Poemas de Solidão Amor Não Correspondido
Ando na escuridão
a procura de alguém,
para me tirar da solidão.
Mas continuo andando sem direção.
Ando sozinha pelo mundo
atrás de um amor profundo.
Capaz de em segundos,
me levar para outro mundo.
Quem saiba um dia
eu possa desfrutar,
dessa tal alegria.
Que um amor verdadeiro,
é capaz de dar a vida.
Sinto-me condenado ao poço da tristeza e só você pode me livrar da solidão!
e todas as noites eu peço a Deus pra cuidar de quem não quer os meus cuidados..
que nos der forças pra vencer as adversidades..
e que logo possamos estar juntos, cuidando um do outro como nunca deveria ter deixado de ser..
Pra falar a verdade não sei se é saudades ou apenas solidão.
Não tenho vontade de falar com ele, mais as vezes sinto que preciso dele pra alguns momentos, e que algumas coisa que observo lembro daquele sorriso, era um belo sorriso.
Mais tento esquecer essas coisas de paixão, sinto que não é pra mim, mais ela afeta todo nós.
Embora a solidão sempre tenha sido minha amiga
Estou deixando minha vida em suas mãos
As pessoas dizem que sou louco e cego
Arriscando tudo num piscar de olhos
Como você me cegou ainda é um mistério
Eu não consigo tirar você da minha cabeça
Não me importa o que está escrito na sua história
Cada pequena coisa que você tenha dito e feito
Parece ter ficado dentro de mim
Realmente não importa se você está só de passagem
Não me importa quem você é
De onde você veio
O que você fez
Desde que você esteja aqui comigo.
Ricardo Cabús
"As cores do palhaço põem cinza em meus olhos
E o vento frio não leva solidão"
(Cinzado - Cacos Inconexos)
-RESILIÊNCIA-
"Só a solidão hoje me desperta.
Me fazendo enxergar qual é minha essência;
E que errar não é a fatal indecência
É apenas uma forma de voltar a antiga meta.
Deixando sempre no ar aquele alerta
Pois já foi dito que errar é humano
Sendo assim,não mais me engano
Querendo viver uma paixão ilusória.
Ficando refém do prazer de uma história,
Ao dar vazão a razão de um tirano.
E hoje olho pra trás e a saudade é latente
Me trazendo a lição que aprendi pela dor.
Recusando o suave ensino do amor.
Compreendo que o mal é amigo indigente
Despertando o sentido esquecido e dormente
Da vida e do sonho de um belo futuro.
Hoje não mais de um menino maduro
Mas sim de alguém que aprendeu com o passado
Que a vida é dom precioso e legado daqueles que almejam vencer no presente."
Ainda que o medo me domine
A solidão me consuma
O desespero me cegue
Ainda que meu grito seja mudo
O meu tempo seja curto
E o destino incerto
Que eu nunca desista da labuta
Que nunca perca a fé em mim mesmo
Que eu sempre olhe para o alto
Crendo que tudo isso é passageiro
E quando eu pensar que já é o fim da estrada
Que o espírito de resiliência habite mim
E no meu humilde coração faça a sua morada.
Restos
O que dizer?
Se não há para onde correr
Não há saídas
O que fazer?
Solidão, sua velha e única companhia
Perdida no próprio mar
Onde é que se viu?
Na própria tempestade.
Onde é que essa tal de vida, levou?
Contradição, não?
Quando a morte, se ocasiona com a vida.
Paz ou prisão?
Sentimentos são reprimidos, então?
O que é este lugar afinal
Morte ou vida?
Quando a dor, entra em harmonia
Escuridão, ou refugio?
Eis a grande dúvida .
Que bagunça!
Por isso, há do poeta
A poetar?
E da poetiza, há poetizar?
No silêncio da noite, a decifrar
Ou apenas, se calar
conscientizar?
O vazio, o único que parece
Restar.
Entre paixões, medo e solidão.
Pessoas vem e se vão, mas você não sai do meu coração.
E em meio a tudo que acontece tu me pergunta, o que você acha Don?
Acho que te amo, te amo e nada será em vão!
Te olho, por enquanto de longe, buscando uma solução, te quero bem perto, bem perto então, mas nunca ouse, tentar devolver o que levou de mim. Pois só quero seu bem, e a solidão não será a solução, te amo, te amo e te amo muito mais que uma paixão!
Nem tudo é como a gente quer,
Neste mar de tristeza e solidão,
Ja pedi perdão e apenas recebi muitos nãos,
Juro que nesses ultimos suspiros quero sentir suas mãos macias e delicadas quentes segurando os meus dedos enquanto sinto o abraço sombrio da corda em meu pescoço,
Nem tudo é como a gente quer,
Lembra de quantas vezes lhe fiz sorrir e outros ha fez chorar,
Um dia você me dia que seu sonho era se casar,
Meus olhos brilhavam toda vez qua eu lhe ouvia cantar,
Apesar do seu jeito de me ignorar eu nunca deixei de te amar,
Nem tudo é como a gente quer,
Em uma noite vi voce chorar,
Talvez não foi a intenção dele te machucar mais creio que sim só queria te usar,
Apenas me deixe te abraçar e dizer que não esta só,
Só queria poder falar e expressar o quão vocë é especial,
Mais não consigo,
Não dá,
Tenho medo de algum dia te machucar,
Tenho medo de não saber te valorizar,
Sabe nem tudo é como a gente quer,
E neste momento eu só quero recordar o que vivemis nesse ultimo filme,
Para a ultima lagrima cair,
Em uma nova vida reacordar,
Talvez assim seja tão feliz tanto quanto fui ao seu lado como um humilde e solitario amigo,
Ei, não mecha com as minhas pelucia de morcegos e corujas, sei como você os odeia mas eles foram meus primeiros amigos,
De um abraço neles por mim por favor,
Um abraço bem forte e diga que eu estarei sempre la no quartinho com eles apartir de hoje e para sempre,
Para sempre e sempre...
Autor: Jonathas Nogueira da Silva
SONETO NA CONTRAMÃO
O badalo bate, o sino da igreja soa
Qual navalha o som corta a solidão
Chiando no silêncio pesar e aflição
E no relógio a hora a ligeireza ecoa
Num labirinto de saudade e emoção
A lembrança de asas no tempo voa
Desgovernando o sentimento a toa
Num vácuo de suspiros no coração
Então, o seu ganido invade a proa
Da alma, que se sente sem razão
E cansada de tantos ruídos, arpoa
Nesta quimera de dor e de paixão
Os olhos são cerrados pela garoa
Pingada das lágrimas na contramão
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Dezembro, 2016
Cerrado goiano
À SOLIDÃO (soneto)
Oh! jornada de inação. O silêncio em arruaça
Arde as mãos, o coração, aperreado arrepia
O olhar, tremulo e ansioso, tão calado espia
O tempo, no tempo, lento, que ali não passa
No cerrado ressequido, emurchecido é o dia
E vê fugir, a noite ribanceira abaixo, devassa
E só, abafadiço, o isolamento estardalhaça
No peito aflito de uma emoção áspera e fria
Pobre! Se põe a sofrer, nesta tua má sorte
No indizível horror de um sentimento vão
Quando silenciosa e solitária é a morte...
Bem à tua paz! Bem ao teu “às” sossego!
Melhor na quietude, ao espírito elevação.
Se na solidão, viva! E saia deste apego!...
© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
2018, 11 de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando
Fiz da solidão meu refugio,
Namorei meus desejos mais profundos
Cavalguei nos vales de minhas aflições,
Percebi que do veneno do mundo
Eu também sou oriundo
E o mal de minhas ações,
É o que me deixa imundo.
E se por ventura alguém corretamente me dosar,
Dizem que veneno vira remédio,
E eu, que hoje mato, talvez possa te curar.
Me deixou na solidão
Machucou meu coração
Se tu me deixar pra trás
Vou dizer que tanto faz
E seguir minha vida em paz
Aprendiz da Solidão
Sou aprendiz da solidão
Nestes montes altivos
Pudera ser ti, minha paixão
A tira-me desta prisão
Cavalgue a eternidade
Lá irá me encontrar
No balanço contínuo
Ao fim irei me lançar
A maior descoberta da minha vida?
Foi saber que a dor que sinto ,se tornou suportável,que a solidão, já não é tão constante. Foi saber que eu posso ser feliz de verdade.
Como descobri?
Você. Só se tornou suportável, porque você estava lá. Só não é constante, porque você está presente. Só sou feliz, porque você está ao meu lado.
Então,por favor, não vai,por mais que eu n saiba demonstrar,eu te quero muito na minha vida.
Eu juro de dedinho.
Profunda solidão
No silêncio aperta meu coração
Silêncio de luto, silêncio de indecisão
Silêncio de dor, silêncio sem perdão
Silêncio esse que parte meu coração
Desde daquela triste noite de sábado
O abraço, o adeus
O perdão pelas falhas
O fim de laços os quais jamais serão refeitos
E no silêncio da milha verde
Eu caminho devagar
Sem um ombro amigo
Sem alguém para amar
Somente lembrar
Daquele passado de ardor
De sentimento e de calor
E a vida só irá clarear
Quando o sentimento na alma findar
E daquela noite melancólica
Adquiro a minha eterna solidão
Pois nunca a ela retornarei então.
Sabe aquela sensação de solidão?
Eu nunca tive,
mas eu sei que um dia hei de sentir, estarei sozinho e quando isso acontecer será a pior sensação do no profundo âmago.
Irremediável, inevitável coisa do destino.
Por isso, valoriza quando tu tens alguém que cuide ou que necessita de cuidados, essa sensação é importante, rica!
INFORTUNO
Falas de solidão, eu ouço tudo e calo
Ó saudade! Rude e regateira caipira
É. E é por isto que o vazio me imbuíra
A alma, no silêncio, infortuno vassalo
Viver! Quando virei por ter intervalo
Entre a dor e o sofrer que não espira
No tempo, e me põe nesta mentira
Da esperança dum amor para amá-lo
Pois é agridoce sentimento sagrado
Que leva a noite insone no cerrado
Messalina sensação, refutado fulcro
Falas de amor, e eu me desalento
Paixão na minha sorte é tormento
Intento para eu levar pro sepulcro
© Luciano Spagnol – poeta do cerrado
09/09/2020, 13’43” – Triângulo Mineiro
Por você.
Por você fui abraçado quando estive em solidão.
Fui pego pelas mãos quando me encontrei sem direção.
No momento em que me faltou alguém.
Você apareceu em minha vida.
Havia espinhos em meus pés e, todos desapareceram pelo teu amor.
