Poemas Famosos de Medo
"Qual a diferença do corajoso e do medroso? Nenhuma , pois ambos sentem o medo, porém o corajoso sente o medo, mas não olha para aquilo que sente, antes é determinado a prosseguir "
Tinnha medo de tudo. Queria morar no centro do mundo para me proteger. No centro estava o perigo. O perigo chegou. Eu chorei. O perigo saiu, e eu continuei chorando. Agora, o óbvio seria que eu fosse o perigo. Mas não, eu fui ajudar quem tinha medo.
Como lidar com a felicidade? como lidar com o medo de ser feliz? como entender esse medo? criado na mente depois de tantas vezes abruptamente o que te fazia feliz é tirado...
Sabotar sua própria autosabotagem todos os dias é sufocante e não saber pra onde vai e/ou onde esta indo é frustrante. Mas não paro de andar por que a esperança pelo diferente é gigantesca. A esperança de eu estar errado é a única certeza. A gota da felicidade.
Sabendo que o corpo morre mas a vida continua, então porque o medo do suposto silêncio da escuridão que desconhece
''Quem tem medo de perder, tem mais dificuldade de vencer. Quem tem medo de morrer, tem mais dificuldade de viver.''
A proteção com que guardas as dádivas da vida jamais serão confundidas com o medo a que se refere a importância decorrente de seu suor interno.
O medo e o respeito à muito se fundiu, (benefícios do tempo) a ambos guardo reverência, sua renovação está no movimento o ponto em que se "guarda" suas respectivas providências.
A escuridão não possui luz porque vive à sombra dos (passados), ora carregados de medo e ou a beira dos dissimulados, sobre(-)vive esperando de outrem um ato de coragem; sublime-se e viva herdeiro.
Nesse mundo é assim: a o medo do sábio e o medo do burro; descubra o certo, sinta o necessário e responsabilize-se apenas pelo que lhe cabe a atos e fatos dos fardos.
Ficou com medo de me beijar, e, em simples palavras, não poderias nos levar, de leve porque é tão bom te encontrar.
Não tenha mais medo de respirar já sabem das proteções de seu estado (èles) também merecem às responsabilidades dos fatos por seus atos.
Que toda inteligência disposta pelo universo, não seja jamais, retalhada pelo medo da humilhação de terceiros, todos em paz primeiro.
Ficou com medo que não dava conta, tentou ajudar ou, roubar, à lousa das questões e dos fatos que já viram com previsões.
Nos direitos das locomoções, alguns se perdiam pelo medo das locuções que, ainda, não podiam integrar.
Há, pra quem se serve com tanto medo de não ser aceito, é uma imaginação direcionada pra outros meios, que normalmente não é o nosso.
Muitos tem medo do nosso certo, porque estão errados, pra decifrar livramentos de maus tratos que nada servem nem pra ratos.
O que em mim repugna, já te dei espaços pra resolver, não tenhas medo, não há subverter, já que estou simplesmente por ti ao escrever
Medo existiu pelo vazio que se achavas cheio e já sabemos que és infinito das partículas criativas acolhedoras.
