Poemas Famosos de Medo
Não tenho medo de ficar sozinha,aprendi a nutrir-me de:
AMOR, CORAGEM, ESPERANÇA e FÉ!!
Sentimentos básicos para sobrevivência!
Haredita Angel
23.03.2013
Agora eu sei
que a minha maior fragilidade
construiu a minha força
e o medo que eu temia ter
se revelou uma profunda coragem.
- É que eu tenho um certo medo.
" - Um certo medo?! Que me medo é esse?
(Perguntou o Tempo)
- Eu tenho medo da minha coragem
que me faz ser incondicionalmente inteira
num mundo que adora metades
e que vive e se acontenta de pedaços
e até de migalhas...
✍©️ MiriamDaCosta (Diálogos poéticos)
Decisões
Há muito que dizer
Há muito a saber
Sobre mim
Sobre nós
Nossa vida
Nosso destino...
Embora os dias tenham um fim
E as noites sejam frias
Um dia tudo acabará
O nosso encontro, os nossos planos
Quando menos se esperar.
Sempre haverá tempo para escolhas
Sempre haverá um caminho a seguir
Com obstáculos ou não
Seremos postos à prova, frente a frente.
Entre o medo e a decisão
Decisões sem surpresas
Decisões com surpresas
Amargas...
Doces...
Sempre haverá decisões.
LEI DA VIDA
Há um voo acima de mim
Estou anos à frente de muitas pessoas
Queria poder parar e esperar
Porém, não posso. Não posso parar.
Há um tempo que não para.
Sou forte o suficiente para encarar
Qualquer coisa que atravessar no meu caminho.
O tempo tem pressa e eu também
Quero chegar o quanto antes.
Eu não vou me curvar a nada.
Meu medo se desfaz em brumas.
Minha vida se arrastou pelo chão e
Não consegui me reerguer
Até minhas asas se desdobrarem,
Vou me arrastar,
Vou me arrastar, até onde eu conseguir
Sangrarei eu sei, mas não me importarei
Sei das minhas forças. Superarei tudo.
É assim a lei da vida. A lei da natureza.
COVARDIA X CORAGEM
A covardia tem um lugar reservado do nosso lado. Ela grita diariamente. São os nossos medos alojados dentro da nossa mente querendo nos impedir de seguir adiante com os nossos planos. A coragem também tem um lugar reservado. Ela é muito mais forte e persistente que a covardia. Há um batalha árdua entre as duas. Vence sempre aquela que grita aos quatros ventos que é invencível e que nada impedirá de seguir adiante. Nossa mente tem esse poder. O poder de criar e recriar, de lutar e vencer quaisquer batalhas. Tem o poder de lutar contra o que está nos atrapalhando. Para isto, será necessário lutar. A luta vem de dentro e esta força vem de nós. Que sejamos lutadores e vencedores daquilo que está nos atrapalhando para se chegar ao que mais almejamos, a vitória.
Rita Padoin
Leis Universais
Em tempos de guerras interiores, acabamos não percebemos o que deveríamos. Vivemos alheios aos acontecimentos. Alheios a vida. Alheios ao agora. Por estarmos sempre vivendo no futuro, não vivemos o presente. E por não entender as leis universais deixamos passar as pequenas coisas que o presente nos oferece. Tememos o básico por medo e a felicidade que tanto almejamos se encontra alojada ali. Por buscá-la em outros lugares, ficamos a mercê num caminho sem perspectiva.
Manter o equilíbrio para encontrar a tal felicidade é difícil. Não fomos educados e nem preparados para isto. Por não estarmos preparados, não queremos passar trabalho, buscamos o que a nossa personalidade acha mais fácil e o mais fácil, não nos leva aonde gostaríamos. Percebemos então, que estamos patinando no mesmo lugar, faz tempo. Sem entender, vivemos buscando, e esta busca se torna cansativa e sem êxito. Somente entendendo as Leis Universais e os seus sinais é que poderemos sair vencedores nessa jornada.
Escrever é uma Profissão
Minha mãe sempre me pergunta:
- Quando vais terminar de escrever?
- Nunca. Respondo
A escrita fez de mim morada. Se eu não conseguir colocar para fora, morrerei. Escrevo porque preciso. Escrevo porque é o meu alimento. Escrevo porque tenho necessidades urgentes. Escrevo porque ser escritor também é uma profissão.
Outras pessoas me perguntam também:
- Não estás aposentada?
- Sim. Respondo. Mas, tenho o outro trabalho que é o de escrever.
Mesmo que muitas pessoas não levem a sério a escrita, eu considero um trabalho. O meu trabalho. A minha profissão. O meu refúgio. A minha casa. A minha fuga. O meu remédio. A minha cura. É nas entrelinhas que coloco pra fora todas as minhas angústias, meus medos, minhas loucuras e meus devaneios e as minhas necessidades.
Mesmo que eu não tenha que cumprir horários como uma empresa. Mesmo que eu esteja em casa. Não tenho hora para escrever. É como se eu estivesse de plantão 24 horas por dia. Quando a inspiração vem tenho que estar preparada para recebê-la. Então, ser escritor é uma profissão sim e não adianta dizer o contrário.
Agradeço a Deus todos os dias pelo presente que ele me deu. Se a escrita não existisse na minha vida eu estaria morta. Então, vivo porque para eu poder existir preciso urgentemente escrever.
Reaja...
Reagir é a melhor forma de seguir em frente deixando para trás todas as inseguranças. Quando reagimos estamos deixando de lado o medo e mudando o rumo da nossa história.
O professor que não luta
pelos seus direitos,
por medo de represálias
por parte do poder que o oprime,
não educa para a transformação,
apenas instrui seus alunos
dentro de um processo
de ensino e aprendizagem
que garante a manutenção
da relaçao de submissåo
entre oprimidos e opressores.
A mente te leva ao passado em busca dos momentos, dos lugares e das pessoas, que de alguma forma, forjaram o que você é hoje, ela te leva ao futuro na busca de boas novas, buscando a felicidade baseada em uma vida próspera e abundante.
Ninguém sabe o que se passa na mente alheia, lá nos porões se encontram as angustias e medos, os sonhos se encontram num belo jardim, tudo habitando em perfeita harmonia ou não... a mente prega peças, podendo até mesmo te sabotar e te destruir.
Mesmo assim, vivemos cada dia com a esperança que tudo irá melhorar.
Ecos de uma guerra sem fim
Os mortos sabem o que os vivos insistem em negar: a guerra nunca termina. Ela se esconde nos becos e nas esquinas, na miséria que grita silenciosa e nos olhares vazios de quem perdeu tudo, menos o desespero. A farda que um dia vesti carregava o peso de um mundo que sangra, mesmo quando teima em se cobrir com um véu de paz ilusória. Cada dia de patrulha era uma batalha travada não apenas contra homens armados, mas contra as sombras que habitam o coração da sociedade.
Quem segura um fuzil aprende que a verdadeira guerra não está apenas nos disparos ou nas trincheiras; ela está nos ecos que esses sons deixam na alma. O som seco do gatilho não se cala. Ele reverbera nas noites de insônia, nos pesadelos que queimam a mente e nas lembranças que jamais se apagam. Deixar o front não é suficiente para calar esses ruídos. Uma década já se passou desde que me reformei, mas ainda carrego comigo os rostos dos que ficaram para trás e as histórias que nunca serão contadas.
Apenas os mortos encontram o fim da guerra, pois para os vivos, ela continua de formas diferentes. Cada dia longe do campo de batalha é uma nova luta contra os fantasmas que o dever deixou. Esses espectros habitam o silêncio, a solidão, a memória. A farda pode ter sido guardada, mas o espírito do guerreiro não descansa. Ele permanece, marcado pelas cicatrizes invisíveis de uma guerra que não se apaga, mas se transforma em um fardo que poucos conseguem compreender.
A paz, para quem já viveu a guerra, é um sonho distante, quase impossível. Ainda assim, é o que nos move, mesmo sabendo que ela talvez nunca se concretize. A ilusão de que a guerra tem fim é o que mantém muitos vivos. Mas eu sei, como sabem todos que enfrentaram o abismo, que a verdadeira batalha não se encerra no cessar-fogo. Ela continua, para sempre, nos corações daqueles que sobreviveram.
Sonhos? Os tenho...
Os ruins, de reflexão e aprendizado;
de enfrentar os medos.
Os bons, de estímulo e energia;
de celebrar as vitórias.
Fragmento IX - Livre-arbítrio
Que livre sou, me diz minha vaidade, contudo, nasci preso ao vício e à corrente, que me impôs o meu Pai, a minha Mãe e essa serpente. Estou a contorcer-me com isso, como quem no ventre é enlaçado pelo cordão que o alimenta.
Se penso, é pensamento de herança; se creio, é fé que veio por deveras, porque, até onde sei, fui criado em fórmulas austeras de um mundo partido por falsa percepção.
Dizei-me vós, ó sábios de batina: sou livre, ou apenas um desobediente?
Epidemia
o medo
os outros
a tristeza
dos outros
a revolta
por outros
e quantos outros
tantos outros
enquanto os outros
outros contaminam outros
o choro cala
um grito encerra
"Para o hoje, aposte mais na fé que não te deixa esmorecer.
Confie mais na intuição. Ame mais com a alma e menos com o Coração.
Viva sem medo de ser feliz. Não crie empecilhos, não economize sorrisos, não adie a paz. Deixe marcas como Jesus deixou e libera palavras de amor. Deixa ir os desafetos e faça laços com quem traz brilho nos olhos e sossego ao teu coração."
—By Coelhinha
