Poemas e Poesias

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Um poema à graça.

Graça é um dom — graça é amor de Deus.
A graça produz alegria — é boa notícia.
Não há evangelho sem graça
A graça nos salva e dá vida.
..
A graça é razão de amar
A graça nos faz perdoar.
A graça é riqueza do grande pensar:
Que somos peregrinos de volta ao lar
..
A graça edifica e produz crescimento.
A graça é esperança — sabedoria de Cristo.
Antes da Cruz, havia a casa da lei
Na nova aliança — surgiu a beleza de Deus
O valor de uma cruz, o favor de um pai!
A beleza de Cristo.

"Uma alma eleva a outra."




Obedes Lobadias, no livro Labiríntimos Ou Poemas Mal Escritos."

Observo o céu azul e a lua cheia me traz a inspiração com versos singelos e poesias bem diretas aos sentimentos opostos.
As estrelas brilham diante aos meus olhos escolhendo-me a presenciar a extraordinária beleza de deus.
Flores perfumadas lembram-me o amor e aos carinhos perdidos em um lugar dominado pela solidão.
Quero sentir a felicidade e restituir minha vida e esperar o amor verdadeiro.

Sou meu próprio algoz nas lamúrias das minhas próprias palavras.
Para que servem as doces poesias? Um acalento ao coração ou despertar de uma louca paixão?
Sou poeta inocente, sou o que você não pode vê ou o silêncio que grita por você.
O barulho de te querer e o segredo que lhe atrai no mais profundo sentimento.

"Pensador




Havia uma poesia martelando no escuro,
chocha, eu a convidei para a janela, esculpir, mas escapou.
Cor do Lume, pisca lá de cima.

Poema(autor: Levy Cosmo Silva)


NAS RUAS CLAMAM


"Escuto vozes que clamam,
sinto o sangue que grita,
lembranças na mente emanam,
e o meu ser então se agita.


Perdoem almas que vagam,
também as mães que choram,
do mal muitos se livraram
e ao bem hoje se aportam.


Nunca fui um santo ,
nem tampouco monstro,
Luto silenciosamente no canto,
usando a dor como encosto.


Morte, solução de covarde,
Sorte, coube a mim.
Gratidão em Deus me invade,
pois ele adiou meu fim.


Vou indo a caminhar,
rumo ao desconhecido,
vendo o mundo fico a pensar,
onde há um só amigo?"


Autor: Levy Cosmo Silva

Que a poesia da vida te encontre hoje
nos pequenos detalhes:
no canto dos pássaros,
no vento que acarinha,
no sol que aquece
e no amor que floresce.

Faltou conexão desde o primeiro dia,
porém, nos doamos, nos pertencemos.


Esta poesia eclética uniu-nos sem conexão e ultrapassou barreiras para deixar marcas nas trincheiras.


Na vanguarda surge a compaixão,
com detalhes de uma vida já vivida;
dois corpos, duas almas enamoradas.


A compaixão nasce desde os primórdios, escrita nos pergaminhos do Santo Cupido, nas páginas eternas do amor.


Definir a equidade conexa remete-nos a quebrar sigilos próprios, baixar a guarda e viver exatamente sabendo que alguém pensa em nós,
a sessenta e nove pensamentos por segundo, à velocidade da luz.


Éh... Vhdon.
NotasoltaS

Onde o Amor Aprende a Olhar


Teu olhar transforma o comum em poesia,
e até o silêncio ganha uma nova melodia.
Há beleza nas pequenas coisas que você faz,
num sorriso tímido,
num jeito simples de falar,
como se o mundo aprendesse
a existir quando você está.


Não é preciso que o céu mude de cor,
nem que as estrelas desçam para impressionar.
Basta você chegar, e sem perceber,
os detalhes esquecidos começam
a florescer,
porque meus olhos descobriram
outra forma de enxergar.


Talvez seja isso que o amor saiba fazer:


Encontrar grandeza onde ninguém costuma procurar.
Fazer de um gesto pequeno uma lembrança eterna,
de um instante qualquer,
uma história completa,
e de uma pessoa,
o lugar onde queremos ficar.


Por isso, quando olho para você,
não vejo perfeição,
vejo aquilo que torna a vida mais bonita.
Vejo seus detalhes,
seus medos e seus sonhos,
e amo até aquilo que você
insiste em esconder,
porque foi em você que
meu coração aprendeu a ver.

Versos de Cada Dia


Todo dia nasce um verso,
no silêncio da manhã,
a poesia abre a janela,
feito luz que vem de longe,
e encontra o coração.


O poeta segue a estrada,
observando o seu caminho,
vê poesia numa lágrima,
num sorriso pequenino,
num abraço com carinho.


Há poesia no café,
na conversa ao fim do dia,
no olhar de quem espera,
na saudade que se esconde,
na singela companhia.


A vida escreve seus capítulos
sem pedir autorização,
cada instante deixa marcas,
cada escolha traz consigo
uma nova reflexão.


Tem poesia na esperança,
mesmo quando a noite vem,
pois depois da tempestade
há sempre um novo horizonte
para quem espera o bem.


O cotidiano ensina
que viver é aprender,
que o tempo passa ligeiro,
mas aquilo que sentimos
fica dentro do nosso ser.


O poeta não procura
somente grandes emoções;
ele encontra nos detalhes
os mistérios escondidos
nas pequenas situações.


E assim vai versando a vida,
com palavras de verdade,
transformando cada instante
numa página de versos,
num retrato da saudade.


Quando a tarde perde a luz
e a noite chega devagar,
o poeta guarda os versos
que nasceram naquele dia
para amanhã continuar.


Porque todo dia é poesia,
todo olhar pode inspirar,
e enquanto houver sentimento,
haverá sempre um poeta
com um verso para deixar.


Poeta Mbra⁠

O amor é poesia que
anestesia
a alma, aliviaa mente
e fortaleceo coração.

Ela gosta de anime, livros e indie,
de estrelas, pássaros e poesia,
mas também de picolé de uva
— prioridades da vida.

Tem um gato lindo em casa
que ela ama mais que a própria dignidade,
usa All Star como religião
e troca a cor do cabelo
como quem troca de personalidade.

Faz desenhos, escreve poemas,
fala de biologia por horas,
e solta piadas tão ruins
que até o silêncio vai embora.

Ri de coisas sem sentido,
sozinha, no meio da sala,
e quando alguém pergunta "qual foi a graça?",
ela responde:
"Você não entenderia."

Gosta de céu azul, vento no cabelo
e teorias sobre o universo,
porque aparentemente
ser normal nunca esteve nos planos.

É meio garota,
meio cientista,
meio personagem de anime
e meio problema sem solução.

No fim,
é só uma criatura estranha
de All Star e cabelo colorido,
tentando sobreviver
com suco de laranja, gatos
e um senso de humor duvidoso.

Poesia: desencanto
Autor: Gabriel de Castro
05-09-2026


ASSIM SEGUE MEU CAMINHO
ASSIM SEGUE MEU DESTINO
BUSCANDO RESPOSTAS
ACERTANDO AS VEZES
ERRANDO OUTRAS
DE DIA SOU A LUZ, ALEGRIA, VIDA
A NOITE SOU ESCURO, PESAR, SENTIMENTOS ATRAVESSADOS
BUSCANDO RESPOSTAS QUE NUNCA CHEGAM, DELIREI, PENSEI NÃO ERRAR
MAS MEUS ANSEIOS SÃO INSANOS
SEI ONDE ISSO PODE CHEGAR
PRECISO ENCONTRAR O QUE EU MESMO NÃO SEI, MINHA ESTUPEDES NÃO DEIXA ENXERGAR CAVUCO MINHAS ENTRANHAS FALO COM O MEU ÂMAGO
SEM RESPOSTA E CONTINUO VIVENDO OLHANDO AS ESTRELAS VENDO SEU BRILHO TENTO ALCANÇAR PARA UMA CARONA EM OUTRO MUNDO QUE NÃO TENHA LIMITES.
ENFIM... TO EU AQUI DE NOVO...

William Contraponto — Parágrafo 175


Um dos poemas mais políticos e historicamente situados de William Contraponto, Parágrafo 175 transforma a perseguição aos homens homossexuais na Alemanha em uma reflexão sobre os limites morais do poder.


O poema parte de duas vidas comuns e de um afeto vivido sob discrição. Aos poucos, a intimidade é invadida pela lei, pela classificação e pela violência institucional. O percurso é claro: o homem amado torna-se suspeito, o indivíduo torna-se número e a identidade torna-se marca.


O triângulo rosa é o principal símbolo histórico da composição. Mais do que representar a perseguição, ele evidencia a tentativa de reduzir pessoas inteiras a uma categoria imposta pelo Estado. O poema contrapõe essa desumanização à simplicidade do vínculo entre os dois homens.


A força de Parágrafo 175 está em não transformar seus personagens em figuras abstratas. Antes da norma, havia um quarto, uma janela, conversas, livros e dias partilhados. A violência histórica aparece, portanto, como aquilo que invade e destrói uma existência que poderia ser absolutamente comum.


No final, William Contraponto ultrapassa o episódio histórico. A crítica não é dirigida apenas ao nazismo ou à antiga legislação alemã, mas a qualquer poder que pretenda decidir quais afetos são legítimos e quais existências merecem reconhecimento.


“Parágrafo 175” é, assim, um poema de memória e resistência: uma defesa da ideia de que nenhuma instituição possui autoridade moral para transformar o amor em culpa.




nenommarques@gmail.com

"Quase rio quase todo dia
Quase dia...quase poesia"

Edson Ricardo Paiva.

O mais belo poema da vida
Universo escondido
Nos recônditos da alma
Arte esculpida de algodão
Nas nuvens que vi no céu
Dos sonhos de criança
Que um dia todos sonham
Em voltar a ser

Onde a única lei
Que desejamos ver obedecida
É a lei da gravidade
Quando a gente escorregar num papelão
Por sobre um imenso barranco gramado

Não precisa ir muito longe
Não preciso ter dinheiro
A beleza mora nos detalhes
Agora mesmo, olhando em volta
Olhando as folhas lá no alto
Eu pressinto, um dia vão cair

Meus passos apressados ao pisar o asfalto
As contas atrasadas
A parede que precisa há muito uma pintura
Vamos todos cair, a exemplo das folhas

Minha pressa não levou-me a nada
A conta que interessa é o correr
Dos dias que não vão jamais voltar
As paredes das nossas vidas
Essas sim, precisam ser pintadas
Com as cores da coerência e fantasia

Pra que a gente enxergue em volta
A mais linda poesia da vida
Continua sendo escrita todo dia
Com a tinta da saudade que sentiremos
Das pessoas apressadas e insensíveis
Que um dia fomos.

Edson Ricardo Paiva

Tem dia que a alma não quer poesia, só silêncio.
Não quer conselhos, quer sumir.
E no meio do sumiço,
um pedaço pequeno
de esperança insiste em ficar.
Mesmo cansada, ela respira.
Mesmo sem fé, ela tenta.
Porque dentro do sei lá, ainda mora alguém que quer recomeçar.

Inventaram poesia porque enlouquecer em silêncio era insuportável demais.

Porque havia dores que não cabiam em conversa.
Perdas que não aceitavam nome.
Amores que queimavam sem fazer fumaça.

Então alguém escreveu.

E naquele instante, a humanidade descobriu que palavras também podiam sangrar.

Desde então, todo poeta é apenas uma pessoa tentando sobreviver ao excesso de sentir.

— Lucci Santz

POEMA INEVITÁVEL


Eu queria falar sobre deus, sexo, política, amor e trivialidades; mas me colocaram uma carapuça, e fui treinado a ser um personagem.
Depois, quis me tornar poeta, músico, filósofo e até ator. Porém, descobri que, desses, eu já tinha me tornado ator, não por opção, mas por imposição das situações, e sufoquei os outros personagens.
Eu quis me tornar um humanista, um sociólogo, talvez antropólogo, filólogo e até defensor de causas perdidas ou ganhas. Acontece que meu personagem não discute muito com minha dignidade: meu lado ator sempre vence quando a conveniência grita mais alto!
Enfim, decidi partir para as trivialidades da vida, já que não me restavam muitas escolhas. Eu tentei ser muitos, e acabei não sendo eu. Então, fiz da vida minha luta, minha sobrevivência, minha causa (também por imposição). Ergueri um castelo de sofismas, e o meu estandarte foi tremular pequenas ideias que não eram minhas. Lutei bravamente para anunciar, dentro de mim, um poema inevitável, confrontando meu personagem que, por conveniência, acabou sufocando o eu iludido que achava que era eu!!!


#israelsoler

⁠​POESIAS


​Poesias são
Fontes da alma
Que jorram
Em uma linha tênue
Para a vida.