Poemas sobre o Silêncio
À noite me fascina
Ela é linda
Eu flutuo nessa magia
Sinto-o
Você observa-me
Silencio!
Seu silêncio abraça-me todos os dias
Estamos unidos pelos nossos silêncios.
Penso em ti
Você pensa em mim
Você é meu silêncio que fala.
Nosso silêncio em corpos se faz
Em um só se amam em silêncio
E no grito do amor amado se satisfaz
Num laço e no compasso eu me refaço
Eu me calo
E novamente o seu silêncio impera.
Rastreia minha mente
Eu em vidro fico!
Tu em minha mente estás
Controlando meus pensamentos
Silencioso no fluido do prazer
E nessas ondas de sensações eu desfaleço
Em meu sono abraçado
Com a noite eu permaneço
Agosto chega sem anúncio,
com os olhos fundos de quem andou muito
e o silêncio de quem cansou de esperar.
Traz o pó da estrada nos ombros
e o vento seco que varre as certezas.
Não promete primavera,
mas também não carrega mais o peso do inverno.
É um intervalo estranho entre a dúvida e a decisão.
Entre o que não foi e o que ainda pode ser.
Os dias se arrastam lentos,
como quem procura no calendário
um motivo pra continuar.
Enquanto isso, no sertão,
a terra racha,
mas os ipês florescem como milagres amarelos.
Porque a esperança, às vezes,
é uma flor que nasce no impossível.
E então a pergunta:
— Que vida você vive: a gosto ou a contragosto?
É o mês dos que pensam em desistir,
mas ainda esperam um sinal.
É o tempo dos que choram calados,
dos que ainda seguram o mundo no peito,
mesmo cansados, mesmo em silêncio.
E fica na boca aquele gosto —
um gosto que ninguém sabe se é de fim ou de recomeço.
Mas é agosto.
E agosto nunca passa em branco,
só passa… a gosto.
Há coisas que só o tempo é capaz de colocar no lugar.
Nem o grito resolve,
nem o silêncio cura.
O tempo, esse velho artista invisível, molda, alinha, apaga, ensina.
O que a boca não ousa dizer,
a vontade grita em silêncio,
um fogo que não pede licença,
um desejo atrevido, irreverente,
que rasga o espaço entre nós.
Não há amarras, não há frescura,
só a fúria doce da entrega,
um vendaval de pele e alma,
que nos arrasta para a felicidade
sem pedir permissão ao mundo.
É ousadia que se faz poesia,
é verdade que se veste de romance,
é o instante em que tudo se cala
para que nós sejamos apenas nós.
Eduarda,
teu nome já chega suave,
como quem pede silêncio
para não assustar o sentimento.
Em ti, o tempo desacelera,
o mundo aprende a ser calmo,
e meu coração encontra
um lugar onde pousar.
Teus olhos dizem coisas
que a boca não precisa repetir,
e teu sorriso acende em mim
uma esperança mansa, verdadeira.
Eduarda, se eu te chamo de destino
não é pressa, é reconhecimento.
É porque algumas almas
se encontram antes mesmo do toque.
Se um dia o vento soprar dúvidas,
prometo ser abrigo.
Se a noite for longa,
prometo ser luz.
E se me permitires ficar,
não te prometo perfeição,
apenas presença, cuidado
e um amor que aprende contigo todos os dias.
Escrever foi o meu modo de sobreviver ao que não cabia em palavras
de um silêncio que precisei transformar em som para continuar existindo.
Entre feridas e flores, encontrei um lugar de cura: o espaço entre o que me quebrou e o que me fez renascer.
Permita se viver plenamente cada segundo de sua vida...
Permita se achegar perto do silencio da noite...
Liberte sua mente do cativeiro, das armadilhas de vingança,
do ressentimento, do rancor. Liberte se de toda especie de raiva
e rancor. Busque a felicidade de um olhar, a pureza de um abraço,
o calor de um desejo, a mansidão de um beijo, permita se olhar
o por do Sol e o chegar da Lua. Eles se permitem todos os dias...
Meu tipo de homem? Rsrsrs
(...) Tem que ser Lobo, gostar do silêncio da noite
falar baixinho no pé do ouvido, tem que tocar a alma,
tenho que me sentir protegida em seus braços, tem
que ter calor, carinho e pegada, tem que olhar nos olhos,
tem que ser forte para me domar e ser maduro para me
fazer ficar. Tem que ser romântico e saber me amar.
"Gosto do silêncio no escuro da noite... O silencio da Lua...
O vento passando sobre meu corpo, um choque, um arrepio,
um desejo. Não quero pensar, apenas sentir este momento.
Vontade de sair correndo, não sei bem para onde, mais sinto
que tenho que correr. O silêncio é apenas da Noite, pois dentro
de mim ha uma tempestade... Alguém procura por mim... Não
sei bem quem, estou apenas correndo sendo atraído pela Lua.
Corro ao encontro de minha Liberdade".
"Quando você se encontrar num profundo
silêncio, não se agite, não se desespere,
apenas escute o som deste silêncio. Saiba
que todas as suas perguntas será respondida
se souberes escutar".
Alguns pensamentos chegam sem pedir licença.
Ocupam o peito,
bagunçam o silêncio
e só descansam quando viram palavras.
Escrever, pra mim,
não é sobre mostrar…
é sobre aliviar.
Aqui, tudo nasce de dentro.
✍️ Pensamentos da Jaira🌿
Não interprete o meu silêncio como o fracasso que tanto te incomoda
Nem o meu sorriso como arrogância que tanto te cerca
Pois o meu caráter não se confunde com aparência
E a minha felicidade com o estado financeiro;
No escuro da noite uma borboleta buscava o caminho de casa. E no silêncio das trevas um lobo estava ali a vigia-la.
A borboleta com a sua beleza passava a brilhar
E o lobo faminto
Pensava em devorar...
Então, o lobo pronto para atacar
Foi intimidado pela borboleta a perguntar:
_ Posso lhe perguntar com a minha sinceridade?
_ E o lobo respondeu:
_ Sim.
Você irá se satisfazer comigo? De verdade?
_ O lobo respondeu:
_ Claro que não!
Então, por que me ameaças? Nesta escuridão?
_ O lobo respondeu sorrindo...
_ não quero me satisfazer, somente caço as minhas presas é o meu jeito de viver!
Moral da história...
Muita dàs vezes as pessoas não se benefiarão em lhe atacar
É só pelo prazer de ter ver triste ou na satisfação de te derrotar;
A noite passada não foi silêncio, foi naufrágio. Você não apenas passou pelo meu pensamento; você revirou as gavetas da minha alma e deixou tudo fora do lugar. Não houve sono, porque o seu rastro em mim é um incêndio que o descanso não apaga.
Minha cabeça, em um êxtase quase religioso, transformou seu nome em oração. Repeti cada sílaba como quem implora por um milagre, como quem busca o norte em meio ao caos que você semeou.
Agora, o dia amanhece como um castigo. Sem a sua presença, as horas não passam, elas pesam. O mundo lá fora é um tormento cinza, um vendaval cego que sopra sem destino, porque meu único destino é o abrigo do teu corpo. Estar longe de você não é apenas saudade; é sentir-me desterrado de mim mesmo, à deriva, esperando que o vento me devolva ao único lugar onde a vida faz sentido: o teu abraço.
Dois corações em ruínas,
No silêncio, nenhum sabe o que dizer.
Ambos perdidos em um amor insano,
Mas nunca entregues por inteiro...
Olhe para nós agora,
Reféns de um passado que insiste em pulsar,
Vagando na dúvida cruel:
Será que você ainda deseja ficar?
Depois de todo o caos,
Fui eu quem decretou o nosso fim,
E hoje, o vazio grita que não sei viver sem você.
Tudo o que nos sobrou
É este sonho frágil, quase real...
Valerá a pena tentar alcançá-lo,
Ou seu coração já me riscou do mapa?
Meu amor,
Sufoque-me em seu abraço até que a manhã nasça,
Até que o brilho do seu sorriso
Devore toda a melancolia dos seus olhos.
Prenda-me a você até que o sol nos descubra,
Não me deixe partir... nosso incêndio mal começou.
Ah, apenas deixe-me ficar.
Por qual ferida devemos recomeçar?
Uma única palavra doce poderia nos salvar...
Se você ainda for capaz de crer,
O tempo nos guiará de volta ao lar.
Olhe para nós agora,
Transbordando o que palavras não conseguem nomear.
Finalmente apaixonados,
Mas, desta vez, prontos para naufragar... ou voar.
Tudo o que resta, o que realmente importa,
É o eco de um: "Eu ainda te amo".
Será tarde demais para resgatar esse fôlego?
Diga-me... você ainda me ama?
Meu amor,
Aperte-me em seu peito até o romper da aurora,
Até que eu veja a luz em seu rosto
Lavar a tristeza que eu mesmo causei.
Abrace-me sob o sol nascente,
Deixe-me habitar seu abraço; já fomos longe demais para desistir.
Eu imploro que você fique comigo.
Você ainda me amaria quando a luz tocar o lençol?
Estaria aqui amanhã, ou seria apenas uma sombra?
Você partiria sem um adeus, deixando apenas o frio?
Diga que me ama... prometa que não é o fim.
Você me amaria ao despertar? Você ainda me sente?
Ou me deixaria no vácuo de uma partida sem aviso?
(Não se vá...)
Apenas diga que me ama. Como eu amo você.
Ela
Ela carrega no peito um universo inteiro,
feito de silêncio, força, feridas e cura;
um coração que já caiu tantas vezes,
mas que sempre escolhe a brandura.
É feita de sonhos que insistem em nascer,
mesmo quando o mundo parece frio;
há uma coragem suave em seu jeito,
um farol aceso no meio do vazio.
Ela é caminho em construção constante,
tempestade e amanhecer ao mesmo tempo;
alma que aprende, ama e floresce
mesmo quando o vento sopra contra o peito.
Não se complica,
não se prende a conflitos:
prefere o silêncio,
a resposta interior,
a força e o respeito próprio.
E às vezes a vida sussurra, em silêncio:
“Tem gente que é tão egoísta que nem percebe que te machucou.”
Mesmo assim, escolho respirar fundo
e não deixar que a dor governe quem sou.
O Silêncio como Morada do Ser
Oh, o silêncio…
Não apenas a ausência de sons,
mas a presença plena do que é essencial.
Quando tudo ao redor se cala,
o ser humano reencontra a si mesmo —
e compreende que a quietude
não é um vazio, mas uma forma mais alta de existência.
No silêncio, a consciência se expande.
Ali descobrimos que a paz não é algo a ser alcançado,
mas algo que sempre esteve disponível,
embora oculto sob o peso do barulho e da pressa.
O silêncio nos devolve o centro,
recoloca cada pensamento em seu devido lugar
e revela a profundidade que o cotidiano tenta encobrir.
O tempo, nesse espaço silencioso,
mostra-se não como inimigo,
mas como mestre da revelação.
Ele nos ensina que só existe um instante real: o agora.
E é somente nele que podemos agir, compreender e transformar.
É por meio do tempo
que a sabedoria se desdobra lentamente,
quase imperceptível,
como uma chama que cresce sem alarde.
Essa sabedoria — a mais elevada das virtudes humanas —
não se adquire por excesso de palavras,
mas pela escuta atenta do próprio ser.
E, quando finalmente silenciamos,
percebemos que há em nós
algo que não é afetado pelo tumulto do mundo:
uma centelha do divino,
uma presença íntima e eterna
que só se revela a quem tem coragem de ouvir o próprio silêncio.
CORPO OCO...
Pensamento estagnado no vazio…
Sinto uma inquietude nesse silêncio…
Fico dolente e de repente vem o arrepio…
E ele chega…
Quem?
- Um anjo trazendo minha alma que fugiu…
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