Poemas de Saudade de Filho
O mormaço.
Em dias de frio eu pego um casaco,
Dias de saudade pego seu abraço
Que é quente igual mormaço,
Daqueles que queimam até na sombra e dia nublado.
Máquina do tempo
Saudade é um doce desassossego
Que mora entre a lembrança e a
Vontade de voltar no tempo.
Sempre a viveres no meu pensamento
Com amor, paixão e saudade
A morte é uma certeza para todos nós
Morrerei contigo, mas o futuro a Deus pertence
Promessa com e em cumplicidade
Guardo Em Mim
Guardo em mim
Uma saudade perfeita
Todo tempo ela bate e eu apanho da vida
Hoje e sempre, sempre mais forte
Os caminhos longos me cansam...
Lentamente eu prosigo
Esse caminho árduo e longo
As pernas fraquejadas sustentadas à fio
Os passos lentos vejo ao longe o doce e lindo horizonte...
Esperando um olhar
O amor está na leveza
Está no cheiro da saudade
Está nos olhos brilhando
Está na louca vontade
O amor está no detalhe
Está num pequeno traço
Está no rosto corado
Está no aperto do laço
O amor está no silêncio
Está no caminho florido
Está no canto dos pássaros
Está no sorriso colorido
O amor está na paciência
Está na estrada sem placa
Está na taça de vinho
Está cravado com estaca
Poema autoria de #Andrea_Domingues ©️
Todos os direitos autorais reservados 15/12/2021 às 22:15 hrs
Manter créditos de autoria original _ Andrea Domingues
Saudade
Saudade é viajar para algum lugar no passado...
De um tempo que ficou e parece nunca ter ido
Um lugar que gostaríamos de nunca ter voltado
Que guarda pedaços de um coração partido.
Saudade é a vida que grita para seguir em frente
Numa estação do tempo em que a ficamos paralisados
E o trem que passa com destinos diferentes
É rápido demais e sempre muito apressado...
Saudade é buscar nos caminhos que cruzamos
O marco que eterniza, o elo perdido...
O momento inexplicado que um amor foi rompido
*Amor, saudade e paixão*
Se for pra falar de amor,
De saudade e paixão
Prepare logo a cruz, a vela preta o caixão
Que está noite estarei a sete palmos do chão
Se for escolher um canção, que fale de Liberdade.
Que fale da natureza, dos bichos e até da maldade.
Só não escolha uma que cante: Amor, Paixão e Saudade.
Digo isso de verdade, pois é verdade minha dor
Não sinto cheiro, não escuto, não vejo do céu a cor
Que essa doença tem três nomes, Paixão, Saudade e Amor.
Me consultei com o doutor
Que me fez a prescrição
Me disse: não sou emotivo
Falo com muita razão
Vi paciente ficar Louco
Que esse mal só se cura com Outro
Outro Amor, outra Saudade, outra Paixão.
Estava eu em alto mar quando a saudade bateu à porta do meu coração...
Quis ter asas e voar.
Vieram da mata as cinza das borboletas a me ajudar
tão mínimas, tão frágeis, mas cheias de compaixão,
atravessaram o mar comigo e me levaram a ponte das visões...
Então vi você, saindo do nevoeiro da solidão.
Meu coração então adormeceu naquela noite sem estrelas
E em meus sonhos te amei sem saudade e sem dor
Abraços
Recebo muitos abraços
Alguns braços abertos
Outros de saudade
E aqueles de reciprocidade.
A vida tem me mostrado
Que dá sinais
Deixa recados
Porém as vezes não são notados.
Os detalhes passam desapercebidos
Quando não fazemos a observância
E não temos o sentido
Que eles são o que fazem a diferença.
Recebi abraços
Que me acolheram e
Me restauraram.
A mão estendida
Onde antes havia dedo indicando
Acusando.
Vim sem nada para a vida
Sigo apenas caminhando
Colhendo abraços
Sorrisos
Chegadas e
Partidas.
(Gilmar Arion)
Sentei no barco da saudade
Rumo ao mar da ilusão
A caminho da felicidade
Atraquei na solidão
Arrependi de verdade
Porém sem explicação
Perdi boa parte do meu coração
SAUDADE
A pior falta não é a do seu beijo
mas a da sua conversa
ninguem me entendeu tanto
nenhuma perfurou mais que o
seu olhar
A saudade vai e vem, as horas passam sem parar, e vontade de te ver parece que nunca irá cessar...
Aí Irmã, se eu soubesse que teriamos tão pouco tempo, se seu soubesse o tamanho da sua presença, talvez hoje eu choraria menos o tamanho da sua ausência.
Na vastidão da alma, a saudade se agiganta,
No eco silencioso do amor ausente, a falta encanta,
Medo e incertezas emaranhados, numa dança,
Desesperança e tristeza, a solidão avança.
Entre lembranças perdidas, o coração se embriaga,
No abismo do vazio, o amor se apaga,
A falta dilacera, como lâmina afiada,
Desesperança e tristeza, uma jornada desolada.
No terreno da incerteza, o medo se insinua,
No estar só, a alma se perpetua,
Saudade ecoa como murmúrio constante,
Desesperança e tristeza, o destino é distante.
Mas em meio à desolação, uma semente floresce,
A esperança que resiste, mesmo quando parece,
No coração solitário, a chama arde e clama,
Por um amor que supere toda dor e saudade, se derrama.
No vazio do peito, a saudade invade,
No amor ausente, a falta se propaga,
Entre medos e incertezas, a solidão se traduz,
Desesperança e tristeza entrelaçadas, o coração conduz.
Na saudade, o amor se perde na falta,
No vazio que o coração sente em falta,
No medo e incertezas que pairam no ar,
Desesperança e tristeza, no estar só a flutuar.
Saudade é a ferida aberta do amor,
A dor da falta que o tempo não curou,
O medo e a incerteza de estar só,
E a tristeza que invade a alma em pó.
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