Poemas sobre saudade para transformar ausência em palavra
Não é tristeza e nem saudades, é apenas a vontade de ter vivido um pouco mais com pessoas espetaculares.
Infância. Muitas histórias. Muito me orgulha. Muito me deixa saudade por ter sido perfeita aos meus olhos.
Não curto sentir saudades, acho massacrante e muito chato. Essa coisa de não poder sentir alguém, me tira o bom humor. Eu posso ligar e ouvir a voz, posso mandar sms, que é muito gostoso também, mas nada melhor que sentir a temperatura do corpo, sentir os braços se entrelaçando em você. É, não curto mesmo!
O tempo passa e em vez da saudade ir junto com o tempo, ela continua, insiste em ficar e a aumentar cada vez mais e mais.
"Não é o mundo que me afunda, é a ausência de sentido que pesa. Mas eu tenho um porquê, e isso me salva. A dor não me quebra, só me lembra que estou vivo. E enquanto eu souber por que levanto, não importa quantas vezes eu caia — cada queda vira impulso."
— Purificação
A saudade, por vezes, nos encanta ao nos mostrar que os bons momentos da vida são sempre eternos, e que a eternidade é o sonho mais próximo da felicidade que ressuscita.
O tempo passou, a saudade apertou. O tempo passou, a dor se curou. O tempo passou, uma verdade ensinou: somos todos passageiros do tempo.
Nem todo silêncio é ausência. Às vezes, é Deus reconstruindo por dentro o que o barulho quebrou por fora.
Sem você, estou à deriva, um homem perdido em um mar de incertezas e saudade.
"Saudade dos tempos de escola,quando qualquer coisa que eu fizesse não importava..
Hoje os dias passam como horas,e se cochilar um pouco,se passam anos e não conquisto nada."
minha cristal ,vou levar uma foto sua no painel do meu caminhão ,pra quando bater a saudade eu olhar sua foto ,e poder sorrir ,minha princesa linda,minha boneca ,vc é meu mundo,sem vc tudo perde o equilíbrio te amo hj e sempre
"Sua ausência não apaga o rastro, só confirma que para você a vida tem um botão de 'reset' que os outros não têm."
ANSEIOS
Dizem que a saudade não conhece o tempo — ela tem nome, rosto e voz. Mora na memória de um sorriso sereno, onde a felicidade se revela no brilho de um desejo escondido, na vontade silenciada pelo limite do “não poder”. O tempo, esse velho tirano, transforma os prazeres em miragens — quanto mais se espera, mais se deseja. E o gostar cresce junto, como quem alimenta a fome com promessas. Ah, tempo cruel! Nos amarra aos impulsos, mistura o amor com a dor até ficarmos sem ar. Às vezes, age como um remédio lento, tratando feridas deixadas por paixões que não voltaram. No fim, o desejo é só a ausência vestida de sonho — sonho que ainda não se libertou do cárcere da alma.
