Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
REVIRANDO MEUS BAUS,
ENCONTREI MINHA ETERNA SAUDADE!
UM GRANDE AMOR!!!
UMA GRANDE SAUDADE..!!!
há anos Deus olhou pra terra e notou que apesar de toda sua perfeição,ainda faltava alguma coisa..Ele pensou,pensou e lembrou-se,faltava uma flor especial que traria mais aroma e luz ao nosso amado planeta..!!
ENTÃO DEUS plasmou e plantou uma pequena semente, o tempo passou, e no dia primeiro de agosto nasceu uma linda flor, que recebeu o nome de ANDRÉA,
o tempo cumprindo o seu papel e a pequena flor se transformou em uma linda mulher!!!!
E esta linda mulher achou que seria egoismo doar a sua luz, seu amor, sua beleza,seu aroma somente á um pais.
E COMO UM ANJO criou asas e hoje distribui a sua luz e o seu perfume em forma de sorriso em outro pais bem distante....
láaaa ....do outro lado do oceano...
há!!!!!!!!! ANDRÉA por você sinto um grande AMOR!!!!
por você sinto uma grande SAUDADE!!!!!!!!!!!!!
SAUDADE E VIDA - 30/01/2020
Saudade quando o vida te encontra, e levava os teus sonhos até a minha alma insana. Parece que o tempo está fugindo de mim mesmo, interrogando o meu coração, mas, é melhor sentir que estás em meus olhos, do que perto demais, causando a ansiedade.
Lembranças
Tenho saudades:
De tantas coisas,
De tantas pessoas,amigos,
Parentes ausentes e presentes só na lembrança.
Que o vento nem o tempo,
Conseguiram apagar.
É enquanto viver,
Vivo na certeza de que o maior prazer.
É simplesmente saber,que o passado me preparou.
O presente que logo se fará,passado do hoje que eu sou.
Essa saudade que invade minha alma
que está sempre em busca de você.
Mexe com meus sentidos
e me inspira a falar sempre
de como é bom amar você.
ESPERANÇA (soneto)
Saudades de ti, me vem com ternura
Teu nome, ao amor, não é indiferente
Entre o poetar, e nos versos murmura
Recordação, nos suspiros, de repente!
Longe de ti, o pranto, mísero, tortura
Essa solidão, que geme tristemente
Mas, as alegrias vividas, porventura
Abalança o tormento, tão presente
Nesse amargo sofrer, o teu nome
A florescer na secura do cerrado
No peito o saudosar, me consome
Ao evocá-lo... agridoce atmosfera
Que no desejo é mais que desejado
E, na inspiração... ainda te espera!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
31/01/2020, 07’03” – Cerrado goiano
Olavobilaquiando
GRILHÃO DO AMOR (soneto)
Tenho saudade e ardo em lembranças
Dum amor que me endoida e me abate
Quem há de me tirar destas esperanças?
Quem há de os nós, quebre, me mate?
Não sei que certeira e desiguais danças
Me cravou no peito, dores deste quilate
Sem que eu sentisse, as tais mudanças
Do sossego. E agora neste vil combate...
O amor adentrou tão cauto, silencioso
Que eu nem me preocupei que estava
Apenas vivi, um ser no haver amoroso
E os lábios a sorrir e olhos cheios d’água
Como dói viver, sentindo, estreita trava
E chorar na solidão e trovar com mágoa!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
01 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
copyright © Todos os direitos reservados
Se copiar citar a autoria – Luciano Spagnol
campo santo
lá tudo é saudade, as lembranças se cobrem de linho
o eu, fica pequenininho, e a tristeza de olhos d’água
lá tudo é manso, o silêncio se faz de flores e espinho
num coração em pranto e em mágoa...
os sinos os serafins bimbalham, tal prece que galgam
os céus!
lá tudo é suspiro, tão alvos... lá as almas resfolgam!
e de lá somos réus...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
03 de fevereiro de 2020 - Cerrado goiano
paráfrase Vinícios de Moraes
SEM FALAR EM SAUDADE
Foi sem falar em saudade
que lembrei de você
dos seus olhos pequenos
a me enlouquecer
do seu corpo moreno
do seu beijo veneno
a me adormecer.
Foi sem querer que a tristeza
chegou com a canção
que eu fiz pra você
naquele verão
onde fiz dos teus olhos
minha única razão
de viver, de sorrir, de sonhar
de paixão.
Foi sem falar de saudade
que me veio a lembrança
que perdi a esperança
de voltar a te ver.
Não há choro
Que dure o dia inteiro
Não há saudade
Que vá embora primeiro
Guardada na gaveta
Na estrada da emoção
Aos pés do vento
Sobre as linhas desse rincão.
Ah, seu cheiro
Me lembrou do fim de tarde em Juazeiro
Ah, chamego
Que saudade que eu tava do seu beijo
As folhas no chão, o vento bate e leva
A solidão em meu peito bate e aperta,
Saudade ou decepção não sei direito,
Mas como as folhas voaram,
Dores o tempo também leva...
Ruínas
Tento eu reconstruir a mim, tento superar a ausência dele sem nem ao menos ele ter partido. Enquanto ele corre atrás de seus sonhos libidinosos, assim dito por ele, eu libidinosamente o desejo ainda, mesmo sendo esse desejo desaconselhável e avassalador. Um turbilhão de palavras chegam aos meus ouvidos, oriundas das bocas que me amam e o escarnecem. A razão me leva a mim e o coração sangrando de tantas feridas abertas por ele me leva, só me leva! E agora? Onde estarei? Pra onde vim? De onde eu saí? Eu saí?
Esse emaranhado de perguntas me fazem lembrar do que eu sempre tive certeza, eu o Amo!
Ele, seco em possuir o mundo, deixa com que o mundo o possua, lembra e sabe, descobre e retorna, ao lar que estranhamente sempre foi seu e volta a mim e não para mim, que ainda, mesmo que não queira, quer e é seu. Sua destruição e seu desejo infringiram a única regra que não se podia quebrar, não viole a fidelidade dos sentimentos.
Seu desejo de ser do mundo , o fez esquecer da fidelidade dos próprios sentimentos, o fez esquecer o que se sente, só a sua putrefação o fez lembrar que um mal ou bom filho à casa torna! Agradeça a seus Deuses e Demônios. E lembre-se tu és mortal, não precisas testar a durabilidade de tua carne!
A'Kawaza
Noite fria, coração apertado
Aí que saudades do
Meu amado, que foi embora
Sem me dar um abraço.
Dia longo, mente cansada
Aí que dor saber que
Estou longe de você
Que me faz sorrir, ate o amanhecer.
Dia triste, mente a milhão
Será que entendes que és
Tu a minha razão?
Razão para continuar.
Saudades do meu pai
Que vôo para longe de mim
Além do horizonte, mas
Mesmo de longe me faz sorrir.
Não seríamos quem somos se tivéssemos a ausência da dor.
Esta por sua vez nos humaniza pois o ego passa a matéria a sensação de conforto e plenitude.
Porém quando o incômodo se apresenta, é aí que percebemos nossa real existência por se fragilizar o ego.
SAUDADE EM PROSA (soneto)
As saudades lá se foram, respingadas
Lá pelo tempo... outra estória e verso
Mesmo assim na memória ficou imerso
Depois de tantas dores, tantas paradas
E o que assemelhava um conto de fadas
Tornou-se à emoção um trovar perverso
E no destino toda um argueiro disperso
De espinhos, nas lembranças poetadas
Então vi, que não adianta de ela fugir
Não tem nenhum contento, ao poeta
Se existe saudade, com ela deve-se ir
Embeber-se! uma estratégica solução
E, tê-la como coautora em sua meta
Pois, sempre a terá na prosa do coração....
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
16/02/2020, 11’40” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
ANDOU (soneto)
Meu sentimento evaporei na saudade
Da essência do amor, que me arrastava
Ah! como quis um dia, como sonhava
Agora, cada qual no tropel de liberdade
Insana, as paixões devoram à vontade
Que a mente sã... se faz de tão brava
Em uma existência, ali, cruel e escrava
Do desejo, tão em busca de felicidade
Agrados, querer meu e meus danos!
Essa paixão, que no haver não coube
Fez poetar aos versos os desenganos
Antes que a solidão o sossego roube
O tempo, pra não se perder nos anos
Andou! o que permanecer não soube.
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
17/fevereiro/2020 - Cerrado goiano
Olavobilaquiando
[...] lá vem a lembrança
gerando cheiro de criança
saudade e nostalgia
evolando memória e poesia...
eterna dança...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
Cerrado goiano
amores marcados, que fingem apagados
amores impossíveis de esquecimentos
ah, essas saudades de você !
saudades segredadas nos abraços furtivos
dos amantes eternos. (I
