Poemas Enxugar suas Lagrimas
Amor, vivênciei coisas que me colocaram contra à parede, como a da noite de sábado, lágrimas, pensamentos vandalos, no qual estou preso durante um tempo, meus braços acorrentados em lamentos de dores, arranhões em minh'alma fazem o sofrimento meu melhor amigo, e a solidão, de alguma forma vem conformando-me que eu não passo de um refém, empregando um sentido amargo em minha vida, será que estou vivendo pra ver o que eu fiz?
"Se por um lado, amar me entristece e traz-me às lágrimas; por outro, alegra-me saber que independentemente de tantos infortúnios, somos capazes de nos ressignificar e por mais outra vez, amar, amar, amar e amar."
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"Ei... Você esta ai esperando o que é seu... Vejo lágrimas nos seus olhos. Eu entendo, esperar é muito tortuoso... O quanto mais você pode aguentar? Isso não é caminho, apenas esperar não leva a lugar algum e te faz um refém da expectativa... Esperar enfraquece o mérito e distorce os valores. Eu não sou o cara certo para dizer o que é certo ou errado, mas já fiz muito disso..."
Somos pessoas civilizadas compostas por cicatrizes, decepções, lágrimas e dor, porém carregadas de amor.
Se olhe no espelho e repita você é o melhor. Até abrir um sorriso ou se derramar em lágrimas, repita isso todos os dias.
Vale mais a ausência e incerteza de reencontrar, do que certeza da partida e as lágrimas no olhar. Da ausência a esperança do acaso, da partida resta a dor sentida. Mas levo com gratidão todas as lembranças no coração, alegrias e não tristeza, sua importância e grandeza.
Quem muito chora, tem a visão turva por conta das lágrimas. São nesses momentos que as oportunidades passam.
A despedida deixa uma cicatriz no coração e a dor é tão forte que tudo ocasiona lágrimas da minha tristeza só não compreendi que tudo lhe entreguei foi o melhor de mim.
Há muitas lágrimas vestidas de sorrisos que somente os olhos despidos da insensibilidade são capazes de enxergar.
"As lágrimas derramadas pela saudade, são os versos sem rimas e sem sentido, apenas palavras do coração."
Há pessoas que o seu sentimento está contido apenas nas lágrimas. Derramou, secou, o sentido acabou.
Toda aquela raiva que nos levava a cama, e erotizava ainda mais nosso prazer, xingamentos, lágrimas, brutalidade, orgasmos... tudo que vivíamos, conviviamos e por fim nos dizíamos era subitamente esquecido, naquele universo, habitado por nós, aquele quarto, aquela cama, palco de um show que não imaginava que estava fadado a terminar. Ah, se eu soubesse que aquela era a última vez, alimentaria ainda mas a minha alma, de toda a intensidade que trazia pros lençóis, tão quente quanto a lágrima que descia enquanto sua boca não saía da minha.
Lágrimas que interrompiam, achados de nossas imagens, em era de migalhas, pros achados do nosso futuro, foram pegadas, agora sabiamente configurado em transpor.
Caíram lágrimas naquela madrugada do outono princípio. Tenho dormido pouco, e a noite tem se tornado a perfeita escuta. De noite paira uma sinfonia de silêncios daqueles que bailam sob o luar alto os ânimos intermináveis de tempos dissolúveis. Um caminhar jocoso num tapete acidentado em íngreme escalada, a coluna retorcida pelo peso grave da bonita idade passada, uma era distante, fragilmente povoada, uma colônia esquecida. Não havia nada ali naquele vão, um lampejo fosco, um sangue velho, una desgraciada faísca, uma cruz, e cinzas, cascalho, pó...enquanto abria-se no corredor um feixe pequeno de luz. Ouvi que houve o sabor do antigo degrau de madeira, adormecido por milênios, desacordado esta noite infelizmente por mim. Chove, como chovia lá fora, eu podia ouvir as gotas triunfando em atenuadas perenes esverdeadas...quase não tinha vento, apenas um sopro fino e alado silenciando delicadamente no fundo, os carros passando aos poucos pouco a pouco de minuto a minuto, frio, o peito cuspindo sangue, um azedume inquieto que já exalou do frasco, aquele rastro que caiu e quebrou em pedaços, as memórias varridas, as correntes presas, corroídas, enferrujadas de lapsos contidos, serpenteando as marmoreais antes impecáveis, o que sobrou das cartas, a tinta vencida, o carinho difícil, o poema que já não rima mais graça, o tácito beijo da morte.
Há quem prefira seguir o caminho das lágrimas até se afogar por causa do orgulho,e não consegue enxergar o caminho do perdão para viver sorrindo.
