Poemas sobre o Silêncio
O silêncio da noite nos convida a entrar,
Onde o toque da pele começa no olhar.
Aqui, o romance não tem timidez,
Se despe do medo e se entrega de vez.
Somos a chama que queima no escuro,
O abraço apertado, o porto mais seguro.
Um misto de anjo, de fogo e paixão,
Que pulsa no ritmo do coração.
Deixem a luz baixa, o mundo lá fora,
Porque o nosso instante começa agora.
— Anjinha Sensual
SUBLIME POEMA AO AMOR.
Autor: Escritor:Marcelo Caetano Monteiro.
Amor, silêncio em veste de agonia,
Relíquia acesa em pálida amplidão;
És flor que nasce à sombra mais sombria,
E morre cedo dentro do coração.
Teu beijo traz o gosto da saudade,
Teu riso é véu de oculta solidão;
Prometes sempre a eterna claridade,
Mas deixas noite em cada despedida, então.
Há sinos mudos sobre os cemitérios,
Cantando preces para quem partiu;
E os ventos, como monges funerários,
Guardam o nome de quem já dormiu.
A lua, em seu sudário prateado,
Embala as cinzas de um jardim sem cor;
O céu contempla, imóvel e calado,
A lenta procissão de cada amor.
Quem ama aprende o idioma das ruínas,
O peso amargo de esperar em vão;
Colhe espinhos onde havia boninas,
E faz do pranto a própria oração.
Contudo, amor, mistério inesgotável,
Mesmo vestido em luto e escuridão,
És o mais doce e o mais inevitável
Fantasma a visitar o coração.
Pois toda vida curva-se ao teu fado,
Toda esperança busca teu calor;
E até a morte, em seu silêncio alado,
Ajoelha-se, vencida, ante o Amor.
EIS A FRIA.
Eis aqui a fria, já morta, curvada sobre o teu cadáver. Silêncio. Nem a noite ousa respirar.
As mãos que outrora acariciaram o mundo agora repousam sobre a matéria vencida, como se a morte aprendesse, pela primeira vez, o peso da eternidade.
Mas quem morreu? A carne... ou o sonho que nela habitava?
Os astros prosseguem o seu caminho, indiferentes ao pranto dos homens, e, no entanto, há uma estrela que parece deter- separa contemplar teu último repouso.
E será ela, agora, o deslumbre do universo?
Talvez a morte não seja o apagar da luz, mas o instante em que o infinito abre, silenciosamente, os seus olhos sobre nós.
Porque toda sepultura é apenas uma porta para aqueles que aprenderam a escutar o invisível.
O SILÊNCIO DO NOSSO ADEUS
Há despedidas que não se pronunciam. Elas não se fazem em voz alta, nem se escrevem com gestos dramáticos. Instalam-se na alma como um inverno interior, lento e definitivo.
O silêncio do nosso adeus não foi ausência de palavras. Foi excesso de consciência. Quando dois espíritos compreendem que o caminho já não é o mesmo, o ruído torna-se indigno. Falar seria profanar aquilo que já estava consumado no íntimo.
Há algo de antigo e solene em certas separações. Como nos ritos arcaicos em que o fogo se apaga sem espetáculo, apenas com a dignidade de quem cumpriu sua função. O amor, quando verdadeiro, não se degrada em escândalo. Ele recolhe-se.
O mais doloroso não é partir. É permanecer por instantes no limiar, sentindo que o que foi intenso agora se converte em memória. E a memória não abraça. Ela apenas ecoa.
Nosso adeus foi assim. Um entendimento tácito. Um acordo silencioso entre duas consciências que se respeitam. Não houve acusações, nem dramatizações, apenas a gravidade de quem reconhece o fim de um ciclo.
O silêncio, nesses casos, não é fraqueza. É maturidade. É a forma mais elevada de respeito. Porque quando se ama de modo honrado, até a despedida preserva a dignidade do que existiu.
E assim seguimos. Não como estranhos, mas como capítulos encerrados com sobriedade. Pois há histórias que não terminam em ruínas, terminam em silêncio. E esse silêncio, embora doa, é a prova de que um dia houve verdade.
SOB O SILÊNCIO DAS CONSTELAÇÕES.
Do livro: O Silêncio De Deus.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Amávamos em desmedida desigual.
Como dois céus que jamais se alinham.
Um ardia em oferenda constante.
Outro apenas refletia a luz alheia.
Dividíamos o universo.
Mas não o peso da eternidade íntima.
Havia em ti o repouso sereno.
E em mim a febre de permanecer.
Quando as estrelas ainda nos reconheciam.
Eram cúmplices do que não ousávamos dizer.
Agora, elas se dispersam.
Como se também recusassem testemunhar o fim.
Olho o firmamento e me perco.
Não pela vastidão.
Mas pela ausência que o torna infinito demais.
Teus olhos foram mar.
E no último instante.
Afoguei-me sem resistência.
As lágrimas não descem mais.
Elas doem.
Como se cada uma soubesse.
Que só há um coração a suporta-las em tudo.
O que fui.
Entreguei-te inteiro.
O que restou.
É apenas o eco do que nunca foi recíproco.
E assim.
Enquanto o céu se despede em silêncio.
Eu permaneço ajoelhado no altar da dor, olhando as estrelas embaçadas.
E guardião de um amor que não morreu.
Apenas foi condenado a existir dentro do abandono da solidão.
ONDE O SILÊNCIO FALA.
No tempo onde o vento sussurra teu nome,
repousa a lembrança que não dorme um véu de luz e distância,
feito de sombra e esperança.
Tuas mãos, ficaram no outono,
entre as folhas que dançam sem dono; e o mundo parece menor desde então,
porque em mim ecoa tua canção.
Há dias em que o céu me devolve teu olhar, como se o azul soubesse amar.
E eu que me rendo à dor com sorriso chamo-te em silêncio, como quem reza um aviso.
Se fores estrela, brilha em mim,
se fores vento, toca-me assim.
Mas se fores só lembrança e eternidade,
permanece... como ficou tua saudade.
O SILÊNCIO NÃO TRANSMITE SOMBRAS.
Referente em apoio a questão 459 de O Livro Dos Espíritos
Dizem que o umbral infiltra-se nos fios invisíveis da tecnologia, que percorre o ar como um sussurro maligno, que atravessa o Wi-Fi como se este fosse um portal aberto às trevas. Mas tal ideia não resiste ao exame da razão serena.
O mal não necessita de antenas, tampouco de roteadores. Ele se aloja onde sempre habitou: na consciência indisciplinada, no pensamento viciado, na inclinação moral que se desvia de si mesma. Transferir à matéria o poder que pertence ao espírito é apenas um modo elegante de fugir à responsabilidade íntima.
O Wi-Fi transmite dados, não intenções. Propaga sinais, não consciências. Não há frequência tecnológica capaz de substituir a sintonia moral, pois esta não se mede em hertz, mas em escolhas.
Se algo atravessa o invisível, não são entidades conduzidas por ondas digitais, mas pensamentos que se afinam por afinidade. E essa lei não depende de dispositivos humanos, mas da estrutura profunda da própria alma.
Atribuir ao umbral o uso de ferramentas materiais é reduzir o espiritual ao mecânico, o que constitui um equívoco conceitual grave. O espírito não precisa de meios físicos para influenciar, assim como a luz não precisa pedir licença à escuridão para existir.
Portanto, não é o Wi-Fi que abre portas ao invisível, mas a mente que se abre ao que cultiva. Quem disciplina o pensamento não teme redes, sinais ou conexões. Pois a verdadeira conexão, esta sim inevitável, é aquela que cada ser estabelece com aquilo que escolhe sustentar dentro de si.
E é nessa soberania silenciosa da consciência que se decide, sem ruído e sem cabos, o destino das próprias influências.
QUANDO O SILÊNCIO APRENDE A RESPIRAR.
Há um instante oculto entre o que fomos e o que ainda não ousamos ser.
Um intervalo quase imperceptível onde o mundo silencia.
E é ali, precisamente ali, que a alma se revela sem máscaras.
Tu carregas universos não explorados sob a pele.
Catedrais invisíveis erguidas com lágrimas que ninguém viu.
E mesmo assim, caminhas, como se fosses apenas mais um corpo na multidão.
Mas não és.
Há dentro de ti uma centelha que não aceita o esquecimento.
Uma força antiga, anterior ao medo, anterior à própria dor.
Ela sussurra, mesmo quando tudo em volta grita desistência.
Escuta.
Não é o fracasso que te define.
É a insistência silenciosa de continuar mesmo sem aplausos.
É o gesto invisível de reerguer-se quando ninguém está olhando.
Porque a verdadeira grandeza não nasce do êxito.
Nasce do abismo atravessado em silêncio.
E cada noite que te visitou não foi abandono.
Foi lapidação.
Cada perda não foi ausência.
Foi espaço aberto para algo maior que a própria ausência ainda que não compreendas.
Há uma arquitetura divina no caos que te molda.
Uma ordem que teus olhos ainda não decifraram.
Mas que teu espírito já reconhece.
Por isso, não te apresses em fugir da dor.
Há ensinamentos que só florescem no escuro.
E quando finalmente compreenderes,
não serás mais o mesmo que buscava respostas.
Serás a própria resposta.
Ergue-te, mesmo que em fragmentos.
Avança, mesmo que em silêncio.
E confia, ainda que tudo em ti vacile.
Porque existe um momento, inevitável e sagrado,
em que aquilo que te quebrou
será exatamente aquilo que te fez inteiro.
E nesse dia, sem alarde, sem testemunhas,
tu olharás para trás e entenderás:
Nunca foste fraco.
Apenas estavas aprendendo a tornar-te vasto.
A PERENIDADE DA BELEZA E O SILÊNCIO DO SER.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Do Livro: Essências Do Jardim. 1991, dezembro.
A beleza, quando observada pelo espírito atento, não é um ornamento do mundo, mas uma manifestação perene do próprio Ser. Aquilo que chamamos belo não se limita ao contorno sensível que os olhos alcançam; reside antes numa essência que se resguarda das vicissitudes, mantendo-se íntegra mesmo quando as aparências se esvaem. Por isso, afirmar que " a beleza não morre, mas se torna mais bela " , é reconhecer que o fluxo do tempo não a corrói: apenas revela camadas que antes estavam ocultas ao olhar imaturo.
Na intimidade da consciência, percebe-se que a beleza cresce na medida em que o sujeito se aprofunda em si mesmo. A percepção estética não é estática; ela acompanha a maturação da alma, que aprende a decantar o transitório e a contemplar o que permanece. Assim como o pensador de então, compreende o belo como expressão do bem, o indivíduo moderno que se volta para dentro descobre que a beleza verdadeira não é uma conquista exterior, mas uma revelação interior.
O ser humano, ao atravessar os próprios abismos, aprende que as cicatrizes deixam de ser rupturas para tornar-se inscrições. A beleza amadurecida nelas se abriga. Nada do que foi legitimamente belo se extingue: transmuta-se, aprofunda-se, torna-se mais grave e, por isso mesmo, mais luminosa.
" Cada passo na senda do espírito revele não o declínio, mas o desdobrar silencioso da grandeza que jamais se desfaz, conduzindo a alma à sua forma mais alta de permanência. "
Tecendo sonhos
A vida persiste, tecendo sonhos que se aproximam da eternidade.
No silêncio das manhãs, a vida desperta,
como um fio delicado sobre o tear do tempo,
tecendo lindamente sonhos feitos de esperança e luz,
bordando no tecido invisível da alma,
um mosaico de desejos que jamais se desfazem.
Cada instante é um ponto colorido,
uma promessa sutil de eternidade,
onde o ontem se mistura ao amanhã,
e o presente se entrelaça entre as mãos do destino.
Os sonhos, navegantes incansáveis,
singram mares de possibilidades infinitas,
provocando ondas que beijam a areia do ser,
revelando que a vida, mesmo em sua fragilidade,
é um canto profundo que nunca se cala.
Assim, persistimos — almas entrelaçadas,
tecendo para sempre a teia do infinito,
onde o hoje se faz tão terno... eterno em cada batida do coração.
Carrego no peito um silêncio pesado,
um nó que não se desfaz.
A confiança que eu guardava com tanto cuidado
escorregou pelos meus dedos e se desfez em pedaços.
Olho no espelho e não me encontro,
vejo sombras onde antes havia luz.
A insegurança me abraça,
e a traição do silêncio me fere mais que mil palavras.
Sonhos que plantei com ternura
agora estão deitados no chão, partidos.
E eu me pergunto:
como recolher o que se perdeu em nós,
se até o chão me falta?
Há em mim amor e raiva,
esperança e medo,
um turbilhão que me arrasta.
E nesse vendaval só desejo
reencontrar a mim mesma,
inteira, forte, capaz de florescer outra vez.
E SE EU NUNCA CONSEGUIR SER MÃE?
É a pergunta que o silêncio faz
quando o calendário muda,
quando a esperança cresce
e, mais uma vez, escorre em lágrimas.
Há um quarto que ainda não existe,
mas já mora em meu coração.
Há um nome que ainda já foi escolhido,
E é chamado em minhas orações.
Cada atraso desperta um sonho.
Cada sonho veste um sorriso.
E, quando a realidade chega,
leva consigo um pedacinho de mim.
Não choro apenas pelo sangue que desce.
Choro pelo abraço que ainda não dei,
pela canção de ninar que ainda não cantei,
pelos pequenos passos que ainda não ouvi.
E se eu nunca conseguir ser mãe?
Então Deus conhece esse medo
que nem sempre consigo colocar em palavras.
Mas, enquanto a resposta não vem,
escolho acreditar
que os sonhos também amadurecem no tempo.
Que algumas promessas florescem devagar.
E que a esperança, mesmo ferida,
ainda encontra forças para amanhecer.
Porque, no fundo, o meu coração continua sussurrando:
"Talvez ainda não seja a hora...
mas quem sabe um dia eu escute a palavra
que mais desejo ouvir:
mamãe."
O SILÊNCIO PROVOCANTE DE UMA SEDUÇÃO SEM VULGARIDADE
A doçura e a audácia estão juntas na tua sedução assim como a beleza das tuas curvas e a profundez da tua alma. Coração intenso seletivo — uma forte chama que não se apaga, mas que aquece no momento certo após ser naturalmente conquistada. Um fervor de renascimento.
O atrevimento do teu olhar é hipnotizante, chama para perto sem usar palavras — um silêncio provocante que transmite calma e confiança. Claramente, estás segura a respeito daquilo que precisas: uma ocasião intensa de loucura com as tuas sensações correspondidas.
Sedutora atípica, pois a vulgaridade não fica exposta, é a tua elegância que permanece explícita com apenas algumas partes da tua delicadeza à mostra — as pistas para chegar até um paraíso, onde o passar do tempo não importa e os desejos são recíprocos. Paixão avassaladora, venustidade irresistível.
Não temo a agulha.
Temo o silêncio que ela não consegue romper.
Enquanto o aço atravessa minha pele, procuro, em segredo, a esperança de que alguma dor seja finalmente maior do que aquela que habita em mim.
Mas a ardência é breve.
A carne se abre.
O sangue responde.
E, ainda assim, há um lugar onde nenhuma ponta alcança.
É estranho.
O corpo insiste em sangrar como se ainda estivesse vivo,
enquanto a alma, exausta de tantas guerras, já não distingue o que é ferida e o que é memória.
Tatuei lembranças na esperança de sepultá-las sob a tinta.
Mas descobri que a pele não guarda o passado.
Ela apenas lhe oferece um novo nome.
Talvez seja esse o castigo de quem sobreviveu demais:
não sentir a dor quando o corpo é atravessado,
e perceber que o verdadeiro abismo nunca esteve na carne.
Sempre esteve naquilo que nenhuma agulha foi capaz de perfurar.
-M.S. Fieri
Quando a justiça perde o caminho,o silêncio começa a falar.Muitos procuram por respostas,esperando a verdade chegar.
Não existe paz verdadeiraonde a injustiça insiste em ficar.A esperança de um povo cansadoainda sonha em se levantar.
Helaine machado
(Letra de música)- O grito da alma
(Verso 1)
No silêncio da noite, um grito ecoa,
Alma ferida, a dor que me açoita.
Coração em prantos, aa lágrimas caem,
Em busca de paz, a alma que se revolta.
(Verso 2)
As sombras dançam, a escuridão me abraça,
Memórias vêm e vão, a saudade que traça.
Um turbilhão de emoções que me desmonta,
Em cada verso, a alma que se desfaça.
(Verso 3)
A voz que clama, um lamento profundo,
Em cada nota, um grito do mundo.
A esperança some, em um instante infundo,
Em busca de um novo, um novo segundo.
(Verso 4)
Mas a chama arde, a fé não se apaga,
Em cada verso, a alma que se afaga.
A luta continua, a vida que se alaga,
Em um grito eterno, a alma que se propaga.
Os desejos e a solidão ( letra de música)
(Verso 1)
No silêncio da noite, a dor me invade,
Um passado dominador, em almas que ardem.
Sonhos desfeitos, em luta constante,
Amor perdido, num mundo distante.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Verso 2)
As palavras se perdem, na voz que clama,
O violão chora, a melodia inflama.
Em cada acorde, a saudade persiste,
Em cada verso, a esperança resiste.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito de alma, em busca de redenção.
(Ponte)
No horizonte, a luz que se esvai,
Em cada lágrima, o adeus que cai.
A guitarra chora, a voz se eleva,
Em busca de um novo amanhecer.
(Refrão)
Paredes invisíveis, em um inverno denso,
A lua testemunha, a brisa do mar em meu pensamento.
Solidão que ecoa, em cada canção,
Um grito
A travessia
Um corpo foi forjado nas cicatrizes do vazio e no silêncio das emoções,
Ao tentar caminhar sentiu sua respiração fraca e seu corpo desfalecer com a perda do vermelho que da cor a alma,
O duro golpe de não reconhecer mais os próprios sentimentos nas linhas do passado deixou a sua história perdida no tempo,
A distância de um oceano a cura para aquele com o coração transformado em gelo o vigiava através da lua,
Decidida a resgatar um sonho que não se apagou, ela lutou com seus demônios, desbravando territórios jamais pisados antes enfrentou os seus medos e vibrante invadiu uma colmeia nas montanhas altas em busca do mel mais puro para que pudesse despejá-lo no coração de gelo do seu amado,
Após atravessar o mar congelado, e sofrer duros golpes na sua corrida desesperada , ela então conseguiu derramar o antídoto a tempo naquele coração que um dia jurou ama-lo para sempre.
Feche os olhos, coloque suas mãos no meu corpo e sinta o meu coração,
O silêncio dos inocentes não procura respostas na voz, ele quer ser quebrado nas surpresas das sensações, quer se rebelar em cima daquilo que se revela no profundo das emoções.
Noites a dentro
Arquiteto da noite,
Escritor da lua,
Construtor rei do silêncio,
Bússola de corações apaixonados.
