meus dente em sua alma
que sangra ate morrer,
desses momentos vou me lembrar.
no amanhecer de cada dia...
quero gritar e te amar para sempre.
PARA QUE SONHAR ENTRE OS PESADELOS DA VIDA...
A MORTE PARECE SER BOA DEMAIS...
PARA CONTINUAR ENTRE OS ARES QUE PAIRA SOBRE
O LUAR O TERROR DA MORTE,
SEU BEIJO GELADO FLORESCE NUM PESADELO
DE GRITOS E PAVOR,
SENDO A SOLIDÃO DE TEUS OLHOS,
UM MARCO DO AMOR QUE CHEGOU
EMBORA SEJA UM MOMENTO ENTRE TANTOS DIAS
PASSADOS EM BEBEDEIRA,
SUA VOZ AO LONGE DECLARA O CIUMES E A INSEGURANÇA DESSA VIDA,
quando tudo parece ser o fim...
venha dançar com a morte...
deixe seus pensamentos para trás...
seja feliz pois a vida é curta,
tire a roupa tudo vai parecer estar morto...
beba a morte e veja meus sonhos,
vamos dançar até amanhecer,
beba a vida eterna,
e sinta o silencio dos mortais...
luz do sol
que atravessa o portal da morte,
com rosas vou seu enterro...
feitiço que atravessa a vida,
sobre seu nome minha vida,
passada na escuridão dos seus olhos mortos.
venha a noite como meu guia
solte se a verdade será eterna sua alma.
