Poemas famosos de Silêncio
No silêncio da noite,...
Já madrugada,...
Essa insônia maldita me faz virar de um lado pra outro na cama,...
Então acendo a luz,...
Sento à beira da cama,...
Tenso, irritado,...
Então penso em você,...
Vejo seu álbum,...
Suas fotos lindíssimas,...
Então meu pensamento vagueia,...
Fico louco, louco, louco,...
E quando não quero mais ter sono,...
O maldito vem,...
Pra tirar você do meu pensamento.
No silêncio, no olhar, no sorriso
de alguém, pode-se entender
muitas coisas,
que palavras não definem...
Silêncio
O amedrontador som do nada
A ausência do falar
Por vezes representa paz
Mas às vezes solidão
Silêncio
Tão confortável
Mas tão desconfortável
Para uns é o melhor presente
Para outros é como um beijo imprudente
Que machuca sem precedentes
Silêncio
O eterno saber do desconhecer
De quem um dia pensou entender
Por isso eu te peço
Apenas me dê…silêncio
Mas eu te suplico, só não me dê…silêncio
Tem gente que vai ver você brilhar, vai admirar em silêncio, mas nunca vai admitir. Tem gente que vai acompanhar suas conquistas, vai aprender com seus passos, mas não vai te dar crédito, porque isso seria reconhecer o seu valor.
Tem gente que não suporta a sua alegria, a sua coragem de ser quem você é, e as suas vitórias. Tem gente que não vai te apoiar, mas também não vai conseguir tirar os olhos do seu caminho! Mas entenda: pessoas assim têm um papel importante. Elas nos mostram a importância de confiar em nós mesmos, de valorizar nossas próprias conquistas sem depender do aplauso dos outros.
No fim das contas, é sobre seguir em frente, com a cabeça erguida, sabendo que a maior validação vem de dentro. Continue sendo você, brilhando, conquistando, porque a sua jornada é única, e ninguém pode tirar isso de você.
“Entre o silêncio e o caos, existe quem busca sentido:
Fé, moral, existência e os mistérios que inquietam a alma e provocam a mente.”
AMOR QUE TRANSBORDA NO SILÊNCIO
Vivo ao lado de alguém que me chama
pelo nome que o mundo conhece,
cumpro rituais de um amor que repousa,
mas meu peito… esse nunca esquece.
Ele busca outro olhar na distância,
outra voz que não ecoa aqui,
um sorriso que mora na ausência
e insiste em não me deixar partir.
Divido a vida, a mesa, o abraço,
mas o coração, teimoso, não se divide:
segue correndo por caminhos proibidos,
onde a tua lembrança ainda vive.
No toque que recebo, penso no teu,
no beijo que dou, sinto faltar o teu jeito,
e a culpa abre fendas no peito
que só tua presença fecharia, talvez.
Não é desamor o que me habita,
mas um amor que nasceu fora do tempo,
um incêndio que não pedi pra acender,
mas agora que arde… só me resta o silêncio.
E sigo assim, entre o dever e o desejo,
entre o abraço que tenho e o que sonho,
amando em segredo aquilo que nunca tive,
mas que, em mim, já se tornou um reino.
No início, o silêncio dançou,
entre o nada e o tudo se criou.
A palavra, som não dito, brotou,
e a luz oculta em faíscas brilhou.
Do ponto surgiu a linha infinita,
o Nome esculpido no tempo, bendito.
Quatro letras, sopro eterno da vida;
e no sopro, o mistério não dito.
Yod é a chama que nunca se apaga,
Hei é o ventre onde o cosmos repousa.
Vav, a ponte que une o céu e a estrada;
Hei final, a vida que floresce formosa.
Ó viajante, que busca o segredo,
no coração a chave do Todo está.
No reflexo da alma, o espelho do Éden,
e o Tetragrama em seu ser pulsará.
O que pode ser melhor dito,
será bendito no silêncio.
A ação é o condão do verbo
em silêncio ocorrido.
Silêncio junto com você
pode ser benquisto,
Olhos nos olhos, amorosos,
será doce e genuíno
O silêncio acompanhado,
pode ser muito expressivo.
Entre o Silêncio e a Luz
Há retratos que não revelam um rosto,
mas desvendam uma alma.
Na quietude de um quarto envolto em sombras suaves,
alguém ergue a câmera, não para capturar o mundo,
mas para encontrar aquilo que o mundo não vê.
O instante parece comum:
uma manhã qualquer,
um tecido repousando sobre os ombros,
a luz atravessando a janela sem fazer alarde.
Mas a beleza verdadeira nunca chega fazendo ruído;
ela se acomoda devagar nos detalhes.
Há cansaços escondidos sob a delicadeza,
histórias guardadas entre os fios dos dias,
lembranças que aprenderam a permanecer em silêncio
para não interromper o curso do tempo.
E, ainda assim, existe uma força:
uma força que não grita,
não disputa espaço,
não precisa provar nada.
Ela habita os corações que continuam a acreditar,
mesmo depois das despedidas,
mesmo após os sonhos adiados,
mesmo quando a vida exige coragem
para recomeçar sem garantias.
A lente aponta para fora,
mas acaba revelando o interior.
Porque toda mulher que aprende a sobreviver às próprias tempestades
carrega no olhar uma espécie rara de luz:
aquela que não vem do céu nem do sol,
mas das cicatrizes transformadas em sabedoria.
Talvez seja isso que torna certos momentos eternos:
não a perfeição da imagem,
mas a verdade escondida nela,
a capacidade de permanecer inteira
num mundo que tantas vezes tenta fragmentá‑la.
E enquanto o tempo segue seu caminho inevitável,
ela permanece ali, entre o silêncio e a luz:
colecionando instantes,
costurando esperanças,
transformando ausências em poesia.
Porque algumas pessoas não atravessam a vida apenas vivendo,
elas atravessam‑na iluminando.
E, sem perceber, tornam‑se a mais bela fotografia
que o próprio destino foi capaz de revelar.
Silêncio clama pela verdade.
O silêncio clama por justiça.
O silêncio tem lágrimas escorrem palavras.
Somos olhares navegantes ilusões.
Nos calamos pelo engodo...
Provenientes das mentiras que tentam te fazer calar.
Mais o silêncio grita grita mais ninguém ouve as lamurias vindas de quem sofre.
Suas experiências te dizem que verdade nao pode ser calada !
A algo maior dentro de cada um que sabe que verdade esta contaminada por mentiras.
E ainda temos que engolir essas mentiras.
No fardo o canto que é pássaro e maravilhoso no fundo do silêncio.
Seria simplório dizer que o silêncio é divino.
Pois é fértil o propósito de viver de baixo da cachoeira corrente,
Fluido instante pois as nuvens contam histórias num mundo de imagens e paredolias nos damos vida aos encantados.
O silêncio tecnológico e alienação motora.
Não mais um bom dia nas ruas
Pessoa bots... Pessoa assim então...
Vizinho te ignora como foste um fantasma.
Ser tem ter sentido sensorial ativo,
Mas,
É um bot humano...
A hora do almoço chega parece que estou sozinho na cidade...
Todos conectados nos celulares.
Os fones de ouvido no máximo . ..
Enquanto os livros se tornam um fenômeno do realismo a batida da música sem ritmo ou letra toca ao fundo...
Anoitece na cidade o metrô cheio pessoa com olhar cansado e vazio...
As luzes são artificiais e também as pessoas são apagados como consumidores de mundo complexo deixado pela feudo tecnológico.
O abismo ouve...
O abismo responde...
O vazio está no máximo silêncio...
A palavras são sussurros aos ventos
Lágrimas veladas sao catigas de amor
As mesmas lágrimas escorrem num rio de solidão. ..
Entre linhas dos céus lágrimas são gotas dos ceus...
Luz calida sob ador da alma fria sem vida, mais vida é resiliência. . .
Canta todavia a música da paixão...
Que embriagado sonho seja maravilhoso...
Os primeiros raiar do sol sua alma canta no linear do despertar sonhos parecem ser o desejo de viver cada instante eterno....
Somos o abismo diante nossas convicções...
Nos calamos no próprio silêncio.
Somos surdos pois som de nossos pensamentos nos faz nos perder na imensidão...
A luz nos cega pois o lampejo é momentâneo a voz continua nossas mentes...
Para aqueles que compreende a música nas cabeça que cantamos o dia todo
Como escravos numa cenzala os gritos dor ecoam sobre as eras...
Ainda somos cativos?
A luz do celular da resposta...
A música ouve nos fones...
A tradução que desvenda sensações.
As correntes são horas extras...
O patrão vai embora para casa...
O sono chega o trabalho continua
Sou noite sobre a madrugada...
Meros arficios atrozes...
Cala te silêncio do meu algoz....
Sobre olhares da lua sois o amante..
Galante flor do amanhã
Sensato e soberano meu sono
Parece ser o filho angustiado pelo leite da mãe...
Frio paira a alma...
No meio do espinhos escorre a dor
O doce aroma que embriaga...
Mais mais no profundo da alma.
A voz que morre com olhar é mesma que te faz sofre.
No silêncio químico o labirinto questiona ego com eco no subconsciente.
Mas, pequenos lampejos de ironia são expostos em sua mente então um brilho no olhar.
Defraga um respirar e ar seco e lento em sua mente um filme de falas lentas.
De repente aparece tantos mundos multiastral.
A resposta e ecoa num vazio de lampejos...
Porque?
Ainda tento responder.
Pois ignora quebrou o silêncio.
Responder com silêncio é sabio...?
Pois sorrir é melhor resposta
Pois rir da ignorância ser sabio..
Se ainda apresentar alguma dúvida.
Deixei os olhos cheios de ironia antológica.
Minhas ilusões ganha sentido.
Entre dilúvio de tuas palavras.
Sois sorriso e silêncio,
ironia é clareza que morreu em teus lábios.
Se você soubesse o que eu sei,
e penso ao seu respeito,
Entenderia meu silêncio diante da sua latumia.
Faça isso todo dia: fique em silêncio e respire fundo. Solte o ar devagar, feche os olhos e deixe de lado medos e preocupações. Dê chance à sua paz.
Ajude os outros sem medo. O que importa é quem você é, mesmo que ninguém ligue. Atitudes simples melhoram sua vida.
Você nunca sabe o que uma ação pode trazer. Mas, se não fizer nada, nada acontece. Compartilhe essa ideia.
Alexandre Sefardi
