Poemas de Revolta
Cada um tem suas dores...
Sua marca, Sua raiva, Sua revolta, Sua indignação, Sua frustração, Seu pecado,
Enfim, sua história...
Então, não desconte nada disso nos outros,
Pois afinal, todos nós somos humanos, Somos gente.
VIDA VIDA
A vida é um mar enlouquecido
De brutos raios, trovões e gritos
Revolta de uma tempestade de terror
Onde o desespero é um buraco negro
No próprio horizonte de dor já gelada
Da água que nos toca no fundo da alma
Onde a esperança torna-nos catos secos
Como se de flores mortas se tratassem
Castradas de fé, embriagadas de erros mortais
Temos medo do inferno da própria sombra
Entre os gritos que imploram por ajuda
Permanecem no silêncio e no obscuro.
"Revolta-me fazer o jogo dos indiferentes
Eu tenho é sangue quente
Enoja-me ver atitudes prudentes
Quando a vontade é arreganhar os dentes
Irrita-me esse controle doentio
De gente completamente imbecil
Só o que me conforma é que na arte
Tudo faz parte
Tudo é embuste
Tudo é verdade
Fala-se tudo o que se finge
E finge-se tudo o que se fala...
ultimamente
Ultimamente eu ando assim,
Dividido entre a arte e a necessidade
Entre a revolta e o perdão,
Entre as pessoas e a solidão.
Ultimamente eu ando meio assim,
Dividido entre a paixão e a fúria,
Entre a loucura e o Juízo,
Vagando sozinho entre o inferno e o paraíso.
Manaus, 11 de setembro de 2014.
De uma folha branca,
Nasce a inspiração,
Amor, paixão,
Revolta ou quem sabe
Um desabafo,
Uma palavra amiga.
Assim é a mente de um poeta,
Homem que vive e sobrevive,
De construir história,
Transpondo no papel quem sabe de pão.
Nas mãos apenas o seu instrumento de trabalho,
Ou por falta de trabalho,
Inspira-se no homem, na natureza,
Na beleza do que só ele enxerga,
Ou fantasia na sua arte de criar
Um mundo,
Que mundo?
O mundo daqueles que acreditam
Em um mundo mais justo e belo.
A Revolta de um Eleitor
Depois de um assalto,
Na praça da liberdade,
Fico sem vontade de viver
Num mundo como este.
Que se encontra em estado de calamidade
Por falta de vergonha na cara
Daqueles que colocamos no poder.
Só de pensar,
Que eu vou ter que olhar
Para a cara deles nas épocas de eleições,
Me dá um ataque psicótico.
Como pode um dinheiro tão suado,
Estar na cueca de um safado,
Que quando eleito deputado
Pratica mensalão,
Se envolve com a corrupção.
Pra mim nem todo político é ladrão,
Mas existem muitas frutas podres.
Ah! Isso tem de montão,
Em meio ao senado,
Que tem baixaria pra todos os lados.
Em meio a câmara que vive,
Menos prezando nossos sentimentos,
De humildes eleitores.
Que nos deixamos
Corromper por safados,
Que se dizem políticos nobres,
Mas são somente pobres de espírito,
Que não querem ouvir o grito,
De uma comunidade que esta cheia de aflitos.
Querendo a segurança,
A paz e a esperança,
De colocar a cabeça no travesseiro,
E dormir com a certeza
De que no outro dia acordara
Sem se preocupar,
Com o problema secular
Chamado corrupção.
A revolta maior desse homem aqui,
está toda encima da vida, de tudo,
de tudo aquilo que levou a melhor
parte de mim pra longe.
Minha revolta só não é maior que minha saudade...
Com efeito, revolta-me, quem muito estuda, e nada aprende!
São gente que se abriga do sol, na sombra da chuva,
esperando que caiam gotas de vento!!!
Ante a pedra o tolo volta,
o fraco espera sozinho,
o descrente se revolta
e o sábio limpa o caminho!!
REVOLTA
Passou por mim
Como um vento ao relento.
Soprou. Acariciou.
E, suavemente, ar no meu peito jogou.
Exaltei. Vibrei.
De alegria cantei.
E, de tão macia a brisa,
Não enxerguei a ferida
Que em meu peito se abria.
Chorei. Causei.
Foi para trás que eu fiquei.
Parada. Estática.
Eu fui a folha que voa.
Eu fui a folha que passa.
Seca. Murcha. Despedaça,
Mas que, virando semente,
Em nova folha se acha.
A vida não acaba para quem fica,
Mas para quem passa.
Babaca!!!
Perde-se o direito de revolta, depois que se vai.
Acostume-se a não ter satisfação, a não ter notícias ou ouvir a voz.
As gargalhadas que outrora haviam, com chocolate derretido pelo rosto não será mais possível.
Nem os bolos no fim de tarde ou lanchinhos na madrugada.
Agora somos eu e meu caminho.
Acostume-se a não falar até altas horas, até que o sono venha ou que esteja tranquilo o coração.
De acordar sem bom dia e dormir sem boa noite.
Acostume-se com a cama gelada e os pés frios.
Acostume-se com o silêncio na multidão barulhenta.
A sentir-se só mesmo acompanhado, a estar triste mesmo sorrindo.
Acostume... Essa é sua jornada até a luz, você fez o que podia e enquanto pode.
Você tentou por anos... Quiz mais que tudo que desse certo, mas deu até certo momento.
Agora nada mais tem a fazer a não ser acostumar-se com a partida, com o caminho que escolheu.
meus dias são passados na solidão de revolta,
que instantes são tomados pela indignação,
muitos alienado por sistema falido,
tantos roubam suas vidas, com promessas falsas,
tudo temos mais dia de domingo,
muitos na frente da televisão,
programas de mortos que criam momentos para eles
ainda aplaudem meros espectares,
sonhos bordeiam a mente,
te fazem passar tempo embriagado,
enquanto pessoas morrem
em dilemas que deixaria o paradoxo inerte,
pois tem apenas em suas convicções são apenas lembranças
ou uma vida que não te pertence.
Vejo te partir sem destino certo
Nas curvas a rir com o fim zunindo
Aos mares de revolta fingindo
Que ainda caminhas reto
Pelo fato de estar farto
De tantos tombos esperançosos que levaste
Em meio a este contraste
A paz encontraste desperto
E desta nunca desfrutaste
Como em um desastre
Só pode calar-te e afastaste
Ygor Mattenhauer
luz do sentimento calado,
saída de uma revolta que reluz
sem sentido busca por amor,
sendo a balela que se enruste
num dito mero, som de ranço,
trágico no fel do teu olhar.
simples dizeres que demonstram a distancia.
Na revolta a voz do silencio é despedida,
está derradeira viravolta,
o suplicio torna se a revolta.
para ter se a verdade dos sentimentos...
lagrimas no silencio...
nada mais se tem...
o desespero,
nada mais...
posso de pedir algo,
apenas o vazio.
Não sei se te vou trazer de volta.
Isso aumenta na minha revolta!
Vou me lembrar dos teus berros
Isso vai corrigir os meus erros
Os teus reflexos eram complexos
Teus fracassos os meus excessos
Hoje deixas um vazio profundo
no tamanho do fim do mundo.
Diante de tudo que vejo em minha volta;
Declaro que o que mais me revolta;
É ver que existe gente fria de caráter e falta de amor e tão pouco se importa.
Observo e analiso;
qual contribuição relevante no mundo vou deixar?
Solidariedade, bondade, humanidade, exemplo que muitos seres não querem copiar;
Eu quero ser sempre instrumento do bem, ir mais além;
Com amor, paz, gratidão, fé e esperança; ajudar mais alguém.
Podemos fazer a diferença e ser a grande mudança neste mundo de muita guerra, desamor e vingança.
Nara Nubia Alencar Queiroz
@narinha.164
@paginadela
Calma filha, não chore, ele volta!
Por romance, ou por revolta, ele volta!
A pé, ou de carona de carroça, ele volta!
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