Poemas de Segurança
Ao longo dos anos aprendi que a base para a segurança é sabermos quem somos, aceitando a si mesmo, mesmo sabendo de nossas fraquezas e imperfeições.
Seria bom ter a segurança de um sonâmbulo, e providenciar um blecaute para fingir que não se viu nada na madrugada.
Nada nos passa mais segurança e coragem que alguém segurando nossa mão,
seja nos primeiros passos, nos relacionamentos ou no fim da vida.
"Se eu morresse agora meu último suspiro seria pedindo sua segurança,não evolui ainda para dizer sua felicidade,quero que seja feliz comigo e se não for meus textos ficam faltando um "alguém" para eu chamar de meu."
Em meio aos meus conflitos ,angustias e medos ,Deus sempre me deu a segurança de que tudo passa e que tempos ruins são provações que nos aproximam d'Ele através de nossa fé.
Deus sabe o que faz ,nós não compreendemos seus motivos e a razão de ser ,mas Ele' é inquestionável e a nós resta a obediência e crer que amanhã sera melhor e mais sereno que hoje ...
A crença numa divindade dá para certas pessoas a segurança de fazer atos abomináveis por crerem piamente que quando desejarem poderão ser perdoadas pelos pecados cometidos.
Não há ser que tenha total liberdade e segurança ao mesmo tempo. Liberdade requer riscos e segurança requer renúncia.
Segurança com armas de fogo é uma disciplina rigorosa, é um estado de espírito permanente que se estende dentro e fora da linha de tiro, 24h por dia, 365 dias por ano, sem exceção.
A fé em Cristo Jesus outorga aos homens um lugar de abrigo e segurança, pois os permitem se vê dentro da morada do Altíssimo e sob a proteção que as paredes intransponíveis de seu evangelho podem nos dar, e oferece uma paz que excede todo o entendimento...
Escreveu uma história bonita e arrojada: na segurança pública, no magistério, na edição de livros, na literatura poética, sempre mergulhado na ética e no compromisso comunitário.
Quem tem como segurança a sua força e o seu trabalho, quando vem as adversidades perdem o seu trabalho e consequentemente levam dele a sua força.
Subalternos da segurança, ainda envolvidos na substância viscosa que converte a coragem em avisos de arrependimento, quem decifrará mais este lote de desdém fetichista? Quem está seguro para mudar o mundo terceirizado sem prévio aviso? Quem, ainda em farrapos, inaugura repetidamente o que é mais supérfluo nos piores empregos? Quem decifrará a incendiária vaidade nas numerosas intenções de paz? Numerosa é a fome e a miséria que a gente ignora nos pequenos zeros do soldo mensal. O que tenho a ver com todas estas máscaras inúteis? O que faço com estas esperanças provisórias depois de mais uma derrota? Ninguém escuta a vida como ela é. Triste é alegria de quem não consegue escutar a vida como ela é. Ouve-se em toda parte uma enorme variedade de discursos artesanais sobre o desespero de quem não escuta a vida como ela é.
Um direito é uma segurança que o Estado reconhece ao particular, e seu exercício não pode ser confundido com a necessidade de humilhação. Um direito, assim, não é favor, e o seu reconhecimento, por parte do Estado, não se pode traduzir em bondade, mas sim em dever.
