Poemas Góticos
Quem teme a morte já assinou contrato com a própria rotina: acorda, respira, se condiciona e chama isso de vida. A dignidade não está em durar, mas em incendiar o instante com presença. Morrer não é o perigo; o perigo é sobreviver intacto, sem nunca ter sido de verdade.
A morte pode chegar num instante (Salmos 144.4). O Inferno será num instante para quem não está em Cristo; e o céu será num instante para quem está em Cristo.
A morte foi derrotada na morte de Cristo. 1° Coríntios 15.54-55: Tragada foi à morte pela vitória. Onde está, ó morte, a tua vitória? Onde está, ó morte, o teu aguilhão? Mateus 28.6: Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito.
O poder e a eficácia da morte de Cristo consiste na abolição do pecado e da morte, e também da lei, que é o escrito de dívida que nos é contrário.
A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.
"Vejo um Brasil de luto, de bandeira a meio mastro, Pela morte da Justiça, da ordem e da liberdade".
O Tempo não é testemunha de nada; ele nem apaga e nem mantém sua breve vida no limiar da morte inevitável.
Cada escolha é uma morte possível, um caminho abandonado que nos define mais do que as decisões que tomamos.
O maior dilema da vida não é a morte, mas como viver sabendo que tudo é transitório e que nenhum significado é definitivo.
"A morte não escolhe grandes momentos; ela chega em um dia comum, ignorando seus planos inacabados. O mundo não fará uma pausa por você. Portanto, não espere o 'dia perfeito' para ser feliz. Viva com a intensidade de quem sabe que o tempo é o único luxo que não se recupera."
— Ginho Peralta
"Seus planos são frágeis e o amanhã é uma promessa que pode não ser cumprida. A morte virá em um dia qualquer, sem avisar. Então, pare de adiar a sua felicidade: viva o hoje, pois o mundo seguirá seu curso com ou sem você."
— Ginho Peralta
Brincar sem medo com a palavra morte é como dizer: temor, remo, mor, ter...Por isso que passo por ela sem medo de perder meu norte!
Quando nós chegamos aos 83, pensamos como Gil, nosso cantor luminoso: não temos medo da morte. Mas de como vamos morrer... Cheguei a conclusão de que: A morte é a última nota de uma grande sinfonia que é a vida!
