Poemas Famosos sobre o Mar
Você é fogo que chama, é água da minha sede,
É o suspiro do meu respiro, é o mar do meu amar à vista do luar.
O seu nome é a minha vontade preferida, docê, oxe, com dendê, amor, valor e fator.
Eu sou a luz que ilumina seu caminho, mas você é minha sombra mais obscura.
Eu sempre abraço, mas nunca recebo. Eu sempre ligo, mas o único que não recebe ligação.
Eu sempre mando mensagens, mas o único que não recebe respostas.
Eu sempre mando textos, mas nunca recebo respostas.
Eu posso te amar, mas o que me garante que você vai aceitar esse amor, se não for o que você quer.
Foi sorte eu te conhecer? Ou esperança em dias melhores no amor?
Você acredita que eu deva continuar e insistir em ti? Ou eu posso conhecer outro alguém?
A sinceridade é a melhor conexão para libertar um ser só.
A Pérola e o Grão
Ostra tranquila, em mar sereno,
não sabe do brilho que pode criar.
É no aperto do grão, no toque terreno,
que nasce a pérola, para reluzir ao mar.
Feliz é a ostra que nunca sentiu
o incômodo rude da areia a ferir.
Mas é na dor que o brilho surgiu,
é na lágrima bruta que a vida há de vir.
Não é fraqueza sentir-se ferida,
é a coragem de encarar o vazio.
A ostra se fecha, se faz recolhida,
mas dentro do peito, transforma o frio.
Assim somos nós, na maré do viver,
cicatrizes que doem, grãos que se vão.
A alma, em silêncio, aprende a crescer,
e faz da tristeza uma nova canção.
Pois, ostra feliz não faz a beleza
de uma pérola rara, nascida da dor.
Aceita o grão, e na sua dureza,
transforma a vida em puro valor.
Que a tua lágrima, então, seja luz,
um brilho suave em meio à escuridão.
Pois, a ostra feliz, em paz se seduz,
mas é a dor que faz a pérola em teu coração.
O amor é uma fonte inesgotável
de inspiração e expressão,
e ele pode ser revelado
em diversas formas,
sejam elas alegres, dolorosas,
simples ou profundas.
Maré de Saudade
Hoje eu acordei querendo ver o mar,
o pôr do sol no mar é que me faz sonhar.
Mas estou bem distante de ti,
como as ondas que vão e não voltam aqui.
A saudade bateu, foi que nem maré,
trazendo lembranças de tudo o que é.
De tarde, invade, me faz navegar,
num mar de memórias, querendo te achar.
O vento sussurra teu nome no ar,
as flores se curvam pra te procurar.
E eu, tão distante, só posso esperar,
que a brisa me leve de volta ao teu mar.
Eu não quero saber de nada
A mais
Só quero curtir a maresia
De frente para o mar
Se eu tivesse dinheiro para gastar
Compraria um bem-te-vi
Pra cantar pra mim
Em frente ao mar
E viveria feliz
Sem saber
De nada +
Mais eu sei ツ
Que o mundo é assim
E não assado.
Hoje o que é presente
Amanhã já é passado
㋚
Ela toda ventania...ele brisa leve..
ela toda mar revolto...ele calmaria..
ela toda poesia ... ele apenas estrofe ..
ela musica para os ouvidos ..ele silencio ..
ela paixão ardente ..ele apenas atração passageira..
Ela então um adeus.. ele , no máximo um até breve..
Ela é sol, universo...
Ela é mar, amar, oceano... intensa...
Ela é poema, poesia, música...
Ela é mistério, enigma, quebra-cabeça...
Ela é fogo, faísca, incêndio, brasa ... embriaguez de alma...essência...
Ela é livre, leve, solta, borboleta... aventureira...
Ela é doce, meiga, carinhosa, pimenta, ardida, fera.. mulher de fases, mulher de lua, constelação, céu de estrelas...
Ela é girassol, iluminada..de temperamento forte, ela é luz, paraíso, o caos, a perdição... menina, mulher, força,emoção, razão.
Ela é o mar... de uma alma infinita, livre, leve e solta ..de um coração enorme e uma coragem inabalável.
Ela é mar de emoções, de sentimentos profundos e de uma força incomum ..
Misteriosa, enigmática, intensa...
Feito vendaval revirando tudo..ela passou por mim..e desde desse dia..eu nunca mais fui o mesmo...
Eu conheci o mar..
eu mergulhei bem fundo em teus olhos..
esse oceano verde de segredos..
essa esmeralda preciosa de verdades..
eu pude ver bem fundo..
quando coloquei meus olhos castanhos..
no oceano dos teus olhos verdes..
Quanto
Quanto a te agradar
Quando fui água, tu querias que fosse mar
Quando fui chuva, tu querias que fosse tempestade
Quando fui céu estrelado, tu querias que fosse céu nublado
Quando fui amor, tu querias que fosse rancor
E quando finalmente fui eu, tu não querias mais nada de mim
E quando for tentar te agradar, de nada lhe importará
E no meu tempo perdido, te agradar foi desperdício
As ilusões de sua vida
Sangrada pelas trilhas nascidas
Entre o mar de solidão
e a praia de pensamentos
Corroe a alma e o coração..
VOU ME LEVAR !
Eu vou me levar!
Pra ver as ondas do mar
Sentir cheiro de mato
Pegar frutas no pomar.
Eu vou me levar!
Ver o brilho das estrelas
Tomar banho de chuva
Sabor de frutas vermelhas
E vinho de pura uva.
Eu vou me levar!
Abraçar os amigos
Que tempos eu não via
Quero pescar no rio
Sentir tudo que sentia
O vento soprando suave
Sentir-me como criança
Voar como se fosse ave
Brincar aquela velha dança
Ver as minhas professoras
Que ensinaram viver
Na dura arte da lição
Construir vida como missão
A primeira paquerinha
O coração disparava
Emoção que não me esqueço
Lembranças que me aqueço
Eu vou me levar!
Vou me levar pra passear
Vou me levar pra sonhar
Vou me levar para amar!
Sim... Tudo por amor!
Só me amando de verdade
Poderei de todo meu coração
Amar a todos pela eternidade!
JOÃO BATISTA BARBOSA
MIMOSO DO SUL ES
POESIA
Num abismo sombrio de desespero,
O transtorno de Borderline se abriga,
Um mar de melancolia, vazio e austero,
O amor e a intensidade numa dança intriga.
Na alma, um vendaval de emoções devastadoras,
Amor intenso, mas fugaz como a madrugada,
A valorização se esvai como sombras fugidias,
Enquanto a desvalorização inflama a ferida.
A autoestima se esvai em fragmentos dispersos,
Como um espelho partido, cacos em agonia,
A busca incessante por uma identidade.
Mas na melancolia, há um chamado de esperança,
Na aceitação e compreensão do sofrimento,
A luz tênue brilha na busca da bonança.
Copacabana posto quatro.
Barraca aberta e colorida.
Sol ardente
Mar calmo
areia quente
ondas mansas
corpo dourado.
Cabelo Solto e molhado
Menina do morro
Menina do Mar
Menina do Rio
Menina
Porque o importante
De tudo é amar e seamar
Remar no mar do amor
Sem naufragar, somente afundar
Apneia profunda: alvéolos, oxigenação.Emoções excitantes
Estimulantes da vida, nossa vida
Nessa vida, sua existência
Minha lida:
Uma verdadeira, paixão!...
Paz no coração
Seu sorriso é mar calmo
Seus olhos um céu estrelado
Tua voz é uma brisa.
E mesmo quando tudo muda
e o mar calmo se agita,
o céu se fecha e a brisa vira tempestade
Seguro firme, pois sei que tudo irá passar
e novamente o mar se acalmará, o céu se abrirá e a brisa voltará a soprar...
Me chamo José
Me chamo José
José daqui, José de lá
José de qualquer canto
José de qualquer mar.
José de minas
José de Drummond
José da Bahia
José do Ceará.
Me chamo José
Por não ser doutor
Sou apenas José
José lavrador.
Mesmo sendo José
Arranjei um amor
Que se chama Maria
Maria fulor.
Meu pai é José
Assim como eu sou
José de arimateia
Carregou o senhor.
Me disse que é santo
Todo homem José
Que veste o manto
O manto da fé.
Aqui nesta terra
De tanto José
Deus nunca se esquece
Do povo que é.
José de Abreu
José Xavier
José das medalhas
Maria José.
O mar que um dia ao teu lado conheci
o mar que contigo descobri, não existe mais
durante as minhas insônias, nos meus sonhos
leve, escutava, como música de Bach,
seus suspiros tristes ao esbarrar no cais.
O mar em que um dia bebemos a seiva da eternidade
hoje não nos satisfaz, o mar que antes era calma
descanso e paz, assim como teu, não existe mais.
O mar das ilusões
O mar não pode secar
assim acreditam os mortais
sendo sua experiência permanente
na efêmera visão dos temporais
morre o homem, como morrem assim os animais.
E o mar não se abala, continua impávido, soberbo e soberano, sobre-humano, atemporal.
É o mar nossa idéia de refúgio
é do mar que sugamos o doce e o sal.
Foi do mar que saiu a vida andando, é para o mar que um dia nós voltamos.
Sem o mar não há sonho ou metafísica, é o mar nossa grande eternidade.
Voltei à poesia
longe dela não há esperança
nem alívio, nem descanso
nem mar, nem praia, nem remanso
falemos pois de fantasia
de futuro, de passado ou de estrelas
já que o mundo perdeu objetivo
palavras não atingem compromisso
a boca que ama é a mesma que escarra
no rosto da inocência, com o mesmo afã
de confessar uma paixão, uma crença,
se confessa ódio e ausência.
Voltei à poesia
enquanto o caos se expande
e o amante esquece o beijo
enquanto um corpo cai do décimo andar
e as guerras alimentam o comércio da paz
calemos diante do absurdo, fique mudo
que importa dos homens justos seus ais
ou das mulheres estéreis o abandono
são todos labirintos esquecidos
sem pão, sem cordão, sem migalhas
sem ariadne...
Voltei à poesia
sigamos os rastros do cometa
não haverá espaço nem palavras
que contestem a ilusão estética de apolo
nenhuma ninfa subirá do lago de Narciso
para chorar a morte do poeta!
Voltei à poesia
a única razão justa de negar
ser mais um estúpido
amante da prata insaciável
e assassina da beleza!!!
