Poemas que excitam: poesia com erotismo e sensualidade
Acúmulo de desejo, toda volúpia cabe em mim. Penso no âmago do corpo dele, só de ouvir sua voz estremeço.
Amarga volúpia dominando meu corpo.
Sensação obscura de um prazer proibido,
indesejado.
Eu, pobre criança indefesa.
E tu com a força demasiada do teu desejo, tiraste minha inocência.
Me tornando mulher.
Inválidos gritos de socorro eu sussurrei reprimida por tuas mãos fortes.
Angustia meu coração sentia.
Humilhação! Ânsia de morte.
Mancha de sangue deixada em meu corpo.
Figura espantosa de momentos de tortura.
Que a água não tira.
O tempo não apaga.
Mancha de sangue, ferida na alma que tu deixaste sem pudor.
Me mostrastes antes que a flor nascesse o segredo da vida.
O meu sonho adormeceu profundamente ...
Sonho bordado em noites de volúpia ...
Cheios de suspiros feitos de gemidos …
Enquanto sonhava ...com a tempestade que me cobria
Ouvia os lamentos e a melodia do vento furioso...
Sentia os teus lábios que quando estão juntos aos meus
São duas metades que se encontram...fundem-se de ternura...
Beijo teus olhos, mergulho na pele suave e perfumada...
Ouço na pele, teu acariciar....entre os nossos lençóis
Respiro teu gosto tão doce de amar, como as águas salgadas do mar...!!
INDIFERENÇA
A tua indiferença já não me toca tanto,
Talvez tenha sido volúpia de uma paixão,
Por ter-me deslumbrado por teus encantos,
Por fim, refleti, parei pra ouvir a voz da razão.
Amar sem ser amado é teimosia,
É sonho de amor, é utopia e ilusão,
Amar é sonhar juntos amor e fantasias,
É dividir a dois a alma e o coração .
Amar sem pretensão, é egoísmo,
É uma parte sofrendo de amor e a outra sorrindo,
Amar, sem receber amor, é altruísmo,
É viver voando na vida sem destino.
Não lamentarei de derrotas ou fracassos,
Por isso, a tua indiferença não mais me importa,
Ganharei guarida e amor em outros braços,
Pois quando se fecha uma janela abrem-se outras portas.
A vida bate, mas tudo passa nesse mundo,
Pois se no teu ego me fizeste palco de sofrência ,
O tempo ensina e a todo instante muda tudo,
Sigas em paz a tua vida, com a tua indiferença.
"Volúpia"
Em sua etérea essência,
O que poderia parecer atrativos vos incomodara
Por não ter havido o êxito de provocar arrepios
Ele já não fazia aquele bem que a aprisionara
E como um volúpio veneno, tomara sem rejeitar
Em cada momento ela via embriagada numa nostalgia
Como a que antes não havia
O veneno tão doce parecia que parecia lhe oferecer
A felicidade incontida, mas não lhe era permitida
Tal destino era cruel ao traçar caminhos
Tão distintos aos quais ela havia planejado
Em seus momentos de insensatez
Ela já não poderia olhá-lo
Como se La no fundo a recordasse seus malogros.
Por fuga,
volúpia,
almejo,
ou desejo,
Todos tem
o mal e o bem,
dividindo a mesma cama
seja com quem se ama,
ou, apenas por grana.
Volúpia imortal
Cuidas que o genesíaco prazer,
Fome do átomo e eurítmico transporte
De todas as moléculas, aborte
Na hora em que a nossa carne apodrecer?!
Não! Essa luz radial, em que arde o Ser,
Para a perpetuação da Espécie forte,
Tragicamente, ainda depois da morte,
Dentro dos ossos, continua a arder!
Surdos destarte a apóstrofes e brados,
Os nossos esqueletos descarnados,
Em convulsivas contorções sensuais,
Haurindo o gás sulfídrico das covas,
Com essa volúpia das ossadas novas
Hão de ainda se apertar cada vez mais!
“Adormece o teu corpo com a música da vida.
Encanta-te.
Esquece-te.
Tem por volúpia a dispersão.
Não queiras ser tu.
Querer ser a alma infinita de tudo.
Troca o teu curto sonho humano
Pelo sonho imortal.
O único.
Vence a miséria de ter medo.
Troca-te pelo Desconhecido.
Não vês, então, que ele é maior?
Não vês que ele não tem fim?
Não vês que ele és tu mesmo?
Tu que andas esquecido de ti”?
Alegria!
Alegria!
Volúpia de sentir-me em cada dia
mais cansada, mais triste, mais dorida
mas cada vez mais agarrada à Vida!
Caju
O desejo o cheiro do cajueiro a volúpia nua.
As delícias um brotinho de céu,
Esse véu que cobre o vermelho dos montes
É nascente é rio o puro sangue
que ferve nas veias,
é nossa lua cheia...
Seu cheiro sempre vem
e por inteiro me norteia.
Eu sou esse felino sem destino,
O amor é só um menino,
sempre jovem a te respeitar,
Caso os sonhos vira realidade,
Minha mocidade vai se revestir para te servir
O melhor necta do existir da vida...
E a gente aprende no seu corpo lindo...
Que o tempo não apaga o que é bonito.
Esse sereno que toca meu rosto
É a lembrança o gosto
de saborear o seu olhar que eu amo...
É mágico o verde desejado
pelos seus olhos castanhos.
Vira mar esse tom rosa o batom perfeito.
Para um dia qualquer até o Domingo
sentir o peito ainda vermelho..
Eu vou sem medo abrir a porta para felicidade.
Essa verdade que me invade por inteiro.
Ainda tem o seus cabelos negros e lisos
a formosura de seus seios o firmamento!
Rasgando por dentro o sentimento,
Talvez exista unguentos no tempo,
Agora é só o momento de cuidar de dentro,
As lembranças sua é boa
Singela flor como as boboletas que voa.
Feliz de amor e de sonhos!
O brinco o colar de estrelas tudo pra deixar
O bonito mais dentro do infinito...
O eterno toque do seu olhar a brindar comigo..
O desperta das flores e juntos um desenho a colorir..
O existir bem ali o jardim sorrindo a florir.
Dentro de nós tudo pode ser sem fim...
Porque todo dia é o novo recomeço feliz...
O abrigo secreto o paraiso escondido na alma...
Um moinho de vento no caminho de casa a calma marrenta...
Essa sensasão do seu corpo no meus dentes és o pão que me sustenta!
É divino essa sensibilidade que eterniza por dentro.
É paixão do mistério o psiquê sem resposta dos Porquês...
E a vida continua a navega horas no mar, na terra e ao vento.
E tudo é tão pequeno até o tempo...
Volúpia
A vida suicida a vontade de ter você,
É estranho não poder e querer
Desejar e não ter
Te coloquei nas orações, mas essa não foi atendida
Dos meus sentimentos desejo a ti uma despedida
Dessas só de partidas, sem vindas, só idas
Doce é saber que nem tudo faz bem,
Que você me convém quando vem
E quando não, tá tudo bem
Eu quero que minha cabeça passe a assimilar
E meus olhos não venham a chorar,
Meu coração não venha a disparar
Não gosto de disputar, só se você fosse o primeiro lugar
Mas não quero deixar o prazer me cegar
Seria uma volúpia te ter,
mas vai me doer mais ver eu me perder
Ou eu mato o que coliga minhas fantasias ou vou morrer pensando em você
Vinho, Viagem e Volúpia
Na mão direita, o brilho intenso da taça de vinho,
Na esquerda, o veneno que traça o caminho.
O gole é lento, o efeito é puro fogo e desejo,
Enquanto o pescoço se curva ao rigor do meu beijo.
A respiração profunda denuncia o que a pele sente,
Um arrepio que sobe e domina a mente.
Nossos corpos se moldam em um encaixe perfeito,
Onde o mundo lá fora se perde no vão do meu peito.
Entre tapas e carícias, o instinto se faz soberano,
Navegamos sem pressa nesse mar oceano.
O olhar me atravessa, a alma se despe por inteira,
No ritmo voraz de uma entrega sem fronteira.
Promessas sussurradas no ápice do delírio,
Onde o toque suave se torna martírio.
Teu corpo me chama, o suor é o nosso batismo,
E nos perdemos juntos na borda desse abismo.
O ápice explode no eco de um som profundo,
Um gemido que para o relógio do mundo.
Enquanto eu te possuo e o prazer nos inflama,
O "eu te amo" escapa no calor da nossa cama.
VOLÚPIA
Dóris Araújo
O amor escorre dos meus olhos,
fluido forte, fremente.
No meu peito arde um sentimento intenso:
a luta entre o sim e o não.
Meus lábios tremem e desejam seus beijos
úmidos, quentes e eróticos.
Passeiam pelo meu corpo suas mãos sensuais.
Abraça-me com impetuoso carinho.
Acaricia-me com seus olhos de fogo.
Inspiro o seu cheiro e não expiro.
Guardo-o no meu cérebro...
Volúpia é todo o meu corpo,
quando juntos, fogosos,
ultrapassamos a velocidade do som.
Com êxtase, levanta-me em seus braços viris.
E eu enlouqueço!
Dóris Araújo
Minha filosofia
é falha,
meu sistema
é débil;
A volúpia
escorre-me
pelas mãos,
junta-me os destroços
como se eu fosse avião
punido por ir
longe demais,
ferido por não saber
se defender.
A volúpia muito mais
do que ardente entre
nós revela e acende
as chamas obscenas
do desejo que iluminam
os olhos e os corpos,
Sem dizer uma palavra
te escolhi como o ilustre
morador dos meus sonhos.
O mais vadio nos destina
na Rota da Seda que
em ti nasceu escorregadia,
e serve esse teu doce
veneno que destila e vicia.
Sob a sombra do Ingá,
eufórico diante minhas
Uvas maduras os teus
lábios namoradores foram
feitos para entusiasmar,
e carinhosamente afoito
adentrar neste piquenique.
Para no nosso paraíso
sem nenhum pejo,
O desejo ser o fogo eterno
e senha intransferível
para qualquer um que atreva
ir pelas curvas mais hipnóticas
das nossas paixões eróticas.
Passando a mão sobre
o Capim-Curu enquanto
caminha com a história
de volúpia cresce sozinha,
Dentro do meu coração
e do pensamento
se entrelaçam as intenções
de seda e fortes emoções
feitas da fibra de Sisal.
Do pé colho amoras
maduras e na mente
elaboro o paraíso particular
com rota e sem nenhum pejo,
Acendo o fogo interno
do candeeiro para que nada
apague o amor eterno.
Apontar em silêncio
para as curvas vertiginosas
para você se aventurar
sempre uma nova viagem
em mim encontrar,
De ti colher os suspiros
mais delirantes frutados,
enrodilhar os nossos
desejos apaixonados.
Com beijos alucinados
vestir a tua pele de mimos,
Trazer o mais do opulento
êxtase para enfeitar
a suamesa e plantar em ti
o seu olhar sedutor,
para que nos primeiros
toques eletrizantes
de lábios provocantes
capture o sentido do amor.
1539 📜 "E esse 'lindo' texto? 'Na Volúpia do Meu Amor, meu Coração explode de Emoção e Meus Olhos viram Cachoeiras de Lágrimas de Paixão."
-
"Estão 'veno'? Também sei escrever Tolices, Pieguices e Assemelhados!"
Ah, teus olhos
Eles me seduzem
Induzindo a querer-te
Com volúpia louca
A flor da pele
Desejos invadem
Atiçam a imaginação
A fantasiar um beijo
A fusão de nossas bocas
Cheias de anseios
(08/03/2019)
Após umas taças de vinho
a volúpia me incendeia
e a mente vagueia
sozinha, me dispo
incontrolavelmente me toco
me repudio, mas insisto
entre um deleite e outro
acendo um cigarro
a cada tragada, mais prazeres
entre a fumaça, observo tua silhueta vindo em minha direção
estás belo, encantador
me toca
me beija
...
acordo com o cheiro de fumaça no colchão.
vts
Sozinha em meio a penumbra, sinto o Toque suave do vento, a entrar pela janela.
Toda a Volúpia dos sentidos mais aguçados tomam meu corpo com o som constante da chuva caindo sobre a terra.
Pela Ânsia de tornar aquelas sensações reais, me vejo saindo ao relento turbulento, molhado e frio, deixando minha pele gélida.
Que Prazer inebriante a natureza nos faz, mesmo em seus momentos de caos e melancolia.
O frescor externo tráz agonia, porém as carícias das gotas proporcionam um Calor interno que me arrepia.
Meu corpo se move hipnotizado, dançando com o Êxtase desta hora tão regeitada por meros mortais fracos por regalia.
Contudo, eu expresso um Suspiro de satisfação e desejo, para que tudo fique, e entre em uma gostosa paralizia.
